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Sonhos e fantasias

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 26/05/2014 by Joe

Sonhos e fantasias

Às vezes, demora para “cair a ficha” e, às vezes, dói pra caramba descobrir que nada, ninguém e nenhum objeto são mais importantes que o seu bem-estar.

Infelizmente, a grande maioria das pessoas precisa passar por experiências dolorosas antes de perceber a sua “real importância e responsabilidade” no seu modo de vida.

Passamos e perdemos muito tempo jogando a nossa felicidade nas mãos de terceiros, seja no amor, no trabalho e até na família. Criamos fantasias, e fantasias são diferentes de sonhos.

O sonho é aquela mola que nos impulsiona, nos empurra para a frente, nos dá força para lutar por objetivos. Já as fantasias são frutos de nossa carência emocional e normalmente são desejos fugazes.

Sabe a criança que pede um brinquedo, pula, grita, berra no supermercado, e quando ganha, brinca meia hora e joga num canto qualquer? Isso é a fantasia, ou caprichos do orgulho.

Será que o seu desejo de hoje, aquilo que anda fazendo você sofrer, não é apenas uma fantasia? Será que você não esqueceu da pessoa mais importante na sua vida – você mesmo – e está maltratando seu coração, sua saúde e seu lado espiritual com ideias e conceitos que só trazem sofrimento?

Hoje o desafio é comprar um presente para você. Pode ser até aquela canetinha de $ 1,99. O importante é o valor que você vai dar para o ato, para o presente e, principalmente, para você mesmo.

Tudo isso é só para lembrar o quanto você é importante e o quanto você pode fazer diferença. Cuide-se! Não permita que magoem você, que merece mais, muito mais.

Desconheço a autoria.

Abra espaço para o novo em sua vida

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 15/04/2013 by Joe

Jogue fora no lixo

Crie um espaço novo em sua vida para que coisas novas cheguem pra você!

Ou você tem aquele velho hábito de guardar tudo? Você ainda é do tipo que guarda os objetos que acredita que um dia vai precisar deles? E dinheiro? Você tem o hábito de juntar dinheiro só para não gastá-lo, pois no futuro poderá fazer falta? E roupas, sapatos, móveis, utensílios domésticos que já não usa mais? Ao guardar tudo isso, por certo você está guardando também as mágoas, os ressentimentos, raivas e medos, sabia? Não faça mais isso com você, por favor!

Crie espaços novos em sua vida. Elimine o que é inútil em você e na sua vida para que a prosperidade venha! A vida vem assim quando você consegue criar espaço! Crie vazios para que as coisas novas cheguem em sua vida. Dê mais espaço para o novo, para as novas oportunidades!

Os bens precisam circular! Sua energia precisa circular! A atitude de guardar um montão de coisas inúteis pode estar amarrando a sua vida. Sabe por que? Quando você guarda alguma coisa, está considerando a possibilidade da falta, da carência, da escassez. Você não deve e não pode acreditar que amanhã poderá faltar e que você não vai ter como prover suas necessidades! Não faça isso com você! Pense no melhor sempre, porque você merece o melhor!

Limpe e arrume suas gavetas, seus armários, seu guarda-roupa, aquele quartinho das tranqueiras! Dê o que você não usa mais! Venda, troque, movimente, mas não acumule coisas!

Dê mais espaço para o novo! Sendo assim, você estará dando duas mensagens para você mesmo: a primeira que você acredita no amanhã, no melhor. Você acredita no melhor não só para você, mas para todos. A segunda é que você acredita no novo! Não se contente mais em guardar as coisas velhas e inúteis.

O simples fato de dar para alguém a velha blusa, por exemplo, colocando a roupa em circulação, cria um vácuo para que algo melhor ocupe aquele espaço deixado. E assim é na vida da gente: um novo compensará pelo velho.

Passe a acreditar que o novo está por vir! E será melhor! Ponha cor na sua existência!

By Luis Carlos Mazzini.

Você escolhe ou é escolhido?

Posted in Relacionamentos with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 01/03/2013 by Joe

Escolhas

Que a vida é feita de escolhas, não resta dúvida. Escolhemos a todo o momento, seja consciente ou inconscientemente. Inclusive, até a decisão, também consciente ou não, de não escolher, é uma escolha. E algumas vezes, uma das mais perigosas!

Acontece que, por falta de autoconhecimento ou até mesmo por medo de descobrir que o momento é de espera e de não saber lidar com a ansiedade que esta expectativa provoca, muitas pessoas se deixam escolher e depois, simplesmente, se lamentam pelas consequências, como se nada pudessem ter feito.

Quando se trata de relacionamentos amorosos, a preferência por se deixar escolher é mais frequente do que imaginamos. Talvez seja a razão por que tantas pessoas se dão conta, depois de algum tempo, do quanto poderiam ter evitado algumas catástrofes emocionais, se tivessem sido mais imperativos no momento da escolha, se tivessem dado ouvidos à sua intuição ou aos sinais que a vida mandou… Porque ela sempre manda!

Sim, é verdade que existe um dito popular dizendo que “quem muito escolhe acaba escolhido”. Entretanto, o lembrete serve para nos alertar sobre o excesso de críticas, o orgulho exagerado ou a análise que paralisa, que impede a tomada de decisão.

Ou seja, o ideal é aprender a calibrar o coração para que não haja nem negligência no ato de decidir, se é hora de exercitar o amor, ou de esperar, nem um medo sem sentido de tentar de novo. Pessoas carentes demais, que aceitam qualquer relacionamento para aplacar seu pavor de ficar só e ter de encarar a si mesmo e suas limitações, certamente, vão terminar e começar relações sem se questionarem qual o aprendizado, qual o amadurecimento para um futuro encontro que seja mais satisfatório e harmonioso.

Por outro lado, pessoas críticas demais, orgulhosas demais ou que morrem de medo de se entregar a uma relação e vir a sofrer, também pagarão um preço alto, muitas vezes amargando a solidão e se privando da alegria e do privilégio de vivenciar o amor.

Minha sugestão é para que você, em primeiro lugar, tenha muito claro para si o que realmente deseja viver quando o assunto é amor. O que tem para oferecer? Quanto se sente preparado para lidar com as dificuldades que vêm à tona num relacionamento, sejam elas ciúme, insegurança, falta de autoestima, ausência do outro, diferenças de ritmo, etc.? Quanto já aprimorou sua habilidade de se comunicar, de falar sobre o que sente, o que quer e, principalmente, de ouvir o outro e tentar uma conciliação sempre que necessário?

Depois, com um mínimo de autoconhecimento, sugiro que você se questione e reflita sobre sua noção de merecimento e crenças. Quanto você realmente acredita que merece viver um amor baseado na confiança, na lealdade e na intensidade? Quanto você realmente acredita que possa existir um amor assim? Pode apostar: se você não acredita nesta possibilidade, dificilmente vai viver uma relação que valha a pena, simplesmente porque esta opção não faz parte do seu universo, do seu campo de visão.

E, por último, mais do que ansioso ou distraído, mantenha-se tranquilo e seguro de que o amor acontecerá no momento certo. Nem antes e nem depois. Não é preciso que você busque desesperadamente. Apenas viva a partir do que existe de melhor em você e permaneça presente, atento ao que acontece ao seu redor. E todo o universo estará conspirando a seu favor, porque, afinal de contas, nascemo para amar e sermos amados.

By Rosana Braga, conferencista, escritora, jornalista e consultora em relacionamentos.

Síndrome da solidão

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Ponte

Não importa se está solteiro ou casado. Não importa sem tem muitos ou poucos amigos. Nem tampouco se é introvertido ou extrovertido. A síndrome da solidão não tem a ver com convites para festas e baladas ou a ausência deles.

Justamente num tempo em que o mundo está cada vez mais globalizado, em que as facilidades para os encontros são inúmeras e de diversas formas, parece que a maioria das pessoas está, cada uma no seu grau, sofrendo de solidão.

A carência parece nos consumir em desejos que inexplicavelmente não se realizam e numa saudade que a gente nem sabe de que, de onde ou de quem. Buscamos o outro sem encontrá-lo, ainda que vivamos um sem número de relações. Este outro, tão esperado, parece nunca chegar. Ou melhor, às vezes parece nem existir.

O velho e bom carteiro continua passando todos os dias. Temos telefone, fax e computador. Dentro dele, os e-mails, as salas de bate-papo, os sites de encontros, o facebook, oorkut, o gazzag, o multiply e o msn. Temos também blogs, fotologs e skype. Instalamos câmera, microfone e colecionamos uma lista interminável de amigos (alguns que a gente nem sabe quem são… mas vale mantê-los porque nos dão a sensação de estar junto). Tudo para tentar aplacar este eco interior. Qualquer coisa que preencha o vazio, o abismo que insiste em nos separar de alguém que já fomos um dia ou – pior! – que gostaríamos de ser, mas não sabemos como construir, enfim, a ponte.

Creio que este seja o primeiro passo. Precisamos aprender a construir pontes. Pontes que nos levem até onde desejamos chegar, especialmente do outro lado de nós mesmos.
Estamos sempre do lado de fora, procurando, olhando, observando, acusando, apontando, amando, desejando, rindo e chorando… sempre do lado de fora… Basta uma conversa, uma situação, um encontro e lá estamos nós falando do que o outro fez, do que o outro disse, de como o outro nos faz sentir. Basta uma nova paixão ou uma velha briga com quem já está ao nosso lado para encontrarmos todas as justificativas no outro.

Não temos as pontes, as benditas pontes… Caramba! Nem tentamos construí-las. Simplesmente nos acomodamos com as facilidades dos encontros sem laços com o outro sem nos darmos conta de que o único encontro necessário não tem acontecido há anos, há muito, muito tempo! E, assim, muitos estão morrendo, ou melhor, se matando de solidão no meio da multidão.

Paradoxal? Lamentável? Pode até ser! Mas as saídas existem, eu tenho certeza! Você pode encontrar a sua. Eu posso encontrar a minha. Só que, definitivamente, tem que ser dentro e não fora!!!

Temos confundido liberdade e amor-próprio com egoísmo e individualismo. Olhamos constantemente para o outro, mas não conseguimos vê-lo verdadeiramente porque somente poderemos enxergar alguém – quem quer que seja – depois de termos nos enxergado. Falta nos responsabilizarmos. Falta parar com essa mania desgraçada de acreditar que o outro é o causador dos fatos em nossa vida.

E assim, quando finalmente começarmos a olhar para tudo o que nos acontece com um pouco mais de propriedade, estou certa de que a solidão diminuirá consideravelmente, porque permitiremos a aproximação das pessoas sem tantas ressalvas e compreenderemos que somos todos um e que, sozinhos, fechados em nossa concha pessoal, não somos ninguém, nossa existência perde qualquer sentido. Não faz link, não tem significado nem importância, porque perdemos a chance preciosa de compartilhar nosso coração.

Sugiro que você aposte mais na delícia dos encontros, mas comece hoje, agora, a construir pontes pelas quais você possa passar, atravessar o abismo que sente aí dentro. Porque do outro lado, está certamente a sua imensa capacidade de mudar qualquer situação para melhor. E que esta mudança inclua a humildade que requer a convivência, para definitivamente conseguir sentir bem mais amor e bem menos solidão.

By Rosana Braga.

Faça bonito o seu amor

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Talvez seja tão simples, tolo e natural que você nunca tenha parado para pensar: aprenda a fazer bonito o seu amor. Ou fazer o seu amor ser ou ficar bonito. Aprenda, apenas, a tão difícil arte de amar bonito. Gostar é tão fácil que ninguém aceita aprender.

Tenho visto muito amor por aí. Amores mesmo, bravios, gigantescos, descomunais, profundos, sinceros, cheios de entrega, doação e dádiva, mas esbarram na dificuldade de se tornarem bonitos. Apenas isso: bonitos, belos ou embelezados, tratados com carinho, cuidado e atenção. Amores levados com arte e ternura de mãos jardineiras.

Aí, esses amores que são verdadeiros, eternos e descomunais, de repente se percebeu ameaçados apenas e tão somente porque não sabem ser bonitos: cobram, exigem, rotinizam, descuidam, reclamam, deixam de compreender; necessitam mais do que oferecem; precisam mais do que atendem; enchem-se de razões. Sim, de razões. Ter razão é o maior perigo no amor!

Quem tem razão, sempre se sente no direito (e o tem) de reivindicar, de exigir justiça, equidade, equiparação, sem atinar que o que está sem razão talvez passe por um momento de sua vida no qual não possa ter razão. Nem queira. Ter razão é um perigo: em geral enfeia o amor, pois é invocado com justiça, mas na hora errada. Amar bonito é saber a hora de ter razão.

Ponha a mão na consciência. Você tem certeza que está fazendo o seu amor bonito? De que está tirando do gesto, da ação, da reação, do olhar, da saudade, da alegria do encontro, da dor do desencontro, a maior beleza possível? Talvez não… Cheio ou cheia de razões, você espera do amor apenas aquilo que é exigido por suas partes necessitadas, quando talvez dele devesse pouco esperar, para valorizar melhor tudo de bom que, de vez em quando, ele pode trazer. Quem espera mais do que isso sofre, e sofrendo deixa de amar bonito. Sofrendo, deixa de ser alegre, igual criança. E sem soltar a criança, nenhum amor é bonito.

Não teorize sobre o amor (deixe isso para nós, pobres escritores que vemos a vida como criança de nariz encostado na vitrine, cheia de brinquedos dos nossos sonhos): não teorize sobre o amor, ame. Siga o destino dos sentimentos aqui e agora.

Não tenha medo exatamente de tudo o que você teme, como: a sinceridade, não dar certo, depois vir a sofrer (sofrerá de qualquer jeito), abrir o coração, contar a verdade do tamanho do amor que sente.

Jogue pro alto todas as jogadas, estratagemas, golpes, espertezas, atitudes sabidamente eficazes (não é sábio ser sabido)! Seja apenas você no auge de sua emoção e carência, exatamente aquele você que a vida impede de ser. Seja você cantando desafinado, mas todas as manhãs. Falando besteiras, mas criando sempre. Gaguejando flores. Sentindo o coração bater como no tempo do Natal infantil. Revivendo os carinhos que instruiu em criança. Sem medo de dizer “eu quero”, “eu gosto”, “eu estou com vontade”…

Talvez aí você consiga fazer o seu amor bonito, ou fazer bonito o seu amor, ou bonitar fazendo seu amor, ou amar fazendo o seu amor bonito (a ordem das frases não altera o produto), sempre que ele seja a mais verdadeira expressão de tudo o que você é e nunca deixaram, conseguiu, soube, pode, foi possível ser.

Se o amor existe, seu conteúdo já é manifesto. Não se preocupe mais com ele e suas definições. Cuide agora da forma. Cuide da voz. Cuide da fala. Cuide do cuidado. Cuide do carinho. Cuide de você.

Ame-se o suficiente para ser capaz de gostar do amor e só assim poder começar a tentar fazer o outro feliz.

By Arthur da Távola.

Atraindo amor e romance

Posted in Relacionamentos with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 12/07/2012 by Joe

As relações pessoais costumam ser a prioridade da maioria das pessoas. Infelizmente, perseguir o amor nem sempre atrai o companheiro certo, porque nossas razões para desejar o amor podem não estar claras. Pensamos: “Ah, se eu tivesse o amor de alguém, minha vida seria bem melhor.” Não é assim que funciona.

Existe uma enorme diferença entre a necessidade de amor e estar carente de amor. Estar carente de amor significa que você não tem o amor e a aprovação da pessoa mais importante que existe: você mesmo. Quando isso acontece, podemos acabar nos envolvendo em relacionamentos insatisfatórios para ambas as partes.

Você nunca criará amor em sua vida falando ou pensando que está só. Sentir-se só e carente afasta os outros. Também não é possível consertar um relacionamento falando ou pensando em como ele é horrível. Isso desvia a atenção para o lugar errado. Desloque seu pensamento do problema que está enfrentando e crie novos pensamentos capazes de produzir uma solução. Concentrar-se em seus problemas e limitações é uma forma de dizer: “Não sou bom o bastante para ter o que estou pedindo”.

O primeiro relacionamento que deve melhorar é o que temos conosco mesmos. Quando você está feliz consigo mesmo, todos os outros relacionamentos melhoram. Uma pessoa feliz é muito atraente. Se estiver à procura de mais amor, precisa se amar mais. Isto significa não se criticar, parar com reclamações, acusações ou lamentações, e não escolher sentir-se só. Significa achar razões para ficar contente com você mesmo no momento presente e escolher ter pensamentos que o façam sentir-se bem agora.

Não existe um único modo de viver o amor, pois cada um o experimenta de formas diferentes. Para alguns, para sentir amor é necessário ser abraçado ou tocado. Outros precisam ouvir as palavras “eu te amo” ou ver a demonstração do amor na forma de presentes ou flores.

Por isso sugiro que você use todas essas formas para desenvolver o amor por si mesmo. Demonstre este amor tocando-se e massageando-se com óleos aromáticos. Coloque, no som, as músicas de que gosta e dance sozinho, crie o ambiente mais bonito em seu quarto e em sua casa. Presenteie-se com livros ou qualquer coisa que lhe dê prazer. Mostre a si mesmo o quanto é especial: mime-se. Cerque-se de flores, texturas e perfumes agradáveis, vista-se bem, enfeite-se. A vida sempre nos devolve os sentimentos que trazemos por dentro. Ao desenvolver amor e romance internamente, você estará criando condições para atrair a pessoa certa.

Se quiser mudar seus pensamentos de solidão para os de realização, preste atenção para não alimentar pensamentos negativos sobre o amor e o relacionamento romântico. Quando se surpreender com esses pensamentos, substitua-os imediatamente por afirmações de amor partilhado, aprovação e aceitação. Crie uma atmosfera mental amorosa dentro de você e à sua volta.

À medida que for conseguindo se amar mais, você irá deixando de ser uma pessoa tão carente e dependente. Se realmente amar quem é, conseguirá manter sua calma e segurança, e seus relacionamentos em casa e no trabalho ficarão maravilhosos. Você se surpreenderá reagindo a várias situações e pessoas de maneiras diferentes das antigas. Assuntos que antes seriam desesperadamente importantes deixarão de parecer tão cruciais. Novas pessoas entrarão em sua vida, e talvez algumas que já existiam desapareçam. Isto pode ser assustador no começo, mas você irá descobrir como essa mudança é fascinante, revigorante e emocionante.

Comece, então, a criar espaços para conviver com outras pessoas. Ninguém vai bater à sua porta. Uma boa maneira de conhecer gente nova é frequentando cursos de qualquer coisa que lhe agrade, desde assuntos acadêmicos até aulas de dança. Isso possibilitará que você conheça pessoas com a mesma forma de pensar ou envolvidas com os mesmos interesses que os seus. É impressionante a rapidez com que se pode fazer novos amigos. Esteja aberto e receptivo, e o Universo retribuirá lhe trazendo muitos benefícios.

Lembre-se: se tiver pensamentos alegres, será uma pessoa feliz. E, então, muitos desejarão estar com você, e todos os seus relacionamentos atuais irão melhorar.

By Louise Hay.

Quando apenas amor não basta!

Posted in Relacionamentos with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 05/07/2012 by Joe

Por mais que o poder e o dinheiro tenham conquistado uma ótima posição no ranking das virtudes, o amor ainda lidera com folga.

Tudo o que todos querem é amar. Encontrar alguém que faça bater forte o coração e justifique loucuras. Que nos faça entrar em transe, cair de quatro, babar na gravata. Que nos faça revirar os olhos, rir à toa, cantarolar dentro de um ônibus lotado.

Depois que acaba esta paixão retumbante, sobra o que? O amor. Mas não o amor mistificado, que muitos julgam ter o poder de fazer levitar. O que sobra é o amor que todos conhecemos, o sentimento que temos por mãe, pai, irmão, filho. É tudo o mesmo amor, só que entre amantes existe sexo.

Não existem vários tipos de amor, assim como não existem três tipos de saudades, quatro categorias de ódio, seis espécies de inveja.

O amor é único, como qualquer sentimento, seja ele destinado a familiares, ao cônjuge ou a Deus. A diferença é que, como entre marido e mulher não há laços de sangue, a sedução tem que ser ininterrupta. Por não haver nenhuma garantia de durabilidade, qualquer alteração no tom de voz nos fragiliza, e de cobrança em cobrança acabamos por sepultar uma relação que poderia ser eterna.

Casaram. Te amo prá lá, te amo prá cá. Lindo, mas insustentável. O sucesso de um casamento exige mais do que declarações românticas. Entre duas pessoas que resolvem dividir o mesmo teto, tem que haver muito mais do que amor e, às vezes, nem necessita de um amor tão intenso.

É preciso que haja, antes de mais nada, respeito. Agressões zero. Disposição para ouvir argumentos alheios. Alguma paciência.

Amor, só, não basta.

Não pode haver competição. Nem comparações. Tem que ter jogo de cintura para acatar regras que não foram previamente combinadas. Tem que haver bom humor para enfrentar imprevistos, acessos de carência, infantilidades. Tem que saber levar.

Amar, só, é pouco.

Tem que haver inteligência. Um cérebro programado para enfrentar tensões pré-menstruais, rejeições, demissões inesperadas, contas pra pagar. Tem que ter disciplina para educar filhos, dar exemplo, não gritar. Tem que ter um bom psiquiatra.

Não adianta, apenas, amar.

Entre casais que se unem visando a longevidade do matrimônio tem que haver um pouco de silêncio, amigos de infância, vida própria, um tempo pra cada um. Tem que haver confiança. Uma certa camaradagem, às vezes fingir que não viu, fazer de conta que não escutou.

É preciso entender que união não significa, necessariamente, fusão.

E que amar, “solamente”, não basta.

Entre homens e mulheres que acham que o amor é só poesia, tem que haver discernimento, pé no chão, racionalidade. Tem que saber que o amor pode ser bom, pode durar para sempre, mas que sozinho não dá conta do recado. O amor é grande, mas não é dois.

É preciso convocar uma turma de sentimentos para amparar esse amor que carrega o ônus da onipotência. O amor até pode nos bastar, mas ele próprio não se basta.

Um bom amor aos que já têm! Um bom encontro aos que procuram! E felicidades a todos nós!

Arthur da Távola.

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