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Viver vale a pena

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Viver vale a pena

Este dia, que chamamos de hoje, significa o quê exatamente, para você? Ele é um começo? Um meio? Um final? Só mais um dia, ou é realmente “O DIA”?

E você por acaso já parou para observar que todos os começos são entusiasmados?

Por exemplo, no começo do ano, as crianças, jovens e adultos retornam às aulas, ou iniciam cursos de qualquer natureza, e todos têm uma carga positiva de entusiasmo. Todo mundo animado.

Para algumas pessoas, começar uma nova semana também tem essa qualidade. No entanto, para outras, isto não acontece. Por que será? Será que existe alguma fórmula para fazer de cada novo dia uma nova esperança? Existe alguma maneira de ser otimista diante de tantos desafios que o mundo tem aí fora? Tem alguma maneira de carregar uma reserva de entusiasmo para os momentos em que parece terrível recomeçar?

Se existem fórmulas, mágicas ou maneiras para isto, eu não sei! Sei apenas que o resultado do que será meu dia, depende muito mais de mim mesmo, do que das circunstâncias que tenho disponíveis, a favor ou contra.

Por isso eu proponho que você faça uma promessa a si mesmo, logo no inicio do dia! Assim, você irá preparar um terreno onde poderá semear as esperanças de um dia melhor. Pelo menos de encará-lo de forma mais corajosa e otimista.

Algo assim:

Prometo a mim mesmo, que somente hoje, serei forte, para que nada venha perturbar minha paz de espírito. Assim não serei atingido pelo desânimo.

Hoje, ao encontrar com as pessoas, vou falar de saúde, felicidade e prosperidade, evitando comentar as últimas tragédias vistas nos noticiários.

Hoje, procurarei mostrar para as pessoas que estão próximas de mim que elas têm grande valor. Que sua existência é importante na minha vida.

Hoje, ao olhar para os lados, vou procurar ver o lado bom das coisas, fazer com que o otimismo se torne realidade.

Hoje, vou pensar o melhor das pessoas, trabalhar para o melhor e esperar apenas que o melhor aconteça.

Hoje, sentirei o verdadeiro entusiasmado tanto pelo sucesso dos outros quanto pelo meu próprio.

Quanto aos erros que eu tenha cometido no passado, vou procurar esquecê-los, pelo menos por hoje, e me empenhar para obter melhores realizações no meu futuro.

Ao encontrar alguém que não esteja tão animado, vou lhe oferecer meu melhor sorriso.

Também vou me esforçar para aprender algo novo, que me ajude a melhorar a mim mesmo.

Evitarei todas as formas de criticar os outros.

Hoje, prometo a mim mesmo, ser maior que as preocupações, e não me irritar, e nem ter medo de ser feliz.

Portanto, se você conseguir fazer esta pequena autopromessa, eu desejo que você viva com mais entusiasmo, hoje, mas só hoje, com toda alegria e entusiasmo que lhe é permitido pelo Criador do Universo.

Afinal de contas, amanhã já é outro dia, onde todas as promessas deverão se renovar.

Tenha certeza que isto criará um ciclo de otimismo em sua vida. Reforçando em você, cada vez mais a coragem para encarar a vida de frente, dia após dia.

E lembrando que “viver vale a pena, sempre”!

By Sigmar Sabin.

Estratégias para uma vida melhor

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Estratégias para uma vida melhor

Vivemos reclamando da vida, da sorte, do destino, das pessoas, da falta de amor, da falta de dinheiro, enfim, de uma série de coisas que achamos serem importantes para nossa felicidade.

Mas quanto realmente estamos dispostos a mudar para que consigamos tudo isso e muito mais?

Abaixo, algumas dicas aqui que podem colaborar com a estratégia para chegarmos aos nossos melhores objetivos.

De dentro para fora:

1. Pense sempre de forma positiva. Toda vez que um pensamento negativo vier à sua cabeça, troque-o por outro! Para isso, é preciso muita disciplina mental. Você não adquire isso do dia para a noite; assim como um “atleta”, treine muito.

2. Não tenha medo de nada nem de ninguém. O medo é uma das maiores causas de nossas perturbações interiores. Tenha fé em você mesmo. Sentir medo é acreditar que os outros são poderosos. Não dê poder ao outro. Fique longe de notícias sobre violência, crimes, fofocas e outros programas de televisão que só exploram a desgraça humana!

3. Não se queixe. Quando você reclama, tal qual um ímã, atrai para si toda a carga negativa de suas próprias palavras. A maioria das coisas que acabam dando errado começa a se materializar quando nos lamentamos. Troque a queixa pela gratidão!

4. Risque a palavra “fracasso” do seu dicionário. Não se permita essa sensação pois, quando nos punimos, abrimos nossa retaguarda para mentes opressoras e agressoras, que vibram com a nossa melancolia. Ignore-as. Fale sempre em “resultados”! Assim, se o resultado não for o esperado, você pode analisar o caminho que o levou até ali e rever onde se desviou dos objetivos!

5. Não deixe que interferências externas tumultuem o seu cotidiano. Livre-se de fofocas, comentários maldosos e gente deprimida. Isto é contagioso. Seja prestativo com quem presta. Sintonize com gente positiva e alto astral. Procure conviver com gente alegre, feliz e próspera!

6. Não se aborreça com facilidade e nem dê importância às pequenas coisas. Quando nos irritamos, envenenamos nosso corpo e nossa mente. Procure viver com serenidade e, quando tiver vontade de explodir, conte até dez.

7. Viva o presente. O ansioso vive no futuro. O rancoroso vive no passado. Aproveite o aqui e agora. Nada se repete, tudo passa. Faça o seu dia valer a pena. Não perca tempo com melindres e preocupações, pois só trazem doenças.

De fora para dentro:

1. A água purifica. Sempre que puder, vá à praia, a um rio ou a uma cachoeira. Em casa, enquanto toma banho, embaixo do chuveiro, de olhos fechados, imagine que seu cansaço físico e mental estão indo por água abaixo, junto tudo que o aborrece e magoa.

2. Ande descalço quando puder, na terra, de preferência. Em casa, massageie seus pés com um creme depois de um longo dia de trabalho. Escalde-os em água morna. Acrescente um pouco de sal para relaxar mais.

3. Mantenha contato com a natureza; tenha em casa um vaso de plantas, pelo menos. Adote um animal de estimação. Cuide deles com amor e carinho. O amor que dedicamos às plantas e animais acalma o ser humano e funciona como relaxante natural.

4. Ouça músicas que o façam cantar e dançar. Seja qual for o seu estilo preferido, a vibração de uma canção tem o poder de nos fazer sentir vivos, aflorando a nossa emoção e abrindo o nosso canal com alegria.

5. Não deixe que a saudade o sufoque, que a rotina o acomode, que o medo o impeça de tentar. Liberte-se! Sempre que puder, livre-se da rotina e pegue a estrada, nem que seja por um único dia. Conheça novos lugares e novas pessoas. Viva a vida real!

6. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando, porque “embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.”

7. O medo nos afasta das derrotas, mas das vitórias também!

Desconheço a autoria.

Afinal, o que querem as mulheres?

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Bruxa linda

O jovem Rei Arthur foi surpreendido pelo monarca do reino vizinho enquanto caçava furtivamente em um bosque.

O Rei poderia tê-lo matado no ato, pois tal era o castigo para quem violasse as leis da propriedade. Contudo, se comoveu ante a juventude e a simpatia de Arthur e lhe ofereceu a liberdade, desde que no prazo de um ano trouxesse a resposta a uma pergunta difícil.

A pergunta era: “Afinal, o que realmente querem as mulheres?”

Semelhante pergunta deixaria perplexo até o homem mais sábio, e ao jovem Arthur lhe pareceu impossível respondê-la. Contudo, aquilo era melhor do que a morte, de modo que regressou ao seu reino e começou a interrogar as pessoas. A princesa, a rainha, as prostitutas, os monges, os sábios, o bobo da corte, em suma, interrrogou todos, mas ninguém soube dar uma resposta convincente.

Porém, todos o aconselharam a consultar a velha bruxa, porque somente ela saberia a resposta. O preço seria alto, já que a velha bruxa era famosa em todo o reino pelo exorbitante preço cobrado pelos seus serviços.

Chegou o último dia do ano acordado e Arthur não teve mais remédio senão recorrer à feiticeira. Ela aceitou dar-lhe uma resposta satisfatória, com uma condição: primeiro teria de acertar o preço, que era casar-se com Gawain, o cavaleiro mais nobre da Távola Redonda e o mais íntimo amigo do Rei Arthur! O jovem Arthur a olhou, horrorizado: era feíssima, tinha um só dente, desprendia um fedor que causava náuseas até a um cachorro, fazia ruídos obscenos, nunca havia visto uma criatura tão repugnante!

Se acovardou diante da perspectiva de pedir a um amigo de toda a sua vida para assumir essa carga terrível. Não obstante, ao inteirar-se do pacto proposto, Gawain afirmou que não era um sacrifício excessivo em troca da vida de seu melhor amigo e a preservação da Távola Redonda.

Anunciadas as bodas, a velha bruxa, com sua sabedoria infernal, respondeu à pergunta proposta:

– ”O que realmente as mulheres querem é serem soberanas de suas próprias vidas!”

Todos souberam no mesmo instante que a feiticeira havia dito uma grande verdade e que o jovem Rei Arthur estaria salvo. E assim foi! Ao ouvir a resposta, o monarca vizinho lhe devolveu a liberdade.

Porém, que bodas tristes foram aquelas! Toda a corte assistiu e ninguém se sentiu mais desgarrado, entre o alívio e a angústia, que o próprio Arthur. Gawain se mostrou cortês, gentil e respeitoso. A velha bruxa usou de seus piores hábitos, comeu sem usar talheres, emitiu ruídos e exalou um mau cheiro espantoso.

Chegou a noite de núpcias. Quando Gawain, já preparado para ir para a cama e aguardava sua esposa, ela apareceu como a mais linda e charmosa mulher que um homem poderia imaginar! Gawain ficou estupefato e lhe perguntou o que havia acontecido.

A jovem lhe respondeu, com um doce sorriso, que como havia sido cortês com ela, a metade do tempo se apresentaria com aspecto horrível e a outra metade com aspecto de uma linda donzela. E, então, ela lhe perguntou qual ele preferia para o dia e qual para a noite.

Que pergunta cruel! Gawain se apressou em fazer cálculos. Poderia ter uma jovem adorável durante o dia para exibir a seus amigos e, à noite, na privacidade de seu quarto, uma bruxa espantosa… ou quem sabe ter de dia uma bruxa e uma jovem linda nos momentos íntimos de sua vida conjugal!

E você? O que teria preferido? Qual seria a sua escolha?

A escolha de Gawain está mais abaixo! Porém, antes de ler, tome sua decisão. Qual seria a sua escolha?

É muito importante que seja sincero com você mesmo. Pense bem antes de responder! Só depois leia a decisão de Gawain.

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O nobre Gawain respondeu que a deixaria escolher por si mesma. Ao ouvir a resposta ela anunciou que seria uma linda jovem de dia e de noite, porque ele a havia respeitado e permitido ser dona de sua vida!

Ou seja, quando a mulher é soberana de sua própria vida, todos saem ganhando!

Desconheço a autoria.

Obstáculos

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Pedra no caminho

Em tempos bem antigos, um rei colocou uma pedra enorme no meio de uma estrada. Então, ele se escondeu e ficou observando para ver se alguém tiraria a imensa rocha do caminho. Alguns mercadores e homens muito ricos do reino passaram por ali e simplesmente deram a volta pela pedra.

Alguns até esbravejaram contra o rei dizendo que ele não mantinha as estradas limpas, mas nenhum deles tentou sequer mover a pedra dali.

De repente, passa um camponês com uma boa carga de vegetais. Ao se aproximar da imensa rocha, ele pôs de lado a sua carga e tentou remover a rocha dali. Após muita força e suor, ele finalmente conseguiu mover a pedra para o lado da estrada.

Ele, então, voltou a pegar a sua carga de vegetais, mas notou que havia uma bolsa no local onde estava a pedra. A bolsa continha muitas moedas de ouro e uma nota escrita pelo rei que dizia que o ouro era para a pessoa que tivesse removido a pedra do caminho.

O camponês aprendeu o que muitos de nós nunca entendeu:

– “Todo obstáculo contém uma oportunidade para melhorarmos nossa condição”.

Desconheço a autoria.

Azar ou sorte, eis a questão!

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 05/11/2012 by Joe

Não acredito em sorte, acredito em pessoas que dão sorte aos outros – e não tenho como negar, algumas trazem azar. Sou da opinião de que definimos destinos. Podemos ser pedra no caminho ou ponte sobre águas; fim de picada ou avenida de possibilidades; péssima memória ou saudade sorridente; causa de úlcera ou ombro amigo; responsáveis, de alguma forma, por rostos felizes ou por taquicardias. Curamos e produzimos stress. Massageamos contusões e ferimos autoestima. Ensinamos a dar a volta por cima e enlameamos.

Fomos criados para nos tornar criadores. Daí, na breve história da cultura, termos conseguido nos especializar em obstáculos. Se a carne for dura, aprendemos a cozinhar. Se ver os mortos apodrecendo a céu aberto aumenta a dor da perda, aprendemos a enterrá-los. Se mover uma carga se mostra dificultoso, aprendemos a utilidade da roda. Mas tem o outro lado. Quando ir e vir incentiva a liberdade, erguemos porteiras. Para aumentar domínios, organizamos exércitos. Para intimidar e fazer valer interesses egoístas, invocamos a chancela de Deus.

Muitos embaraços do futuro nascem do querer. Por onde andará Maria, que feri? Por onde andará José, que decepcionei? Os meninos que o presbítero da igreja navalhou tiveram qual sorte? Em que medida a professora do beabá foi responsável pela sensibilidade do poeta? O que dizer do trauma da menina que o pai bolinou? Quem inspirou aquele santo homem nos tempos de criança?

A palavra falada, a reação impensada, o elogio espontâneo, o comentário en passant, tudo serve na construção do amanhã. Não há como abandonar o porvir a um quietismo ingênuo. Ninguém pode se escusar sob um fatalismo, tipo “o que será, será”.  Alguém pode rir ou sofrer porque vidas se tangenciaram.

As estrelas não afetam a sorte das pessoas – elas estão longe demais – com a mesma força que uma pessoa, tão próxima. Azar ou sorte, eis a questão, diz respeito a todos.

By Ricardo Gondim.

Lixos existenciais

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 22/06/2012 by Joe

Se é verdade que a cada dia basta sua carga, por que então teimamos em carregar para o dia seguinte nossas mágoas e dores?

Há ainda os que carregam para a semana seguinte, o mês seguinte e anos afora… Nos apegamos ao sofrimento, ao ressentimento.

Como nos apegamos a essas coisinhas que guardamos nas nossas gavetas, sabendo inúteis, mas sem coragem para jogar fora. Vivemos com o lixo da existência, quando tudo seria mais claro e límpido com o coração renovado.

As marcas e cicatrizes ficam para nos lembrar da vida, do que fomos, do que fizemos e do que devemos evitar. Não inventaram ainda uma cirurgia plástica da alma, onde podem tirar todas as nossas vivências e nos deixar como novos.

Ainda bem!!!

Não devemos nos esquecer do nosso passado, de onde viemos, do que fizemos, dos caminhos que percorremos.

Não podemos nos esquecer de nossas vitórias, nossas quedas e nossas lutas. Menos ainda das pessoas que encontramos, essas que direcionaram nossas vidas, muitas vezes sem saber.

O que não podemos é carregar dia-a-dia, com teimosia, o ódio, o rancor, as mágoas, o sentimento de derrota e o ressentimento.

Acredite ou não, mas perdoar a quem nos feriu dói mais na pessoa do que o ódio que podemos sentir durante toda uma vida!

As mágoas envelhecidas transparecem no nosso rosto e nos nossos atos e moldam nossa existência.

Precisamos, com muita coragem e ousadia, abrir a gaveta do nosso coração e dizer:

– “Eu não preciso mais disso, isso aqui não me traz nenhum benefício!”

E quando só ficarem a lembrança das alegrias, do bem que nos fizeram, das rosas secas, mas carregadas de amor, mais espaço haverá para novas experiências, novos encontros.

Daí seremos mais leves, mais fáceis de ser carregados, mesmo por aqueles que já nos amam.

Não é a expressão do rosto que mostra o que vai no coração? De coração aberto e limpo nos tornamos mais bonitos e atraentes e as coisas boas começam a acontecer.

Luz atrai, beleza atrai.

Tente a experiência!!!

Sua vida é única e você é único, sua vida merece que, a cada dia, você dê uma chance para que ela seja plena e feliz.

By Leticia Tompson.

O peso das coisas

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , on 03/05/2011 by Joe

Um conferencista falava sobre gerenciamento da tensão. Levantou um copo com água e perguntou à platéia:

– “Quanto vocês acham que pesa este copo d’água?”

As respostas variaram entre 20 g e 500 g. O conferencista, então, comentou:

– “Não importa o peso absoluto. Depende de quanto tempo vou segurá-lo. Se o seguro por um minuto, tudo bem. Se o seguro durante um hora, terei dor no braço. Se o seguro durante um dia inteiro, você terá que chamar uma ambulância para mim. O peso é exatamente o mesmo, mas quanto mais tempo passo segurando-o, mais pesado vai ficando.

Se carregamos nossos pesos o tempo todo, mais cedo ou mais tarde não seremos mais capazes de continuar, pois a carga vai se tornando cada vez mais pesada. É preciso largar o copo e descansar um pouco antes de segurá-lo novamente. Temos que deixar a carga de lado, periodicamente. Isto alivia e nos torna capazes de continuar.

Portanto, antes de você voltar para casa, deixe o peso do trabalho num canto. Não o carregue para casa. Você poderá recolhê-lo amanhã. A vida é curta, aproveite-a!

Curta cada momento como se fosse o último!”

Desconheço a autoria.

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