Arquivo para Alternativas

Alternativas

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , on 06/05/2015 by Joe

Alternativas

Sempre que houver alternativas, tenha cuidado.

Não opte pelo conveniente, pelo confortável, pelo respeitável, pelo socialmente aceitável, pelo honroso.

Opte pelo que faz o seu coração vibrar.

By Osho.

Dúvidas

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 19/08/2014 by Joe

Dúvidas

Sermos seres pensantes tem suas vantagens! Imagine como seria o mundo se não duvidássemos de nada, se não houvesse questionamentos, se aceitássemos tudo que nos é dado.

Se há dúvida sobre o melhor caminho que deveria ser escolhido, pode ser um sinal de que alguns deles tem benefícios pra serem oferecidos. Caso contrário, não teria motivo para haver questionamentos.

A dúvida tem a finalidade de nos mostrar que temos mais de uma possibilidade, que em cada uma delas há chances de dar tudo certo ou tudo errado. Mas que, pelo menos, o sucesso pode vir como uma das alternativas.

Mas se por um acaso, todas as possibilidades aparecerem como erradas, coloque a dúvida de lado e deixe-as passar, e com certeza, após algum tempo depois, outra virá!

Desconheço a autoria.

Escolhas de uma vida

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 30/04/2014 by Joe

Escolhas de uma vida

A certa altura do filme “Crimes e Pecados”, o personagem interpretado por Woody Allen diz:

“Nós somos a soma das nossas decisões!”

Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu. Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso.

Desde pequenos aprendemos que, ao fazermos uma opção, estamos descartando outra e, de opção em opção, vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar “minha vida”.

Não é tarefa fácil!

No momento em que escolhemos ser médico, estamos abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura. Se é a psicologia que se almeja, pouco tempo sobrará para fazer o curso de odontologia.

Não se pode ser tudo!

No amor é a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vai e vem de romances. Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar e, através do casamento, fundar uma microempresa, com direito à casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades. As duas opções tem seus prós e contras: viver sem laços e viver com laços.

Escolha!

Morar em Londres ou numa chácara? Ter filhos ou não? Posar nua ou ralar atrás de um balcão? Correr de kart ou entrar para um convento? Fumar e beber até cair ou virar vegetariano e budista?

Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas.

Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana, ter filhos quando se está bem disposto e não tê-los quando se está cansado, viver de poesia e dormir em hotel 5 estrelas. No way! Por isso é tão importante o autoconhecimento.

Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos. Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é.

Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: ninguém é o mesmo para sempre. Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido.

A estrada é longa e o tempo é curto!

By Pedro Bial.

Vá em busca dos seus objetivos!

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 13/09/2013 by Joe

Corra atrás de seus sonhos

Você tem que largar a mania de ficar reclamando da vida, como se ela lhe devesse algo!

Se você realmente quer alguma coisa, vá em busca dela. Se você quer comprar uma casa, um carro, se você quer tirar aquelas férias na praia que há tanto tempo deseja, então vá em busca deles! Não adianta ficar se queixando do que você não tem: comece a construir o seu futuro hoje.

Você precisa economizar um dinheiro para a viagem no fim de ano? Encontre alternativas para economizar dinheiro. Você quer um emprego melhor? Estude, faça um curso, se atualize. Não pense que alguém vai lhe pagar mais ou lhe promover de cargo se você sempre oferecer sempre a mesma coisa, o mesmo trabalho.

A verdade é que para você subir na vida você tem que ser diferente, você tem que investir em você. Você, e somente você, pode criar as condições para buscar o que deseja.

E então? Vai ficar aí parado?

Desconheço a autoria.

Plano B

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 22/07/2013 by Joe

Leões surdos

Um caçador contratou um feiticeiro para ajudá-lo a conseguir alguma coisa que pudesse facilitar seu trabalho nas caçadas.

Depois de alguns dias, o feiticeiro entregou a ele uma flauta mágica que, ao ser tocada, enfeitiçava os animais, fazendo-os dançar.

Entusiasmado, o caçador convidou dois outros amigos para uma caçada. Logo no primeiro dia o grupo se deparou com um tigre feroz. O caçador tocou a flauta e, milagrosamente, o tigre, que já estava para atacar um deles, começou a dançar. O tigre, claro, acabou morto.

Horas depois, um leopardo cercou os três caçadores. Mas ao ouvir o som da flauta, se transformou num animal manso e começou a dançar. Os caçadores não tiveram dúvidas e o mataram com vários tiros.

E assim foi acontecendo: a flauta era tocada, os animais ferozes dançavam e os caçadores os matavam.

No final do dia, o grupo encontrou pela frente um leão faminto. A flauta foi usada, mas o leão não dançou. Ao contrário, acabou devorando um dos amigos do caçador. Logo depois, devorou o segundo. O caçador continuava tocando a flauta desesperadamente, mas o leão não dançava. E, enquanto tocava, acabou também sendo devorado pelo leão.

O leão era surdo. O feiticeiro não alertou o caçador sobre essa possibilidade. Por isso, o caçador não se preparou para esse imprevisto.

Fica aqui uma lição de vida:

Jamais confie nos métodos que sempre deram certo, pois um dia podem falhar. Tenha sempre alternativas para as situações imprevistas, um plano B. Procure prever tudo que pode dar errado e se prepare. Preste atenção às mudanças e não espere as dificuldades para agir.

Enfim, cuidado com os leões surdos!

Desconheço a autoria.

Escolhas de uma vida

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 08/09/2011 by Joe

A certa altura do filme “Crimes e Pecados”, o personagem inter-pretado por Woody Allen diz:

“Nós somos a soma das nossas decisões”.

Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu.  Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso.

Desde pequenos aprendemos que, ao fazermos uma opção, estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar “minha vida”.

Não é tarefa fácil!

No momento em que escolhemos ser médico, estamos abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura. Se é a psicologia que se almeja, pouco tempo sobrará para fazer o curso de odontologia.

Não se pode ser tudo!

No amor é a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vai e vem de romances. Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar e, através do casamento, fundar uma microempresa, com direito à casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades. As duas opções tem seus prós e contras: viver sem laços e viver com laços.

Escolha!

Morar em Londres ou numa chácara? Ter filhos ou não?  Posar nu ou ralar atrás de um balcão? Correr de kart ou entrar para um convento? Fumar e beber até cair ou virar vegetariano e budista?

Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas.  Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana, ter filhos quando se está bem-disposto e não tê-los quando se está cansado, viver de poesia e dormir em hotel 5 estrelas. No way! Por isso é tão importante o auto-conhecimento.

Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos. Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é.

Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: ninguém é o mesmo para sempre. Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido.

A estrada é longa e o tempo é curto!

By Pedro Bial.

Não desista nunca!

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 07/03/2011 by Joe

Se você não acreditar naquilo que você é capaz de fazer, quem vai acreditar? Dizer que existe uma idade certa, tempo certo, local certo, não existe.

Somente quando você estiver convicto daquilo que deseja e esta convicção fizer parte integrante do processo. Mas quando ocorre este momento?

Imagine uma ponte sobre um rio. Você está em uma margem e seu objetivo está na outra. Você pensa, raciocina, acredita que a sua realização está lá. Você atravessa a ponte, abraça o objetivo e não olha para trás. Estoura a sua ponte.

Pode ser que tenha até dificuldades, mas se você realmente acredita que pode realizá-lo, não perca tempo: vá e faça!

Agora, se você simplesmente não quer ficar nesta margem e não tem um objetivo definido, no momento do estouro você estará exatamente no meio da ponte. Já viu alguém no meio de uma ponte na hora da explosão? Eu também não. Realmente não é simples.

Quando você visualizar o seu objetivo e criar a coragem suficiente em realizá-lo, tenha em mente que, para a sua concretização, alguns detalhes deverão estar bem claros na sua cabeça. Ou seja, facilidades e dificuldades aparecerão, mas se realmente acredita que pode fazer, os incômodos desaparecerão. É só não se desesperar.

Seja, no mínimo, um pouco paciente.

Existem diferenças básicas entre os três momentos:

1) Estourar a ponte antes de atravessá-la.

Você começou a sonhar, sonhar, sonhar! De repente, sentiu-se estimulado a querer ou gozar de algo melhor. Entretanto, dentro de sua avaliação, começa a perceber que fatores que fogem ao seu controle não permitem que suas habilidades e competências o realize.

Pergunto, vale a pena insistir?

Para ficar mais tangível, imaginemos que uma pessoa sonhe viver ou visitar a lua, mas as perspectivas do agora não o permitem; adianta ficar sonhando ou traçando este objetivo?

Para que você não fique no mundo da lua, meio maluquinho, estoure a sua ponte antes de atravessá-la, rompa com este objetivo e parta para outros sonhos!

2) Estourar a ponte no momento de atravessá-la.

Acredito que tenha ficado claro, mas cabe o reforço. O fato de você desejar não ficar numa situação desagradável é válido. Entretanto, você não saber o que é mais agradável, já não o é! Ou seja, a falta de perspectiva nem explorada em pensamento não leva a lugar algum. Você tem a obrigação consciencional de criar alternativas melhores.

Nos dias de hoje não podemos nos dar ao luxo de sair sem destino. O nosso futuro não é responsabilidade de outrem, nós é que construímos o nosso futuro. Sem desculpas, pode começar…

3) Estourar a ponte depois de atravessá-la.

No início comentei sobre as pessoas que realizaram o sucesso e outras que não tiveram a mesma sorte. Em primeiro lugar, acredito que temos de definir o que é sucesso. Sou pelas coisas simples, então, sucesso é gostar do que se faz e fazer o que se gosta.

Tentamos nos moldar a uma cultura de determinados valores, onde o sucesso é medido pela posse de coisas, mas é muito mesquinho você ter e não desfrutar daquilo que realmente deseja.

As pessoas que tiveram a oportunidade de estourar as suas pontes de modo adequado e consistente, não só imaginaram, mas também atravessaram e encontraram os objetivos do outro lado.

Os objetivos a serem perseguidos foram construídos dentro de uma visão clara do que se queria alcançar, em tempo suficiente, de modo adequado, através de fatores pessoais ou impessoais, facilitadores ou não, enfim, o grau de comprometimento utilizado para a sua concretização.

A visão sem ação não passa de um sonho.
A ação sem visão é só um passatempo.
A visão com ação pode mudar o mundo.

By Martha Medeiros.

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