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Ainda o lado B

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Lado B

Ainda a respeito do post “Ter vida secreta é necessidade”, de ontem, recebi um comentário da minha grande amiga, Márcia B., o qual resolvi transformar em um post sobre o assunto, pela lucidez e visão de sua análise e maior abrangência que o próprio texto original ofereceu.

“Mais um post polêmico e que, com certeza, num comentário, não é possível abranger tudo o que ele provoca. E até por isso penso que o próprio texto se limitou a um enfoque da questão e nem sei se é o mais significativo. Nele, os casos apresentados denotam problemas emocionais/mentais. Há pessoas que têm estrutura pra viver, outras não, seja uma vida “simples”, seja uma vida “dupla”.

Mas vamos ao que me veio em mente ao lê-lo. Somos seres multifacetados. Há diversidade interior tanto ou mais que a física. Assim, dependendo da situação, da interação com o outro, do lugar, aflora esta ou aquela faceta. Isso não significa, necessariamente, várias personalidades. Há uma essência, uma personalidade, mas vários comportamentos, digamos assim, possíveis. Isso é natural, nato.

Todavia, somos “moldados” na unicidade, num padrão de comportamento, de “ser”, especialmente por vivermos em sociedade, sendo necessário seguir regras. Sufoca-se tudo o mais que, em algum lugar, continua existindo. Em algum momento, seja por qual motivo for, as outras facetas querem vir à tona: um sentir “diferente”, uma postura “diferente” e, então, freia-se. Surgem as dúvidas, os conflitos, as crises.

Se está numa relação, e não há a intimidade da conversa, mais grave se torna, porque não é só a pessoa e seus grilos, há o outro que não entende nem entenderá uma “mudança” de comportamento, uma “revelação”. O que é mais “fácil”? A fuga. Criar um ou mais personagens que permitam dar vazão a tudo que foi reprimido. Mas de uma forma dividida: no dia-a-dia sou assim, à noite sou assado, em casa sou assim, perto dos outros, assado.

Ok, fomos moldados dessa forma! Mas possuímos raciocínio e força para nos libertarmos, seja sozinhos, seja com auxílio. E outra, isso não acontece somente no aspecto sexual. Há quem tenha vergonha, por exemplo, de deixar transparecer a faceta criança, a afetividade, o encantamento, a emoção, o pular, o rodopiar de alegria, porque isso não combina com ser adulto e uma pessoa responsável e madura. Padrão. Assim como, dependendo de nosso estado de espírito, ouvimos esse ou aquele tipo de música, ou mesmo ao ouvir uma música faz modificar nosso humor, variamos nosso comportamento conforme o momento, e isso é natural.

Outro ponto: há uma frase de Mark Twain que diz, “Todo mundo é uma lua, com um lado oculto que nunca mostra para ninguém”. Temos nossa vida privada, reservada. Não preciso dizer a todos com quem e como me relaciono, ou como me divirto, ou o saldo da minha conta. Não é preciso haver um segredo inconfessável, mas há coisas que somente a nós diz respeito, temos essa liberdade em nos expor ou não. Não sei se é mérito dizer que a própria vida é um livro aberto, até porque somente cada um é que sabe, na verdade, o quão aberto é.

Para encerrar: é preciso a consciência da vastidão que somos, das inúmeras possibilidades, dos infinitos sonhos e viver e conviver bem com nossas facetas, de modo adequado, com espontaneidade, autenticidade e responsabilidade. É preciso ser livre naquilo que podemos ser. E assim, maduros e felizes, certamente não precisaremos fugir de nós mesmos”.

By Márcia B.

A Menina Que Roubava Livros

Posted in Livros with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 02/02/2014 by Joe

A Menina Que Roubava LivrosLivro: A Menina que Roubava Livros
By Markus Zusak
Editora Intrínseca

Quando a Morte conta uma história, você deve parar para ler!

A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, porém surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas, de 1939 a 1943.

Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los em troca de dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. Essa obra, que ela ainda não sabe ler, é seu único vínculo com a família.

Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a cumplicidade do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que a ensina a ler. Em tempos de livros incendiados, o gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito.

A vida na rua Himmel é a pseudorrealidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um jovem judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela história.

A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa desse duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto – e raro – de crítica e público.

O filme baseado neste ótimo best-seller estreia neste final de semana!

By Joemir Rosa.

Acessando seus recursos

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Medos e limitações

Cada um de nós possui os recursos necessários para superar qualquer problema e tomar o controle da própria vida. Não precisamos de ninguém para resolver os problemas por nós – necessitamos de pessoas que nos ajudem a localizar dentro de nós mesmos os recursos necessários para resolver o problema.

Um velho provérbio chinês diz: “Dê um peixe a uma pessoa faminta e ela o comerá uma vez; ensine-a a pescar e ela comerá pelo resto da vida”.

Muitos de nossos medos e limitações foram formados durante a infância. Você, por exemplo, pode ter se impressionado com um adulto autoritário e se sentido minúsculo em comparação a ele; mas, mesmo depois de adulto, você continua sendo influenciado pela autoridade, como se a parte que teve medo naquele momento fosse sempre estar ligada ao passado.

Para se livrar desse medo, converse com a criança que continua dentro de você e diga a ela que agora já é adulta, totalmente crescida, e que não tem mais nada a temer.

By Alan Houel e Christian Godefrey, no livro de “Como lidar com pessoas difíceis”.

O que você quer ser quando crescer?

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O que você quer ser quando crescer

Tenho pensado muito naquela velha pergunta que todo adulto faz às crianças:

– “O que você quer ser quando crescer?”

Acho que muitos de nós já respondemos a essa pergunta quando éramos crianças. Mas o ponto é: você realizou o que tanto queria ser? Hoje você está realizado(a) com o que se tornou? Você hoje realmente é o que queria ser?

Nós, humanos, temos a mania de nos acomodarmos, de aceitarmos as coisas como elas parecem que são; veja bem, eu disse “parecem que são”.

Então, na maioria das vezes, nos frustramos por não termos sido aquilo que queríamos ser, seja por falta de garra e luta nossa ou por ausência de apoio dos nossos pais quando ainda crianças; ou caso não seja nenhum dos dois motivos, certamente iremos encontrar vários. Isso é próprio da natureza humana.

Em geral, é normal nossos pais exigirem de nós aquilo que eles não puderam ser, por falta também de um apoio de seus pais, nossos avós. Entramos em uma faculdade que não queríamos e nos formamos em uma profissão que detestávamos. E hoje aí estamos sem a menor condição de exercermos nosso trabalho.

É duro, eu sei… Mas esse é o ponto, isso faz a diferença em nossas vidas. Jamais poderemos ser felizes fazendo o que não gostamos. Nunca poderemos crescer como pessoas plenamente conscientes do que fazemos se somos frustrados, vivemos entorpecidos pela frustração do dia-a-dia, cheios de tédio pelo marasmo em que tornamos a nossa vida.

Temos medo de sermos o que realmente queremos ser. Vivemos nossa vida como, em geral, os americanos dizem, “by the book”, o certinho, sem coragem para sair dessa linha que divide a infelicidade da felicidade; é uma linha tênue, sim, mas é preciso coragem para atravessá-la.

Vivemos ansiosos com tudo que pensam a nosso respeito e com o que acontece à nossa volta e nos esquecemos de nós mesmos, de nossas necessidades e nos preocupamos com os amigos, os filhos, a família…

Qualquer grupo desses citados acima, se não nos entende, jamais poderá considerar-se como tal. Amigo é aquele que, mesmo não concordando, nos entende e sempre quer o melhor para nós.

Filhos são a nossa continuação, foram gerados por nós, sempre serão nossos filhos e sempre estarão ao nosso lado. Óbvio que existem exceções, os filhos egoístas por exemplo, que não suportam a felicidade dos pais.

Família é a base de tudo; portanto se ela está bem estruturada, nada nos abala e teremos o apoio que tanto necessitamos.

É difícil, eu sei. Em qualquer área da nossa vida, mergulharmos de cabeça no incerto, no desconhecido, sem sabermos o que iremos encontrar no fundo desse oceano. E muito menos sem a certeza de emergirmos. Mas vocês conhecem outro meio? Tenho plena certeza de que se alguém detivesse esse conhecimento, estaria milionário. Afinal, quem é que não quer ter a certeza de sucesso na vida?

A única maneira que temos para seguir esse caminho é acreditarmos no nosso potencial como ser humano, acreditarmos que tudo podemos e que esse é o reino de todas as possibilidades e com Deus nada nos faltará.

De nada irá adiantar vivermos nossos dias com lamúrias, amargurados, carregando um fardo muito pesado em nossas costas a ponto de não nos permitirmos levantar a cabeça e expandirmos o nosso horizonte através do nosso olhar de fé.

A grande diferença de quem faz sucesso na vida e de quem é infeliz é essa linha tênue, é a coragem para atravessá-la e saber que somos nós quem comandamos a nossa vida e ninguém, de maneira alguma, poderá interferir no nosso trajeto.

O nosso sonho de felicidade só pertence a nós, e somos nós que temos que persegui-lo. Sei muito bem. Muitos estão dizendo que estou chovendo no molhado, que essas frases de efeito são o clichê do clichê. O fato é que nossa sociedade criou uma cultura que nos impede de ver essa realidade, e leva-nos a pensar que tudo se resume ao dinheiro, criou a cultura da dor, do medo, da incerteza, da preocupação de futuro.

Afinal, porque levar o conhecimento a todos, se quanto mais o detivermos, mais fácil será manipular, coagir, fraudar, escravizar, pagar baixos salários, oferecer migalhas como cestas básicas, agradar com gorjetas?

É isso que a sociedade faz e é isso que nos ensinam. Dessa maneira, viveremos sempre à margem do que na realidade queríamos e gostaríamos de ser nessa vida.

Mude já, não espere, reveja conceitos, observe de que maneira você está vivendo a sua vida. Você manipula ou é manipulado? E veja, não há diferença nenhuma entre as duas coisas.

A diferença é você quem faz, com a coragem de realmente buscar. E ser aquilo que você quer ser nessa vida, não importa a idade, não importa se você ainda está buscando. Não se acomode, nunca se dê por vencido(a). Sempre há tempo para mudar!

Frustração só existe para quem não acreditou e nunca foi atrás…

Pense nisso.

By Nelson Sganzerla.

O exemplo sempre fala mais alto

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Mostrar e enxergar

As sandálias do discípulo fizeram um barulho especial nos degraus da escada de pedra que levavam aos porões do velho convento. Era naquele local que vivia um homem muito sábio.

O jovem empurrou a pesada porta de madeira, entrou e demorou um pouco para acostumar os olhos com a pouca luminosidade.

Finalmente, ele localizou o ancião sentado atrás de uma enorme escrivaninha, tendo um capuz a lhe cobrir parte do rosto. De forma estranha, apesar do escuro, ele fazia anotações num grande livro, tão velho quanto ele.

O discípulo se aproximou com respeito e perguntou, ansioso pela resposta:

– “Mestre, qual o sentido da vida?”

O idoso monge permaneceu em silêncio. Apenas apontou um pedaço de pano, um trapo grosseiro no chão junto à parede. Depois, apontou seu indicador magro para o alto, para o vidro da janela, cheio de poeira e teias de aranha.

Mais do que depressa, o discípulo pegou o pano, subiu em algumas prateleiras de uma pesada estante forrada de livros. Conseguiu alcançar a vidraça, e começou a esfregá-la com força, retirando a sujeira que impedia a transparência. O sol inundou o aposento e iluminou, com sua luz, estranhos objetos, instrumentos raros, dezenas de papiros e pergaminhos com misteriosas anotações.

Cheio de alegria, o jovem declarou:

– “Entendi, mestre! Devemos nos livrar de tudo aquilo que não permita o nosso aprendizado. Buscar retirar o pó dos preconceitos e as teias das opiniões que impedem que a luz do conhecimento nos atinja. Só então poderemos enxergar as coisas com mais nitidez!”

Fez uma reverência e saiu do aposento, a fim de comunicar aos seus amigos o que aprendera.

O velho monge, de rosto enrugado e ainda encoberto pelo largo capuz, sentiu os raios quentes do sol a invadir o quarto com uma claridade a que se desacostumara. Viu o discípulo se afastando, sorriu levemente e falou:

– “Mais importante do que aquilo que alguém mostra é o que o outro enxerga. Afinal, eu só queria que ele colocasse o pano no lugar de onde caiu!”

Pense em como aquilo que você faz todos os dias está influenciando os outros. Por isso, aja sempre no bem. Faça as coisas corretas, começando pelas pequenas coisas como, por exemplo, manter limpa a cidade. Seja você aquele que não joga papel no chão. Coloque-o no bolso, na bolsa, num lugarzinho no chão do carro. Quando passar por uma lixeira, deposite-o ali.

Seja você aquele que respeita os sinais de trânsito. Não estacione seu carro sobre a calçada. Não estacione em fila dupla.

Respeite as filas de ônibus, do banco, do supermercado, em qualquer lugar. Espere a sua vez sem reclamar e nem xingar. Preserve a paz.

Não arranque flores dos jardins públicos, mesmo que seja para plantar em sua casa, em seu jardim. Preserve o que é de todos.

Enfim, dê o bom exemplo em tudo.

Ao seu lado, sempre haverá uma criança, um jovem, um adulto, alguém enfim que se achará no direito de fazer o que você faz, principalmente se você for alguém que ele respeita, como o pai, a mãe, o professor, o melhor amigo, o político conhecido na cidade.

E lembra-se:

– “Mais importante do que aquilo que alguém mostra é o que o outro enxerga!”

Desconheço a autoria.

Solidão pra que?

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 28/11/2012 by Joe

Você tem dado atenção para essa pessoa especial que é você?

Estou te perguntando porque passamos muito tempo cuidando das pessoas ao nosso redor, do nosso trabalho, dos familiares e até dos amigos.

Somos craques em perceber quando um amigo não está bem, temos conselhos para tudo e para todos e, muitas vezes, quando a noite termina, estamos isolados em uma solidão profunda…

Examinando a solidão vamos perceber que ela pode ocorrer até no meio de uma multidão de gente, ataca crianças e adultos, não escolhe raça, nem sexo, simplesmente vai se instalando onde nem sempre é chamada. Aliás, quem em são juízo vai dizer que adora a solidão? Não to falando daqueles momentos em que você quer ficar só, nada disso, isso é até saudável e necessário; estou falando de solidão brava, daquelas que até dói na alma.

Solidão dói? Dói pra caramba! Ela se manifesta de tal maneira que vai causando outros estragos na alma e, com o tempo, no corpo também. Isso mesmo: muitas doenças físicas acabam sendo geradas pela solidão, porque a sua auto-estima é a primeira a cair. Principalmente quando a pessoa cisma que precisa encontrar uma pessoa para fazê-la feliz e os relacionamentos não acontecem, só tranqueira, só pequenas aventuras e parece que, quanto mais procura, menos encontra.

As causas são muitas, a resposta para o problema, uma só: preencher-se! Isso mesmo, você tem que descobrir o que anda deixando de fazer por você. O que o seu corpo ou espírito anda pedindo e você não está dando. Com certeza não é uma companhia, um(a) companheiro(a), pois ninguém preenche ninguém.

Cada ser humano precisa se valorizar, ter a certeza do seu valor para receber da vida o que merece. Pense nisso, e procure descobrir o que você está deixando de fazer por você mesmo, e preencha-se!

Solidão, nunca mais…

By Paulo Roberto Gaefke.

Correr riscos

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 30/10/2012 by Joe

Para alcançar qualquer objetivo, sempre há um risco envolvido!

Muitas pessoas dizem: “não vou correr risco nenhum; não quero ter problemas!”

O que elas não imaginam é que é justamente no meio do problema que se encontram os melhores frutos!

Há uma lei funcionando neste planeta que assegura que as recompensas vêm depois do risco, e não o contrário.

A maioria de nós começa a vida com uma atitude saudável em relação ao risco. Quando somos crianças, mal podemos esperar para tentar novas aventuras. Uma criança saudável e feliz, assim como um adulto saudável e feliz, adora se testar e aceitar desafios.

Quando damos aqueles primeiros passos incertos, ao começarmos a dominar a arte de andar, estamos correndo riscos. E adoramos isso! Mas, de alguma maneira, entre a idade de 2 e 22 anos, muitas pessoas passam por uma dramática mudança de atitude. Ficam preocupadas em se manterem sempre sãs e salvas; então, passam as noites grudadas na frente da televisão, fascinadas com as ousadas aventuras dos super-heróis de celulóide. Ou então, “engolem” grandes doses de novelas e seriados, enquanto suas próprias vidas degeneram para um interminável seguimento de um ano insuportável após o outro.

O tempero da vida está justamente em fazer coisas novas, em moldar algo com nossa própria substância.

A busca pela segurança mina nossa força vital. Ser diferente é arriscado, mas também significa poder ser você mesmo.

Na verdade, o universo está continuamente nos encorajando a nos testarmos, a superarmos os desafios e a sermos extraordinários. Para ganhar, devemos arriscar.

Para aprender a andar, devemos nos arriscar a cair e nos machucar.

Para ganhar um real, devemos nos arriscar a perdê-lo, e as pessoas que ganham o máximo arriscam o máximo.

Os vencedores correm mais riscos do que os perdedores. Por isso é que eles ganham tanto…

Em poucas palavras: nós temos uma escolha!

A escolha entre viver de verdade ou apenas existir.

Arranjar um novo emprego é um risco.

Atravessar uma rua é um risco.

Começar um negócio, um relacionamento ou uma família é um risco…

A vida é um risco.

Então, vamos caminhar um pouco por esse pomar e colher algumas frutas!

By Andrew Matthews, no livro ”Seja Feliz“.

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