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O Pintassilgo

Posted in Livros with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 05/10/2014 by Joe

O PintassilgoLivro: O Pintassilgo
By Donna Tartt
Editora Companhia das Letras

Quando Theo Decker, nova-iorquino de treze anos, sobrevive milagrosamente a um acidente que mata sua mãe, o pai o abandona e a família de um amigo rico o adota.

Desnorteado em seu novo e estranho apartamento na Park Avenue, perseguido por colegas de escola com os quais não consegue se comunicar e, acima de tudo, atormentado pela ausência da mãe, Theo se apega a uma lembrança poderosa de seu último momento ao lado dela: uma pequena, misteriosa e cativante pintura que acabará por arrastá-lo ao submundo da arte.

Já adulto, Theo circula com desenvoltura entre os salões nobres e o empoeirado labirinto da loja de antiguidades onde trabalha. Apaixonado, e em transe, ele será lançado ao centro de uma perigosa conspiração.

“O Pintassilgo” é uma hipnotizante história de perda, obsessão e sobrevivência, um triunfo da prosa contemporânea que explora com rara sensibilidade as cruéis maquinações do destino.

Vejam o que dizem os críticos:

“Brilhante… Um romance glorioso, em que todos os talentos narrativos de Tartt convergem numa arrebatadora sinfonia; um livro que nos traz de volta o prazer de se passar a noite inteira lendo.” — Michiko Kakutani, The New York Times.

“Um livro raro, desses que podem aparecer meia dúzia de vezes numa década, um romance literário e inteligente, que fala tanto ao coração quanto à mente. Um extraordinário trabalho de ficção.” – Stephen King, The New York Times Book Review.

“O pintassilgo é um livro sobre a arte em todas as suas formas, e desde o início nos lembra por que gostamos tanto de Donna Tartt: as reviravoltas na trama e a prosa elegante; os personagens que vivem e respiram nas páginas; os cenários perfeitamente capturados. O prazer e a tristeza existem num mesmo fôlego e, ao final, O Pintassilgo conquista nosso coração.” – Vanity Fair.

“Raymond Chandler é uma presença tão grande nessas páginas quanto Dickens ou Dostoiévski. Falar mais sobre a trama seria privar os leitores do imenso prazer de ser arrebatado por O Pintassilgo. Se alguém perdeu o amor pelas histórias, este é o livro que certamente o trará de volta.” – The Guardian.

Romance vencedor do prêmio Pulitzer, com mais de 1 milhão e 500 mil exemplares vendidos só nos Estados Unidos. Mais de 40 semanas na lista de best-sellers do New York Times.

Aproveite e leia um bom trecho do livro aqui:
http://www.companhiadasletras.com.br/trechos/13556.pdf

By Joemir Rosa.

Erotizando a vida conjugal

Posted in Relacionamentos, Sexualidade with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 02/04/2014 by Joe

Erotizando a vida conjugal

Quando se casam, as pessoas mudam sua relação com o mundo. Antes, interagiam com várias pessoas – pais, familiares e amigos; depois, passam a “viver um para o outro”. A dependência cresce e aumentam as cobranças e as expectativas. Com elas, multiplicam-se as decepções, porque ninguém é capaz de resolver todos os nossos sonhos. Muitas das brigas e tensões conjugais surgem do desapontamento. O erro está na crença de que a salvação deverá vir do outro (e ele é apenas mais um mortal tentando sobreviver).

Pessoas com maior consciência de sua individualidade tendem a construir elos afetivos de melhor qualidade. Por serem mais independentes, esperam menos dos demais. E, em geral, conseguem manter a vida sexual no mesmo nível de frequência e de satisfação que experimentaram no namoro.

O fato do cônjuge ser outra pessoa – e não uma parte de nós – faz com que o desejemos mais. Platão já disse, há 25 séculos, que não se pode desejar o que se possui. Talvez por isso o ciúme funcione como estimulante sexual: a ameaça da perda fortalece a ideia de que o parceiro nos pertence.

O erotismo resulta de uma atmosfera impregnada de sensualidade. Devemos deixar claro que o clima erótico não é o romântico. Amor e sexo são coisas diferentes e merecem ser estimuladas separadamente se quisermos obter uma intensidade maior das duas. Para criar a atmosfera romântica, os casais deveriam passear de mãos dadas em belos bosques, andar por ruelas antigas e singelas, jantar à luz de velas e ouvir música clássica. Nesse tipo de programa, surgem a ternura e a vontade de dormir abraçadinhos. Já um ambiente praiano, onde as pessoas se exercitam, tomam sol, banham seus corpos suados no mar e ouvem canções que sugerem danças ritmadas é altamente estimulante para a nossa sexualidade.

O cotidiano da maioria dos casais não é nem romântico nem erótico. Por isso, as pessoas tendem a buscar atividades mais prazerosas fora do casamento. Acredito que nada disso é necessário. A mulher casada não precisa se descuidar, nem o homem tem de engordar. Ele pode, sem prejuízo das finanças, lembrar que a mulher gosta muito de um determinado cantor e chegar em casa com o novo CD dele. Ou preparar o prato predileto dela. Ela pode levar o café na cama para os dois no domingo e por lá ficar!

As situações eróticas devem se alternar com as românticas e, assim, ocupar um espaço respeitável no cotidiano dos casais, roubando tempo das cobranças e brigas. Mas, para isso, é essencial entender que a ternura e o erotismo não se estabelecem apenas porque duas pessoas se amam. O parceiro fixo precisa buscar uma renovação constante, tanto nos detalhes de sua postura e de sua aparência quanto na invenção de cenários e de figurinos interessantes. Podemos construir a vida cotidiana sobre dependências e decepções ou sobre o desejo de agradar e surpreender o ser amado.

Do ponto de vista sexual, tudo o que é novo provoca impacto imenso. Tudo o que for feito para enriquecer a vida romântica e erótica será sempre bem-vindo. Não creio que seja necessário detalhar mais. Seria subestimar a intuição e o poder criativo dos leitores.

By Flávio Gikovate, médico psicoterapeuta, escritor e conferencista.

A ilha

Posted in Videos with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 18/11/2012 by Joe

A Ilha é um curta-metragem de animação, produzido por Alê Camargo e seus alunos da Escola Ozi, de Brasília, dirigido por ele, Mário Lellis e Roger Burdino.

No vídeo são retratados, de uma maneira bem humorada, os problemas e dificuldades que as pessoas enfrentam numa cidade grande, principalmente para atravessar ruas e avenidas. Nas selvas de pedras, quem não anda motorizado é legado a segundo plano, tendo sempre que esperar a sua humilde e rápida vez de atravessar para o outro lado.

A história é de um rapaz chamado Edu que fica preso em uma ilha, mas não uma ilha normal, daquelas que estamos acostumados a ver. Cercado por intensa movimentação, ele parece estar sozinho.

Ação, mistério e bom humor são os ingredientes deste naufrágio um tanto diferente!

A animação acerta em cheio na composição dos cenários, bem como na escolha da trilha sonora!

Vale a pena assistir e refletir sobre a citação de José Saramago no início da animação:

“É necessário sair da ilha para ver a ilha. Não nos vemos se não saímos de nós”.

By Joemir Rosa.

A fonte dos sentimentos

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 13/11/2012 by Joe

Nada carrega felicidade em si mesmo.

Nada.

Pense no cenário ideal, no objetivo que mais te estimula, naquilo que você mais quer. Ainda que pense na pessoa amada, nos desejos mais legítimos, na companhia ideal, entre cenários, projetamos na vida aquilo que vive em nós. Pensamos que ela nos deixa felizes, mas não é. Pensamos: “este lugar lindo tem o poder de me deixar feliz”! Engano.

O que lugares, pessoas, acontecimentos fazem é servir de mídia para extrairmos o que mora em nós e são imantados pelo que sai da gente.

O mesmo vale para cenários de tristeza. Você pode conviver anos sem sentir a perda, sem perceber a dor, sem sequer intuir a tragédia que só nasce quando vira informação.
Pronto. Materializa-se a mídia que recebe sua projeção da dor.

Quando a gente descobre que é assim, aprende a “sacar” de dentro o que antes precisava do imã. Continuamos a curtir as coisas, mas sabemos que aquilo só reflete o bem que antes viveu em mim.

Quem se alegra com algo, ainda que não saiba, enxerga a alegria própria, peculiar, absolutamente vinculada ao que é. Esse alegra-se em si mesmo.

Quem chora diz as razões. Chora a perda, o luto, a doença a dor ou seja o que for, mas só chora porque alegria e tristeza, vida e luta, festa e pranto são elementos de nossa natureza, vivos em nossos corações refletindo o tempo todo naquilo que nos cerca.

Olhar pra si mesmo ilumina a fonte dos sentimentos e nos ensina que, antes de tudo, sou eu que projeto na vida aquilo que sou.

Quem puder, enxergue-se.

By Flavio Siqueira.

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