Arquivo para Bananas

Como nasce um paradigma

Posted in Inspiração with tags , , , , , , on 15/07/2011 by Joe

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula. No meio, uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, os cientistas jogavam um jato de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco tentava subir a escada, os outros o puxavam e o enchiam de pancada. Algum tempo depois, nenhum macaco subia a escada, apesar da tentação das bananas.

Então, os cientistas substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez, ao entrar na jaula, foi tentar subir a escada, sendo imediatamente retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo já não tentava mais subir a escada.

Um segundo macaco foi substituído e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, da surra ao novato.

Um terceiro foi trocado e o mesmo aconteceu. Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído. Os cientistas, então, ficaram com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas.

Se fosse possível perguntar a algum deles porque eles batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:

“Não sei, mas as coisas sempre foram assim por aqui!”

Desconheço o autor.

“Apenas duas coisas são infinitas: o Universo e a estupidez humana! E eu não tenho tanta certeza do primeiro!” (Albert Einstein).

Não perca a oportunidade de questionar porque faz certas coisas na vida, sem pensar. Não aceite explicações do tipo “sempre foi assim”, pois quem sempre faz assim, sempre obtém os mesmos resultados que sempre obteve! Questione, indague, demodele-se … e mude!! (Joemir Rosa).

A captura de um macaco

Posted in Reflexão with tags , , , on 28/07/2009 by Joe

Macaco apegado à bananaA história é muito antiga, mas não menos curiosa. Algumas tribos africanas utilizam um engenhoso método para capturar macacos.

Como estes são muito espertos e vivem saltando nos galhos mais altos das  árvores, os nativos desenvolveram o seguinte sistema: pegam uma cumbuca de boca estreita e colocam dentro dela uma banana.

Em seguida, amarram-na ao tronco de uma  árvore freqüentada por macacos, afastam-se e esperam. Após algum tempo, um macaco curioso desce, olha dentro da cumbuca e vê  a banana. Enfia sua mão, apanha a fruta, mas como a boca do recipiente é muito estreita, ele não consegue retirar a banana.

Surge um dilema: se largar a banana sua mão sai e ele pode ir embora livremente, caso contrário, continua preso na armadilha.

Depois de um tempo, os nativos voltam e tranqüilamente capturam os  macacos que, teimosamente, se recusam a largar as bananas. 

O final é meio trágico, pois os macacos são capturados para servirem de alimento.

Você deve estar achando inacreditável o grau de estupidez dos macacos, não é? Afinal, basta  largar a banana e ficar livre do destino de ir para a panela. Fácil demais …

O problema deve estar na importância exagerada que o macaco atribui à banana. Ela já está ali, na sua mão, parece ser uma insanidade largá-la.

Essa  história é engraçada porque muitas vezes fazemos exatamente como os macacos.

Você nunca conheceu alguém que está totalmente insatisfeito com o emprego, mas insiste em  permanecer mesmo sabendo que está cultivando um infarto? Ou alguém que trabalha e não está satisfeito com o que faz, e ainda assim faz apenas pelo dinheiro?

Ou casais com relacionamentos completamente deteriorados que permanecem sofrendo, traindo e sendo traídos?

Ou pessoas infelizes por causa de decisões antigas, adiando um novo caminho que poderia trazer de volta a alegria de viver? 

Somos ou não somos como os macacos?

A  vida é preciosa demais para trocarmos por uma “banana” que, apesar de estar na nossa mão, pode levar-nos direto à  “panela”.

Autoria desconhecida.

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