Arquivo para Caráter

Construindo sua vida

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 18/12/2013 by Joe

Construindo sua vida

Cada pensamento seu constrói seu caráter. Da mesma forma que os tijolos são colocados um sobre o outro para construir uma casa, assim são seus pensamentos a cada momento.

A pessoa que você se torna, as coisas que você conquista, a alegria e a realização que você sente, tudo isso depende dos pensamentos que você usa para construir a sua vida.

Você pode usar cada pensamento e cada momento para tornar-se mais forte.

Nenhuma conquista de real valor surge do nada. Precisa ser construída. Você tem o poder de construir a vida que realmente deseja. E esse poder surge em momentos que você vive, nas escolhas que você faz, nas atitudes que você toma.

Neste exato momento, você está construindo sua vida. Neste exato momento, você está fazendo a diferença no rumo que a sua vida tomará. Este é um momento especial que pode mudar seu futuro.

Você está aproveitando este momento ao máximo?

Desconheço a autoria.

O espelho de Gandhi

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 10/12/2013 by Joe

O espelho de Gandhi

Perguntaram a Mahatma Gandhi quais seriam os fatores que destroem os seres humanos. E ele respondeu:

– a política, sem princípios;
– o prazer, sem compromisso;
– a riqueza, sem trabalho;
– a sabedoria, sem caráter;
– os negócios, sem moral;
– a ciência, sem humanidade;
– a oração, sem caridade.

A vida me ensinou que as pessoas são amigáveis, se eu sou amável; que as pessoas são tristes, se estou triste; que todos me querem, se eu os quero; que todos são ruins, se eu os odeio; que há rostos sorridentes, se eu lhes sorrio; que há faces amargas, se eu sou amargo; que o mundo está feliz, se eu estou feliz; que as pessoas ficam com raiva quando eu estou com raiva; que as pessoas são gratas, se eu sou grato.

A vida é como um espelho: se você sorri para o espelho, ele sorri de volta.

A atitude que eu tomar perante a vida é a mesma que a vida vai tomar perante mim.

“Quem quer ser amado… ame”!

By Mahatma Gandhi.

 

Maledicência

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Maledicência

Toda pessoa não suficientemente realizada em si mesma tem a instintiva tendência de falar mal dos outros.

Qual a razão última dessa mania de maledicência? É um complexo de inferioridade unido a um desejo de superioridade: diminuir o valor dos outros dá-nos a grata ilusão de aumentar o nosso valor próprio.

A maioria dos homens não está em condições de medir o seu valor por si mesma. Necessita medir o seu próprio valor pelo desvalor dos outros. Esses homens julgam necessário apagar luzes alheias a fim de fazerem brilhar mais intensamente as suas próprias luzes. São como vagalumes que não podem luzir, senão por entre as trevas da noite, porque a luz das suas lanternas fosfóreas é muito fraca.

Quem tem bastante luz própria não necessita apagar ou diminuir as luzes dos outros para poder brilhar. Quem tem valor real em si mesmo não necessita medir o seu valor pelo desvalor dos outros. Quem tem vigorosa saúde espiritual não necessita chamar de doentes os outros para gozar a consciência da saúde própria.

As nossas reuniões sociais, os nossos bate-papos são, em geral, academias de maledicência. Falar mal das misérias alheias é um prazer tão sutil e sedutor – algo parecido com whisky, gin ou cocaína – que uma pessoa de saúde moral precária facilmente sucumbe a essa epidemia.

A palavra é instrumento valioso para o intercâmbio entre os homens. Ela, porém, nem sempre tem sido utilizada devidamente. Poucos são os homens que se valem desse precioso recurso para construir esperanças, balsamizar dores e traçar rotas seguras. Fala-se muito por falar, para “matar o tempo”.

A palavra, não poucas vezes, converte-se em estilete da impiedade, em lâmina da maledicência e em bisturi da revolta. Semelhantes a gotas de luz, as boas palavras dirigem conflitos e resolvem dificuldades. Falando, espíritos missionários reformularam os alicerces do pensamento humano. Falando, não há muito, Hitler hipnotizou multidões, enceguecidas que se atiraram sobre outras nações, transformando-as em ruínas.

Guerras e planos de paz sofrem a poderosa influência da palavra. Há quem pronuncie palavras doces, com lábios encharcados pelo fel. Há aqueles que falam meigamente, cheios de ira e ódio. São enfermos em demorado processo de reajuste. Portanto, cabe às pessoas lúcidas e de bom senso, não dar ensejo para que o veneno da maledicência se alastre, infelicitando e destruindo vidas. Pense nisso!

Desculpemos a fragilidade alheia, lembrando-nos das nossas próprias fraquezas. Evitemos a censura. A maledicência começa na palavra do reproche inoportuno. Se desejamos educar, reparar erros, não os abordemos estando o responsável ausente. Toda a palavra torpe, como qualquer censura contumaz, faz-se hábito negativo que culmina por envilecer o caráter de quem com isso se compraz. Enriqueçamos o coração de amor e banhemos a mente com as luzes da misericórdia divina. Porque, de acordo com o Evangelho de Lucas, “a boca fala do que está cheio o coração”.

Pensemos nisso!

By Huberto Rohden, do livro “A essência da amizade”.

Julgamentos

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , on 27/12/2012 by Joe

Julgamento

Antes de julgar a minha vida ou o meu caráter, calce os meus sapatos e percorra o caminho que eu percorri; viva as minhas tristezas, as minhas dúvidas, as minhas alegrias…

Percorra os anos que eu percorri, tropece onde eu tropecei e levante-se assim como eu o fiz…

Cada um tem a sua própria história!

E, então, só aí poderá julgar-me!

Pense nisso antes de fazer qualquer julgamento sobre uma pessoa!

Desconheço a autoria.

Poder e autoridade

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 31/08/2012 by Joe

Na dinâmica da vida social o poder exerce forte fascínio sobre as criaturas. Muitas pessoas desejam ocupar cargos que lhes conceda poder sobre outros indivíduos, mas poucas sabem exercer esse encargo com autoridade.

Ter poder não é o mesmo que ter autoridade!

O poder “é a faculdade de forçar ou coagir alguém a fazer a sua vontade, por causa de sua posição ou força, mesmo que a pessoa preferisse não fazê-lo.”

A autoridade é “a habilidade de levar as pessoas a fazerem de boa vontade o que você quer, por causa de sua influência pessoal.”

Para exercer o poder não é necessário ter coragem, nem inteligência avantajada. Crianças menores de dois anos são mestras em dar ordens a seus pais. A história da humanidade registrou os feitos de muitos governantes déspotas e insensatos.

Mas, para ter autoridade sobre pessoas é preciso um conjunto de habilidades especiais. Uma pessoa pode exercer autoridade mesmo não estando num cargo de poder, enquanto outra pode estar no poder e não ter autoridade alguma sobre seus subordinados.

Em uma sociedade injusta, o poder pode ser vendido e comprado, dado e tomado. As pessoas podem ser colocadas no poder porque são parentes ou amigas de alguém, porque têm dinheiro, uma posição social de destaque ou outra conveniência qualquer.

Mas com a autoridade isso não ocorre…

A autoridade não pode ser comprada nem vendida, nem dada ou tomada. Diz respeito a quem você é como pessoa, ao seu caráter e à influência que exerce sobre terceiros.

Para estabelecer autoridade, o líder precisa ser honesto, confiável, responsável, respeitoso, entusiasta, afável, justo, dar bom exemplo, ser bom ouvinte.

Quem não tem autoridade pensa só nas tarefas e exige que suas ordens sejam cumpridas. Quem tem autoridade pensa nas tarefas, mas cuida também dos relacionamentos. No processo administrativo há sempre essas duas dinâmicas em jogo: a tarefa e o relacionamento.

Atender uma, em detrimento da outra, é caminho curto para o fracasso! E conseguir o equilíbrio entre ambas é uma característica de quem exerce liderança com autoridade.

Assim sendo, se você é um líder e precisa lembrar isto às pessoas, é porque você não é.

Mas se você não está no poder e, mesmo assim, as pessoas buscam suas orientações, é porque você tem autoridade.

Pense nisso, e lembre-se: liderar é executar as tarefas que estão sob sua responsabilidade ao tempo em que constrói bons e duradouros relacionamentos.

O líder ideal é aquele que, pela sua autoridade intelecto-moral, inspira os seus colaboradores e os eleva à condição de amigos.

Quem tem autoridade efetiva não teme perdê-la ao se aproximar dos outros e tratá-los exatamente como gostaria que os outros o tratassem.

Assim, se você é responsável pela condução de outros seres, medite quanto à responsabilidade que lhe cabe sobre os destinos dessas pessoas e procure ser alguém com autoridade, e jamais apenas alguém que detém o poder. Procure ouvir mais de perto os que convivem com você!

Texto com base no cap. 1, do livro O Monge e o Executivo, de James C. Hanter, Ed. Sextante.

Saber ouvir e ser gentil

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 21/08/2012 by Joe

Saber ouvir: podemos dizer que isso é o segredo de uma boa comunicação. Muitas pessoas nos falam que temos dois ouvidos, dois olhos … e só uma boca! E que devemos pensar duas vezes antes de falar ou, ouvir mais!

Isto é verdade. Saber ouvir… críticas: se saber ouvir já é difícil, imagina ficar ouvindo críticas. Ouvir críticas e pensar sobre isso é algo sábio e proveitoso, mas é um exercício que leva tempo e paciência; mas que, com certeza, nos fazem ser pessoas melhores, principalmente num relacionamento interpessoal.

Ser gentil: tenho um amigo judeu que me ensinou isso. Gentileza é um modo de agir, um jeito de ser, uma maneira de enxergar o mundo. Ser gentil, portanto, é um atributo muito mais sofisticado e profundo que ser educado ou meramente cumprir regras de etiqueta. Porque, embora possamos (e devamos) ser educados, a gentileza se trata de uma característica diretamente relacionada com caráter, valores e ética; sobretudo, tem a ver com o desejo de contribuir com um mundo mais humano e eficiente para todos. Ou seja, para se tornar uma pessoa mais gentil é preciso que cada um reflita sobre o modo como tem se relacionado consigo mesmo, com as pessoas, com os amigos, o mundo.

Por que esquecemos de ser gentis?

A rotina nos cega. Pressionados por ideias equivocadas, que nos pressionam a ter sempre mais, a cumprir prazos sem nos respeitarmos, a atingir metas que, muitas vezes, não fazem parte de nossa missão de vida e daquilo em que acreditamos, nos tornamos mais e mais insensíveis. E, nesta insensibilidade, vamos agindo e nos relacionando com as pessoas – mesmo com aquelas que amamos – de forma menos gentil, mais apressada e mais automatizada, sem nem nos darmos conta disso.

É por isso que, a meu ver, ser gentil não pode depender do outro, não pode ser uma moeda de troca. Tem de ser uma escolha pessoal, um entendimento de que podemos fazer a nossa parte e contribuir, sim, para um mundo melhor. Leonardo Boff tem uma frase maravilhosa que resume bem o que quero dizer: “Não serão nossos gritos a fazer a diferença e sim a força contida em nossas mais delicadas e íntegras ações”.

Que benefícios a gentileza nos traz?

Ser gentil é extremamente benéfico quando se entende que a gentileza abre portas, muda o rumo dos conflitos, facilita negociações, transforma humores, melhora as relações, enfim, propicia inúmeras vantagens tanto na vida de quem é gentil, quanto na de quem se permite receber gentilezas.

Como a gentileza interfere no nosso dia-a-dia? Nas relações de trabalho, no amor?

Como disse anteriormente, a gentileza facilita todas as relações. Lembram da vida do Profeta Gentileza, que viveu na cidade do Rio de Janeiro pregando a paz entre as pessoas? Ele tinha uma frase que ilustra muito bem o que chamo de “poder” da gentileza: “Gentileza gera gentileza. Do mesmo modo, o contrário também é verdadeiro. Ou seja, grosserias geram grosserias.”

Pensem nisso!

By Minda Lunichi.

Medos reais e imaginários

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Todos sentimos medo. É normal e é bom, pois o medo é que nos protege da exposição a perigos e nos preserva a vida. Trata-se de uma condição psicológica previsível, desejada e saudável.

No entanto, todos nós ouvimos, em várias fases de nossa vida, conselhos para “não ter medo”. Coisas do tipo: “vou apagar a luz, mas não tenha medo, a mamãe está no quarto ao lado”; “não tenha medo da prova, você vai se sair bem”; “vá para a entrevista e não tenha medo, o entrevistador não morde”. Lembra-se? E quando alguém deseja falar no afirmativo diz: “tenha coragem”, o que não é o mesmo que não ter medo, e sim ter capacidade para enfrentá-lo e vencê-lo.

O medo é definido como um fenômeno psicológico com forte caráter afetivo, marcado pela consciência de um perigo ou de um mal. Mas, preste atenção: o medo nasce do perigo, mas também das incertezas. E nas incertezas pode morar um perigo real, mas o mais provável é que more um perigo imaginário.

Males da modernidade. Vivemos uma era de incertezas e, portanto, do medo escondido nelas. Se você tem sentido os efeitos da desconfiança com relação à política, à economia, à paz mundial, está sofrendo do mesmo mal que milhões de outras pessoas que lêem o jornal ou assistem ao noticiário e são assaltados pelas notícias do desaquecimento da economia, da falta de empregos, da insegurança que não é apenas física, mas também social, moral e emocional. Os medos morais, de perder o emprego, do dinheiro não chegar, da crise aumentar, são até maiores, porque mais presentes do que os medos físicos, dos assaltos, do terrorismo, das epidemias.

Para viver melhor temos que aprender a separar os dois: o medo do perigo do medo da incerteza. E depois disso temos que aprender a lidar com as incertezas, diminuindo seu sentido abstrato. Equivale a dizer: transformar as incertezas em situações conhecidas, portanto, sob controle. Para tanto, aumentar a percepção, a informação, o conhecimento e a cultura geral são os melhores atalhos.

Se você tem medo, por exemplo, de perder o emprego, há coisas que podem ser feitas para diminuir esse medo, pois, pense um pouco, ele habita o território das incertezas.

Se, por outro lado, você tem certeza que está fazendo tudo o que pode, da melhor maneira possível, para atender às necessidades de sua empresa, não precisa ter medo. Mais do que isso: se você tem certeza que está ajudando sua empresa a atender às exigências do mercado também da melhor forma possível, seu medo será ainda menos consistente.

No entanto, digamos que, apesar de fazer o melhor pela empresa e a empresa fazer o melhor pelo mercado, ainda assim você perdeu o emprego. É hora de acionar outra certeza: a de que você fez o melhor pelo seu emprego, mas fez mais ainda pela sua empregabilidade. Atualização, comunicação, flexibilidade, contatos, saúde, cultura abrangente. Pronto, o mundo continua conturbado e injusto, mas não é mais uma imensa incerteza, pois sempre haverá espaço para pessoas preparadas, capazes e autoconfiantes.

Robinson Crusoe, amadurecido por sua experiência, isolado na ilha, teria comentado com o amigo Sexta-Feira: “se há uma coisa que aprendi aqui, é que o medo do perigo é sempre muito maior do que o próprio perigo”.

Não podemos simplesmente não ter medo. Seria imprudência. Mas podemos desenvolver a coragem para lidar com ele. E o aumento da consciência, da verdadeira noção da realidade, sobre nós e sobre o mundo atual, creia, é o melhor caminho.

By Eugênio Mussak.

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