Arquivo para Círculo

Vire a página!

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , on 30/09/2015 by Joe

Vire a página

Tem dia que a gente põe vírgula; tem dia que colocamos reticências; tem dia que colocamos ponto final e tem dia que temos a necessidade de virar a página.

Então, vire a página! Dê um ponto final nas coisas que te fazem mal!

A vida é um círculo, não um quadrado.

Tenha pressa de ser feliz, porque nós não sabemos quanto tempo nos resta.

By Padre Fábio de Melo.

As várias faces da mentira

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 26/02/2015 by Joe

As várias faces da mentira

Há um momento na vida em que, graças ao domínio de mecanismos sofisticados da inteligência, aprendemos a mentir. Mentimos jogando com as palavras, contendo gestos, assumindo posturas convenientes – e das quais discordamos – para aliviar tensões.

Tentamos esconder aquele traço da nossa personalidade que não nos agrada assumindo uma maneira de ser mais apropriada. São tantas as possibilidades de escamotear a verdade que o mais prudente seria olhar o ser humano com total desconfiança – pelo menos até prova em contrário.

Ainda que sentir medo e insegurança faça parte da natureza humana, fingimos que tudo está sob controle e que nada nos abala para ocultar nossa fragilidade. Acreditando no que veem, os outros passam a se comportar como se também não sentissem medo.

Mentem para não parecerem frágeis e inferiores diante daqueles que julgam fortes. Nesse teatro diário, alimentamos o círculo vicioso da dissimulação. Minto para impressionar você, que me impressionou muito com aquele jeito fingido de ser – mas que me pareceu genuíno.

Não seria mais fácil se todos admitíssemos que não somos super-heróis e que não há nada que nos proteja das incertezas do futuro?

Em geral, quem não aceita o próprio corpo evita praias e piscinas. Diz que não gosta de sol, quando, na verdade, não tem estrutura para mostrar publicamente aquilo (a gordura, a magreza ou qualquer outra imperfeição) que abomina.

É o mesmo mecanismo usado pelos tímidos, que não se entusiasmam muito por festas e locais públicos. Em casa, não precisam expor sua dificuldade de se relacionar com desconhecidos.

Temos muito medo de nos sentirmos envergonhados, de sermos alvos de ironias que ferem nossa vaidade. É para não correr esse risco que muita gente muda de cidade depois de um abalo financeiro. Melhor ser pobre e falido (e encontrar a paz necessária para reconstruir a vida) onde ninguém nos conheceu ricos e bem-sucedidos!

Até aqui me referi às posturas de natureza defensiva, que servem de armadura contra o deboche, as críticas e o julgamento alheio.

Há, no entanto, um tipo perverso de falsidade: a premeditada. Pessoas dispostas a se dar bem costumam vender uma imagem construída sob medida para tirar vantagem.

Um homem extrovertido e aparentemente seguro, independente e forte pode ter criado esse estereótipo apenas para cativar uma parceira romântica. Depois de conquistá-la, revela-se inseguro, dependente e egoísta.

Mulheres sensuais podem se comportar de maneira provocante para despertar o desejo masculino – e sentir-se superiores aos homens. Vendem uma promessa de intimidade física alucinante que raramente cumprem, pois são, em geral, as mais reprimidas sexualmente. O apelo erótico funciona como atalho para os objetivos de ordem material que pretendem alcançar.

Não há como deixar de apontar a superioridade moral daqueles que mentem por fraquezas quando comparados aos que obtêm vantagens com sua falsidade. O primeiro grupo poderia se distanciar ainda mais do segundo se acordasse para uma verdade óbvia e fácil de enfrentar: aquele que me intimida é tão falível e frágil quanto eu.

E – nunca é demais lembrar –, para ele, eu sou o outro que tanto lhe mete medo!

By Flávio Gikovate.

O professor

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Professores 2

A tabuada não basta. Como não bastam funções hiperbólicas, variáveis complexas, orações subordinadas. Não bastam Euclides e sua geometria, não bastam as teorias. O professor deve ensinar ao aluno a arte de viver com dignidade, com amor, com liberdade.

Não basta falar das guerras, das batalhas, das conquistas – tem que ensinar o aluno a conquistar primeiro a si próprio. Ensinar-lhe medir distâncias é pouco – é necessário vencê-las. Não basta saber o nome dos rios, temos que fluir. Equações algébricas não resolvem tudo, antes é preciso resolver-se. Em vez das mentiras históricas, o professor deve ensinar as verdades, e o melhor modo de encontrá-las.

Não basta falar de política, o professor tem que ser democrata. Deve olhar nos olhos do aluno e dizer-lhe como a vida é. Aumentar-lhe a coragem de crescer. Ensinar-lhe a lógica das emoções e o amor pelo raciocínio.

O professor transmite sabedoria, incentiva o bom senso e o bom gosto. Mergulha fundo no oceano de dúvidas que o aluno tem no coração, e traz o tesouro pulsante lá submerso. Educa, orienta, aviva a chama na consciência de cada. Ao polir a pedra bruta, consegue intenso brilhante.

Bom professor é aquele que não exige, não cobra – obtém. Não corrige – mostra o porquê. Não hesita quando avalia, não constrange quando examina. E nunca faz da nota uma espada.

O bom professor não só ensina, compreende. Não levanta a voz, amplifica o verbo, convence. É sério – mas ri da própria seriedade. Fala do êxtase, da alegria e da profunda emoção que explode no seu peito quando ensina, como pétalas no riso de quem ama.

O professor mostra ao aluno a diferença entre o silogismo e a serpente. Ensina-o a extrair raiz quadrada com poesia. Demonstra como ser ousado sem ser burro. Jamais abusa da confiança do aluno, não lhe invade o espaço, não procura condicioná-lo. Não cria relações de dependência, nem exerce dominação sádica sobre ele. Infunde-lhe o respeito absoluto pela vida. Prefere o aluno criativo ao bem-comportado. Nunca o explora, é só o conquistador de um novo mundo, que leva o aluno a ver mais – mais alto e mais longe.

Não levanta paredes em torno do aluno, e sim, derruba aquelas que houver. Abre-lhe as portas da vida, com veemência. Não o repreende, não o censura, não o recrimina. Mostra ao aluno a importância da inteligência na determinação do seu futuro. O velho dilema entre a caneta e a vassoura…

Como Sócrates, o bom professor não vê glórias no que sabe, não esconde o que conhece, nem oculta o que possa não saber. Brinca, tem confiança em si, e não faz da escola uma cela.

Moderno, convence o aluno a saltar os muros da tradição, porque a aventura está sempre do outro lado. Lógico, respeita aquele que aprendeu a questionar. Não o sufoca com preconceitos nem com juízos de valor. Nem lhe causa medo algum. Transmite confiança, pega na mão, aplaude, incentiva, suporta, conduz, ampara na travessia.

Não é hipócrita, faz o que diz e diz o que pensa. É um farol que não vela o que descobre. Mostra um caminho. E não apenas mostra – demonstra, comprova, define.

Aranha em teia de luz, o professor não prende – liberta. Carrega o giz como fosse uma flor, com amor. E quando faz a linha tem firmeza, mas não separa. Ora Dali, ora Picasso, vai colocando a tinta, pondo seu traço, amando seu gesto, compondo a canção. Enaltece o risco do sonho, o círculo do fogo, a pureza da alma, o princípio da vida, o anel da esperança.

Considera o aluno obra de arte quase inacabada. Ama-o como se fosse um anjo. E nunca vai matar-lhe no peito a vontade de ser livre.

O professor é o amigo sincero que ajuda o aluno a superar os limites da vida, desbravando com determinação e ousadia essa fantástica região chamada Experiência.

Enfim – o professor é o Mestre.

By Edson Marques, no livro “Solidão a mil”.

A realidade reflete aquilo em que acreditamos

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 12/09/2013 by Joe

Mudar para vencer

O vencedor usa filtros de percepção que faz com que encontre motivação para acreditar que pode alcançar o que quer. Ele foca sua atenção no que pode funcionar, no que dá certo, nas possibilidades de superação de limites e no poder da solução que está ao alcance de todos.

O mal-sucedido usa seus filtros de percepção para ver no mundo dificuldades e impossibilidades, buscando exemplos nas vidas de outras pessoas para confirmar aquilo em que acredita. Ele coloca o foco sobre as dificuldades, as derrotas e tudo o que não funciona na vida de quem está ao seu redor. Com isso, fortalece suas crenças limitantes.

Enquanto o primeiro está em continua expansão, o segundo vai desenhando um círculo de medo e desilusão. Muitos tentam diversas vezes, mas quase sempre acabam repetindo aquilo que viveram antes e que consideram fracasso. A cada tentativa, mais se convencem de que não existem bons relacionamentos, os homens não prestam, as mulheres são interesseiras, não é fácil se dar bem nos negócios, é tarde demais para (re)começar qualquer coisa na vida, o mercado profissional está saturado, não há chances para quem passou dos 40, não se pode confiar em ninguém, e tantos outros “não posso”, “não funciona”, “não adianta”, “não vou conseguir”…

Não é tanto o que aconteceu antes, mas a maneira como você interpreta o que aconteceu que irá influenciar a sua vida. Em vez de colocar as experiências malsucedidas do passado no escaninho das “derrotas”, você pode se conectar com outra forma de compreender o que se passou. Descobrir o que não funcionou e aprender como fazer diferente é a essência do aprendizado.

Talvez você se de conta de que precisa desenvolver uma habilidade específica ou adotar um novo comportamento para obter sucesso. Um pré-requisito para mudar os resultados que você tem obtido na vida é tornar-se consciente das suas crenças.

Seja nos relacionamentos, na vida profissional, pessoal, no dia-a-dia, a não ser que desenvolva a confiança na sua capacidade de ser bem sucedido, não conseguirá êxito. É preciso mudar suas crenças que não dão suporte à realização dos seus projetos!

Pense nisso e comece a mudar!

By Jael Coaracy, em “Vai dar certo – Atitudes de alto impacto para mudar sua vida”.

O frio

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 07/06/2013 by Joe

Coração de pedra

Seis homens ficaram bloqueados numa caverna por uma avalanche de neve. Teriam que esperar até o amanhecer para poderem receber socorro. Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles se aqueciam. Se o fogo apagasse – eles sabiam – todos morreriam de frio antes que o dia clareasse.

Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira. Era a única maneira de poderem sobreviver.

O primeiro homem era um racista. Ele olhou demoradamente para os outros cinco e descobriu que um deles tinha a pele escura. Então, ele raciocinou consigo mesmo:

– “Aquele negro! Jamais darei minha lenha para aquecer um negro”. E guardou-a, protegendo-a dos olhares dos demais.

O segundo homem era um rico avarento. Ele estava ali porque esperava receber os juros de uma dívida. Olhou ao redor e viu no círculo em torno do fogo, um homem da montanha, que trazia sua pobreza no aspecto do semblante e nas roupas velhas e remendadas. Ele fez as contas do valor da sua lenha e, enquanto mentalmente sonhava com o seu lucro, pensou:

– “Eu? Dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso?” E reservou-a.

O terceiro homem era um negro. Seus olhos faiscavam de ira e ressentimento. Não havia qualquer sinal de perdão ou mesmo aquela superioridade moral que o sofrimento ensina. Seu pensamento era muito prático:

– “É bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar àqueles que me oprimem”. E guardou suas lenhas com cuidado.

O quarto homem era um pobre da montanha. Ele conhecia, mais do que os outros, os caminhos, os perigos e os segredos da neve. Ele pensou:

– “Esta nevasca pode durar vários dias. Vou guardar minha lenha.”

O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhava fixamente para as brasas. Nem lhe passou pela cabeça oferecer a lenha que carregava. Ele estava preocupado demais com suas próprias visões (ou alucinações?) para pensar em ser útil.

O último homem trazia, nos vincos da testa e nas palmas calosas das mãos, os sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido.

– “Esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem o menor dos meus gravetos”.

Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. A última brasa da fogueira se cobriu de cinzas e finalmente se apagou…

Ao alvorecer do dia, quando os homens do socorro chegaram à caverna, encontraram seis mortos congelados, cada qual segurando um feixe de lenha. Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de socorro disse:

– “O frio que os matou não foi o de fora, mas o frio que veio de dentro…”

Desconheço a autoria.

O mal da ganância

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Ganância

Certa vez, há 300 anos a.C. um discípulo de Euclides lhe perguntou quais as vantagens que ele levaria aprendendo geometria. O mestre, percebendo no aluno alguém ávido por riquezas e apegado aos bens materiais, chamou um velho criado e disse:

– “Dá-lhe uma moeda já que ele pretende obter lucro de tudo quanto aprende.”

E depois liberou o discípulo para nunca mais.

Em outra oportunidade, Ptolomeu I, faraó do Egito, querendo utilizar-se de seus conhecimentos para obter vantagens pessoais, pediu a Euclides que adotasse um método mais fácil para ensinar. O maior mestre da matemática de todos os tempos respondeu assim:

– “Não existem estradas reais para se chegar à geometria!”

A ganância material tem tirado das pessoas a lucidez moral. Existe uma correria desenfreada pelo lucro a qualquer preço, mesmo que a custo de atitudes infelizes e irresponsáveis.

Na competição falta a reflexão do que é ecologicamente e moralmente correto. Coloca-se em risco a vida de pessoas porque não querem ficar atrás, têm de ser o primeiro. E porque têm de ser o primeiro? Vaidade da ganância.

Daí o valor da educação no lar. Nossos filhos serão os próximos empresários ou governantes… e como os estamos preparando? Daremos bons exemplos se, em nossas vidas tomarmos decisões coerentes e sinalizarmos como queremos viver.

O sucesso não é possuir muito, e sim viver bem e com liberdade. Liberdade de consciência. Para alcançar uma vida feliz, devemos libertarmo-nos da ignorância. Do não saber. O mestre Euclides ao escrever a obra “Os Elementos”, deu ao mundo uma nova escala de fazer contas, o ponto, a reta, o círculo, a aritmética. Através da matemática aprendemos a fazer projetos. Pena que a usamos para acumular bens e não a sapiência.

De que adianta o conforto, a riqueza, o poder, as honrarias, sem o conhecimento? Prisão dentro da própria ignorância. Antes de Euclides já construíamos pirâmides e outros monumentos. Nós podemos, nós sabemos. Então, agora resta às empresas repensarem a forma de ganhar dinheiro. Elas são importantes, essenciais no desenvolvimento do país, tanto na geração de empregos, de progresso, de pesquisas para gerar condições de saúde e dignidade. Mas podem medir com a régua da paz.

Um sábio não se faz em um dia; são anos de dedicação e persistência. Podemos utilizar esse saber para dominar segmentos econômicos e classes sociais. Também podemos nos envaidecer, reforçando o ego e o orgulho para humilhar os que sabem menos.

Já a verdadeira sabedoria é quando, mesmo tendo a oportunidade de dominar, tornamo-nos doadores do bem.

Façamos nossa escolha.

Pense nisso, mas pense agora!

By Saulo Gouveia.

O Segredo do Anel

Posted in Livros with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 22/07/2012 by Joe

Livro: O segredo do Anel
O Legado de Maria Madalena
By Kathleen McGowan
Editora Rocco

Em “O Segredo do Anel”, a protagonista é a jornalista e escritora Maureen Paschal. Com a intenção de escrever um livro que faça justiça à personalidades femininas difamadas por razões políticas ao longo dos séculos, ela corre o mundo em busca de documentos raros que contradigam a História oficial.

Sua pesquisa começa em Jerusalém, onde a jornalista pretende localizar documentos que a ajudem a escrever o capítulo que dedicará à Maria Madalena. Perambulando pelas ruas da Cidade Santa, a pesquisadora se sente estranhamente atraída por um anel exposto num antiquário. A pequena jóia ostenta um disco de cobre do tamanho de uma moeda, com nove pontos dispostos em torno de um círculo central.

O padrão lhe parece inexplicavelmente familiar e Maureen não consegue tirar os olhos do anel, que se ajusta ao seu dedo com a perfeição de uma jóia feita sob encomenda. O anel não está à venda, mas ela, estranhamente, o recebe de presente!

“Não posso vendê-lo a você porque ele já é seu. Um dia você irá compreender!”, diz o comerciante. Neste momento, a protagonista percebe que precisa deixar seu ceticismo de lado e seguir os sinais que lhe são apresentados.

Este é o ponto de partida de “O Segredo do Anel – O Legado de Maria Madalena”. A extraordinária jornada de Maureen a leva das ruas de Jerusalém para as catedrais de Paris e os misteriosos caminhos da região do Languedoc. As pistas que ela precisa desvendar envolvem história de artistas consagrados como Botticelli e Jean Cocteau; as dinastias Médici, Bourbon e Borgia; as mentes fantásticas de Leonardo da Vinci e Isaac Newton; até chegar face a face com Jesus Cristo, Marida Madalena, João Batista, Judas e Salomé, através das páginas de um evangelho ainda desconhecido pela humanidade.

O livro é um bilhete de embarque para uma viagem de aventura, suspense e romantismo em que um anel enigmático é a chave para a descoberta de um segredo muito bem guardado por mais de dois mil anos. Uma leitura instigante e transformadora que joga luz sobre pontos obscuros da História oficial e revê o papel feminino ao longo dos séculos!

By Joemir Rosa.

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