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Borboletas

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 04/08/2015 by Joe

Borboletas

Uma borboleta voa e você levanta a cabeça para segui-la. Tenta acompanhá-la com olhares, não somente pela graça do seu voo, mas por seu significado físico e poético.

A borboleta é o símbolo mais perfeito do ócio artístico e da liberdade criadora. Fascina porque é bela e livre.

As borboletas são independentes. Não existe ciúme entre elas, nenhuma controla o voo da outra, não existe desenho prévio para o tipo de voo que vão voar quando saem a passeio. Não fazem planos para os voos do dia seguinte, não acumulam coisas, não carregam nada nas costas, não se casam e nem se prometem coisas absurdas.

Por isso as borboletas fascinam. Por isso as pessoas querem seguir as borboletas. Voar como elas. Ser como elas.

By Edson Marques, trecho de seu livro “A Teoria do Acaso”.

Metamorfoses

Posted in Reflexão with tags , , , on 27/05/2015 by Joe

Metamorfoses

Não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses.

By Rubem Alves.

Aprenda a gostar de você

Posted in Relacionamentos with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 03/03/2015 by Joe

Aprenda a gostar de você

Aprenda a gostar de você, a cuidar e você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você…

A idade vai chegando e, com o passar do tempo, nossas prioridades na vida vão mudando. A vida profissional, a monografia de final de curso, as contas a pagar. Mas uma coisa parece estar sempre presente: a busca pela felicidade com o amor da sua vida.

Desde pequenas ficamos nos perguntando “quando será que vai chegar”? E a cada nova paquera, vez ou outra nos pegamos na dúvida “será que é ele”? Como diz o meu pai, “nessa idade tudo é definitivo”… ou pelo menos a gente achava que era!

Cada namorado era o novo homem da sua vida. Faziam planos, escolhiam o nome dos filhos, o lugar da lua-de-mel e de repente… PLAFT! Como num passe de mágica, ele desaparecia, fazendo criar mais expectativas a respeito “do próximo”.

Você percebe que cair na guerra quando se termina um namoro é muito natural, mas que já não dura mais de três meses. Agora, você procura melhor e começa a ser mais seletiva. Procura um cara formado, trabalhador, bem resolvido, inteligente, com aquele papo que a deixa sentada no bar o resto da noite.

Você procura por alguém que cuide de você quando está doente, que não reclame em trocar aquele churrasco dos amigos pelo aniversário da sua avó, que jogue “Imagem & Ação” e se divirta como uma criança, que sorria de felicidade quando te olha, mesmo quando está de short, camiseta e chinelo.

A liberdade, ficar sem compromisso, sair sem dar satisfação já não têm o mesmo valor que tinha antes. A gente inventa um monte de desculpas esfarrapadas, mas continuamos com a procura incessante por uma pessoa legal, que nos complete e vice-versa.

Enquanto tivermos maquiagem e perfume, vamos à luta… e haja dinheiro para manter a presença em todos os eventos da cidade: churrasco, festinhas, boates na quinta-feira. Sem falar na diversidade que vai do Forró ao Beatles.

Mas o melhor dessa parte é se divertir com as amigas, rir até doer a barriga, fazer aqueles passinhos bregas de antigamente e curtir o som. Olhar para o teto, cantar bem alto aquela música que você adora.

Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquele cara que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente não é o homem da sua vida.

Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.

O segredo é não correr atrás das borboletas: é cuidar do jardim para que elas venham até você.

No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!

Texto atribuído a Mário Quintana.

O essencial…

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 01/11/2013 by Joe

O essencial é invisível aos olhos

Quando a gente lhes fala de um novo amigo, elas jamais se informam do essencial. Não perguntam nunca: “Qual é o som da sua voz?”, “Quais os brinquedos que prefere?”, “Será que coleciona borboletas?”

Mas perguntam: “Qual é sua idade?”, “Quantos irmãos ele tem?”, “Quanto pesa?”, “Quanto ganha seu pai?”

Somente então é que elas julgam conhecê-lo!

Se dizemos às pessoas grandes:

– “Vi uma bela casa de tijolos cor-de-rosa, gerânios na janela, pombas no telhado”, elas não conseguem, de modo nenhum, fazer uma ideia da casa. É preciso dizer-lhes:

– “Vi uma casa de seiscentos contos”.

Então elas exclamam:

– “Que beleza!”

By Antoine de Saint-Exupéry, em “O Pequeno Príncipe”.

Gente grande

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 31/03/2011 by Joe

As pessoas grandes adoram os números. Quando a gente lhes fala de um novo amigo, elas jamais se informam do essencial. Não perguntam nunca: “Qual é o som da sua voz? Quais os brinquedos que prefere? Será que coleciona borboletas?”

Mas perguntam: “Qual é sua idade? Quantos irmãos ele tem? Quanto pesa? Quanto ganha seu pai?” Somente então é que elas julgam conhecê-lo.

Se dizemos às pessoas grandes: “Vi uma bela casa de tijolos cor-de-rosa, gerânios na janela, pombas no telhado…” elas não conseguem, de modo nenhum, fazer uma idéia da casa. É preciso dizer-lhes: “Vi uma casa de seiscentos contos”. Então elas exclamam: “Que beleza!”

By Antoine de Saint-Exupéry.

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