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Musicoterapia

Posted in Saúde on 08/07/2012 by Joe

Podemos definir a Musicoterapia como sendo a utilização da música e seus elementos (som, ritmo, melodia e harmonia) num processo para facilitar e promover a comunicação, relação, aprendizagem, mobilização, expressão, organização e outros objetivos terapêuticos relevantes, no sentido de alcançar necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas. Desta forma o indivíduo restabelece suas funções, melhora sua integração intra/interpessoal e sua qualidade de vida através da prevenção, reabilitação ou tratamento.

Definição teórica apresentada, vamos tentar entender, na prática, como a coisa toda funciona.

Em vários posts mais antigos, eu escrevi sobre como todo o Universo – e tudo que nele está contido – é energia. Desta forma, podemos dizer, com base na Física moderna, que tudo que existe é formado por átomos e que todo átomo tem seu núcleo e elétrons que giram ao redor desse núcleo. Isso a grosso modo, de uma forma simples de entender.

Esse movimento de rotação em torno do núcleo cria campos eletromagnéticos que vibram numa determinada frequência (maior ou menor) e se integram com campos eletromagnéticos de tudo que existe no Universo. Assim, por exemplo, se dão as reações químicas.

Como nós, seres humanos, somos formados do mesmo material que existe no Universo (lembram da história de que viemos do pó? Pó = terra = minerais, metais, gases, etc), também temos campos eletromagnéticos que vibram em determinadas frequências.

Por outro lado, a música também produz vibrações através de suas ondas sonoras. Essas ondas, quando interagem com nossos corpos, podem contribuir para uma maior ou menor harmonia das vibrações de nosso organismo a nível celular. Essas ondas sonoras são transformados em impulsos elétricos pelo nosso ouvido, chegam ao nosso cérebro provocando o aumento da produção de endorfinas. Estas causam sensação de bem-estar, relaxa o corpo, diminui os batimentos cardíacos e a pressão arterial.

Assim, podemos dizer que determinados tipos de músicas têm frequências de cura, isto é, ela vibra em altíssimas frequências, contribuindo para o rearranjo das nossas células, produzindo endorfinas que causam o bem estar do nosso organismo, relaxando-o!

Muitos testes têm sido feitos com resultados muito positivos em casos de depressão, Alzheimer, reabilitação de pacientes com AVC, câncer, hipertensão, doentes crônicos, crianças com problemas cognitivos, fibromialgia, stress e muitos outros problemas de saúde.

Na prática, já foram realizados testes também com prematuros, animais, plantas, e até com moléculas de água: na presença de determinadas músicas clássicas, as moléculas da água se rearranjaram e formaram cristais geometricamente perfeitos. Ao contrário, na presença de melodias dissonantes e agressivas, esses cristais pareciam ter se quebrado, sem formas regulares.

Porém, é preciso entender que não é qualquer tipo de música que pode ser usada como terapia. Não vale, nesse caso, o gosto musical individual, mas sim, as reações que a pessoa tenha a determinados sons. Se a pessoa gosta de rock, heavy-metal e outras melodias dissonantes, com certeza ela poderá, ao longo de algum tempo, ter dores de cabeça, perda de audição e outras doenças que virão ao longo do tempo em função de desequilíbrios em níveis celulares.

Pacientes que sofrem de distúrbios psíquicos, por exemplo, ao ouvirem uma música que o deixe alterado, ele poderá ter um surto psicótico!

Não vou indicar aqui uma linha de músicas que sejam as mais indicadas para todo mundo. Como disse antes, cada um tem que descobrir aquela que tenha efeitos relaxantes sobre o corpo e a mente.

Para uma boa sessão de relaxamento, o ideal é que se escolha um local tranquilo, aconchegante. Escolha a música ideal e deixe a mente livre, procurando mentalizar coisas boas, sentindo o efeito da música sobre seu corpo. Dedique alguns minutos todos os dias para que o efeito seja realmente eficaz.

Deixo aqui uma das minhas favoritas, aquela que me relaxa, me acalma e me faz bem! Apenas um exemplo, ok?

By Joemir Rosa.

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