Arquivo para maio, 2012

A força das crenças e valores

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 24/05/2012 by Joe

Cada cultura tem seu conjunto de crenças e valores que foram criados e praticamente impostos há séculos e séculos, e foram sendo repassados de geração pra geração até chegar aos dias de hoje, em pleno século XXI.

Basta um passeio pelos noticiários de TV ou um bom bate papo na mesa de um barzinho com amigos para confirmarmos essa ideia.

Vemos povos que ainda castigam suas mulheres impondo-lhes uma posição inferior na sociedade, onde nada é permitido a elas; povos que mutilam suas meninas para que não sintam prazer sexual na idade mais adulta; vemos maridos achando que são os donos de suas esposas; homens que acabam tendo ataques cardíacos porque não conseguem exprimir suas emoções porque lhes ensinaram que eles não choram; gente que ainda acha que tudo que lhes acontece na vida é obra do destino ou – pior! – porque Deus quis assim; etc, etc, etc …

A força que essas crenças têm é imensa e faz com que a maioria dos seres humanos seja fraca, doente e medrosa perante a vida. A culpa não é exatamente deles, mas de seus pais e antepassados ao lhes imporem aqueles conjuntos de crenças e valores que falei acima.

Quando somos crianças, a nossa mente ainda não tem a capacidade de discernir sobre o que tem uma lógica fundamentada ou não. Nosso cérebro, naquela idade, funciona como uma esponja que absorve tudo que lhe é dito e não tem ainda a capacidade de distinguir o óbvio do absurdo.

E é exatamente nesse período de vida que as crenças começam a fazer o maior estrago. É aí que somos moldados para acreditar em um monte de coisas sem sentido, num conjunto de valores, muitas vezes hipócritos e sem a menor lógica. São as crenças sociais, religiosas, educacionais e até as mais manipuladoras, como a mídia, que tenta nos impor a ideia de que determinados produtos nos fazem ser melhores e mais desejados!

Vejam, no exemplo a seguir, como uma crença imposta na infância pode fazer pequeno estrago na idade adulta: se eu colocar uma tábua bem forte, de 2 metros de comprimento e 40 centímetros de largura, no chão e pedir a você que caminhe sobre ela de uma ponta à outra, você o fará tranquilamente. Ao colocar a mesma tábua apoiada nos topos de dois edifícios e solicitar que caminhe novamente sobre ela, você, com certeza, dirá que não dá pra passar, que tem medo de cair e se espatifar lá embaixo! Mas … a tábua não é a mesma? Você não havia passado por ela sem o menor problema quando ela estava no chão? Por que o medo agora?

A resposta é simples: quando criança, alguém – provavelmente seus pais – encheu sua cabeça com uma série de crenças sobre os “perigos” desta vida. “Desça dessa cadeira que você vai cair, menino!” … E aí você absorveu essa informação sobre altura e  acabou guardando-a em algum arquivo desse porão escuro chamado inconsciente. E toda vez que você se depara com uma situação semelhante àquela, a luz de um spot se acende sobre o arquivo onde aquela crença está guardada e ela se revela abertamente pra você! E aí vem o medo novamente!

Outro exemplo de crença sem fundamento é a tal história de que manga com leite faz mal à saúde, que passa de pai pra filho e não tem nenhuma comprovação científica. A afirmação nasceu na época dos escravos, em alguma fazenda cujo cultivo de mangas era uma das maiores fontes de riquezas juntamente com a produção de leite. Então, para que os escravos não fizessem uso desses dois alimentos, os senhores donos das terras inventaram essa história de que manga com leite faz mal!

Estes são apenas dois pequenos e bobos exemplos sobre o poder das crenças em nossas vidas. E olha que elas existem aos montes nos arquivos que mencionei acima!

Da mesma forma, os valores sociais, emocionais, religiosos nos foram impostos igualmente, gerando muitos conflitos, preconceitos e traumas. Aliás, prestem atenção à palavra preconceito: pré (antes) + conceito (ideia) = ideia anterior, ou seja, uma “alucinação”, um script que vem antes de um fato! Você acha, alucina que uma coisa funciona de uma determinada forma e passa a acreditar fortemente naquilo, sem nem mesmo ter tido o trabalho de testar. E – o pior – passa até a marginalizar e agredir quem pensa diferente de você! Não respeita aquela pessoa que tem uma visão diferente da sua ou do seu meio social.

É preciso ter um pouco mais de consciência, é preciso questionar mais, é preciso duvidar de certos valores e crenças que não trazem, em si, nenhuma comprovação prática!

Toda vez que você se deparar com alguma crença ou valor que, de certa forma, lhe tire o poder de decisão pessoal, pare um pouco e reflita, duvide, questione! De onde vem essa ideia? Quem criou? Qual a real intenção por trás disso?

Tenho certeza que, livres de muitas dessas correntes e amarras, seremos muito mais felizes e livres para vivermos a nossa vida … e não a vida que os outros tentam nos impor! Vamos sair do piloto automático e ter mais consciência existencial!

Afinal, quem usa cabresto não pode olhar para os lados, só para a frente! E perde a maior parte da linda paisagem que a vida nos oferece!!

By Joemir Rosa.

A Lei da Semeadura

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 23/05/2012 by Joe

Estou sempre observando a natureza para dela tirar exemplos de como podemos guiar nossas vidas para sermos felizes.

Observe uma macieira. Pode haver mais de 500 maçãs numa única árvore e cada maçã por volta de 10 sementes. São muitas sementes, não? Para que tantas sementes?

A natureza está nos ensinando alguma coisa aqui. Ela parece estar nos dizendo:

“A maioria das sementes se perde. Portanto, se você realmente quer que alguma coisa aconteça, é melhor tentar mais de uma vez.”

E podemos traduzir isso em nossas vidas assim:

– Você irá passar por várias entrevistas antes para conseguir um emprego.

– Você irá entrevistar umas 40 pessoas antes de encontrar um bom funcionário.

– Você irá falar com umas 50 pessoas antes de vender sua casa, seu carro ou uma ideia.

– E talvez precise conhecer umas 100 pessoas antes de encontrar um amigo especial.

Raramente nos decepcionamos na vida, ou com a vida, quando entendemos a lei da semeadura. E também deixamos de nos sentir e agir como vítimas!

Somente precisamos entender e trabalhar com as leis da natureza para que possamos viver melhor.

Portanto, lembre-se:

As pessoas de sucesso falham com maior frequência. Mas sempre atingem o sucesso porque plantam mais sementes.

By Claudia Giovani.

Os nós e nós

Posted in Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 22/05/2012 by Joe

Quando queremos que alguma coisa fique ancorada à nossa vida, fazemos de tudo para mantê-la presa à nós. Criamos laços e os apertamos com todo nosso coração.

Os nós fazem parte de nós.

Infelizmente, nem tudo o que se apega a nós é bom e útil. Se prezamos ter laços afetivos e pedaços de memórias agarradas definitivamente à nossa pele, há aqueles nós que se apegam sem que nossa permissão seja pedida e sem que tenhamos forças para desatá-los. Esses nos acompanham e nos adoecem.

Viver com nós na garganta, que não descem e nem saem, nos deixa deficientes.

Avançamos em algumas outras coisas, mas o não resolvido fica, como um espinho na carne.

A gente caminha, mas sente que algo ficou para trás e muitas das dores de garganta que não conseguimos curar são emoções presas das quais não soubemos nos livrar.

O que fica atravessado diante de nós é o peso que carregamos, por vezes, por anos e anos. O dia bendito em que conseguimos colocar em palavras e lágrimas aquilo que nos ofendeu, entrou em nós e ficou, o sol desponta no horizonte como se fosse seu primeiro dia.

Ah, Deus, se tivéssemos sempre a coragem de abrir nosso coração e gritar nossa mágoa, quão mais leves e sãos poderíamos viver!

Se criamos a coragem de desatar, devagar, certo, mas desatar, um a um os laços que nos incomodam, liberamos uma a uma as ansiedades, os males que nos doem física e psicologicamente.

Nessas horas nosso coração bate de maneira diferente, respiramos mais ar puro e nossos olhos se abrem para novos horizontes.

Só um pequeno passo, um muito de coragem e uma nova vida pode começar.

By Letícia Thompson.

Meio ou desculpa

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 21/05/2012 by Joe

Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho, sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes.

Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo. Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo.

O sucesso é construído à noite! Durante o dia você faz o que todos fazem. Mas, para obter um resultado diferente da maioria, você tem que ser especial. Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados.

Não se compare à maioria, pois, infelizmente ela não é modelo de sucesso. Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chopp com batatas fritas. Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão. Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina.

O mundo não está nem aí se vc está cansado ou triste, ele simplesmente não para. E quem vive lamentando ou reclamando da vida nunca vai conseguir chegar em lugar nenhum.

A realização de um sonho depende de dedicação. Há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica, mas toda mágica é ilusão, e a ilusão não tira ninguém de onde está, em verdade a ilusão é o combustível dos perdedores.

Quem quer fazer alguma coisa, encontra um meio. Quem não quer fazer nada, encontra uma desculpa.

By Roberto Shinyashiki.

Doação e transplante de órgãos

Posted in Reflexão on 20/05/2012 by Joe

O transplante é, sem dúvida, a tão esperada resposta para milhares de pessoas com insuficiências orgânicas terminais ou cronicamente incapacitantes. É, sem dúvida, um procedimento médico com enormes perspectivas, porém impossível de ser executado sem o consentimento de uma população consciente da possibilidade, da necessidade e responsabilidade de depois da morte, destinar os seus órgãos para salvar vidas.

Neste sentido, no cenário dos transplantes não existem estrelas: todos – pacientes, médicos e doadores – são igualmente importantes, pois não existe transplante sem doador. Acredita também que a questão da escassez de órgãos para transplantes, mais acentuada no Brasil do que em outros países, somente será resolvida através de um intenso esforço de educação de toda a sociedade, incluindo, em curto prazo e em especial, os profissionais de saúde, que dão início e finalizam o processo. Não menos importante é a implementação de políticas de saúde pública que priorizem a prevenção de doenças que levam à indicação de transplante.

A conscientização da sociedade como um todo, tarefa de longo prazo, deve ser iniciada nas escolas, o centro ideal de formação integral dos jovens, incluindo o exercício da cidadania. Neste sentido, a incorporação dessa temática nos conteúdos curriculares dos diversos níveis de ensino é determinante para se lograr uma atitude crítica que permita o debate e a análise dos avanços científicos que influenciam a nossa saúde e determinam o rumo da nossa existência. Afinal de contas, os estudantes de hoje são os futuros médicos, enfermeiros, assistentes sociais, psicólogos, biólogos, engenheiros, pesquisadores, técnicos de laboratórios, cidadãos, governantes e potenciais doadores e receptores de órgãos, beneficiários da admirável tecnologia dos transplantes.

Como ser um doador

A legislação brasileira sobre o processo doação/transplante estabelece que somos todos doadores de órgãos desde que após a nossa morte um familiar (até segundo-grau de parentesco) autorize, por escrito, a retirada dos órgãos. Portanto, não basta você querer ser um doador de órgãos. Sua família também precisa saber. São eles que vão autorizar os médicos a fazer o transplante de seus órgãos para salvar outras vidas. Diga em casa, diga para seus amigos, diga para todo mundo que você quer ser um doador.

Qualquer pessoa pode doar órgãos. Nenhuma religião é contra a doação. Pelo contrário, toda religião apóia o amor aos outros, que inclui o ato de doar-se. Para um transplante de órgãos só importa a compatibilidade entre você e as várias pessoas que esperam um coração, um pulmão, um rim. Enfim, uma vida.

Não é necessário nenhum registro em documento. Basta deixar a família avisada. Ela vai considerar isso como último desejo e autorizar a doação.

O cartão de doador e o cadastro que pode ser feito no site da ADOTE não substituem a manifestação da família, mas é um importante símbolo de sua vontade que poderá ajudar em um momento de tomada de decisão. Parte das famílias que não autoriza a doação dos órgãos de um ente querido age assim por desconhecer a opção do falecido.

Faça seu cadastro, imprima o cartão, avise familiares e amigos sobre a sua vontade. Acesse o link abaixo para se cadastrar e obter mais informações sobre doação e transplante de órgãos: www.adote.org.br/cadastro_doadores.php.

No video abaixo, uma campanha da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo que mostra como alguém que espera na fila de doação de órgãos se sente. Não deixe de ver e compartilhar com todos os seus amigos e familiares.

By Joemir Rosa.

Pizza Supreme

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , on 19/05/2012 by Joe

Alguém há de dizer: “Lá vem você com pizza novamente”! E eu direi: “Sim! Aqui venho eu novamente com uma receita de pizza”!

Já contei a história da pizza, também já mencionei que receitas de pizzas existem aos montes, que todo mundo tem uma receita diferente, todo mundo gosta especificamente de um sabor (ou vários) de pizza! Já postei as receitas da pizza enrolada, da pizza de picanha, da pizza de batata palha, e da fugazzeta, e sei que ainda publicarei outras no futuro.

Hoje escolhi uma receita de pizza que parece mais que isso, parece até uma torta, uma vez que é preparada com massa grossa e uma maior variedade e quantidade de ingredientes. Mas é o tipo de pizza que eu adoro: massa grossa e super recheada, daquelas que saem do forno borbulhante, o queijo bem derretido! Ótima para estas noites geladas de outono-quase-inverno!

Espero que gostem!

Pizza Supreme

Ingredientes

Massa

1 tablete de fermento fresco
1 xícara de leite morno
1 ovo
1 colher de sopa de açúcar
1 colher de café de sal
1 colher de sopa de óleo
1 colher de sopa de margarina
1 xícara de batatas cozidas espremidas
farinha de trigo suficiente
1 colher de sopa de molho de tomate pronto para pizza

Recheio

300 g de queijo mussarela ralada
100 g de salame tipo pepperoni fatiado
100 g de cogumelos frescos
1 cebola média em fatias
1 pimentão verde cortado em rodelas
1 colher de sopa de azeite
1 dente de alho picado
1 lata de molho de tomate pronto para pizza
10 azeitonas pretas fatiadas
sal a gosto

Modo de preparo

Massa

Em um recipiente grande, e com a ajuda de um garfo, misture bem o fermento e o sal até que fique uma mistura bem homogênea. Adicione os demais ingredientes e misture muito bem com as mãos, integrando tudo.

Depois vá adicionando a farinha de trigo aos poucos até a massa desgrudar das mãos. Faça uma bola e deixe crescer no mesmo recipiente, coberto com um pano levemente umedecido, até que a massa dobre de volume (em torno de uma hora e pouco).

Enquanto a massa descansa e dobra de volume, pegue uma forma redonda de borda alta e unte com azeite. Depois, abra a massa com um rolo ou uma garrafa até formar um disco com diâmetro suficiente para cobrir a forma e com espessura de, aproximadamente, um centímetro.

Pré-aqueça o forno por uns 10 minutos a 180º graus. Coloque o disco de massa na forma redonda, cubra com uma colher do molho de tomates pronto para pizza e espalhe bem. Leve ao forno para pré-assar por uns 10 minutos. Retire do forno e reserve.

Recheio

Lave bem os cogumelos, fatie e refogue-os com o azeite, a cebola fatiada, o pimentão e o sal (uma pitada ou duas) até que a cebola e o pimentão fiquem ligeiramente macios. Reserve.

Montagem

Pegue a massa pré-assada, cubra com bastante molho de tomate, espalhando bem. Espalhe a mussarela ralada por cima, depois o pepperoni fatiado e o refogado de cogumelos, cebola e pimentão. Por último, as azeitonas pretas fatiadas.

Levo ao forno a 180º graus por uns 15 ou 20 minutos. Sirva acompanhada de um bom Chianti, que é um vinho “alegre” e expressivo, que vai bem muito bem com a massa e os temperos da pizza!

By Joemir Rosa.

Definições

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 18/05/2012 by Joe

Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.

Lembrança é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo.

Angústia é um nó muito apertado bem no meio do sossego.

Preocupação é uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu sair de seu pensamento.

Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer, mas acha que devia querer outra coisa.

Certeza é quando a ideia cansa de procurar e para.

Intuição é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.

Pressentimento é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista.

Vergonha é um pano preto que você quer para se cobrir naquela hora.

Ansiedade é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja.

Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.

Sentimento é a língua que o coração usa quando precisa mandar algum recado.

Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.

Tristeza é uma mão gigante que aperta seu coração.

Felicidade é um agora que não tem pressa nenhuma.

Amizade é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros.

Culpa é quando você cisma que podia ter feito diferente, mas geralmente não podia.

Lucidez é um acesso de loucura ao contrário.

Razão é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.

Vontade é um desejo que cisma que você é a casa dele.

Paixão é quando, apesar da palavra “perigo”, o desejo chega e entra.

Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado.

Não … amor é um exagero … também não … um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego?

Talvez porque não tenha sentido, talvez porque não tenha explicação, esse negócio de amor eu não sei explicar.

By Adriana Falcão, do livro “Mania de Explicação”.

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