Arquivo para Aprendizagem

Entregue-se ao imprevisível…

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 25/08/2015 by Joe

Entregue-se ao imprevisível

… e encontre o amor!

Se existem verdades absolutas neste mundo, uma delas é que todos nós temos medo de sofrer. Assim, ingenuamente tentamos controlar as situações ao nosso redor, como se isso fosse possível.

Obcecados por esse desejo de nos proteger, gastamos nossa energia e nosso tempo tentando controlar os pensamentos, as atitudes e até os sentimentos das pessoas que amamos e que, sobretudo, desejamos que nos amem.

No entanto, não nos damos conta de que a vida se baseia no imprevisível, no incontrolável, no surpreendente! Nenhum sentimento é garantido, nenhuma consequência é revelada antecipadamente. O futuro é totalmente incerto. E, apesar de tamanha imprevisibilidade, temos em nosso coração toda a possibilidade de conquistarmos o que e quem amamos, o que é muito diferente de controlar, prever ou obter garantias!

Muitas pessoas não conseguem encontrar um amor, não se entregam a uma relação profunda e verdadeira simplesmente porque estão, todo o tempo, tentando obter certezas. As perguntas não param de gritar, as dúvidas não têm fim e o medo de se deparar com a dor parece assombrar milhares de corações, impedindo-os de enxergar uma outra possibilidade, tão plausível quanto a de sofrer. Será que ele me ama? Será que vale a pena perdoar e tentar de novo? Será que ele não vai me trair? Será que não estou sendo idiota? Será que não vou sofrer mais do que se ficar sozinho? Será? Será?

O que será, eu responderia com muita tranquilidade, não importa agora! Na verdade, nunca importará! A pergunta correta é: “Eu quero?” Quando aprendermos a responder, com respeito e responsabilidade, essa simples perguntinha, teremos previsto qualquer possibilidade. Sim, porque o amor é uma chance, uma oportunidade, não uma garantia, nunca uma certeza! Podemos vivê-lo conforme nossa vontade, de acordo com nosso coração ou… passaremos a vida inteira tentando controlar o incontrolável, garantir o incerto! Jamais teremos como saber se o outro está sendo fiel, se o amor que sentimos é correspondido na mesma medida, se vamos sofrer ou se seremos felizes. Jamais saberemos do amanhã ou do outro.

Então, que usemos nossa inteligência, a despeito de todo o medo que isso possa nos fazer sentir. Ou seja, que possamos, de uma vez por todas, abrir mão dessa tentativa inútil de controlar o amor, a vida e o outro e nos concentremos em nós, em nosso coração e em nossos reais objetivos!

Descobriremos que nos ocupar com nossos próprios sentimentos já é trabalho para vida inteira. Descobriremos que agir conforme nossa vontade é o bastante para que nos sintamos preenchidos, embora possamos mesmo vir a sofrer… simplesmente porque o sofrimento é uma possibilidade tão possível quanto a felicidade!

E digo mais: só conseguiremos entrar de fato no coração de alguém, mesmo sem termos certeza disso, quando tivermos a audácia e a coragem de nos entregar ao imprevisível, quando conseguirmos compreender que a segurança é mérito pessoal, interno, sentimento que não se pode ter em relação a ninguém além de nós mesmos.

Portanto, para todas as pessoas que perguntam sobre qual é o “segredo” para viver o amor sem sentir tanta insegurança, tanto ciúme e tanto medo de sofrer, aproveito este momento para responder: o segredo está em saber se você quer, se você realmente quer! Porque se você quiser e fizer por merecer, agindo você com sinceridade, qualquer possibilidade de dor e sofrimento valerá a pena. Porque quando a gente quer de verdade, com o coração, a magia do amor nos faz entender que sofrer faz parte do caminho e, no final das contas, é tudo crescimento, aprendizagem, evolução e, por fim, a tão desejada felicidade. E não que ela esteja no final do caminho ou no final da vida, simplesmente porque ser feliz é isso: entregar-se ao imprevisível e aceitar a dor e a alegria como partes do amor!

E quando penso que essa entrega é realmente difícil, me lembro de uma frase que gosto muito:

– “Se o seu problema tem solução, relaxe… ele tem solução. E se o seu problema não tem solução, relaxe… ele não tem solução!”

É uma frase engraçada, mas muitíssimo sábia.

Portanto, quando estiver doendo muito, não resista! Simplesmente relaxe e aceite, pois a resposta virá!

By Rosana Braga, escritora, jornalista e consultora em relacionamentos, palestrante e autora dos livros “Alma Gêmea – Segredos de um Encontro” e “Amor – sem regras para viver”, entre outros.

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Gaiolas e asas

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 15/09/2014 by Joe

Gaiolas e asas

Os pensamentos me chegam de forma inesperada, sob a forma de aforismos. Fico feliz porque sei que Lichtenberg, William Blake e Nietzsche frequentemente eram também atacados por eles. Digo “atacados“ porque eles surgem repentinamente, sem preparo, com a força de um raio. Aforismos são visões: fazem ver, sem explicar.

Pois ontem, de repente, esse aforismo me atacou: “Há escolas que são gaiolas. Há escolas que são asas“…

Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o voo.

Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são os pássaros em voo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o voo, isso elas não podem fazer, porque o voo já nasce dentro dos pássaros. O voo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado.

Esse simples aforismo nasceu de um sofrimento: sofri conversando com professoras de segundo grau, em escolas de periferia. O que elas contam são relatos de horror e medo. Balbúrdia, gritaria, desrespeito, ofensas, ameaças … E elas, timidamente, pedindo silêncio, tentando fazer as coisas que a burocracia determina que sejam feitas, dar o programa, fazer avaliações …

Ouvindo os seus relatos vi uma jaula cheia de tigres famintos, dentes arreganhados, garras à mostra – e as domadoras com seus chicotes, fazendo ameaças fracas demais para a força dos tigres… Sentir alegria ao sair de casa para ir para a escola? Ter prazer em ensinar? Amar os alunos? O seu sonho é livrar-se de tudo aquilo. Mas não podem. A porta de ferro que fecha os tigres é a mesma porta que as fecha junto com os tigres.

Nos tempos da minha infância eu tinha um prazer cruel: pegar passarinhos. Fazia minhas próprias arapucas, punha fubá dentro e ficava escondido, esperando… O pobre passarinho vinha, atraído pelo fubá. Ia comendo, entrava na arapuca, pisava no poleiro – e era uma vez um passarinho voante. Cuidadosamente, eu enfiava a mão na arapuca, pegava o passarinho e o colocava dentro de uma gaiola. O pássaro se lançava furiosamente contra os arames, batia as asas, crispava as garras, enfiava o bico entre nos vãos, na inútil tentativa de ganhar de novo o espaço, ficava ensanguentado… sempre me lembro com tristeza da minha crueldade infantil.

Violento, o pássaro que luta contra os arames da gaiola? Ou violenta será a imóvel gaiola que o prende? Violentos, os adolescentes de periferia? Ou serão as escolas que são violentas? As escolas serão gaiolas?

Me falaram sobre a necessidade das escolas dizendo que os adolescentes de periferia precisam ser educados para melhorarem de vida. De acordo. É preciso que os adolescentes tenham uma boa educação. Uma boa educação abre os caminhos de uma vida melhor. Mas, eu pergunto: nossas escolas estão dando uma boa educação? E o que é uma boa educação?

O que os burocratas pressupõe sem pensar é que os alunos ganham uma boa educação se aprendem os conteúdos dos programas oficiais. E para se testar a qualidade da educação eles criam mecanismos, provas, avaliações, acrescidos dos novos exames elaborados pelo Ministério da Educação.

Mas será mesmo? Será que a aprendizagem dos programas oficiais se identifica com o ideal de uma boa educação? Você sabe o que é “dígrafo“? E os usos da partícula “se“? E o nome das enzimas que entram na digestão? E o sujeito da frase “Ouviram do Ipiranga as margens plácidas de um povo heróico o brado retumbante“? Qual a utilidade da palavra “mesóclise“?

Pobres professoras, também engaioladas… São obrigadas a ensinar o que os programas mandam, sabendo que é inútil. Isso é hábito velho das escolas. Bruno Bettelheim relata sua experiência com as escolas:

“Fui forçado (!) a estudar o que os professores haviam decidido que eu deveria aprender – e aprender à sua maneira…“

O sujeito da educação é o corpo porque é nele que está a vida. É o corpo que quer aprender para poder viver. É ele que dá as ordens. A inteligência é um instrumento do corpo cuja função é ajudá-lo a viver. Nietzsche dizia que ela, a inteligência, era “ferramenta“ e “brinquedo“ do corpo. Nisso se resume o programa educacional do corpo: aprender “ferramentas“, aprender “brinquedos“.

“Ferramentas“ são conhecimentos que nos permitem resolver os problemas vitais do dia a dia. “Brinquedos“ são todas aquelas coisas que, não tendo nenhuma utilidade como ferramentas, dão prazer e alegria à alma. No momento em que escrevo este texto estou ouvindo o coral da 9ª sinfonia. Não é ferramenta. Não serve para nada. Mas enche a minha alma de felicidade.

Nessas duas palavras, ferramentas e brinquedos, está o resumo educação.

Ferramentas e brinquedos não são gaiolas. São asas. Ferramentas me permitem voar pelos caminhos do mundo. Brinquedos me permitem voar pelos caminhos da alma. Quem está aprendendo ferramentas e brinquedos está aprendendo liberdade, não fica violento. Fica alegre, vendo as asas crescerem…

Assim todo professor, ao ensinar, teria que perguntar:

“Isso que vou ensinar, é ferramenta? É brinquedo? Se não for é melhor deixar de lado”.

As estatísticas oficiais anunciam o aumento das escolas e o aumento dos alunos matriculados. Esses dados não me dizem nada. Não me dizem se são gaiolas ou asas. Mas eu sei que há professores que amam o voo dos seus alunos. Há esperança…

By Rubem Alves.

Persistência X Mudanças

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 23/05/2013 by Joe

Moscas

Parte 1

Contam que, certa vez, duas moscas caíram num copo de leite. A primeira era forte e valente; assim, logo ao cair, nadou até a borda do copo, mas como a superfície era muito lisa e ela tinha suas asas molhadas, não conseguiu sair. Acreditando que não havia saída, a mosca desanimou, parou de nadar, de se debater e afundou.

Sua companheira de infortúnio, apesar de não ser tão forte, era tenaz, continuou a se debater, a se debater e a se debater por tanto tempo que, aos poucos, o leite ao seu redor, com toda aquela agitação, foi se transformando e formou um pequeno nódulo de manteiga, onde a mosca conseguiu, com muito esforço, subir e dali levantar voo para um lugar seguro.

Durante anos, ouvi esta primeira parte da história como um elogio à persistência que, sem dúvida, é um hábito que nos leva ao sucesso.

No entanto…

Parte 2

Tempos depois a mosca, por descuido ou acidente, novamente caiu num copo. Como já havia aprendido em sua experiência anterior, começou a se debater, na esperança de que, no devido tempo, se salvaria. Outra mosca, passando por ali e vendo a aflição da companheira de espécie, pousou na beira do copo e gritou:

“Tem um canudo ali, nade até lá e suba pelo canudo”.

A mosca tenaz não lhe deu ouvidos e, baseando-se na sua experiência anterior de sucesso, continuou a se debater e a se debater até que, exausta, afundou no copo cheio … de água.

Quantos de nós, baseados em experiências anteriores, deixamos de notar as mudanças no ambiente e ficamos nos esforçando para alcançar os resultados esperados até que afundamos na nossa própria falta de visão? Fazemos isto quando não conseguimos ouvir aquilo que, quem está de fora da situação, nos aponta como solução mais eficaz. Assim, perdemos a oportunidade de “reenquadrar” nossa experiência. Ficamos paralisados, presos aos velhos hábitos, com medo de errar.

“Reenquadrar” é uma das ferramentas que temos a oportunidade de usar no apoio ao nosso aprendizado e crescimento. As pessoas já perceberam que nem sempre pais, esposos, amigos, familiares, ou mesmo o conselheiro espiritual, podem mostrar-lhes a visão isenta do ambiente ou da situação que estão vivendo.

“Reenquadrar” é permitir-se olhar a situação atual como se ela fosse inteiramente diferente de tudo que já vivemos.

“Reenquadrar” é buscar ver através de novos ângulos, de forma a perceber que, fracasso ou sucesso, tudo pode ser encarado como aprendizagem.

Desta forma, todo o medo se extingue e toda experiência é como uma nova porta que pode nos levar à motivação de continuar buscando o que queremos, à autoestima que nos sustenta.

Este artigo é dedicado a todos nós que queremos vencer!

Desconheço a autoria.

Vá além dos seus limites

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 02/04/2013 by Joe

Expandindo limites

Você já parou para pensar quais são os seus limites? O que é que você pode ou não realizar na sua vida, independentemente do setor, seja ele profissional, pessoal, financeiro, familiar? Onde aprendemos o que é ou não possível fazer?

Normalmente aprendemos isso na nossa educação familiar, escolar e profissional. Além disso, no decorrer da nossa vida isso também acontece em relação às pessoas com as quais convivemos, respeitamos e admiramos. Isso, com certeza, ajuda a cada um de nós a melhorar nossa capacidade de interação com as pessoas em geral, pois a grande maioria continua definindo seus limites baseados nisso.

Porém, você já parou para pensar que só existe uma pessoa como você? Podem existir pessoas parecidas, talvez assustadoramente iguais, mas não são iguais. A sua existência é única. Você é único. A estrada da sua vida é sua e de mais ninguém. É resultado de suas escolhas, experiências e aprendizagem e daquilo em que você acredita ou não.

Acontece exatamente dessa forma, como você percebe e se relaciona com mundo em que vive é fruto de como você vê o mundo e você vê o mundo baseado naquilo que acredita sobre ele. Imagine a seguinte situação: você foi apresentado a um problema no seu trabalho. Se você pensar que não é capaz de resolvê-lo, não será capaz de resolvê-lo realmente. Vou explicar: quando você determina um comando para a sua mente, ela naturalmente busca como realizar a tarefa. Se a primeira informação que ela recebe é de que você não é capaz de fazer isso, sua criatividade se fecha pois, afinal, não vai adiantar nada, não dá pra fazer mesmo e suas sensações físicas tendem a ser de desconforto, irritação e até de mau humor.

Emoções limitadoras são ativadas reforçando sua incapacidade de realizar aquela atividade, projeto ou mesmo uma meta de produção. E com todo o seu corpo e mente jogando contra, vai ser muito difícil ganhar esse jogo. Dessa forma, utilizamos todo o grande potencial humano para não realizar as tarefas, ou resolver problemas e, assim, passamos a ter mais um problema, pois começamos a acreditar que não somos bons o suficiente.

Nesse ponto, a sua autoestima começa a ser comprometida, seu grau de certeza em relação à vida fica abalado. Você pode se perguntar se acontece tudo isso apenas por causa de um problema que pensou não ser capaz de realizar. Sim, em segundos isso ocorre, e cada vez mais você vai ter menor capacidade de resolver problemas, atingir objetivos e realizar metas.

Olhe ao seu lado, entre as pessoas com quem você convive. Quanto mais problemas essa pessoa é capaz de resolver, normalmente ela é mais bem remunerada, seu trabalho é necessário, seu poder de decisão tende a crescer. Isso ocorre porque essa pessoa acredita que é capaz de fazer aquilo a que se propõe. Cada vez mais coisas que antes pareciam ser improváveis, de serem realizadas, serão realizadas. Situações adversas serão resolvidas por quem acredita ser capaz de realizar e busca os recursos necessários para isso.

Talvez você seja assim, talvez não, mas o fantástico é que você pode mudar isso se quiser. Se você acreditar que pode, da mesma forma sua mente começará a trabalhar para viabilizar aquilo que você deseja. Opções começarão a aparecer, você perceberá mais claramente o que tem de aprender para realizar aquilo que deseja, pois o alicerce já foi formado. Você acreditou no seu poder de superação e realização.

Henry Ford, o criador da Ford e das linhas de produção, no início do século passado já nos dizia: “se você pensa que pode, ou se você pensa que não pode, não importa. De qualquer forma você está certo”.

Agora, neste exato momento que você está lendo este artigo, você pode ir além dos seus limites. Convido você a tomar uma decisão: vou fazer deste dia um grande dia! Vou escolher emoções positivas que me permitam aprimorar as minhas habilidades empresariais, comerciais, de relacionamento com clientes e colegas de trabalho para que eu seja capaz de realizar mais do que estou normalmente acostumado a realizar.

Desta forma, você começa a expandir o seu padrão de comportamento. Que emoções são essas? Alegria, entusiasmo, bom humor, positividade (otimismo) são alguns exemplos. Associe a isso determinação, coragem, comprometimento, amor e a disposição de continuar crescendo e se superando e descobrirá como você é capaz de ir além dos seus limites.

By Jô Furlan.

Acertos e erros

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 23/11/2012 by Joe

Você gosta de errar? Bom, se você responder que não, é normal, natural.

Nós somos “instruídos”, “educados”, “treinados” para não errarmos! Mas não deveria ser assim…

O erro deveria ser considerado como uma ferramenta de aprendizagem da vida! Nós deveríamos receber uma delegação para errarmos! Porém, com uma condição: não repetirmos o mesmo erro.

Mas os erros deveriam, sim, ser cometidos pela ação e jamais por omissão!

Mesmo assim, tem pessoas que cometem diversos erros, repetidas vezes, como se gostassem de errar. Algumas vezes de forma inconsciente, mas deixando a ideia de que são desligadas ou incompetentes.

Você quer ter uma ideia das causas mais comuns destes erros, aos quais me refiro?

O medo de arriscar-se! Viver o constante dilema entre fazer o que gosta e o que é certo! Ser inflexível e resistir às mudanças!

Agora analise alguns dos erros que são cometidos repetidamente, sem levar a um aprendizado: resolver problemas buscando eliminar seus efeitos e não procurando acabar com as respectivas causas.

Guardar para si todo conhecimento, informação e novidade. Pensando que isso significa ter ou acumular poder.

Colocar a culpa nos outros pode ser uma postura mais fácil, ao invés de consertar as atitudes. Achar que a construção de felicidade está na construção de um mundo unicamente material. Esquecendo que felicidade é algo que construímos diariamente dentro de nós mesmos!

Para finalizar, gostaria que você compreendesse que a repetição de um erro não é condição suficiente para transformá-lo em acerto. Precisamos ficar antenados, não deixar que a culpa nos consuma. Só assim construiremos nossa liberdade de errar, aprender com os erros e acertar!

Pense nisso!

Desconheço a autoria.

Em todo beco sem saída existe uma passagem secreta

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 24/10/2012 by Joe

Você sabe reconhecer a diferença entre “ouvir um canto de sereia para abandonar um sonho” e “fazer um desvio para ganhar fôlego”? Como saber quando ser flexível para reconhecer oportunidades e quando manter o foco em um só objetivo e lutar até o fim?

Tudo começa quando você se questiona sobre as escolhas que tem feito na vida e inicia uma exploração para descobrir “o que você realmente quer”. Neste processo, naturalmente, você para de seguir os sonhos de outras pessoas e começa a explorar sua própria consciência em busca das suas respostas.

O próximo passo é explorar e descobrir que valores estão embasando esta nova meta (por exemplo, felicidade, prosperidade, segurança, liberdade, reconhecimento, paz, serviço ao outro, etc.) para começar a sua maravilhosa jornada. Não basta só atingir a meta: além de curtir a jornada, você tem que ser feliz quando chegar lá!

Em seguida, você precisa aprender a montar um planejamento para alinhar sua vida pessoal e profissional com este novo objetivo e começar a agir em direção a ele. Pequenas ações todos os dias fazem o trem da sua vida começar uma curva suave em direção da meta que você quer atingir. É um trajeto gostoso, com muitos sonhos e desafios e uma emoção permanente a cada escolha.

Apenas tome cuidado com escolhas que façam curvas acentuadas! Investigue, aprofunde, perceba o impacto nas várias áreas da sua vida, nos seus valores. Uma curva de 90 graus pode descarrilar o seu trem!

Ao longo da jornada você poderá fazer escolhas que o levem, aparentemente, a becos sem saída. Estas são oportunidades que podem ser interpretadas, basicamente, com dois pontos de vista: o da vítima ou do protagonista.

O ponto de vista da vítima é o caminho das justificativas: você provavelmente vai sentir uma sensação de fracasso, vai tentar culpar alguém e sentir raiva por estar nesta situação. A raiva cria uma falsa sensação de alívio, mas com o passar do tempo, só resulta em mágoas e ressentimentos. Você se sente impotente para fazer as mudanças que precisa para colocar sua vida de volta nos trilhos.

O ponto de vista do protagonista é onde você aprende e supera o desafio. É o momento de se fazer a seguintes perguntas:

– O que eu posso aprender com isso? Esta exploração vai ajudá-lo a reduzir as chances de que esta situação se repita.

– Que recursos eu deixei de utilizar? É hora de ser honesto consigo mesmo e saber quanto da sua capacidade de trabalho, relacionamentos, aprendizagem, tempo, etc. você realmente investiu. No que você pode melhorar?

– Que pistas eu ignorei? Aqui você pode descobrir sensações, crenças, padrões, hábitos e atitudes que podem estar sabotando seu comprometimento pessoal. Estar alerta é fundamental!

Se você optar por explorar estas situações em busca de aprendizado, responsabilidade pessoal e flexibilidade, além de reduzir as chances que elas se repitam, você certamente encontrará uma saída.

Acredite: quando você assume responsabilidade por suas escolhas, em todo beco sem saída existe uma passagem secreta!

By Caio Cesar Santos.

Arrisque-se … e seja você mesmo!

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 04/05/2012 by Joe

A grande maioria das pessoas concorda que gostaria de ser uma pessoa saudável, feliz e útil enquanto estiver na terra. Para que isso se torne possível, recebemos – durante toda nossa vida, e das mais diferentes pessoas (pais, parentes, professores, autoridades, amigos, mídia, etc.) – uma abundância de conselhos, broncas, ameaças, dicas, fórmulas e regras que acabam nos programando sobre o que é a felicidade e como buscá-la.

Mas em algum lugar desse caminho, ao amadurecermos como adultos, começamos a notar que, na verdade – e gostemos disso ou não – somos nós mesmos que criamos nosso próprio sentido de existência como seres humanos, embora baseando-se em valores e crenças de outras pessoas.

Em algum ponto de nossas vidas, por vontade própria ou por acidente, descobrimos que o sentido dela depende somente de nós mesmos. Somos ao mesmo tempo autores, diretores e o ator principal dessa peça fantástica que se chama vida. Para muitas pessoas essa descoberta é tão assustadora que preferem voltar a para sua “zona de segurança”, uma área confortável onde não é preciso pensar, apenas obedecer.

Para elas é difícil aceitar que evitar tomar decisões já é, em si, uma decisão. É um paradoxo: tem gente que toma a decisão de não decidir – é a decisão de deixar os outros decidirem no seu lugar. Em última análise, a decisão de deixar de ser quem é para ser quem os outros querem que ela seja.

Felizmente existem também as pessoas que se dão conta dessa liberdade de poder pensar (e decidir) de maneira livre e racional. Conseguem aceitar o fato que o pré-condicionamento que receberam, independentemente de seu conteúdo ou fonte, é apenas mais um passo inevitável do processo de maturação e amadurecimento.

Dessa maneira elevam-se, fortalecendo sua estima e amor-próprio. De maneira apaixonada, as pessoas livres valorizam sua dedicação, buscando jogar o melhor possível com as cartas que a vida lhes dá, atráves do crescimento e da apreendizagem contínua. Consistentemente escolhem fazer coisas que fazem sentido em sua vida,  trazendo junto a realização pessoal e profissional.

Onde você se encaixa? Você é quem gostaria de ser? Faz o que gostaria de fazer? A sua vida é a vida que você queria ter?

Não aceite as desculpas racionais que sempre aparecem em nossa mente quando fazemos essas perguntas. Melhor ainda: preste atenção no seu comportamento, na sua atitude, pois essas são as melhores formas de descobrir corretamente que tipo de filosofia e valores pessoais você tem.

Na maioria das vezes, “coisas” acontecem porque alguém tomou uma decisão. A natureza recompensa a ação, e não desejos ou sentimentos.

O controle de qualquer situação requer foco e expectativas claras sobre nosso objetivo final, bem como conhecer as ações ou passos que devem ser tomados para atingir esse objetivo de maneira satisfatória.

A verdade é que uma pessoa pode esperar um raio cair para iluminar a sua vida, mas isso é tão raro que nem vale a pena esperar.

“Sorte”, já dizia o sábio, “é quando a preparação encontra a oportunidade”.

As duas coisas se complementam e, de fora, para quem olha como espectador, parece sorte. Mas na verdade existe muito trabalho duro e esforço por trás dessa “sorte”.

Se existem aspectos na sua vida que você gostaria de mudar, você precisa de um objetivo, de um plano de ação e da determinação de trasformar isso em realidade (ou seja, agir!).

Para vencer o jogo é preciso entrar em campo. Para ganhar na loteria é preciso, pelo menos, comprar um bilhete.

Arrisque-se: saber ousar, esse é o lema do esclarecimento!

By Raúl Candeloro.

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