Solidão pra que?

Você tem dado atenção para essa pessoa especial que é você?

Estou te perguntando porque passamos muito tempo cuidando das pessoas ao nosso redor, do nosso trabalho, dos familiares e até dos amigos.

Somos craques em perceber quando um amigo não está bem, temos conselhos para tudo e para todos e, muitas vezes, quando a noite termina, estamos isolados em uma solidão profunda…

Examinando a solidão vamos perceber que ela pode ocorrer até no meio de uma multidão de gente, ataca crianças e adultos, não escolhe raça, nem sexo, simplesmente vai se instalando onde nem sempre é chamada. Aliás, quem em são juízo vai dizer que adora a solidão? Não to falando daqueles momentos em que você quer ficar só, nada disso, isso é até saudável e necessário; estou falando de solidão brava, daquelas que até dói na alma.

Solidão dói? Dói pra caramba! Ela se manifesta de tal maneira que vai causando outros estragos na alma e, com o tempo, no corpo também. Isso mesmo: muitas doenças físicas acabam sendo geradas pela solidão, porque a sua auto-estima é a primeira a cair. Principalmente quando a pessoa cisma que precisa encontrar uma pessoa para fazê-la feliz e os relacionamentos não acontecem, só tranqueira, só pequenas aventuras e parece que, quanto mais procura, menos encontra.

As causas são muitas, a resposta para o problema, uma só: preencher-se! Isso mesmo, você tem que descobrir o que anda deixando de fazer por você. O que o seu corpo ou espírito anda pedindo e você não está dando. Com certeza não é uma companhia, um(a) companheiro(a), pois ninguém preenche ninguém.

Cada ser humano precisa se valorizar, ter a certeza do seu valor para receber da vida o que merece. Pense nisso, e procure descobrir o que você está deixando de fazer por você mesmo, e preencha-se!

Solidão, nunca mais…

By Paulo Roberto Gaefke.

2 Respostas to “Solidão pra que?”

  1. Marlene Aniceto de Araujjo baracho Says:

    Amei, uma reflexão e tanto! Obrigado

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  2. Regina Franz Says:

    Joemir, gostei imensamente do texto. E é muito verdade que às vezes esquecemos um pouco de nós em prol dos outros. Acho, claro, até saudável e uma demonstração de afeto, essa preocupação, mas como tudo na vida, ela dever ter limites.

    Se não cuidamos de nós mesmos, como seremos capazes de ajudar outra pessoa? O exagero é prejudicial, seja em que área de nossa vida for.

    Beijos, querido amigo.

    Re.

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