Arquivo para Capacidade

Agradecimento

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , on 30/11/2015 by Joe

Olhar amoroso

Eu gostaria de lhe agradecer pelas inúmeras vezes que você me enxergou melhor do que eu sou.

Pela sua capacidade de me olhar devagar, já que nessa vida muita gente já me olhou depressa demais.

By Fábio de Melo.

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Somos todos geniais.

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , on 19/11/2015 by Joe

Somos todos geniais

Somos todos geniais.

Mas se você julgar um peixe por sua capacidade de subir em árvores, ele passará sua vida inteira acreditando ser estúpido!

By Albert Einstein.

Desilusões

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 01/09/2015 by Joe

DesilusõesNa vida todos nós enfrentamos desilusões.

Nos decepcionamos com amigos, parentes, e até conosco mesmo. Nos desiludimos quando vemos um sonho se transformar em pesadelo, um alvo se transformar numa miragem bem distante, um desejo desaparecer como uma neblina…

A desilusão dói, como um ferimento. Atinge a qualquer um, sem exceção…

Mas o importante é saber que novos sonhos podem ser sonhados, e que um novo dia certamente amanhecerá.

Fomos criados por Deus com a incrível capacidade de nos recuperarmos. Fomos feitos com a capacidade de sair das cinzas para a glória, do nada para o tudo, da derrota para a vitória.

Como a águia, temos dentro de nós o desejo de voar grandes alturas, portanto também acima das desilusões.

Cada desilusão é um convite a um novo sonho, a uma nova visão da vida.

É um convite a um novo desafio, a um novo caminho!

Vamos lá! Sonhar sonhos mais lindos, voar acima das nuvens!!

Desconheço a autoria.

Nossa mente

Posted in Ciência with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 08/06/2015 by Joe

A nossa mente original é um microcosmos onde tudo que existe está ali registrado. Trazemos toda a história do Universo em nossos neurônios como uma grande biblioteca, disponível para qualquer consulta.

Um determinado trecho do livro “Ilusões”, de Richard Bach, diz assim:

“Aprender é descobrir aquilo que você já sabe. Ensinar é lembrar aos outros que eles sabem tanto quanto você”.

Portanto, tudo já está em nossa mente, nossa HD com capacidade ilimitada, inclusive as coisas que, por padrão, classificamos como ruins ou não aceitáveis. Mas estão lá!

Cabe a nós, através das vivências e experiências, saber quais arquivos acessar e qual uso fazer deles!

By Joemir Rosa.

Infância

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 29/05/2015 by Joe

Infância

A minha infância ainda está a acontecer.

Para mim não é só um tempo, é a capacidade que temos de nos espantar e de sermos encantados, e, nesse aspecto, ainda vivo em estado de infância.

Tudo me fascina. Sou muito ingênuo. Sou quase um rural visitando pela primeira vez uma cidade. Mas quero manter isso, apesar de saber que não é muito prático.

A única maneira que tenho de ser feliz é ter esta sensação de estranhamento. Como se estivesse a olhar pela primeira vez as coisas.

Essa é a minha receita para ser feliz.

By Mia Couto.

Para melhor conhecer as pessoas

Posted in Relacionamentos with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 01/04/2015 by Joe

Para conhecer melhor as pessoas

A primeira condição para conseguirmos conhecer melhor as pessoas diz respeito a tratarmos de evitar o erro usual de buscarmos avaliá-las tomando por base a nós mesmos. Ou seja, um erro grave é o de pensar assim: “eu no lugar dela faria isso ou aquilo”; a verdade é que eu não sou ela e a forma de ser e de pensar não acompanha obrigatoriamente a nossa. Temos de nos afastar da nossa maneira de pensar e tentar, com objetividade, entender como funciona o psiquismo de quem queremos conhecer.

Um aspecto importante para quem quer efetivamente conhecer o outro consiste em prestar bastante atenção em seus atos, gestos, expressões corporais e faciais. Podemos saber muito de uma pessoa pela forma como se move dentro de casa ou no trabalho, como pega o jornal, se ela serve ou não as pessoas que estão à sua volta, pelo sorriso, pela facilidade com que se irrita, como reage quando está com raiva e assim por diante. Esses traços são particularmente relevantes quando o observado está distraído, sem intenção de impressionar os interlocutores. A objetividade na avaliação é essencial e depende de critérios de valor, claros na mente do observador.

É claro que se pode conhecer muito das pessoas por seus sentimentos: sua capacidade de amar e se dedicar, a forma como lidam com o ciúme, como se comportam quando sentem inveja, se têm controle sobre suas emoções ou não.

Um aspecto que me chamou a atenção mais recentemente e que considero extremamente relevante é que as pessoas mais egoístas – as que recebem mais do que dão e que, por isso mesmo, são mais dependentes – são mais realistas e objetivas para analisar o modo de ser das pessoas com as quais convivem. Elas buscam se aproximar de pessoas mais generosas e competentes para lhes dar o que necessitam. Elas sabem perfeitamente que os mais generosos são ricos em sentimentos de culpa, esta que, uma vez estimulada, faz com que não resistam e digam “sim” mesmo quando gostariam de dizer “não”. É curioso, pois os mais egoístas não são muito empáticos, ou seja, não são competentes para se colocar no lugar das outras pessoas; porém, são objetivos e realistas na avaliação dos que os cercam. Isso nos leva a concluir que a atitude empática, a de se colocar no lugar do outro, pode nos induzir a erros de avaliação bem maiores do que aqueles que derivam da observação direta e objetiva.

Os mais generosos, aqueles que, por vaidade ou incapacidade de lidar com excesso de sentimentos de culpa, dão mais do que recebem, são os que mais erram na avaliação que fazem a respeito de seus interlocutores. A forma como exercem a empatia, a de imaginar o outro à sua imagem e semelhança, ofusca a objetividade que deveriam ter para perceber que os seres humanos não são tão parecidos conosco quanto gostaríamos. A verdadeira empatia deveria se assemelhar à dos “hackers”, aqueles que tentam entrar na mente do outro com isenção, buscando entender como é que ela funciona.

Perceberiam, por exemplo, que os mais egoístas não sentem culpa e não têm pudor em dramatizar situações com o intuito de provocar esse sentimento nos mais generosos. Perceberiam que a ausência de culpa gera uma diferença enorme entre as pessoas, de modo que os mais egoístas mentem com facilidade, inventam sofrimentos duvidosos apenas com o intuito de, pela via da chantagem sentimental, induzir os mais generosos a agir de acordo com sua vontade e satisfazer seus anseios e necessidades.

A conclusão a que devemos chegar é que o realismo e a objetividade são bons mecanismos de exploração do meio externo e que a avaliação das pessoas também deve ser regida pela observação dos fatos e não por ideias.

Os mais generosos tendem a ser idealistas nos dois sentidos da palavra: se baseiam mais em suas suposições do que nos fatos; e também tendem a ver beleza e virtude onde não existe: acreditam que, no fundo, todas as pessoas são boas e que têm coração de ouro.

A proposta de Freud – de que todos temos um Super Eu, uma censura moral interna – deriva de generalizações que ele fez tomando por base a si mesmo e algumas outras pessoas. Convém ser realista e objetivo: uma boa metade da humanidade não sente culpa. Assim, quem quiser aprender a conhecer melhor as pessoas deve se ater aos fatos mais que às ideias. O realismo só gera certo pessimismo numa primeira fase e para aqueles acostumados com o mundo das ideias onde tudo é belo e, principalmente, existe de acordo com seus gostos e vontades.

By Flavio Gikovate.

Tédio

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , on 31/03/2015 by Joe

Tédio

A vida pode ficar muito pequena quando olhamos para ela com o olhar estreito.

O tédio acontece quando nos afastamos da capacidade de nos encantarmos com as coisas mais simples do mundo.

De nos abrirmos às novidades. De inventarmos moda. De fazermos diferente. De aprontarmos artes capazes de deixar o coração respirar macio no meio de tanta aspereza.

O tédio acontece quando nos afastamos da capacidade de buscar a ludicidade possível nos detalhes que nos acostumamos a chamar de banais. De nos desprogramarmos. De nos livrarmos um pouco dos nossos roteiros para ousar alguns improvisos.

By Ana Jácomo.

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