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Quiche de frango

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 16/06/2012 by Joe

Apesar de atualmente a quiche ser considerado um prato tradicional francês muito saboroso, prático e fácil de preparar, sua origem é alemã, de uma região medieval chamada Lothringen. A palavra “quiche” vem do alemão “kuchen”, que significa “torta”.

Posteriomente, os franceses a batizaram de Lorraine, cuja origem remonta ao século XVI e era uma torta aberta recheada com creme feito de leite e ovos, acrescido de bacon defumado. Somente tempos depois foi acrescentado queijo à quiche Lorraine. Adicionando cebolas obtém-se a quiche Alsaciana.

A quiche se tornou popular na Inglaterra logo após a Segunda Guerra Mundial e nos Estados Unidos na década de 1950. Hoje pode-se encontrar uma grande variedade de quiches, desde a original quiche Lorraine, até aquelas com frango, alho-poró, champignon, espinafre e mesmo peixes, como o salmão.

A preparação de uma boa quiche é relativamente fácil, porém alguns segredos podem fazer toda a diferença no resultado final. Antes de passarmos à receita, vamos detalhar esses segredos:

1. Após a preparação e abertura da massa em forma própria (sim, ela é tão chique que tem uma forma especial!), a quiche deve ser toda furada no fundo para evitar bolhas e também deverá permanecer na geladeira por meia hora  antes de ir ao forno. Isso fará com que sua massa amanteigada não diminua nas laterais da forma.

2. A manteiga usada na preparação da massa deve ser sem sal e estar gelada.

3. De preferência use forma de fundo removível, pois isso impedirá que a quiche quebre. E asse em fogo pré-aquecido em torno de 180º C.

Segredos aprendidos, vamos à receita, lembrando que existem inúmeras variações nos recheios! A receita a seguir é uma dessas variações.

Quiche de frango

Ingredientes

Massa

300 g de farinha de trigo
1/2 colher (café) de fermento em pó
1 pitada de sal
180 g de manteiga gelada cortada em pedaços grandes
1 gema (reserve a clara)
1 ovo inteiro

Recheio

1/2 xícara (chá) de azeite extra-virgem
1 cebola picada
2 dentes de alho
1 peito de frango cozido e desfiado
2 colheres (sopa) de extrato de tomate
1 lata de ervilhas
1 lata de milho verde
1 copo de requeijão light
salsa picada a gosto
sal a gosto
farinha de rosca para polvilhar

Modo de preparo

Coloque no processador a farinha de trigo, o fermento, o sal e a manteiga e bata até virar uma farofa grossa. Junte o ovo inteiro e a gema e bata até que vire uma grande bola dentro do processador. Caso a massa esteja muito seca, vá pingando gotas de água gelada até a massa se unir e virar uma grande bola dentro do processador.

Retire e abra a massa na forma de quiche, sem untar. Fure toda a massa com a ponta de um garfo, pincele a clara batida na massa e leve à geladeira por 30 minutos.

Enquanto isso, em uma panela, adicione o azeite, refogue a cebola, o alho e adicione o peito de frango desfiado. Refogue, sempre mexendo bem, e adicione o extrato de tomate. Continue mexendo e, em seguida, adicione as ervilhas e o milho verde. Assim que a mistura ficar bem homogênea, desligue o fogo, misture o requeijão e finalize com a salsa picada. Corrija o sal, se necessário, e reserve.

Cubra toda a forma da quiche com este recheio e polvilhe ligeiramente com farinha de rosca, o que deixará um aspecto crocante e com menos gordura. Leve ao forno por 30 ou 40 minutos e sirva em seguida.

Deixo aqui mais um segredo: se o recheio que você for usar for mais molhado, que contenha molhos, é conveniente pré-assar sua quiche por, pelo menos, 25 minutos antes de colocar o recheio. Caso o recheio seja mais seco, não é necessário que asse a quiche previamente; neste caso você pode assar junto com o recheio por 40 minutos.

By Joemir Rosa.

A intimidade precisa ser bem cuidada

Posted in Relacionamentos with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 15/06/2012 by Joe

Os tempos mudaram, é verdade, mas a idéia de um casal (jovem ou velho), com compromisso sério ou nem tanto, ser displicente com aparência na intimidade é muito triste.

De modo geral, tanto homens como mulheres, no início de seus relacionamentos, costumam dar “aquela caprichada” no visual. Eles não poupam esforços para ficar mais atraentes. Nessas horas vale tudo: roupas íntimas novinhas, depilação em dia, perfume, sabonete cheiroso. É o momento do investimento.

As mulheres não fogem à regra, até as que podemos definir como “mais desencanadas” querem, no fundo, sentir-se atraentes. Batom, rímel, lingerie ousada, sapatos de salto, perfumes, qualquer coisa é útil quando se está interessada em alguém.

O gostoso disso é que somos todos iguais. Afinal, a preocupação com a estética faz parte do jogo da sedução.

Com o tempo, à medida que aumenta a intimidade,  a relação vai perdendo a cerimônia e diminui a preocupação do casal com a estética. O difícil é entender que, se isso faz parte da vida, para que tanta propaganda, métodos e produtos para melhorar a aparência? Será que é só para dar conta dos “sem-compromisso”? Pouco provável…

A intimidade que traz conforto para o espírito, sentimento de proteção e mais um monte de coisas boas para o relacionamento, pode também ser a grande vilã em muitos relacionamentos.

A maioria das mulheres, quando deixa uma relação estável, precisa refazer sua gaveta de roupas íntimas. Em geral, só tem peças gastas e sem charme. Com os homens é a mesma coisa. Será que é preciso esperar uma separação para que eles comecem a dar importância para aparência, comprar roupas novas e entrar em dieta?

Apesar de estranho, a intimidade faz os casais perderem o pudor, até que passam a ficar em casa de qualquer jeito. Aceitar que isso acontece passa a significar uma prova de amor, mas não é.

De alguma forma os casais se esquecem do que faziam antes para agradar o companheiro. Esquecem dos banhos intermináveis, de escovar os dentes toda hora para ficar com o hálito fresquinho e de andar sempre cheiroso.

Quem acha que pensar nisso é bobagem pode acabar levando um grande susto. Com medo de ofender, nem sempre o parceiro fala o que pensa. Aí, um dia, sem mais nem menos, recebe um comunicado:

– “Fui…”

Para quem acha que vale a pena mudar o final do filme é bom estar sempre pronto para uma alteração de roteiro. Para isso, seguem algumas dicas:

– Relação nenhuma sobrevive a bafo de onça, chulé, cecê e outras coisinhas mais. A higiene pessoal tem que estar sempre em dia. Vale a pena gastar com sabonete, desodorante, pasta de dente, perfume, etc. Afinal, nesse roteiro, nada tem hora para acontecer.

– Roupas íntimas sempre em dia. Alças, calcinhas ou cuecas: largas, manchadas, encardidas, judiadas ou sem combinar devem ser jogadas no lixo. Só para lembrar, dizem as más línguas que os homens detestam lingerie bege.

– Se trocar de roupa para ficar em casa, não vista a mais velha, furada ou super larga! Coloque uma confortável, mas que lhe caia bem. Imagine que um ex ou uma ex-namorada pode, a qualquer momento, tocar a campainha. A última coisa que qualquer um ia querer ouvir é: “Nossa! Ainda bem que não deu certo!”

– Preserve a sua intimidade: usar o banheiro os dois ao mesmo tempo só se for para tomar banho junto ou passar creme no corpo; para as outras coisas o melhor é fechar a porta.

– Quem usa camiseta ou pijama para dormir, cuidado! Com o tempo, o que era uma graça fica um terror: mulheres com mais de 30 anos de pijama com motivo infantil ou homem com o pijamão xadrez não estão livres de receber um PT (Perda Total) do companheiro. Não precisa cair no sexy, as lojas estão cheias de pijamas confortáveis e modernos.

De resto, é sempre bom lembrar: para que dure, uma relação precisa, além do amor e respeito, de uma boa pitada de sal. Use bem a intimidade e divirta-se!

By Lícia Egger Moellwald, consultora na área de Treinamento Corporativo e doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP.

Árvores

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 14/06/2012 by Joe

Tempos atrás eu era vizinho de um médico cujo “hobby” era plantar árvores no enorme quintal de sua casa. Às vezes, observava da minha janela o seu esforço para plantar árvores e mais árvores, todos os dias.

O que mais chamava a atenção, entretanto, era o fato de que ele jamais regava as mudas que plantava. Passei a notar, depois de algum tempo, que suas árvores estavam demorando muito para crescer.

Certo dia resolvi, então, aproximar-me do médico e perguntei se ele não tinha receio de que as árvores não crescessem, pois percebia que ele nunca as regava. Foi quando, com um ar orgulhoso, ele me descreveu sua fantástica teoria.

Disse-me que, se regasse suas plantas, as raízes se acomodariam na superfície e ficariam sempre esperando pela água mais fácil, vinda de cima. Como ele não as regava, as árvores demorariam mais para crescer, mas suas raízes tenderiam a migrar para o fundo, em busca da água e das várias fontes nutrientes encontradas nas camadas mais inferiores do solo. Assim, segundo ele, as árvores teriam raízes profundas e seriam mais resistentes às intempéries.

Disse-me, ainda, que frequentemente dava uma palmadinha nas suas árvores, com um jornal enrolado, e que fazia isso para que se mantivessem sempre acordadas e atentas.

Essa foi a única conversa que tive com aquele meu vizinho. Logo depois, fui morar em outro país, e nunca mais o encontrei.

Vários anos depois, ao retornar do exterior, fui dar uma olhada na minha antiga residência. Ao aproximar-me, notei um bosque que não havia antes. Meu antigo vizinho havia realizado seu sonho!

O curioso é que aquele era um dia de um vento muito forte e gelado, em que as árvores da rua estavam arqueadas, como se não estivessem resistindo ao rigor do inverno.

Entretanto, ao aproximar-me do quintal do médico, notei como estavam sólidas as suas árvores: praticamente não se moviam, resistindo implacavelmente àquela ventania toda.

– “Que efeito curioso…”, pensei eu! As adversidades pela qual aquelas árvores tinham passado, levando palmadelas e tendo sido privadas de água, pareciam tê-las beneficiado de um modo que o conforto e o tratamento mais fácil jamais conseguiriam.

Todas as noites, antes de me deitar, dou sempre uma olhada em meus filhos. Debruço-me sobre suas camas e observo como têm crescido. Frequentemente oro por eles. Na maioria das vezes peço para que suas vidas sejam fáceis:

– “Meu Deus, livre meus filhos de todas as dificuldades e agressões deste mundo…”

Tenho pensado, entretanto, que é hora de alterar minhas orações. Essa mudança tem a ver com o fato de que é inevitável que os vento gelados e fortes nos atinjam e aos nossos filhos. Sei que eles encontrarão inúmeros problemas e que, portanto, minhas orações para que as dificuldades não ocorram têm sido ingênuas demais.

Sempre haverá uma tempestade, ocorrendo em algum lugar. Portanto, pretendo mudar minhas orações. Farei isso porque, quer nós queiramos ou não, a vida não é muito fácil.

Ao contrário do que tenho feito, passarei a orar para que meus filhos cresçam com raízes profundas, de tal forma que possam retirar energia das melhores fontes, das mais divinas, que se encontram nos locais mais remotos.

Oramos demais para termos facilidades, mas na verdade o que precisamos fazer é pedir para desenvolvermos raízes fortes e profundas, de tal modo que, quando as tempestades chegarem e os ventos gelados soprarem, resistiremos bravamente, ao invésde sermos subjugados e varridos para longe.

Autoria atribuída à Blandinne.

As trevas do subconsciente

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , on 13/06/2012 by Joe

“Quando se quer uma coisa, o Universo inteiro conspira a favor”.

Estamos acostumados a olhar esta frase apenas do ponto de vista positivo. Nossos verdadeiros desejos sempre se transformam em realidade.

Entretanto, é preciso ficar atento para as trevas do subconsciente. Ali, escondidos debaixo de uma porção de boas intenções, estão desejos que não ousamos sequer confessar a nós mesmos: a vingança, as auto-punições, as auto-sabotagens, a alegria macabra da tragédia pessoal.

O Universo não julga: conspira a favor do que desejamos.

Olhemos com coragem as sombras de nossa alma – por mais doloroso que isto possa ser. Iluminemos estas trevas com a luz do perdão, da misericórdia, e do respeito por nós mesmos.

O Universo sempre conspira para realizar o que queremos; portanto, é preciso muito cuidado!

By Paulo Coelho.

Paixão, amor …

Posted in Relacionamentos with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 12/06/2012 by Joe

Gosto demais do Fabrício Carpinejar, de quem tenho o privilégio de ser amiga. E é para prestigiá-lo que abro esta crônica com uma citação extraída da ótima entrevista que ele deu para a revista Joyce Pascowitch:

“O início da paixão é estratosférico, as pessoas não param quietas exibindo tudo que podem fazer. Depois passam a confessar o que realmente querem. A paixão é mentir tudo o que você não é. O amor é começar a dizer a verdade”.

É mais ou menos isso. No começo, a sedução é despudorada, inclui, não diria mentiras, mas um esforço de conquista, uma demonstração quase acrobática de entusiasmo, necessidade de estar sempre junto, de falarem-se várias vezes por dia, de transar dia sim, outro também.

A paixão nos aparta da realidade, é um período em que criamos um universo paralelo, é uma festa a dois em que, lógico, há sustos, brigas, desacordos, mas tudo na tentativa de se preparar para algo muito maior, o amor.

É aí que a cobra fuma. A paixão é para todos, o amor é para poucos.

Paixão é estágio, amor é profissionalização. Paixão é para ser sentida; o amor, além de ser sentido, precisa ser pensado. Por isso tem menos prestígio que a paixão, pois parece burocrático, um sentimento adulto demais, e quem quer deixar de ser adolescente?

A paixão não dura, só o amor pode ser eterno. Claro que alguns casais conseguem atingir o Éden – amarem-se apaixonadamente a vida inteira, sem distinção das duas “eras” sentimentais. Mas, para a maioria, chega o momento em que o êxtase dá lugar a uma relação mais calma, menos tórrida, quando as fantasias são substituídas pela realidade: afinal, o que se construiu durante aquele frenesi do início? Uma estrutura sólida ou um castelo de areia?

Quando a paixão e o sexo perdem a intensidade é que aparecem os pilares que sustentam a história – caso existam. O que alicerça de fato um relacionamento são as afinidades (não podem ser raras), as visões de mundo (não podem ser radicalmente opostas), a cumplicidade (o entendimento tem que ser quase telepático), a parceria (dois solitários não formam um casal), a alegria do compartilhamento (um não pode ser o inferno do outro), a admiração mútua (críticas não podem ser mais frequentes que elogios) e, principalmente, a amizade (sem boas conversas não há futuro). Compatibilidade plena é delírio, não existe, mas o amor requer ao menos uns 65% de consistência, senão o castelo vem abaixo.

O grande desafio dos casais é quando começa a migração do namoro para algo mais perene, que não precisa ser oficializado ou ter a obrigação de durar para sempre, mas que não pode continuar sendo frágil. Claro que todos querem se apaixonar, não há momento da vida mais vibrante. Mas que as “mentirinhas” sedutoras do início tenham a sorte de evoluir até se transformarem em verdades inabaláveis.

By Martha Medeiros.

Não acredite…

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , on 11/06/2012 by Joe

Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas depois de muita análise e observação, se você vê que algo concorda com a razão, e que conduz ao bem e beneficio de todos, aceite-o e viva-o.

By Siddharta Gautama, o Buddha.

Desmandamentos

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , on 10/06/2012 by Joe

1. Ame a vida sobre todas as coisas.

2. Não obedeça à ordens – exceto àquelas que venham do teu próprio coração.

3. A felicidade está dentro de você. Não a procure em nenhum outro lugar.

4. O amor livre é a mais religiosa das orações.

5. O desapego é a única porta para o Céu.

6. A vida só existe aqui e agora.

7. Não corra: dance.

8. Viva acordado – em todos os sentidos.

9. Pare de buscar: o que é teu já te pertence.

10. Mude, mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade.

By Edson Marques.

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