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Atitude decidida

Posted in Comportamento with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 18/09/2015 by Joe

Uma atitude decidida é aquela que nos impulsiona a agir com determinação.

É a que nos faz dar um basta no relacionamento que não está funcionando, deixar aquele emprego chato para buscar outro mais de acordo com o nosso desejo, afastar da nossa vida as pessoas invejosas.

Ela aumenta o nosso poder sobre nós mesmos e ajuda a escolher as experiências que desejamos ter.

Uma atitude decidida nos faz olhar para dentro de nós mesmos a fim de que possamos verificar se estamos nos movendo em direção às nossas metas ou se, descuidados, estamos nos afastando delas sem perceber.

Se fosse uma cor, seria uma cor vibrante, que não deixasse dúvidas.

Se fosse uma palavra, seria uma palavra forte, sonora, cujo significado brilha.

Se fosse um animal, seria um animal forte, corajoso, que corre em direção à caça e se deixa guiar pelo instinto, sem medo.

Se fosse uma pessoa, seria alguém que não tem tempo a perder e que coloca o foco naquilo que busca na vida.

Uma atitude decidida pode ser exercitada através das pequenas escolhas do dia-a-dia.

É fortalecida com a transformação de crenças limitantes em crenças que apoiam a concretização dos objetivos desejados.

Uma atitude decidida exige liberdade, confiança, a habilidade de mudar sempre que necessário.

Ela implica na sabedoria de que, mais importante do que acertar, é assumir o poder da escolha e decidir o que nos nos parece melhor.

Uma atitude decidida deixa para trás cargas emocionais e não permite que frustrações passadas atrapalhem o presente.

Ela tem a consciência de que a vida acontece aqui e agora e de que é preciso ser o agente da própria história.

Quando optamos por ser quem somos e assumimos a responsabilidade por nossas escolhas sem medo da crítica ou de julgamentos, descobrimos a magia da atitude decidida.

Uma atitude decidida é aquela que nos leva à vitória!

Através dela exercitamos o poder sobre as nossas vidas e descobrimos que cabe a cada um de nós o privilégio de lutar e alcançar os próprios objetivos.

Você toma uma atitude decidida quando…

Termina aquele namoro que já vem se arrastando há tempos.

Pede demissão do emprego e vai à luta, porque descobriu que é preciso trabalhar com amor e dar o seu melhor naquilo que faz.

Joga fora o maço de cigarros e resolve que não vai mais fumar.

Esclarece mal entendidos com quem quer que seja, abre mão dos julgamentos e da crítica e exercita a aceitação. E assim descobre a paz de viver sem seguir pela vida carregando lixo emocional.

Decide sair da casa dos pais e viver a sua própria vida, assumindo a responsabilidade pelas suas escolhas.

Assume um compromisso com quem você ama.

Começa aquela dieta há tanto tempo adiada e decide que está na hora de gostar mais de si mesmo(a) e adotar hábitos saudáveis no seu dia a dia.

Procura uma terapia para se conhecer melhor. Mas não se deixa levar pela ilusão de que alguém poderá fazer o trabalho de transformação interior por você.

Compra uma passagem e tira férias para fazer aquela viagem sonhada.

Pede desculpas para quem você ama.

Abandona a falsa segurança de um casamento confortável para buscar a felicidade no amor.

Descobre que, às vezes, o melhor que se tem para tirar de uma situação é sair dela.

E você? Tem atitude?

By Tatiana Mutaf.

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Amor próprio

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 08/07/2015 by Joe

Amor da Nova Era

O amor nesta era é diferente do que foi no passado. Hoje aprendemos que tudo em nosso mundo exterior é um reflexo do que acontece em nossas mentes. Se quisermos encontrar amor e aceitação, então é isto o que devemos primeiro nos dar.

A maior parte de nós tem longas listas de razões pelas quais acreditamos que não somos amados. Esta lista, geralmente, origina-se de coisas que as nossas famílias ou professores nos disseram, e quando as ouvimos inúmeras vezes, muitas vezes, começamos a acreditar nelas. Ou, talvez, a nossa lista se relacione com ideias que aprendemos com a nossa educação religiosa precoce, ou de conceitos populares ou estereótipos.

Sempre que decidimos aceitar estas opiniões como verdadeiras, desistimos do nosso poder e vivemos uma vida de medo e de limitações.

Lembrem-se: amar a nós mesmos nada tem a ver com vaidade ou arrogância – estas emoções são apenas expressões do medo.

Quando nos amamos, valorizamos e apreciamos os seres maravilhosos que nós somos. Amar a nós mesmos cria uma vida de alegria e de satisfação.

É difícil que outras pessoas os amem quando vocês não se amam. Ainda que alguém os ame, é bem provável que vocês se questionem: “Como ele poderia me amar? O que ele vê em mim?”

Quando vocês não se amam, é difícil acreditar que vocês merecem boas coisas na vida. Portanto, vocês perdem a abundância que está disponível a vocês.

Deixem de se criticar – agora e para sempre. Amem a si mesmos e se aceitem como vocês são agora. Quando o fizerem, vocês irão se desenvolver de maneiras que nem podem sequer imaginar. O amor irá curá-los, eu prometo. Seu amor próprio irá operar milagres em sua vida.

By Louise Hay.

É preciso saber desligar

Posted in Comportamento, Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 23/06/2014 by Joe

Desligue-se

Esqueça o trânsito caótico, a urucubaca política, o tal balancete no final do ano. Deixe de lado a cobrança interna, a dívida externa, a tão eterna dúvida. Viver é assim. Não há como negar.

Para ficar ligado é preciso saber desligar. Fácil? Nem tanto…

Descobrir qual é o seu tempo é tarefa nobre: exige um grande conhecimento sobre si mesmo. Portanto, esqueça o relógio. Seu tempo está dentro de você. Chega de viver com a ansiedade no colo e o celular na mão. Não deixe a agenda ocupar, sem querer, o lugar do coração. Respeite sua hora. Desacelere. Turn off.

Mais do que correr, é preciso saber parar. Não adianta viver no piloto-automático e deixar de sorrir. Nem tirar folga e levar uma enorme culpa dentro da mala. O mundo lá fora exige produtividade e imediatismo. Aqui dentro, corpo e alma pedem menos, muito menos.

Como fazer, então, para conciliar tempos tão diferentes? A resposta não está em livros. Mas dentro de cada um. Quer tentar? Respire fundo. Desencane. Perca seu tempo com você! É uma responsabilidade enorme desconectar-se, eu sei. Mas vida ao vivo é para quem tem coragem. Coragem de arriscar. Cuidado em saber a hora certa de parar. Difícil? Pode ser. É um exercício diário que exige confiança e um amor incondicional por tudo o que somos e acreditamos. Uma aceitação suave dos próprios defeitos, um rir de si mesmo, um desaprender contínuo, um aprender sem fim sobre o que queremos da vida.

Não importa se tudo parecer errado e o mundo virar a cara para você. Esqueça. Se esqueça. Hora de se perdoar. Renasça. Eu sei pouca coisa da vida, mas uma frase eu sigo à risca: “é preciso respeitar o próprio tempo”! E eu respeito! Acredito no que diz o silêncio na hora em que a mente cala. E meu silêncio – que não é mudo e também escreve – dita com voz desafiante: “confie em si mesma! Quebre a rigidez! Ouse! Brinque! Viva com mais leveza! E – por favor – desligue-se!”

Só assim você vai transformar vida em letra e letra em vida. E ter coragem e fôlego pra ser você, no momento em que o mundo te atropelar sem licença e disser: chegou a hora!

By Fernanda Mello.

As quatro ignorâncias de um amante

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 11/06/2014 by Joe

As quatro ignorâncias de um amante

Uma das maiores figuras das letras luso-brasileiras, o Padre Antonio Vieira redigiu um texto em seus “Sermões”, por volta de 1630, que se traduz numa verdadeira aula sobre o amor. A redação a seguir foi feita com base no texto original.

E nada se mantém mais atual do que esta reflexão!

A primeira ignorância de um amante:

Não conhecer a si mesmo.

Quando não conhecemos a nós mesmos entramos no estado de identificação e projeção com a outra pessoa. Projetamos no outro aspectos nossos. Não sabemos olhar para dentro e reconhecer os próprios erros, as próprias dificuldades, e então dizemos que o outro é terrível. Criamos uma lista de culpados pela nossa própria insatisfação.

Conhecer a si mesmo também é estar em contato com nosso Eu Superior, a parte Divina em nós, que sabe dar limites, que sabe perdoar, que não aceita o que é inaceitável. E que ama profundamente, a si mesmo e ao outro.

A segunda ignorância de um amante:

Não conhecer a quem se ama.

Quando não conhecemos a essência da outra pessoa criamos expectativas, destruímos a comunicação saudável, acusamos erroneamente o outro, enfim, criamos confusão, ilusão e mal-entendidos. Queremos que ela nos dê o que ela não pode nos dar, queremos que ela seja perfeita, imaculada, iluminada.

Mas todos temos lados positivos e negativos, não?

A terceira ignorância de um amante:

Não conhecer o amor.

O Amor é um sentimento que une, que engloba, que junta. E ele começa trazendo as nossas partes obscuras à consciência. Integrar nossa sombra e transformá-la em Luz é uma obra do Amor. Somente este sentimento tem a capacidade de fazer isto. O Amor coloca a mão na lama porque sabe que quando erguemos as mãos para o céu a lama é transmutada. Sendo assim, é possível curar feridas, amenizar o cansaço existencial, suavizar emoções pesadas.

Estar em estado de amor significa também aceitar e curar nossos lados sombrios e os lados sombrios da outra pessoa. Porque todos temos um inconsciente repleto de medos, de traumas… E o Amor sabe disso.

Quando duas pessoas inteiras estão harmonizadas, no caminho, se trabalhando e essas pessoas se relacionam, se amam, com certeza elas estarão gerando muita Luz para o mundo.

A quarta ignorância de um amante:

Não saber a hora de parar, mesmo amando.

Quem ama sabe que as coisas mudam e que há momentos em que é melhor jogar tudo para o vento. O desapego é necessário. Afinal, o que realmente levamos conosco quando morremos? O Amor.

O desapego é uma grande lição. Ele nos mostra o caminho da aceitação do que É. Ele diminui a nossa necessidade de estarmos sempre certos. Ele nos mostra que a vida nem sempre é do jeito que a gente gostaria que ela fosse e, ao aceitarmos este fato, crescemos espiritualmente.

By Padre Antônio Vieira, em “Sermões”.

Aceitação

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 09/06/2014 by Joe

Aceitação

A primeira impressão que temos quando ouvimos ou pensamos em aceitar, seja uma pessoa, um fato ou uma circunstância, é de que estaremos nos submetendo ou nos subjugando, desistindo de lutar, sendo fracos.

De verdade, se quisermos modificar qualquer aspecto da nossa vida e de nós mesmos, devemos começar aceitando. A aceitação é detentora de um poder transformador que só quem já experimentou pode avaliar.

É difícil aceitar uma perda material ou afetiva, uma dificuldade financeira, uma doença, uma humilhação, uma traição. As pessoas são como são, dificilmente mudam. Não podemos contar com isso. A única pessoa que podemos mudar somos nós mesmos; portanto, se não houver aceitação, o que estaremos fazendo é insensato, é insano.

A aceitação é uma força que desconhecemos porque somos condicionados a lutar, a esbravejar, a brigar. Aceitar não é desistir, nem tão pouco resignar-se. Aceitar é estarmos lúcidos, conscientes do momento presente e, se assim a vida se apresenta, assim deve ser.

Tudo está coordenado pela Lei da Ação e Reação. No instante em que aceitamos, desmaterializamos situações que foram criadas por nós, soluções surgem naturalmente através da intuição ou fatos trazem as respostas e as saídas para o problema.

Tudo é movimento. Nada é permanente. A nossa tendência “natural” é resistir, não aceitar, combater tudo o que nos contraria e o que nos gera sofrimento. Dessa forma prolongamos a situação.

Resistir só nos mantém presos dentro da situação desconfortável, muitas vezes perpetuando e tornando tudo mais complicado e pesado.

Quando não aceitamos, nos tornamos amargos, revoltados, frustrados, insatisfeitos, cheios de rancor e tristeza, e esses padrões mentais e emocionais criam mais dificuldades, nunca trazem solução.

Aceitar é expandir a consciência e encontrar respostas, soluções, alívio. Aceitar é o que nos leva à fé. É fundamental entender que aceitar não significa desistir, mas sim, seguir adiante com otimismo.

Ter muitos propósitos a serem atingidos é nossa atitude saudável diante da vida. Aceitar se refere ao momento presente, ao agora. No instante que você aceita, você se entrega ao que a vida quer lhe oferecer. Novas ideias surgem para prosseguir na direção desejada, saindo do sofrimento.

By Ana Cristina Pereira, terapeuta transpessoal.

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