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Erótica é a alma

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Erotize sua alma
Adélia Prado certa vez escreveu: “Erótica é a alma”. Além de poética, a frase é redentora, pois alivia o peso da sensualidade a qualquer custo, a busca desenfreada pela juventude perdida, a corrida pelos últimos lançamentos da indústria cosmética.E nos autoriza a cuidar mais da alma, a viajar pro interior, a descobrir o que nos completa. Pois se os olhos são as janelas da alma, de que adianta levantar pálpebras se descortinam um olhar de súplica?

Erótica é a alma que se diverte, que se perdoa, que ri de si mesma e faz as pazes com sua história. Que usa a espontaneidade pra ser sensual, que se despe de preconceitos, intolerâncias, desafetos. Erótica é a alma que aceita a passagem do tempo com leveza e conserva o bom humor apesar dos vincos em torno dos olhos e o código de barras acima dos lábios…

Erótica é a alma que não esconde seus defeitos, que não se culpa pela passagem do tempo. Erótica é a alma que aceita suas dores, atravessa seu deserto e ama sem pudores. Porque não adianta sex-shop sem sex-appeal; bisturi por fora sem plástica por dentro; lifting, botox, laser e preenchimento facial sem cuidado com aquilo que pensa, processa e fala; retoque de raiz sem reforma de pensamento; strip-tease sem ousadia ou espontaneidade.

Querendo ou não, iremos todos envelhecer, faz parte da vida. As pernas irão pesar, a coluna doer, o colesterol aumentar. A imagem no espelho irá se alterar gradativamente e perderemos estatura, lábios e cabelos. A boa notícia é que a alma pode permanecer com o humor dos dez, o viço dos vinte e o erotismo dos trinta anos, se você permitir.

O segredo não é reformar por fora. É, acima de tudo, renovar a mobília interior, tirar o pó, dar brilho, trocar o estofado, abrir as janelas, arejar o ambiente. Porque o tempo, invariavelmente, irá corroer o exterior. E quando ocorrer, o alicerce precisa estar forte pra suportar.

Não tem problema cuidar do corpo. É primordial ter saúde e faz bem dar um agrado à autoestima. O perigo é ficar refém do espelho, obcecado pelo bisturi, viciado em reduzir, esticar, acrescentar, modelar – até plástica íntima andam fazendo!

Aprenda: bisturi algum vai dar conta do buraco de uma alma negligenciada anos a fio!

Vivemos a era das emergências. De repente tudo tem conserto, tudo se resolve num piscar de olhos; há varinha de condão e tarja preta pra sanar dores do corpo, alma e coração. Como canta Nando Reis, “O mundo está ao contrário e ninguém reparou…”

Desaprendemos a valorizar aquilo que é importante, o que é eterno, o que tem vocação de eternidade. E de tanto lustrar a carapaça, vivemos a “Síndrome da Maça do Amor”: brilhantes por fora e podres por dentro. O tempo tornou-se escasso, acreditamos que “perdemos tempo” quando lemos um livro inteiro, quando passamos horas com nossos filhos, quando oramos ou viajamos com a família. E nos iludimos achando que poderemos “segurar o tempo” cuidando da flacidez, esticando a pele, preenchendo espaços.

Cuide do interior. Erotize a alma. Enriqueça seu tempo com uma nova receita culinária, boas conversas, um curso de canto ou dança. Leia, medite, cultive um jardim. Sinta o sol no rosto e por um instante não se preocupe com o envelhecimento cutâneo.

Alongue-se, experimente o prazer que seu corpo ainda pode lhe proporcionar. Não se ressinta das novas dores, da pouca agilidade, dos novos vincos. Descubra, enfim, que a alegria pode rejuvenescer mais que o botox. E não se esqueça: em vez de se concentrar no lustre da maçã, trate de aproveitar o sabor que ela ainda é capaz de proporcionar…

By Fabíola Simões.

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A dor que dói mais

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A dor que dói mais

Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, doem…

Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói a cólica, a cárie e a pedra no rim…

Mas o que mais dói é saudade!

Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu.

Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, quando se tinha mais audácia e menos cabelos brancos. Doem essas saudades todas! Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama…

Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o aeroporto e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã.

Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter…

Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela continua clareando o cabelo. Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu. Não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango de padaria, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Pepsi, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua pescando, se ela continua lhe amando…

Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche…

Saudade é não querer saber. Não querer saber se ele está com outra, se ela está feliz, se ele está mais magro, se ela está mais bela…

Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama e, ainda assim, doer.

By Martha Medeiros.

Dar certo ou dar errado

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Dar certo ou dar errado

Com seus cabelos brancos e muitos milhões de reais no banco, um velho empreendedor gosta de contar a história de dois garotos que estudavam numa pequena cidade do interior e que se separaram no final do ginásio.

Foram se reencontrar numa esquina de São Paulo, trinta anos depois. Um era funcionário subalterno de um pequeno escritório. O outro, o principal sócio de uma importante indústria. Depois de algum tempo de conversa, o mais pobre não aguentou e perguntou:

– “Como é que você se deu assim tão bem na vida?”

– “Eu pulei na hora certa.”

Inconformado com a resposta, o pobre retrucou:

– “Mas como você sabia a hora certa de pular?”

– “Não sabia… fiquei pulando o tempo todo!”

Essa historinha saltitante esconde uma verdade ululante. Para ter sucesso no próprio negócio é preciso ser muito, mas muito teimoso – por muitas razões, sobretudo para aguentar por um bom tempo a conta bancária no vermelho, sem luz visível no final do túnel. É, não raro, um teste infernal de resistência, pontilhado por obstáculos de mercado, armadilhas da concorrência, rejeição da clientela – isso sem falar da alucinante montanha russa emocional na qual o empreendedor sacoleja diariamente, com picos de euforia pela manhã, descidas vertiginosas à tarde e vales de depressão à noite.

Está enganado quem acredita que os empreendedores de sucesso chegaram aonde chegaram por causa de inteligência privilegiada. Até porque os empreendedores que se julgam muito inteligentes normalmente são os que desistem mais rápido diante de resultados pouco animadores. São traídos pela própria inteligência, achando que ela está sendo sub-utilizada num negócio que não parece ter futuro certo.

Por outro lado, os empreendedores que persistem, colocando o sonho acima da vaidade intelectual, continuam a tocar o seu negócio. Passam por anos de sacrifício, até que em algum momento desembocam na hora e no lugar certos, com as pessoas certas. E o negócio finalmente deslancha!

De cada 10 empresas que prosperam, nove têm algo em comum: o dono gosta do que faz, acredita no que faz e tem paciência para esperar o mercado reconhecer seu valor. Se não gosta, deixa de acreditar. Se não acredita, a paciência não tem sentido. E sem sentido nada existe. Ou a mesma coisa de outro jeito: se gosta, o trabalho se assemelha ao prazer, não a aquele fardo que se suporta apenas para pagar as contas. Se acredita, talvez nem pense em desistir, afinal o tempo não importa tanto assim quando se tem fé. E, se não desiste, dar certo é uma questão de tempo.

A matemática ajuda a explicar o sucesso dos persistentes. Se um empreendedor entregar os pontos depois de prospectar 50 clientes em um ano de trabalho e outro empreendedor continuar no negócio por mais cinco anos com a mesma taxa de prospecção, o persistente terá cinco vezes mais chance de fazer a empresa prosperar.

Parece lógico? Note que a taxa de sucesso, nesse caso, não tem nada a ver com inteligência privilegiada – apenas com paciência e persistência. O mundo está cheio de pessoas pelas quais ninguém dava um tostão e que hoje são acionistas de empresas milionárias.

Da mesma forma, há uma multidão de primeiros alunos da classe que abriram sua empresa e não tiveram a paciência necessária para continuar remando contra a maré. Fecharam as portas e hoje, na mesa do bar, sempre que têm oportunidade, comentam com os amigos que não conseguem entender como tanta “gente burra” dá certo e ele, “inteligente e cheio de ideias novas” quebrou a cara.

Também é preciso lembrar que paciência é fundamental, sim, mas não é tudo. Existe uma linha nem sempre nítida que separa a persistência virtuosa da insistência inútil. Jamais gaste vela boa com defunto ruim – melhor assumir o prejuízo e fechar as portas do que perder mais dinheiro e aumentar o desgaste e o estresse. Se a situação está muito mal, a hora de fechar fica evidente. A grande questão é quando a empresa está patinando sem sair do lugar, naquele vai-não-vai, fecha-não-fecha. O que fazer nesse caso? Bem, o amigo pobre desistiria. Já o amigo rico continuaria pulando.

By Pedro Mello.

Por que a lei da atração não funciona para mim?

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A Lei da Atranção não funciona para mim

Em vários posts passados, escrevi sobre a “Lei da Atração”, sobre o livro “O Segredo”, “A Força do Pensamento” e diversos outros que nos falam e ensinam técnicas para alcançarmos aquilo que desejamos na vida. A própria Física Quântica nos prova que podemos construir nossa realidade de acordo com nossos desejos (use o BUSCA do blog para saber mais sobre esses temas).

Porém, muita gente tem me perguntado porque, apesar de treinar e treinar e treinar essas técnicas diariamente, não conseguem atingir seus objetivos, porque a Lei da Atração parece não funcionar para elas. Então, aproveito a oportunidade para listar os dez principais motivos que podem estar impedindo a realização de tantos sonhos. Leiam com atenção e pratiquem, mas pratiquem muito seguindo os conselhos abaixo!

By Joemir Rosa.

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Os dez principais motivos para você não estar conseguindo atrair o que quer:

1. Você possui crenças negativas sobre você

Alguns aspectos nos fazem determinar características ruins para nós mesmos e essas muitas vezes são irreais e nos impossibilitam de chegar aonde queremos. Por exemplo: você pode até querer ser milionário, mas acredita que não é esforçado o suficiente para manter um negócio grande, pois muitas vezes desistiu de projetos por medo. Ou, você até acredita ser esforçado, mas seu tio alguma vez lhe disse que você é muito “molenga” e você deixou aquilo entrar no seu ser.

A primeira coisa que você precisa entender para mudar isso é: nada é, tudo está. Você não é “molenga”. Você pode até ter estado assim, mas o seu eu não é, pois somos criações do Universo, e ele não falha. Então, dissolva qualquer crença negativa sobre você mesmo, pensando sempre assim:

– “Eu não sou nada, o que eu acredito ser é pura fantasia da minha mente, eu posso ser o que eu quiser, eu vou explorar o meu melhor, o meu melhor”.

2. Você não se aceita

Comumente associamos felicidade a um estereótipo. Acreditamos que a felicidade está em ser um tipo específico de pessoa ou alcançar uma certa posição, mas muitas vezes estamos equivocados. Por exemplo: você assiste a um filme onde tem uma mulher alta, com os cabelos lisos e loiros, que trabalha numa grande empresa no centro da cidade e fica para lá e para cá o dia inteiro. Você por outro lado, tem uma estatura baixa, os cabelos ondulados e adora trabalhar em um ambiente calmo e silencioso, movimento para você só na hora dos exercícios! Em vez de se aceitar e procurar fazer algo construtivo dentro das suas características, você tenta ser como a mulher do filme.

Você faz as técnicas para atrair um emprego em uma grande empresa, alisa e pinta seus cabelos e usa salto alto para ficar tão alta como ela. Mas será que é isso que lhe fará feliz? E se você tentasse atrair um trabalho em que você ocupe seu tempo com algo que lhe agrade?

3. Você não está assumindo o que você realmente quer

Da mesma forma que você pode ter criado estereótipos de quem quer ser, você deve ter criado um do que os outros acham certo. Não é por que seu pai foi bem sucedido na carreira dele, que você precisa fazer o mesmo que ele. Não é por que sua irmã casou aos vinte anos que você precisa casar também. Não é por que a sociedade só é feliz tendo carro, casa e celulares modernos, que você precisa ter também. Não é porque o mundo acha que o certo para você é “x” que será.

O que você quer?

Descubra o que vai fazer você feliz, independente do que os outros vão pensar. Quando você aplicar as técnicas para atrair o que realmente te trará a felicidade, vai ficar muito mais fácil de atrair, pois como já dizia o velho ditado: “O que é teu vem fácil”. Para melhorar esse aspecto, faça o seguinte exercício:

Feche os olhos, respire bem fundo, acalme sua alma e faça-se a seguinte pergunta:

– “Se eu fosse para uma cidade distante, onde ninguém me conhecesse, onde eu não tivesse que provar nada para ninguém, onde eu tivesse a oportunidade de começar do zero, o que eu faria?” O que você responder é o mais próximo de quem você é, e do que você realmente quer.

4. Você até espera o melhor do Universo, mas não se dá o melhor

Você quer que o Universo te traga um amor, mas você não se ama. Você quer que o Universo te traga alguém que cuide de você, mas você não se cuida. Você quer que o Universo lhe traga abundâncias financeiras, mas você não se permite comprar nada que lhe agrade.

Descubra o que você sabe fazer de melhor por você e, mesmo que seja algo bem pequeno, faça, pois independente do que seja, será o seu melhor, e o Universo te responderá com o melhor dele.

A lei da atração não responde apenas aos nossos pensamentos e sentimentos, ela também nos traz de volta as nossas atitudes.

5. Você não confia na sua parte

Uma das coisas que eu mais vejo são pessoas que não confiam no que estão fazendo. Elas começam a mudar os seus pensamentos, realizam técnicas, leem livros, mas não acreditam que estão fazendo certo. Essas pessoas sempre acham que estão erradas ou que ainda não estão 100%, então qual é o resultado? O Universo também não lhes dá os 100%.

Faça o que você aprendeu – o seu melhor – e confie ao Universo o resto.

6. Você quer fazer tudo sozinho e não confia nada ao Universo

Talvez essa seja uma das maiores dificuldades das pessoas. A fé no nosso planeta anda muito abalada por causa de crenças erradas de quem é Deus e de como ele age. Não confiamos realmente que ele nos dará alguma coisa, pois muitas vezes pedimos e não recebemos.

O que precisamos entender aqui é que não estamos pedindo nada e sim agindo em prol do que queremos de uma maneira diferente que aprendemos. E essa maneira nos diz que Deus ou Universo (não importa como você chama) caminha ao nosso lado, nos dando, conforme nos damos. Portanto, acredite de coração que a vida realmente se movimenta a seu favor quando você está a seu favor.

E, sim, ela te traz oportunidades, pessoas, coisas, etc., tudo o que você precisar para a sua felicidade e para sua evolução. Para aumentar a sua fé, você pode fazer o seguinte: tudo o que você for fazer – absolutamente tudo! – pense que você está fazendo com o Universo. Eu e o Universo vamos arrumar um emprego. Eu e o Universo vamos atrair um relacionamento para a minha vida. Eu e o Universo vamos sempre trazer o melhor para a nossa vida.

7. Você não está abrindo espaço para acontecer

Um erro muito comum que eu vejo é que as pessoas ficam tão obcecadas em realizar as técnicas que elas não dão espaço para o que elas querem se materializar. Exemplo: há dez dias você faz diariamente uma técnica de afirmações positivas. Você já está se sentindo super bem, possuidora do que você quer, criando uma energia super positiva, mas, ao terminar cada técnica, você já está planejando qual vai fazer amanhã para reforçar. Ou seja, você não acredita realmente que no espaço de tempo de hoje para amanhã, o que você quer possa se materializar.

É muito importante manter-se todos os dias positivo, mas mais importante ainda é abrir espaço para acontecer. Para resolver isso, faça suas técnicas e largue para lá! Como eu gosto de dizer: desapegue! Assim, você estará abrindo espaço para a concretização do que já é seu, mas ainda apenas não se manifestou.

8. Você está obcecado por algo muito específico

Você quer amor, mas só pode ser o amor de fulano. Você quer um emprego, mas tem que ser o emprego tal. Agora me responda: quem sabe realmente o que pode ser magnífico na sua vida? O Universo ou você? Mais uma vez eu sugiro: desapegue! Desapegue e peça ao Universo sempre o melhor, o mais abundante, o mais extraordinário! E confie, ele sempre trará o perfeito para você. E, talvez, o melhor seja o amor do fulano ou o emprego tal.

Mas também aceite que, se não for, será algo mil vezes melhor!

9. Você está sentindo com a mente e não com a alma

Acreditar com a cabeça em alguma coisa é até fácil. Convencemos nossa mente de algo novo muito rapidamente. Mas nosso sistema de crenças, aquele que fica no subconsciente ( aqueles que acreditam em vidas passadas dizem que essas crenças veem até de outras vidas) está entulhado de porcarias a nosso respeito e a respeito da vida.

Acredite na felicidade, mas acredite com muita fé, vá lá ao fundo da sua alma e substitua essas crenças velhas!

10. Você não aplica suas vibrações no dia a dia

Um sinal de que não acreditamos com a alma é que não aplicamos nosso positivismo no dia a dia. É altamente comum acontecer o seguinte: você faz suas técnicas todos os dias por 20 minutos. Durante aquele tempo, você vê a maravilha que a vida é, você consegue se conectar profundamente com o Universo. Mas, ao se desligar e ir viver a sua vida, você se enche de negativismo novamente.

Você assiste ao telejornal e fica vendo aquelas desgraças todas enquanto pensa e comenta com o seu colega como o mundo está perdido. Quando acontece alguma situação desesperadora, você já logo fica nervoso e nem lembra que pode contar com o Universo para te ajudar. Nas suas conversas, você só reclama, reclama que não tem isso, que não tem aquilo, etc. Quando você anda pelo shopping, olha tudo procurando pelo preço e reclama que está tudo caro, afirmando para si que não pode comprar nada daquilo. Quando você vê um casal feliz, sente tristeza por não ter o mesmo.

Simples: lá no fundo de sua alma, você não acredita que tudo vai melhorar. Você faz as técnicas da lei da atração na esperança de que talvez mude, mas não acredita realmente.

Para mudar isso aplique o seu positivismo em todos os segundos do seu tempo. Não veja nada ruim na TV enquanto você não conseguir separar que aquilo é dos outros e não seu. Se você precisa se informar, leia rapidamente no jornal ou na Internet as notícias. Quando estiver em uma encruzilhada da vida, relaxe e confie que o Universo vai te ajudar a resolver o melhor caminho a seguir. Converse sempre sobre coisas boas! Olhe tudo o que você quer com olhos de possuidor. Repare nos casais felizes percebendo que aquele amor também é seu por direito!

Esses são os dez erros que eu consertei em mim e que me fizeram conseguir alcançar muitos objetivos com a Lei da Atração. Espero que ajude vocês também.

Não se esqueçam: nada é, tudo está se formando, faça com que se forme a seu favor!

Desconheço a autoria.

O que é a vida?

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 14/08/2013 by Joe

O que é a vida

Vida não é manter um placar. Não é quantos amigos você tem, ou o quanto você é aceito. Não é sobre se você tem planos para este final de semana, ou se você está sozinho. Não é sobre quem você está namorando, quem você já namorou, ou quantas pessoas você já teve e se você nunca teve ninguém.

Não é sobre quem é sua família, ou quanto dinheiro ela tem. Ou que tipo de carro você dirige. Ou quando você foi mandado à escola. Não é sobre o quanto você é bonito ou feio, ou que roupas você usa, que sapatos você calça, que tipo de música você ouve.

Não é sobre se seus cabelos são loiros, vermelhos, pretos ou castanhos. Ou se sua pele é muito clara ou muito escura. Não é sobre que graduação você tem, o quão esperto você é, o quão esperto os outros pensam que você é, ou o quão inteligente os testes dizem que você é.

Não é sobre que clubes você frequenta, ou o quanto você é bom no seu esporte. Não é sobre representar o seu ser inteiro em um pedaço de papel e ficar vendo quem irá aceitar o seu “eu” que está escrito.

A vida não é isso! Mas a vida é, sim, sobre quem você ama e quem você machuca. É sobre quem você faz feliz ou infeliz propositalmente. É sobre manter ou trair a verdade. É sobre amizade, usada como algo sagrado ou como uma arma…

É sobre o que você diz e pensa, às vezes contundente, às vezes encorajador. É sobre iniciar rumores e contribuir para fofocas mesquinhas. É sobre que julgamentos você já passou e por quê. E como seus julgamentos foram espalhados ou difundidos…

É sobre quem você tem ignorado com total controle e intenção. É sobre ciúme, medo, ignorância e vingança. É sobre carregar internamente o amor e o ódio, deixando-os crescer e espalhando-os…

Vida é tudo aquilo com que preenchemos o espaço entre nós e nossos amigos, nossa família, nossos colegas, e também os nossos desafetos e até mesmo as pessoas que sequer conhecemos, a quem às vezes dizemos “bom dia”, às vezes não dizemos nada…

Agora me diga: como você tem preenchido esse espaço?

Desconheço a autoria.

Gelatina de manga

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 20/07/2013 by Joe

Gelatina de manga

Gelatina é uma sobremesa que quase todo mundo gosta. Ela é bem fácil de preparar, combina com vários pratos e pode ser encontrada em diversas cores e sabores.

Mas aí pinta uma dúvida? Você sabe do que é feita a gelatina? Não? Então prepare-se porque, acredito, algumas pessoas vão torcer o nariz quando souberem a sua origem!

A gelatina é produzida a partir da pele, ossos, tendões e fibras que unem músculos aos ossos de porcos e bois! Eca, né? Essa ideia pode não parecer muito apetitosa, mas faz sentido quando paramos pra analisar e vemos que a gelatina é um tipo de proteína chamada colágeno e que existe em grande quantidade nessas partes do corpo dos animais, além do nosso próprio.

É sempre bom lembrar os benefícios que o colágeno (além da queratina e proteínas encontradas nessas partes dos porcos e bois) possui e auxilia na prevenção de dores nas articulações, combate a flacidez, impede a deformação dos ossos, auxilia em dietas, fortalece cabelos e unhas, fortalece os ossos, auxilia na cicatrização e previne o organismo contra doenças como a artrose e a osteoporose. Sua composição contém nove dos dez aminoácidos que o organismo necessita. Não possui gordura, colesterol e nem contra-indicações, devendo ser consumida, no mínimo, 250 ml por dia.

Para virar gelatina, essa pele, tendões e ossos de porcos e bois passam por um processo um tanto longo. Lavados e fervidos (para tirar a gordura), ficam de molho numa solução ácida ou alcalina para que as moléculas do colágeno sejam quebradas em pedaços menores, permitindo que se torne solúvel.

Depois é preciso submetê-los à secagem, formando as folhas de gelatina. Trituradas, essas folhas viram pó e, depois de misturadas a açúcar, corantes e aromatizantes, vão para os supermercados em saquinhos e viram sobremesas deliciosas!

E, por falar em sobremesa deliciosa, bem simples de preparar, saborosíssima, nutritiva, além de um visual muito lindo.

Gelatina de manga

Ingredientes

2 pacotes de gelatina em pó branca, sem sabor
1/3 de xícara (chá) de água para dissolver a gelatina
6 mangas descascadas cortadas em pedaços
1 ½ xícara (chá) de água
1 xícara (chá) de açúcar
1 xícara (chá) de creme de leite

Modo de preparo

Dissolva as gelatinas na água, em banho-maria, mexendo bem até que estejam bem diluídas.

Bata a manga com a água no liquidificador. Passe por uma peneira, acrescente ½ xícara do açúcar e misture bem. Numa tigela, coloque cinco xícaras da mistura de manga, junte a gelatina e o creme de leite. Mexa bem até ficar homogêneo. Despeje numa forma de 25 cm de diâmetro untada com óleo e deixe na geladeira até firmar. Desenforme e reserve.

Misture a manga e o açúcar restantes e use como calda ao servir.

By Joemir Rosa.

Por que príncipes viram sapos

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Para entender por que nos decepcionamos com o ser amado, é preciso conhecer o processo de namoro: saber o que leva a nos encantarmos sentimentalmente com alguém.

O que faz uma pessoa até há pouco tempo desconhecida se tornar tão indispensável para nós que não imaginamos mais a vida sem ela? Não há como responder integralmente a esta pergunta, mas algumas conclusões parciais podem ser úteis para cometermos menos erros.

Em primeiro lugar, as pessoas se envolvem porque se acham incompletas. Se todos nós nos sentíssemos “inteiros” em vez de “metades”, não amaríamos, pois o amor é o sentimento que desenvolvemos por quem nos provoca aquelas sensações de aconchego e de algo completo que não conseguimos ter sozinhos. A escolha do parceiro envolve variáveis intrigantes, que vão do desejo de nos sabermos protegidos à necessidade de sermos úteis ou mesmo explorados.

A aparência física ocupa um papel importante nesta fase, sobretudo nos homens, que são mais sensíveis aos estímulos visuais. Muitos registram na memória figuras que os impressionaram e que servem de base para criar modelos ideais, com os quais cada mulher é confrontada. Pode ser a cor dos olhos, dos cabelos, o tipo de seio ou de quadril. São elementos que lembram desde suas mães até uma estrela de cinema. As mulheres também selecionam indicadores do homem ideal: deve ser esbelto ou musculoso, executivo ou intelectualizado, voltado para as artes e assim por diante. Todos esses ingredientes incluem elementos eróticos e se transformam, na nossa imaginação, em símbolos de parceiros ideais. De repente, julgamos ter encontrado uma quantidade significativa de tais símbolos naquela pessoa que passou pela nossa vida. E nos apaixonamos.

A fase de encantamento, no entanto, se fundamenta não só em aspectos ligados à aparência, mas também no que há por dentro. No entanto, uma outra situação pode ocorrer: conversamos com quem nos chamou a atenção e, devido à atração inicial e ao nosso enorme desejo de amar, tendemos a ver no seu interior as afinidades que sempre quisemos que existissem naquele que nos arrebata o coração.

Por exemplo: um rapaz franzino e intelectualizado é visto como emotivo, romântico, delicado, respeitoso e pouco ciumento. A moça se encanta com ele e espera que ele seja portador dessas qualidades. A isso chamamos idealização: acreditar que o outro tem características que lhe atribuímos. Sonhamos com um príncipe encantado – ou com uma princesa ideal – e projetamos todos os nossos desejos sobre aquela pessoa. E, quando passamos a conviver com ela, esperamos as reações próprias do ser que idealizamos.

Mas o que ocorre? É o indivíduo real que vai reagir e se comportar conforme suas peculiaridades. E é muito provável que nos decepcionemos – não exatamente por causa de suas características, mas porque havíamos despejado sobre ele fantasias de perfeição.

O erro nem sempre está no parceiro, e sim no fato de termos sonhado com ele mais do que prestado atenção no que ele realmente é. Eis aí um bom exemplo dos perigos derivados da sofisticação da mente, capaz de usar a imaginação de uma forma tão livre que a realidade jamais conseguirá alcançá-la.

By Dr. Flavio Gikovate.

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