Arquivo para Cachorro

O que fazemos X Como fazemos

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 21/10/2013 by Joe

Honestidade e ética

Um certo homem ouviu dizer que óleo de fígado de bacalhau era bom para saúde do seu cachorro. Então, resolveu dar o óleo todos os dias para o animal. Prendia o pobre cachorro entre as pernas e enfiava o óleo goela abaixo do bicho. O animal se rebelava e se debatia furiosamente todas as vezes.

Um dia, o cachorro se soltou e, para espanto do homem, mansamente veio e lambeu a colher de óleo. Foi aí que ele entendeu: o cachorro não lutava contra o óleo, mas sim contra o método usado para lhe dar o óleo.

Muitas vezes o problema não é o que fazemos, mas como fazemos as coisas. Estamos percebendo que o espaço para enganadores está mais estreito, as máscaras estão caindo a cada dia.

Honestidade e ética não podem ser consideradas como virtude ou qualidades do ser humano, mas sim, como pressuposto da conduta cotidiana, ou até mesmo de obrigação dele. Têm de estar embutidas na filosofia de vida de cada um de nós.

Ou você é, ou acabará por ser uma grande enganação!

Porém, com algumas coisas e atitudes embutidas no como você faz, e ninguém poderá tirar-lhe…

a fé no amor, além dos tempos da paz;

a força para transformar a vida;

a esperança de realizar seus sonhos;

a liberdade de mudar de ideia;

a humildade de se saber imperfeito;

a vitória de ter resistido a uma tentação;

a coragem de ser simplesmente você;

a honestidade de assumir seus erros;

a disposição de tentar de novo;

a vontade de enfrentar desafios;

a capacidade de pedir ajuda;

a sensação do dever bem cumprido;

e a certeza de que a vida sempre vale à pena!

Pense nisso e veja como você está fazendo as coisas no seu dia-a-dia!

Desconheço a autoria.

Como você tem vivido?

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Tempo acabando

Era o seu último dia de vida, mas ele ainda não sabia disso…

Naquela manhã, sentiu vontade de dormir mais um pouco. Estava cansado porque na noite anterior fora se deitar muito tarde. Também não havia dormido bem. Tinha sido um sono agitado.

Mas logo abandonou a ideia de ficar um pouco mais na cama e se levantou, pensando na montanha de coisas que precisava fazer na empresa.

Lavou o rosto e fez a barba correndo, automaticamente.

Não prestou a atenção no rosto cansado, nem nas olheiras escuras, resultado de noites mal dormidas. Nem sequer percebeu um aglomerado de pelos teimosos que escaparam do aparelho de barbear.

“A vida é uma sequência de dias vazios que precisamos preencher”, pensou enquanto jogava a roupa por cima do corpo.

Elogiou o café e saiu resmungando baixinho um “bom dia”, sem convicção. Desprezou os lábios da esposa, que se ofereciam para um beijo de despedida. Não notou que os olhos dela guardavam a doçura da mulher apaixonada, mesmo depois de tantos anos de casamento. Não entendia porque ela se queixava tanto da ausência dele e vivia reivindicando mais tempo para ficarem juntos. Ele estava conseguindo manter o elevado padrão de vida da família, não estava? Isso não bastava?

Claro que ele não teve tempo de esquentar o carro, nem sorrir quando o cachorro, alegre, abanou o rabo. Deu a partida e acelerou. Ligou o rádio, que tocava uma antiga canção de Roberto Carlos… “Detalhes tão pequenos de nós dois… “

Pensou que não tinha mais tempo de curtir detalhes tão pequenos da vida. Anos atrás, gostava de assistir o programa de Roberto Carlos nas tardes de domingo. Mas isso fazia parte de outra época, quando podia se divertir mais.

Pegou o celular e ligou para sua filha. Sorriu quando soube que o netinho havia dado os primeiros passos. Ficou sério quando a filha lembrou-o de que há tempos ele não aparecia para ver o neto e o convidou para almoçar.

Mas não podia, naquele dia, dar-se ao luxo de sair da empresa. Agradeceu o convite, mas respondeu que seria impossível. Quem sabe no próximo final de semana? Ela insistiu, disse que sentia muita saudade e que gostaria de estar com ele na hora do almoço. Mas ele foi irredutível: realmente era impossível.

Chegou à empresa e mal cumprimentou as pessoas. A agenda estava totalmente lotada, e era muito importante começar logo a atender seus compromissos, pois tinha plena convicção de que pessoa de valor não desperdiça seu tempo com conversa fiada.

No que seria a sua hora de almoço, pediu para secretária trazer um sanduíche e um refrigerante diet. O colesterol estava alto, precisava fazer um check-up, mas isso ficaria para o mês seguinte. Começou a comer enquanto lia alguns papéis que usaria na reunião da tarde. Nem observou que tipo de lanche estava mastigando…

Enquanto relacionava os telefonemas que deveria dar, sentiu um pouco de tontura, a vista embaçou. Lembrou-se do médico advertindo-o, alguns dias antes, quando tivera os mesmos sintomas, de que estava na hora de fazer um check-up. Mas, ele logo concluiu que era um mal estar passageiro, que seria resolvido com um café forte sem açúcar.

Terminado o “almoço”, escovou os dentes e voltou à sua mesa. “A vida continuava”, pensou. Mais papéis para ler, mais decisões a tomar, mais compromissos a cumprir. Nem tudo saía como ele queria. Pegou o telefone e começou a gritar com o gerente, exigindo que este cumprisse o prometido. Afinal, ele estava sendo pressionado pela diretoria. Tinha que mostrar resultado. Será que o gerente não conseguia entender isso?

Saiu para a reunião já meio atrasado. Não esperou o elevador. Desceu as escadas pulando de dois em dois degraus. Parecia que a garagem estava a quilômetros de distância, encravada no miolo da terra, e não no subsolo do prédio.

Entrou no carro, deu a partida e, quando ia engatar a primeira marcha, sentiu de novo um mal estar. Agora havia uma dor forte no peito. O ar começou a faltar, a dor foi aumentando, o carro desapareceu e os outros carros também…

Os pilares, as paredes, a porta, a claridade da rua, as luzes do teto, tudo foi sumindo diante de seus olhos, ao mesmo tempo em que surgiam cenas de um filme que ele conhecia bem. Era como se o dvd-player estivesse rodando em câmera lenta. Quadro a quadro, ele via a esposa, o netinho, a filha e, umas após outras, todas as pessoas que mais gostava…

Porque mesmo não tinha ido almoçar com a filha e o neto?

O que a esposa tinha dito à porta de casa quando ele estava saindo, hoje de manhã?

Por que não foi pescar com os amigos no último feriado?

A dor do peito persistia, mas agora outra dor começava a perturbá-lo: a dor do arrependimento. Ele não conseguia distinguir qual era a mais forte: a da coronária entupida ou a de sua alma rasgando.

Escutou o barulho de alguma coisa quebrando dentro de seu coração e, de seus olhos, escorrerem lágrimas silenciosas. Queria viver, ter mais uma chance, queria voltar para casa e beijar a esposa, abraçar a filha, brincar com o neto…

Queria… queria… mas, não havia mais tempo…

Reflita: como você tem vivido ultimamente?

Desconheço a autoria.

Atração

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 10/06/2013 by Joe

Atração

Você já parou para pensar que você é um magneto vivo? Isso mesmo: um ímã que atrai pessoas e situações de acordo com o seu estado de espírito!

Sabe aquele dia em que, quando você acorda, escorrega no tapete, tropeça no cachorro, mancha a camisa com café, e assim por diante? Nesses dias, a tendência de todos nós é sair esbravejando, no maior mau humor.

Com essa atitude, todo o resto do dia vai ser desastroso, com certeza. Sabe por quê? Porque você está atraindo situações desagradáveis.

Mas dá para reverter o quadro catastrófico. Basta parar um minutinho, respirar fundo e, se possível, rir… Rir do escorregão, do tropeço e da mancha, que nem foi tão grande assim!

Não se esqueça: você é um ímã, que atrai tudo o que está de acordo com o seu desejo mais intenso.

Desconheço a autoria.

Conheça-te a ti mesmo!

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Conhece-te a ti mesmo

Frase sábia, não? Desde os primórdios dos tempos, era assim que Jesus Cristo, o Mestre dos mestres, dirigia-se claramente aos cristãos, quando o questionavam sobre os infortúnios da vida. Creia, essa frase permanece atualíssima em nosso tempo.

Ocorre que nós, seres humanos, estamos sempre preocupados e voltados para o nosso exterior; preocupa-nos o que vestir, como andar e para onde ir, em tudo nos metemos a sabedores, discorremos sobre a nossa história como melhores em tudo.

Vivemos a cultura da mesmice onde repetimos como papagaios tudo que ouvimos de bobagens e toda a ordem de jargões e piadas machistas de celebridades de segunda categoria, que se acham engraçadas atrás de um microfone. Carregamos o estigma de uma elite quatrocentona completamente rançosa de preconceitos que já não cabem no século XXI.

Dou aqui um exemplo: outro dia, vi uma senhora de classe média, digamos que “alta”, discorrendo em uma gravação de um jornal televisivo a respeito do tempo em que estava aguardando na fila para a adoção de uma criança. Dizia ela que achava que estava esperando há muito tempo ser chamada, pelo perfil da criança que ela havia optado para adoção. Queria uma criança de até um ano de vida. Essa criança tinha que ser branca e não de outra etnia (palavras dela) e continuou:

– “Não estou preparada para outro tipo de criança que não possua esse perfil!”

Detalhe: a grande maioria de crianças disponíveis para adoção são crianças negras e pardas com, aproximadamente, 3 a 5 anos de idade. Eu diria que essa senhora não está preparada para nada na vida e, certamente, iria ser mais feliz indo a um pet-shop e comprando um cachorrinho.

Entendem qual é o ponto?

Possuímos uma visão externa de mundo que não é compatível com a realidade. Queremos o agradável, o belo aos nossos olhos. Somos escravos da cultura da beleza grega, procuramos companheiros caucasianos, como estereótipos de famílias perfeitas. Temos todo tipo de preconceito quando se trata da nossa vida. E o pior: não nos conhecemos, não temos ideia alguma de quem somos, vivemos à margem da grande realidade da vida que é o conhecer si mesmo.

A vida nos é dada dentro do ventre da nossa mãe, surgimos de dentro para fora, nada acontece fora sem antes acontecer no útero da nossa mãe. Parece óbvio, não? Então, é urgentemente necessário que tenhamos nossos olhos voltados para o nosso interior!

Nós nos preocupamos demasiadamente com a nossa aparência, com nosso cabelo, com a pele bronzeada, nossas mãos, nossos pés, queremos tudo impecavelmente bem cuidado e nos esquecemos do nosso interior, esquecemos de cuidar da nossa mente que é vital para circularmos nesse mundo de uma maneira sadia.

Despejamos em nossa mente todos os dias o lixo adquirido da nossa existência, toda amargura, infelicidade, inveja, maldade, pensamentos negativos, e buscamos ser felizes com todo esse lixo acumulado em uma caçamba lotada dentro de nós!

Vivemos uma vida estressada com todos os afazeres que nos compete no dia-a-dia, não temos o cuidado necessário com a nossa saúde, esquecemo-nos que sem esse devido cuidado, de repente, essa maravilhosa máquina pode precisar de uma manutenção. Tenha certeza, você não é insubstituível, caso falte; alguém irá tomar o seu lugar…

Vivemos sempre insatisfeitos com nossa situação atual; se ganhamos bem, nosso trabalho nos estressa; se ganhamos mal, reclamamos e nos acomodamos naquele mesmo emprego, por medo de mudar e nada fazemos. Queremos sempre estar onde o outro está, norteamos sempre a nossa vida pela vida do outro. Inveja, sentimentos baixos, rancorosos não irão ajudar em nada a sua vida!

Vivemos em uma sociedade tão sufocante pela correria do nosso dia-a-dia que não temos tempo e muito menos vontade para nos interiorizarmos e, nessa falta, perdemo-nos completamente, haja vista que quando temos a oportunidade de tirarmos alguns dias de férias, não conseguimos de maneira alguma relaxar, muitas vezes não suportando o silêncio e a tranquilidade do local que escolhemos para o nosso descanso. Mais uma vez, nossa mente está cheia de entulho…

Andamos acelerados demais, começamos nosso dia irritados, descarregando em nosso organismo uma quantidade muito alta de adrenalina que em nada irá nos ajudar.

Precisamos fazer essa viagem interior, procurar cuidar da nossa mente, limpar todo o entulho mental que carregamos há anos e não nos damos conta. Redefinir atitudes egoístas, limpar todos os pensamentos negativos, repensar valores, ser tolerantes com o próximo e nunca desejar ao outro o que não desejamos para nós mesmos…

Faça essa viagem interna e “conheça-te a ti mesmo”.

Pense nisso.

By Nelson Sganzerla.

Vida de cão

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 06/01/2013 by Joe

Correndo atrás de pneus

Observem um cachorro correndo atrás do pneu de um carro.

Ele espera, o carro passa e ele sai correndo, latindo, fazendo barulho, quase se mata por causa de uma roda…

Volta, todo morto, à espera de uma outra roda…

E por assim vai, passam carros, motos, bicicletas, o mesmo barulho, o mesmo desgaste, quase uma obsessão, parando apenas para “talvez” pensar na próxima roda.

Mas uma hora um carro para, a roda para! Finalmente o tão momento esperado acontece!

Tudo que o cachorro tentou ali, horas e horas, dias e dias, desgaste, correria, latidos, agora sim, tudo o que ele fez vai ser recompensado, pois agora…

Pois é… e agora, o que fazer?

Então, se o pobre coitado do cachorro não é racional, damos um desconto, ele não pensa…

Então pensarei eu por ele e perguntarei:

– “Quantos de nós não corremos atrás de rodas, assim como cachorros?”

– “Quantos dos nossos objetivos e conquistas não passam de pneus?”

Pensem nisso!

By Dona Geo.

As duas pulgas

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 11/09/2012 by Joe

Duas pulgas diretoras estavam conversando e, então, uma comentou com a outra:

– “Sabe qual é o nosso problema? Nós não voamos, só sabemos saltar. Daí nossa chance de sobrevivência quando somos percebidas pelo cachorro é zero. É por isso que existem muito mais moscas do que pulgas”.

Elas, então, decidiram contratar uma mosca para treinar todas as pulgas a voar e entraram num programa de treinamento de voo e saíram voando.

Passado algum tempo, a primeira pulga falou para a outra:

– “Quer saber? Voar não é o suficiente, porque ficamos grudadas ao corpo do cachorro e nosso tempo de reação é bem menor do que a velocidade da coçada dele. Temos de aprender a fazer como as abelhas, que sugam o néctar e levantam voo rapidamente”.

Elas, então, contrataram uma abelha para lhes ensinar a técnica do chega-suga-voa. Funcionou … mas não resolveu. A primeira pulga explicou por quê:

– “Nossa bolsa para armazenar sangue é pequena, por isso temos de ficar muito tempo sugando. Escapar, a gente até escapa, mas não estamos nos alimentando direito. Temos de aprender como os pernilongos fazem para se alimentar com aquela rapidez”.

E, então, um pernilongo lhes prestou treinamento para incrementar o tamanho do abdômen. Resolvido … mas por poucos minutos.

Como tinham ficado maiores, a aproximação delas era facilmente percebida pelo cachorro, e elas eram espantadas antes mesmo de pousar. Foi aí que encontraram uma saltitante pulguinha, que lhes perguntou:

– “Ué, vocês estão enormes! Fizeram plásticas?”

– “Não … entramos num longo programa de treinamento. Agora somos pulgas adaptadas aos desafios do século XXI. Voamos, picamos e podemos armazenar mais alimento”.

– “E por que é que estão com cara de famintas?”

– “Isso é temporário. Já estamos fazendo treinamento com um morcego, que vai nos ensinar a técnica do radar de modo a perceber, com antecedência, a vinda da pata do cachorro. E você?”

– “Ah, eu vou bem, obrigada. Forte e sadia”.

Mas as pulgonas não quiseram dar a pata a torcer, e perguntaram à pulguinha:

– “Mas você não está preocupada com o futuro? Não pensou em um programa de treinamento, em uma reengenharia?”

– “Quem disse que não? Contratei uma lesma como consultora”.

– “Mas o que as lesmas têm a ver com pulgas?”, quiseram saber as pulgonas.

– “Tudo. Eu tinha o mesmo problema que vocês duas. Mas, em vez de dizer para a lesma o que eu queria, deixei que ela avaliasse a situação e me sugerisse a melhor solução. E ela passou três dias ali, quietinha, só observando o cachorro e então ela me disse: não mude nada. Apenas sente na nuca do cachorro. É o único lugar que a pata dele não alcança!”

Moral da história:

Você não deve focar no problema, mas sim na solução!

Para ser mais eficiente é necessário estudar, analisar e não falar. Muitas vezes, a grande mudança é uma simples questão de reposicionamento, execução e praticidade.
Não queira complicar, seja prático e objetivo.

By Max Gehringer.

Fugas

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 02/08/2012 by Joe

Muita gente anda vivendo por viver, parece que anda fugindo de si mesma, com medo de encarar a realidade.

Que adianta o apartamento enorme se a alma está vazia; que adianta o carro luxuoso se o medo te acompanha? Que adianta o celular último tipo se quem você quer não te liga; que adianta a promoção se o emprego não te traz satisfação?

Que adianta o namoro de anos se não existe mais alegria; pra que esse casamento de fachada, se você já sabe de todas as traições?

Que adianta essa oração na hora do desespero, se Deus esteve sempre presente e você nunca o procurou?

De que adianta essa cara fechada, se nós não temos nada a ver com seus problemas? Que adianta chutar o cachorro, se ele nem te conhece e você vai continuar doente?

Que adianta o remédio para pressão, se você continua fumando; que adianta o conselho, se você continua agindo à sua maneira; que adianta o guia, se você está cego?

Que adianta o choro, se o amor acabou; que adianta a comida, se a fome passou; pra que o calmante, se ele não te acalma; que adianta gastar tanto no casamento que já nasce cheio de dúvidas, e o pior, cheio de dívidas?

Melhor seria viver simplesmente a vida e toda a sua beleza, estudar por prazer, trabalhar no que gosta, mesmo ganhando menos, ficar só e ter a melhor companhia, porque antes só do que mal acompanhado.

Viver em um casebre limpo e arejado onde todos se falam, se beijam e se abraçam, onde uma casa vira lar.

Melhor andar a pé que morrer de nervoso ao volante no trânsito, e para ser mais feliz, melhor é amar com simplicidade, as pessoas, os animais, a natureza, tudo sem frescura;  não ter vergonha de abraçar e demonstrar o seu amor, como crianças que abraçam as árvores com ingenuidade, que conversam com as plantas, com seus cachorrinhos, e que ouvem as respostas que nós, adultos tão esclarecidos, não conseguimos ouvir, e por isso estamos morrendo cada dia um pouco, lentamente, na tristeza que nos consome, no vazio de querer sempre mais daquilo que nem sabemos o que é.

Pare, pense e mude.

Ainda dá tempo de ser simplesmente feliz. Só depende da sua atitude, só depende de você e o dia é hoje.

Pense nisso!

By Paulo Roberto Gaefke.

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