Arquivo para Angústias

Convivência e amor

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , on 21/09/2015 by Joe

Convivência e amor

A convivência e o amor são mais importantes que qualquer coisa e superam todos os tabus!

Às vezes, é preferível amar-se como animal do que ser racional…

É demais viver com angústias e desejos!

By Martha Medeiros.

Vá e faça!

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , on 07/04/2013 by Joe

Vá e faça

Charles Darwin demorou vinte anos para publicar “A Origem das Espécies”, por causa da esposa, que era religiosa e não aceitava a teoria da evolução.

Charles, então, somatizou angústias, ficou triste, ficou doente. Quando enfim deixou de respeitar os preconceitos da esposa e publicou sua obra – sarou completamente.

Moral da história: se você tiver que fazer algo que considera justo, verdadeiro e necessário, não espere autorização de ninguém.

Vá e faça!

By Edson Marques.

Aprenda a dominar seus pensamentos

Posted in Astral, Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 25/02/2013 by Joe

Yoga

Estudamos, aprendemos a exercer uma profissão, treinamos para dirigir carros e muitas outras coisas, mas não somos treinados para governar nossa própria mente. Não aprendemos a administrar nossas emoções e nossos problemas. E, assim, os pensamentos nos dominam, as emoções nos controlam. Ficamos perdidos dentro da turbulência da mente e das emoções perturbadoras.

Os estudos, a educação, a ciência ocidental nos preparam para vivermos no mundo externo. Porém, não somos preparados para descobrir e comandar nosso mundo interno. Podemos dominar a tecnologia, mas não somos treinamos para vencer os medos, as angústias, para descobrir a coragem e o contentamento dentro de nós.

Muitas pessoas vivem sem objetivos, sem metas, sem ideais. Algumas foram preparadas somente para vencer e não sabem lidar com suas fragilidades e erros. Vivem presas ao perfeccionismo e, por causa disso, não sabem criar, inovar, ousar, fazer mudanças positivas. Não se valorizam. Acham que apenas os outros têm valor e conseguem sucesso. Não acreditam no próprio potencial.

Para superar os padrões mentais negativos, é importante conhecer a si mesmo. Aprender a lidar com a mente e ter autocontrole sobre as emoções.

Porém, quem consegue entender ou controlar a emoção plenamente? Será possível ter pleno autodomínio?

Como a energia emocional é sempre flutuante, não podemos ter domínio completo de nossas emoções. Entender isso nos liberta do peso do perfeccionismo. Não precisamos ser perfeitamente equilibrados. O importante é saber voltar ao equilíbrio.

Precisamos dissolver as emoções doentias do mau-humor, da ansiedade, do negativismo. Quem tem emoções doentias é instável e desprotegido, e qualquer problema ou ofensa o perturba.

Existem muitas emoções poderosas como raiva, ódio, inveja, insensibilidade, desejos e apegos que escravizam as pessoas.

Alguns pensam: “Se eu conseguisse ser rico, seria completamente feliz”. “Se eu comprasse o que desejo, seria feliz”. “Se eu fosse feliz no amor, não sofreria…” Mas muitos ricos e felizes no amor sofrem com as emoções descontroladas.

Quem tem emoções saudáveis é tranquilo, contente, sente-se protegido. É capaz de superar os desafios e administrar melhor seus problemas.

Para ter paz de espírito, mais saúde e alegria, é necessário aprender a não ser aprisionado pelos pensamentos e emoções doentias. Precisamos aprender a ser líderes de nós mesmos. Para isso, temos que entender o nosso ego negativo, que é o conjunto das emoções doentias e conflitos internos como: depressão, pânico, pensamentos obsessivos, fobias, timidez, arrogância, complexo de inferioridade, preocupação exagerada com a própria imagem ou com o futuro.

Ao tomarmos consciência da prisão interna que vem das emoções negativas, precisamos ter a resolução de nos libertarmos. Não podemos mais permitir sermos dominados por esse lixo mental, pelos entulhos psíquicos que se acumulam em nossa mente.

Não podemos ser pessoas passivas e submissas dominadas pelas frustrações, pelos conflitos emocionais que destroem nossa paz. Não podemos acreditar nos pensamentos negativos, nas fantasias e medos criados pela mente, que geram tanto sofrimento, nos paralisam, tirando a alegria de viver.

Para vencer o ego negativo é necessário aprendermos a ser humildes. Reconhecer os erros e aprender com eles. Entender que é humano, com defeitos e imperfeições, que pode falhar, chorar, ter inseguranças.

Os agressivos, intolerantes e arrogantes parecem fortes, mas são frágeis e infelizes, porque eles têm medo de reconhecer sua limitações e falhas, têm medo de chorar, de perdoar.

Quem é gentil, humilde e paciente conquistou as emoções negativas, tem autodomínio e a força do espírito. Tem a vontade hábil da alma.

Encontrar esse equilíbrio é um grande desafio. Uma das ferramentas que pode nos proporcionar esse caminho é a Yoga.

A yoga nos ensina que a gentileza pode parecer frágil, mas ela vence o ego negativo.

A yoga nos diz para sermos fortes como um aço e, ao mesmo tempo, macio como a manteiga. Duro como um diamante e suave como uma pétala de rosa.

Essa é a meta da yoga: viver o dourado caminho do meio, dominando os medos imaginários sobre o futuro, gerados pelas lembranças do passado. Isso gera inquietação, ansiedade e insônia.

Libertar-se da prisão da preocupação, da insegurança, da angústia, por causa da falta de tranquilidade da mente!

O caminho é fácil? Com certeza que não. Há que ter muita determinação, perseverança e disciplina nas práticas de meditação, no canto dos mantras, na prática da hatha yoga, no trabalho altruístico. Muita devoção a Deus e autoesforço.

Aos poucos vamos conseguindo o equilíbrio das emoções, o domínio dos pensamentos e a construção de uma mente positiva, repleta de arquivos positivos!

Construa. você também uma mente positiva, com arquivos positivos. Quando um pensamento negativo ‘assaltar’ sua mente, afaste-o com determinação. Não acredite nele. Duvide dele.

Quando surgir aquele arquivo negativo, aquela emoção subterrânea, que vem de memórias guardadas, volte-se para os pensamentos positivos e sentimentos positivos.

Seja o autor de sua própria vida. Aprenda a governar seus próprios pensamentos. Reedite sua história. Mude o curso de sua vida!

By Emilce Shrividya Starling.

A Visita Cruel do Tempo

Posted in Livros with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 22/04/2012 by Joe

Livro: A Visita Cruel do Tempo
By Jennifer Egan
Editora Intrinseca

Jennifer Egan faz de A Visita Cruel do Tempo um daqueles livros desconfortavelmente envolventes. Um livro sobre crescer e envelhecer e, fatalmente, frustrar-se.

Com uma estrutura engenhosa, repleta de vaivéns no tempo, o romance, em 13 capítulos que bem poderiam ser histórias independentes, acompanha os percalços de personagens à primeira impressão desconexos que estão, todos, entrelaçados de alguma forma, em diferentes estágios da vida.

O título justifica o desfecho da maioria das tramas: no intervalo de algumas décadas, quase todas apresentam os protagonistas lamentando decisões passadas ou sofrendo as consequências de aventuras irresponsáveis. A Visita Cruel do Tempo é um tratado sobre existências tristes, equivocadas, decadentes, ressentidas.

A ordem dos eventos não é cronológica e, por vezes, leva tempo para identificar o período e o narrador. A autora compõe uma representação da sociedade americana entre o final dos anos 70, em São Francisco, e as duas primeiras décadas do século 21 – adivinhando os traços futuristas do cenário que encerra a obra, a Nova York de 2020.

Bennie Salazar, que polvilha ouro no café tentando recuperar a potência sexual, e Sasha, sua assistente cleptomaníaca – o leitor compartilha com ela a tensão e o êxtase que transpiram a cada objeto insignificante ou de valor que subtrai de bolsas e lojas – são personagens centrais. Deles partem todas as outras conexões – Sasha é assistente de Bennie, que é casado com Stephanie, que é irmã de Jules, que foi preso  por tentativa de estupro contra Kitty, que é contratada por Dolly para um trabalho pouco lisonjeiro quando sua carreira outrora ascendente de bonitona em Hollywood tropeça prematuramente.

E assim vai. Personagens ressurgem, num emaranhado de histórias que sempre vincula uns aos outros. Coadjuvantes ou meros figurantes de capítulos iniciais são elevados a protagonistas mais adiante, oferecendo novas perspectivas e informações sobre crianças, jovens ou adultos aos quais o leitor já havia sido apresentado.

Além do ziguezague entre passado, presente e futuro, o romance é envolvente também pelas vozes narrativas. Uma das histórias se sustenta, eficaz, na segunda pessoa – “você ouve a fumaça crepitar em seu peito”, “você entra no apartamento pela janela”,” evidente para todos, menos você”.

Em outra, o diário de uma pré-adolescente, surge inteiramente na forma de esquemas e gráficos de uma apresentação de PowerPoint, estendendo-se por 75 páginas. Não é enfadonho, pelo contrário – o capítulo guarda um dos desenlaces mais tocantes do livro.

A autora vasculha uma das angústias mais inquietantes de qualquer existência: como conviver com os erros que o tempo não encobre e os acertos que tardam, talvez para sempre, a se materializar? É um retrato melancólico de uma época, e talvez excessivamente melancólico, mas plausível.

A Visita Cruel do Tempo rendeu a Jennifer Egan, em 2011, o Prêmio Pulitzer, a mais alta distinção da imprensa dos Estados Unidos, na categoria ficção.

By Joemir Rosa, from Zero Hora (Larissa Roso).

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