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Acreditar

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 26/02/2013 by Joe

É preciso acreditar e agir

É interessante observar o padrão de pensamento que dispomos para justificar certos comportamentos em nosso dia-a-dia. A maioria das pessoas gosta de estar sempre com a razão e passa grande parte da vida querendo provar que sua atitude é realmente a correta.

Às vezes, as pessoas lamentam o fato de seus problemas persistirem pela vida afora, e apesar de já saberem o motivo de sua existência e até mesmo como resolvê-los, os mesmos repetem-se a cada dia.

Está comprovado que a grande dificuldade do ser humano está em aceitar suas mudanças internas, ou seja, reconhecer que o grande segredo para alcançar a tal “felicidade” está dentro de si mesmo, e não fora. Assim como perceber que tudo o que acontece em nossas vidas nasce dentro da gente e entender porque geramos certos comportamentos ao longo de nossa história de vida. São desafios que certamente nos fazem crescer e permitem vivenciar a paz interior que tanto buscamos.

Reconhecer-nos como vencedores talvez simplifique alguns desafios. Uma vez que temos a chave para alterar nosso comportamento quando necessário sem complicá-lo e, principalmente, contemplar o que os outros dizem, revelamos o que realmente somos.

O vencedor é o que muda a si mesmo sem querer modificar o comportamento do próximo. É aquele que vive a alegria agora, sem ficar esperando um dia para ser feliz, e realiza o seu sonho, sem incomodar-se com os sonhos dos demais.

Acreditar cada vez mais em nós mesmos, no poder interior, nos amando sempre cada vez mais e melhor, revendo nossa postura e desqualificando os preconceitos adquiridos no passado são alguns caminhos que podemos percorrer.

Talvez assim, possamos assumir definitivamente o controle de nossas emoções e compartilhar o amor, descomplicando a doce arte que é viver.

By Lilian Maria Nakhle.

Criatividade

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 22/01/2013 by Joe

Criatividade

A criatividade não está apenas nas grandes ideias, nas iniciativas notórias. Ela é muito mais comum do que se imagina. Está em todas as profissões.

Quantas vezes você já ouviu as expressões “dê um jeito”, “encontre uma solução”, “resolva!”?

Por isso, você não precisa aprender a ser muito criativo, porque já é. Quem ensinou? Ninguém. A criatividade faz parte do ser humano. Você já nasceu criativo. O que acontece é que a educação que recebemos em casa, na escola, na sociedade – e mais tarde, nas empresas – acaba inibindo essa criatividade. Com o passar do tempo, o que acontece é que você, já habituado a presenciar o “assassinato” das suas ideias, acaba, por condicionamento, providenciando o óbito de suas próprias invenções.

A dica é: valorize todas as suas ideias e inovações. A nossa mente trabalha com quatro funções básicas: ela absorve a informação, retém o que interessa, cria com base nessas informações e, depois, julga. O que acontece, frequentemente, é que tumultuamos essa ordem. Ao mesmo tempo em que estamos criando, começamos a julgar, e isso inibe o processo criativo.

O correto é relacionar todas as ideias e, só depois, iniciar o julgamento. A chave para o sucesso desse exercício é: não leve tudo tão a sério!

Para se ter um parâmetro de como essa técnica funciona, saiba que essa atividade faz parte da rotina dos “criativos” da publicidade. É o chamado “brainstorm”, que quer dizer “tempestade de ideias”.

No julgamento das ideias, o que atrapalha é o medo do ridículo. Muitas pessoas atrofiaram o processo criativo. Se você não se expõe, não busca conhecimento, não busca informação, a sua capacidade criativa certamente será prejudicada.

Não se trata de não ser criativo. O que falta é repertório. Adianta, por exemplo, alguém ter uma voz linda e não saber a letra de nenhuma canção?

Por isso, renove e atualize constantemente seu banco de dados. Experimente tudo que é novo, fique atento às novidades e busque sempre algo que você não saiba ainda. Cultive continuamente sua cabeça com novas ideias.

Desconheço a autoria.

Liberte-se de si mesmo

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 26/10/2012 by Joe

Liberte-se do passado, da sintonia do negativo-padrão que se repete vida após vida, quase sem nenhuma alteração, pois a vida representa nada mais, nada menos que uma nova oportunidade para o novo, para a renovação.

Liberte-se do passado, não seja carcereiro de si mesmo, deixa a luz entrar. Abra a porta de seu próprio cárcere com a chave da realização, com a chave do autoconhecimento. E jogue a velha chave no fundo poço do tempo pretérito, porque vida é processo de conscientização.

Liberte-se do passado, da sintonia das somatizações, da dor e do sofrimento. Seja um ser receptivo à verdade sobre si mesmo que insiste em sobressair ao entulho que tudo cobre, limita e bloqueia, sufocando mentes e corações.

Liberte-se do passado, não seja aquilo que a sua sintonia deseja que você seja. Seja você mesmo, porque as sucessivas experiências desperdiçadas como num livro aberto estão a nos mostrar que, por enquanto, o passado é vencedor e o presente, perdedor.

Portanto, definitivamente, liberte-se de um tempo que deixou-lhe marcas, feridas abertas, cicatrizes… Supere-o com a força do amor, da libertação, através do único caminho possível, o iluminado caminho da autotransformação.

By Flávio Bastos, psicanalista clínico.

Vidas

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 25/10/2012 by Joe

Temos todos duas vidas. Uma é a que você sonha, e a outra é a que você vive. Cada vida tem o seu substancial que a difere.

Numa das vidas você não tira os pés do chão; já nessa outra vida que você tem, você não tira a cabeça das nuvens.

Assim como qualquer pessoa na face da terra, você também tem seus dias que, às vezes, demoram a passar, mas ao se deitar na cama – ou talvez mesmo durante o seu dia – você “foge” para essa outra vida que não é a real. Essa outra vida é a que nos faz planejar, esquecer e apreciar até onde a nossa mente pode nos levar; ela é, também, uma vida que deixa a nossa vida, a real, mais leve, mais suportável e transparente.

Todos temos o dia-a-dia que nos desgasta, consome e enfraquece, mas também temos dias revigorantes que, com orgulho, muitos ou poucos de nós podem dizer que foram fechados com chave de ouro. Aí caímos na cama, fechamos os olhos e voltamos à outra vida – a vida da imaginação – e podemos reviver, mesmo que por alguns segundos, minutos ou horas, em sonhos, aquilo que nos foi de maior agrado.

A vida dos sonhos é de uma simplicidade irreal, propriamente dita.

A vida real parece menos colorida, menos alegre, menos qualquer coisa, se comparada com a sua vida imaginável. Mas é a vida que eu e você temos de viver. Mesmo se você é capaz de sonhar, também é capaz de viver. Você tem apenas que intercalar essas duas vidas, separando, sem separar, o real do irreal. Montando o que podemos chamar de partes que completam, em distintos momentos, um mesmo objetivo.

Qualquer um pode sonhar, mas os sonhos precisam da vida real para existir; sem um não há o outro. Ninguém consegue chorar por fora e sorrir por dentro. Ninguém consegue tocar algo imaginável e sentir como se fosse real. Concilie as duas vidas!

Quando sonhamos, vivemos o que queremos, mas nada é real. Quando acordamos, a tal vida que estávamos sonhando se vai como bolhas de sabão no ar. A vida que realmente queríamos se desfaz. É impossível apenas vivermos de sonhos!

Sempre se é novo ou velho demais para deixar de viver os seus sonhos.

Enfim, a vida é tudo o que fazemos dela.

Desconheço a autoria.

A vida anda pra frente

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 21/09/2012 by Joe

Quando nos propomos a fazer algo diferente do que fizemos antes, e que não funcionou para nós, precisamos nos mover adiante. Em geral, a ideia de refazer remete à lembrança de frustrações passadas. Se isso acontece com você, atenção com o uso que faz da sua energia!

Uma das primeiras lições que aprendemos com a vida é que não dá para acertar sempre. Algumas vezes, dependendo do grau de dificuldade que encontramos, erramos bastante. Experiência é tudo: experimentar, fazer, repetir, até conseguir o que se deseja.

Isso se aplica a relacionamentos, vida profissional e o que mais alguém possa querer realizar.

Se não desistirmos diante das frustrações e das tentativas mal sucedidas, iremos nos aprimorando até adquirir a habilidade desejada.

O processo de aprendizagem requer que possamos lidar com a frustração. Em vez de nos deixarmos abater, precisamos aceitar com naturalidade o que não deu certo.

A aceitação é a chave para deixar ir embora o que não funcionou antes.

Enquanto a pessoa ficar lamentando o passado, ou imaginando como teria sido se tivesse agido diferente, vai patinar no mesmo lugar, sem se mover adiante.

Fazemos o melhor que podemos com os recursos emocionais, mentais, materiais de que dispomos, em determinado momento. Essa idéia deve ser suficiente para afastar sentimentos de culpa e outras emoções negativas.

A mudança de percepção e de atitude diante de uma situação acontece quando passamos de um grau de maturidade para outro, maior.

By Jael Coaracy.

O fim da ilusão do tempo

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 01/08/2012 by Joe

A chave do segredo está em acabar com a ilusão do tempo. O tempo e a mente são inseparáveis. Tire o tempo da mente e ele para, a menos que você escolha utilizá-lo.

Estar identificado com a mente é estar preso ao tempo. É a compulsão para vivermos quase exclusivamente através da memória ou antecipação. Isso cria uma preocupação infinita com o passado e o futuro, e uma relutância em respeitar o momento presente e permitir que ele aconteça. Temos essa compulsão porque o passado nos dá uma identidade e o futuro contém uma promessa de salvação e de realização. Ambos são ilusões. Quanto mais nos concentramos no tempo, no passado e no futuro, mais perdemos o agora, a coisa mais importante que existe.

Por que o agora é a coisa mais importante que existe?

Primeiro porque é a única coisa que existe. É tudo o que existe. O eterno presente é o espaço pelo qual se desenvolve toda a nossa vida, o único fator que permanece constante. A vida é agora. Nunca houve uma época que a vida não fosse agora e nem haverá.

Em segundo lugar, o agora é o único ponto que pode nos conduzir para além das fronteiras limitadas da mente. É o nosso único ponto de acesso para a área atemporal e amorfa do Ser.

Você alguma vez vivenciou, realizou, pensou ou sentiu alguma coisa fora do agora? Acha que conseguirá algum dia? É possível alguma coisa acontecer ou ser fora deste instante? A resposta é óbvia, não é mesmo?

Na vida diária é possível pôr isso em prática dando total atenção a qualquer atividade rotineira, normalmente considerada com um meio para atingir um objetivo, de modo a transformá-la em um fim em si mesma. Por exemplo, toda vez que você subir ou descer escadas em casa ou no trabalho, preste muita atenção a cada passo, a cada movimento, até a sua respiração. Esteja totalmente presente. Ou quando for lavar as mãos, preste muita atenção em todas as sensações provocadas por essa atividade, como o som e o contato com a água, o movimento das suas mãos, o cheiro do sabonete, e assim por diante.

Para medir, sem errar, o seu sucesso nessa prática, verifique o grau de paz dentro de você!

By Eckarth Tolle, trechos do livro “O Poder do Agora”.

Você não pode se libertar no futuro

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 25/07/2012 by Joe

O futuro, geralmente, acaba sendo uma réplica do passado. É possível haver mudanças superficiais, mas as transformações reais são raras e dependem da possibilidade de estarmos presentes para dissolver o passado.

O que percebemos como futuro é uma parte intrínseca do nosso estado de consciência do momento. Se a nossa mente carrega um grande fardo do passado, vamos sentir isso.

O passado se perpetua pela falta de presença. O que dá forma ao futuro é a qualidade da nossa percepção do momento presente, e o futuro, é claro, só pode ser vivenciado como presente.

Podemos ganhar muito dinheiro, mas esse tipo de mudança é apenas superficial. Vamos simplesmente continuar a representar os mesmos padrões condicionados, em ambientes mais luxuosos. Os seres humanos aprenderam a dividir o átomo. Em vez de matar dez ou vinte pessoas com um porrete de madeira, uma pessoa agora pode matar um milhão delas com um simples apertar de um botão. Será que isso é uma mudança real?

Se é a qualidade da nossa percepção neste momento que determina o futuro, então o que é que determina a qualidade da nossa consciência? O nosso grau de presença.

Portanto, o único lugar onde pode ocorrer uma mudança verdadeira e onde o passado pode se dissolver é neste momento, aqui e agora.

Toda a negatividade é causada pelo acúmulo de tempo psicológico e pela negação do presente. O desconforto, a ansiedade, a tensão, o estresse, a preocupação, todas essas formas de medo são causadas por excesso de futuro e pouca presença. A culpa, o arrependimento, o ressentimento, a injustiça, a tristeza, a amargura, todas as formas de incapacidade de perdão são causadas por excesso do passado e pouca presença.

Muitos acham difícil acreditar na possibilidade de existir um estado de consciência absolutamente livre de toda a negatividade. E até o momento, esse é o estado de liberdade para o qual apontam todos os ensinamentos espirituais. É a promessa da salvação, não em um futuro ilusório, mas bem aqui e agora.

Talvez seja difícil reconhecer que o tempo é a causa do nosso sofrimento ou de nossos problemas. Acreditamos que eles são causados por situações específicas em nossas vidas e, de um ponto de vista convencional, isso é uma verdade. Mas enquanto não lidarmos com a disfunção básica da mente – o apego ao passado e ao futuro e a negação do presente – os problemas apenas mudam de figura.

Se todos os nossos problemas, ou causas identificadas de sofrimento ou infelicidade, fossem milagrosamente solucionados no dia de hoje, sem que nos tornássemos mais presentes e mais conscientes, logo nos veríamos com um outro conjunto de problemas ou causas de sofrimento semelhantes, como uma sombra que nos seguisse aonde quer que fôssemos. Em última análise, o único problema é a própria mente limitada pelo tempo.

Não há salvação dentro do tempo. Você não pode se libertar no futuro. A presença é a chave para a liberdade. Portanto, você só pode ser livre agora.

By Eckhart Tolle.

Você cria a sua realidade

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 24/07/2012 by Joe

Você cria sua experiência de vida física por meio de seus pensamentos. Literalmente, cada pensamento seu gera determinada criação.

Seus pensamentos, ao considerar seus anseios, movimentam a criação e o cumprimento de tudo o que você deseja. Do mesmo modo, seus pensamentos, ao considerar aquilo que você não quer, movimentam a criação e o cumprimento de tudo o que você não quer. O princípio é o mesmo.

Observe com atenção se seus pensamentos caminham em direção ao que você quer ou ao que você não quer – na direção do que o excita e o agrada, ou na que lhe desperta medo e desagrado. Todo pensamento tem poder criativo.

Se você analisar sua experiência de vida a partir desse novo ponto de vista, reconhecerá, imediatamente, como é o que vivenciou ou vivencia, ou seja, o que você trouxe para sua experiência de vida, pensamento por pensamento.

Cada pensamento tem poder e todos brotam da sua mente, mesmo sem a presença de emoção significativa. Assim, a manifestação será concreta. Mas eles não são iguais no que se refere à habilidade criativa ou a velocidade com que algo desejado (ou não) se transforma em realidade. Há um fator diferencial importante.

Os pensamentos que você vivencia com grande emoção são os mais poderosos: sejam positivos (na direção do que você deseja) e carregados de emoção positiva, sejam negativos (na direção do que você não deseja), portanto, cheios de emoção negativa. A força da emoção presente interfere na rapidez com que aquilo vai se concretizar.

Para resumir esse segmento do Processo Criativo: entenda que todo e qualquer pensamento cria, e quanto mais emoção estiver presente, mais rápida será a concretizarão do que foi idealizado.

Quando você entender inteiramente o que acabou de ler, ficará muito claro o que você atrai para sua vida. Nada melhor do que olhar para seu passado e lembrar o que criou para reconhecer, sem nenhuma exceção, que tudo teve origem nos seus pensamentos.

Quando você está deliberadamente decidindo que quer alguma coisa e tem absoluta consciência disso, a criação ocorre em sua plena forma, mas quando você pensa no que não quer e permanece concentrado nisso, também cria, embora seja por omissão,  no sentido exatamente oposto ao que realmente pretende ter.

By Jerry e Esther Hicks, do livro “A Chave do Segredo”.

O Segredo do Anel

Posted in Livros with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 22/07/2012 by Joe

Livro: O segredo do Anel
O Legado de Maria Madalena
By Kathleen McGowan
Editora Rocco

Em “O Segredo do Anel”, a protagonista é a jornalista e escritora Maureen Paschal. Com a intenção de escrever um livro que faça justiça à personalidades femininas difamadas por razões políticas ao longo dos séculos, ela corre o mundo em busca de documentos raros que contradigam a História oficial.

Sua pesquisa começa em Jerusalém, onde a jornalista pretende localizar documentos que a ajudem a escrever o capítulo que dedicará à Maria Madalena. Perambulando pelas ruas da Cidade Santa, a pesquisadora se sente estranhamente atraída por um anel exposto num antiquário. A pequena jóia ostenta um disco de cobre do tamanho de uma moeda, com nove pontos dispostos em torno de um círculo central.

O padrão lhe parece inexplicavelmente familiar e Maureen não consegue tirar os olhos do anel, que se ajusta ao seu dedo com a perfeição de uma jóia feita sob encomenda. O anel não está à venda, mas ela, estranhamente, o recebe de presente!

“Não posso vendê-lo a você porque ele já é seu. Um dia você irá compreender!”, diz o comerciante. Neste momento, a protagonista percebe que precisa deixar seu ceticismo de lado e seguir os sinais que lhe são apresentados.

Este é o ponto de partida de “O Segredo do Anel – O Legado de Maria Madalena”. A extraordinária jornada de Maureen a leva das ruas de Jerusalém para as catedrais de Paris e os misteriosos caminhos da região do Languedoc. As pistas que ela precisa desvendar envolvem história de artistas consagrados como Botticelli e Jean Cocteau; as dinastias Médici, Bourbon e Borgia; as mentes fantásticas de Leonardo da Vinci e Isaac Newton; até chegar face a face com Jesus Cristo, Marida Madalena, João Batista, Judas e Salomé, através das páginas de um evangelho ainda desconhecido pela humanidade.

O livro é um bilhete de embarque para uma viagem de aventura, suspense e romantismo em que um anel enigmático é a chave para a descoberta de um segredo muito bem guardado por mais de dois mil anos. Uma leitura instigante e transformadora que joga luz sobre pontos obscuros da História oficial e revê o papel feminino ao longo dos séculos!

By Joemir Rosa.

A Chave de Sarah

Posted in Livros with tags , , , , , , , on 27/05/2012 by Joe

Livro: A Chave de Sarah
By Tatiana de Rosnay
Editora Suma de Letras

Os personagens de “A Chave de Sarah” são inteiramente fictícios. Mas vários dos eventos descritos na obra não o são, principalmente aqueles que ocorreram na França ocupada durante o verão de 1942 e, em particular, a grande concentração de judeus no Vélodrome d’Hiver, que ocorreu em 16 de julho de 1942, no coração de Paris.  O romance não é uma história e não tem a intenção de sê-lo. Esta á a minha homenagem às crianças do Vel’d’Hiv. Às crianças que nunca voltaram. E àquelas que sobreviveram para contar”.

É assim que a escritora francesa Tatiana de Rosnay apresenta “A Chave de Sarah”. O livro traz à tona um dos episódios mais vergonhosos da história francesa: a prisão em massa de judeus parisienses no verão de 42, quando quase 13 mil pessoas foram capturadas pela polícia francesa no dia 16 de julho, entre elas, cerca de 4 mil crianças. Levados para o Vélodrome d’Hiver, uma antiga arena de ciclismo, eles ficaram detidos por uma semana antes de serem enviados para o campo de deportação de Drancy, próximo a Paris e, em seguida, de trem para Auschwitz.

A autora explica que, para a França, especialmente para a geração nascida no início doas anos 60, a história de Vel d´Hiv não faz parte do currículo escolar:

“Eu não sabia do que se tratava até o discurso de Jacques Chirac em 1995 – ele foi o primeiro presidente a admitir a responsabilidade da França neste evento, sem culpar os nazistas. Essa foi a primeira vez que eu ouvi o termo “Le Rafle du Vel’ d’Hiv”. Eu pensei: tenho que escrever sobre isso, mas como? Eu não sou historiadora, eu não sou judia, eu não tenho nenhuma razão legítima para escrever sobre isso, exceto o fato de ser francesa.”

Em A Chave de Sarah, Julia Jarmond, uma jornalista americana que vive na França, é designada para cobrir as comemorações do 60º aniversário do Vel d’Hiv, episódio do qual ela nunca ouvira falar até então. Ao apurar os fatos ocorridos, a repórter constata que o apartamento para o qual ela e o marido planejam se mudar pertenceu aos Starzynski, uma família judia imigrante que fora desapossada pelo governo francês da ocupação e, em seguida, comprado pelos avós de Bertrand.

Em suas pesquisas, Julia descobre que muitas famílias francesas se aproveitaram da prisão das famílias judias para conseguirem apartamentos desocupados por preços muito bons. Decide, então, descobrir o destino dos ocupantes anteriores – e a história de Sarah, a única sobrevivente dos Starzynski, é revelada.

Concomitantemente, a história de Sarah – e seu segredo – e a de Julia são contadas até que as duas se cruzam!

Leitura rápida, em que pese o teor do tema, porém de um valor histórico muito importante, na medida que vem resgatar fatos pouco divulgados e esclarecidos, uma verdadeira mancha na história da França.

Vale a pena sua leitura e, também, assistir o filme lançado no final de 2011!

By Joemir Rosa.

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