Arquivo para outubro, 2011

Limitações

Posted in Reflexão with tags , , , , , , on 21/10/2011 by Joe

Você é a principal fonte de energia das suas próprias limitações. Pare de alimentar suas limitações, pare de aceitá-las e elas desaparecerão gradualmente!

Toda vez que você diz em voz alta, ou para si mesmo, “Nunca serei capaz“, “Não consigo“, “Jamais aprenderei isto“, você está reforçando suas limitações.

Quando você explica seu comportamento dizendo “Eu sou assim mesmo“, você está construindo e fortalecendo os limites que lhe impedem de avançar.

Sua mente é a responsável por sua própria realidade. Qualquer limitação que ocupe sua mente é, de fato, real.

Sobre o que aquela voz na sua cabeça fica falando o dia inteiro? Ela está barrando ou impulsionando você? Ela está constantemente dizendo “Nunca vou conseguir” ou “Eu não posso“? Você está sempre ocupado se convencendo das suas limitações?

Essa voz interior é capaz de dizer o que você quer que ela diga. Ouça o que você está dizendo a si mesmo e pense a respeito.

Você realmente precisa se criticar e se limitar?

Comece a dar-se apoio e observe quão rapidamente o mundo muda para melhor!

Desconheço a autoria.

Neuropeptídeos

Posted in Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 20/10/2011 by Joe

Imagine como o sistema imunológico tem que se defender contra o ataque constante a que se vê acometido. Se lhe parece que as bactérias assassinas, as enfermidades gerais e as gripes malignas são permiciosas, você se surpreenderá quando souber que as pesquisas médicas e clínicas concluiram que o inimigo mais temido pelo organismo não são os micróbios, mas sim os pensamentos e palavras ditas a cada dia.

Quer mais?

Há um nutriente de efeitos terapêuticos mais eficaz que as vitaminas, os minerais, as enzimas, os remédios naturais e as ervas medicinais: o amor!

O cérebro trabalha constantemente, todos os dias do ano e a toda hora, não fecha nos feriados e nem tira férias. A princípio é o computador que dirige o organismo e regula praticamente cada uma das funções do metabolismo e seu equilíbrio químico.  Desde o sistema nervoso até a atividade sexual, passando por mil atividades que nem temos ideia, o cérebro é quem manda e está constantemente criando, automatizando, regulando, equilibrando e mantendo todo o organismo a cada momento do dia.

A ciência já comprovou que, quando temos um pensamento, o cérebro produz substâncias que abrem o que se poderia chamar de “janela” para a atuação dos sentimentos.

Quando o pensamento é concluído a “janela” se fecha. Por exemplo, quando vemos a pessoa amada, essa sensação incrível que percorre o corpo não é outra coisa senão uma substância química. Quando nos excitamos sexualmente, o nosso corpo é levado a liberar outra substância química. E quando alguém tenta nos assaltar, e vem a vontade de reagir, de ter conosco uma arma para desintegrar o bandido, esta ira que sentimos, esse ácido corrosivo que aparece no sistema circulatório, no estômago, essa sensação, é outra substância enviada pelo cérebro.

Essas substâncias todas, segregadas pelos cérebro, chamam-se neuropeptídeos.

A biologia levou anos pesquisando este campo e ainda continua. O que sabemos até agora é que, quando temos um pensamento, o cérebro produz substâncias que afetam nosso corpo, e o que sentimos é produzido pela assimilação desses neuropeptídeos.

E é aqui que a coisa se torna inquietante!

A ciência médica fez uma descoberta transcendental na última década que passou praticamente despercebida. Já era sabido que as células do sistema imunológico, como todas as demais, têm compartimentos de descarga em sua membrana para assimilar diversas substâncias. O que se descobriu foi que, na membrana de cada um dos linfócitos que defendem o corpo de bactérias, virus, fungos, parasitas, câncer e de todas as enfermidades, existe um ponto concreto de carga que recebe dos neuropeptídeos.

O que importa ao sistema imunológico é aquilo que se passa em nossa mente, daí a importância dos pensamentos!

O cérebro só cria a doença que conhece, e o nosso temor em ter uma uma doença é o precursor da criação dela. Somos responsáveis pelos nossos sentimentos mais interiores. As palavras nos afetam mais que as armas. Uma ofensa pode nos matar, porque tudo isso deprime nosso sistema imunológico.

E isso não é tudo!

Já sabemos que o sistema imunológico fica algum tempo “escutando” nossos monólogos internos, raivas, mágoas, as ofenças que escutamos, o amor que nos negamos, enquanto nenhuma célula ou órgão do organismo monitorar e responder com uma ação concreta a estas pragas danosas, elas vão se acumulando no órgão que estiver mais fraco.

A resposta do sistema imunológico está condicionada ao pensamento. Ele não só escuta, mas reage de acordo com o pensamento a este diálogo emocional. As células que defendem nosso organismo têm pontos receptores de neuropeptídeos, as substâncias que produzimos no cérebro com cada pensamento. E a resposta do nosso organismo aos germes patógenos ou ofensas varia dependendo de que se fortaleça ou debilite o amor por nós mesmos, o que dará força a nosso sistema imunológico para nos defender e nos manter saudáveis.

By Dr. Richard Schulze, do livro “Common Sense Health and Healing”.

Leia mais sobre o assunto no post “Psiconeuroimunoendocrinologia“.

By Joemir Rosa.

Somos feitos da mesma matéria dos nossos sonhos

Posted in Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 19/10/2011 by Joe

Somos as únicas criaturas na face da terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos! Nossas células estão constantemente “bisbilhotando” nossos pensamentos e sendo modificadas por eles. Um surto de depressão pode arrasar seu sistema imunológico; apaixonar-se, ao contrário, pode fortificá-lo tremendamente.

A alegria e a realização nos mantém saudáveis e prolongam a vida. A recordação de uma situação estressante, que não passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de hormônios destrutivos que o estresse.

Quem está deprimido por causa da perda de um emprego, por exemplo, projeta tristeza por todas as partes do corpo – a produção de neurotransmissores por parte do cérebro reduz-se, o nível de hormônios baixa, o ciclo de sono é interrompido, os receptores neuropeptídicos na superfície externa das células da pele tornam-se distorcidos, as plaquetas sanguíneas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos e até suas lágrimas contém traços químicos diferentes das lágrimas de alegria.

Todo este perfil bioquímico será drasticamente alterado quando a pessoa encontra uma nova posição. Isto reforça a grande necessidade de usar nossa consciência para criar os corpos que realmente desejamos.

A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depressão por causa de um emprego perdido.

O processo de envelhecimento, contudo, tem que ser combatido a cada dia.

Shakespeare não estava sendo metafórico quando Próspero disse:

– “Nós somos feitos da mesma matéria dos nossos sonhos.”

Você quer saber como está seu corpo hoje? Lembre-se do que pensou ontem …

Quer saber como estará seu corpo amanhã? Cuide de seus pensamentos hoje!

Ou você abre seu coração, ou algum cardiologista o fará por você.

By Deepak Chopra.

Para quem ainda não leu, eu sugiro uma visita a este post, que publiquei no começo do ano, sobre como as nossas emoções afetam o nosso sistema imunológico.

By Joemir Rosa.

Chama cardíaca

Posted in Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 18/10/2011 by Joe

Você se lembra daquela linda história do livro “O Pequeno Príncipe”? Bom, existe uma história mais tocante ainda que aconteceu de fato com o criador do Pequeno Príncipe, o escritor francês Antoine de Saint-Exupéry. Poucas pessoas sabem que ele lutou na Guerra Civil Espanhola e, certa vez, foi capturado pelo inimigo e levado ao cárcere para ser executado no dia seguinte.

Nervoso, ele procurou em sua bolsa um cigarro, e achou um, mas suas mãos estavam tremendo tanto que ele não podia nem mesmo levá-lo à boca. Procurou fósforos, mas não tinha porque os soldados haviam tirado todos os fósforos de sua bolsa. Ele olhou, então, para o carcereiro e disse: “Por favor, usted tiene fósforo?”. O carcereiro olhou para ele e chegou perto para acender seu cigarro. Naquela fração de segundo, seus olhos se encontraram e Saint-Exupéry sorriu.

Depois ele disse que não sabia por que sorriu, mas pode ser que quando se chega perto de outro ser humano seja difícil não sorrir. Naquele instante, uma chama pulou no espaço entre o coração dos dois homens e gerou um sorriso no rosto do carcereiro também. Ele acendeu o cigarro de Saint-Exupéry e ficou perto, olhando diretamente em seus olhos, e continuou sorrindo. Saint-Exupéry também continuou sorrindo para ele, vendo-o agora como pessoa, e não como carcereiro.

Parece que o carcereiro também começou a olhar Saint-Exupéry como pessoa, porque lhe perguntou: “Você tem filhos?”. “Sim”, Saint-Exupéry respondeu, e tirou da bolsa fotos de seus filhos. O carcereiro mostrou fotos de seus filhos também e contou todos os seus planos e esperanças para o futuro deles. Os olhos de Saint-Exupéry se encheram de lágrimas quando disse que não tinha mais planos, porque ele jamais os veria de novo. Os olhos do carcereiro se encheram de lágrimas também. E, de repente, sem nenhuma palavra, ele abriu a cela e guiou Saint-Exupéry para fora do cárcere, através das sinuosas ruas, para fora da cidade, e o libertou. Sem nenhuma palavra, o carcereiro deu meia volta e retornou por onde veio.

Mais tarde, Saint-Exupéry disse: “Minha vida foi salva por um sorriso do coração”.

O que foi aquela “chama” que pulou entre o coração desses dois homens? Isso tem sido tema de intensa pesquisa atualmente, na medida em que os cientistas estão se dando conta de que o coração não é meramente uma bomba mecânica, mas um sofisticado sistema para receber e processar informações. De fato, o coração envia mais mensagens ao cérebro que o cérebro envia ao coração! Como disse o filósofo francês Blaise Pascal: “O coração tem razões que a própria razão desconhece”.

Estados emocionais negativos, como raiva ou frustração, geram ondas eletromagnéticas totalmente caóticas do coração, como se estivéssemos pisando no acelerador e no breque simultaneamente. Esse estado de batimentos desordenados é chamado de “incoerência cardíaca” e está ligado à doenças cardíacas, envelhecimento precoce, câncer e morte prematura.

Em estados de amor ou gratidão, nosso batimento cardíaco torna-se “coerente”. Isso diminui a secreção dos hormônios do estresse, reduz a depressão, hipertensão e insônia, melhora o sistema imune e aumenta a clareza mental. Essa é uma das razões pelas quais tem sido provado que as emoções positivas estão associadas à boa saúde física e mental – e à longevidade. Essa irradiação coerente do coração – essa “chama” de genuína afeição – pode afetar pessoas a uma distância de até 5 metros!

Logo, na próxima vez em que você estiver numa situação difícil, respire profundamente, lembre-se de Saint-Exupéry e do Pequeno Príncipe, e irradie a energia de seu coração. Como o Pequeno Príncipe nos lembrou, “somente com o coração podemos ver com clareza”!

By Susan Andrews.

Paradoxo do nosso tempo

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 17/10/2011 by Joe

Vivemos um tempo em que temos edifícios mais altos, mas pavios mais curtos; auto-estradas mais largas, mas pontos de vista mais estreitos; gastamos mais, mas temos menos; compramos mais, mas desfrutamos cada vez menos; temos casas maiores e famílias menores; mais conveniências, mas menos tempo.

Temos mais graus acadêmicos, mas menos senso; mais conhecimento e menos poder de julgamento; mais proficiência, porém mais problemas; mais medicina, mas menos saúde.

Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais. Ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados. Lemos pouco, assistimos televisão demais e oramos raramente.

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Falamos demais, amamos raramente, odiamos frequentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver. Adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.

Fomos e voltamos à lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio. Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.

Limpamos o ar, mas poluímos a alma. Dominamos o átomo, mas não nosso preconceito.
Escrevemos mais, mas aprendemos menos. Planejamos mais, mas realizamos menos.

Aprendemos a nos apressar e não a esperar. Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.

Estamos na era do “fast-food” e da digestão lenta; do homem grande, mas de caráter pequeno; de lucros acentuados e relações vazias. Esta é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Esta é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, dos cérebros ocos e das pílulas “mágicas”.

Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.

Lembre-se de passar tempo com as pessoas que você ama, pois elas não estarão por aqui para sempre.

Por isto, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.

By George Carlin.

Jorge Donn

Posted in Homenagem with tags , , , , , , , , on 16/10/2011 by Joe

Jorge Donn, nascido em El Palomar, perto de Buenos Aires, em 25 de fevereiro de 1947 foi um bailarino argentino de grande sucesso.

Começou a dançar quando tinha quatro ou cinco anos de idade e, em seguida, estudou na escola Teatro Colon, tendo como professoa a grande bailarina María Fux.

Em 1963, chegou a Bruxelas para trabalhar na companhia de Maurice Béjart e logo se tornou seu principal bailarino.

Em 1979 apresentou, pela primeira vez, “Bolero”, balé que foi criado para uma mulher. Sua interpretação do Bolero de Claude Lelouch, no filme “Les uns et les autres” (Retratos da Vida, de 1981), acabou se tornando inesquecível!

A partir de 1976 Jorge Donn se tornou diretor artístico do Ballet do Século XX. Em 1988 ele fundou sua própria companhia, L’Europa Ballet, que existiu durante um curto período de tempo. Em 1989 foi nomeado pela Fundação Konex como um dos melhores bailarinos.

Jorge Donn morreu em 30 de novembro de 1992 em Lausana. Muitos coreógrafos criaram balés em homenagem a ele: Maurice Béjart (Ballet para a Vida), Denys Ganio (Tango … Uma Rosa para Jorge Donn), Carolyn Carlson (Homenagem a Jorge Donn), Grazia Galante (Masticando Sueños).

O video abaixo, extraído do filme “Les uns et les autres” de Claude Lelouch, nos mostra Boléro, de Ravel, com coreografia de Maurice Béjart, performance inesquecível, quase hipnótica, de Jorge Donn.

No YouTube, outros momentos mágicos desse fantástico bailarino argentino!

By Joemir Rosa.

Lasanha de panqueca

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , on 15/10/2011 by Joe

Dizem que a Itália reclama para si a paternida (ou maternidade?) da lasanha! Porém, existem algumas evidências de um prato muito parecido, que era apreciado na antiguidade greco-romana, onde o filósofo Cícero escreveu os primeiros relatos textuais sobre o prato.

Do mundo antigo aos costumes medievais, a lasanha ganhou destaque principalmente em terras italianas, ainda Roma, durante o crescimento das cidades no final da Idade Média. Também na corte do Rei Ricardo II, no século XIV, o tal prato era conhecido como “loseyns” (lê-se “lasan”), e constou do primeiro livro de receitas editado na Inglaterra. Nele é citado um prato preparado em camadas de massa lisa, porém sem tomates, uma vez que estes ainda não eram conhecidos na Europa.

Nos séculos XIX e XX houve muitas mudanças radicais em todo mundo no que se refere à culinária. Em primeiro lugar, a indústria assumiu um importante papel no ramo alimentício. Nos Estados Unidos, por exemplo, as massas ganharam um formato mais ondulado, que é o tipo de massa mais consumido hoje em dia.

Inclusive no Brasil, a propagação das receitas de lasanha ocorreu nessa época, pois o país foi foco de imigrantes italianos em grande número. Não somente as receitas de lasanha, mas também os outros pratos que envolviam massas viraram rapidamente comidas muito apreciadas e largamente consumidas pelos brasileiros. Logo, a lasanha alcançou grande diversidade em tipos e modos de preparo.

Pode-se destacar, dentro dessa variedade: a lasanha de berinjela, a lasanha de frango e a lasanha de carne moída. Esta última é uma das mais tradicionais, e é feita com molho à bolonhesa. Como existem inúmeras variações com esse prato, indicam-se também as lasanhas de peru, de frango e de salmão.

Acredito que todos tenham uma receita infalível e deliciosa de lasanha. Todas ótimas!

Então, seguindo a tendência deste blog de apresentar sempre um prato diferente, ou uma variação sobre o mesmo tema, trago hoje uma receita de lasanha com uma massa um pouco diferente!

Espero que curtam! Garanto que fica saborosíssima!

Lasanha de panqueca

Ingredientes

300 g de presunto ralado
400 g de queijo mussarela ralada
queijo parmesão ralado grosso a gosto

Massa

1/2 litro de leite
2 ovos
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 colher (chá) de sal
óleo para untar a frigideira

Molho de tomate

2 colheres (sopa) de óleo de soja
1/2 quilo de carne moída
1/2 xícara (chá) de bacon picado
1/2 cebola picada
4 xícaras (chá) de molho de tomate
1 xícara de chá de água
1 colher (sobremesa) de vinagre
sal a gosto
pimenta-do-reino a gosto

Molho branco

4 colheres (sopa) de manteiga
1/2 cebola processada ou finamente ralada
2 colheres (sopa) de farinha de trigo
1/2 litro de leite
sal a gosto
pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo da massa

Em um liquidificador, bata o leite, os ovos, a farinha de trigo e o sal até que fique uma mistura bem homogênea. Coloque uma porção desta mistura em uma frigideira untada e espalhe até formar uma panqueca redonda. Deixe cozinhar dos dois lados. Faça o mesmo com o restante da massa. Reserve.

Modo de preparo do molho

Aqueça o óleo em uma panela e refogue a carne e o bacon. Acrescente a cebola e refogue-a. Em seguida, acrescente o molho de tomate, a água, o vinagre, o sal, a pimenta-do-reino, misture e deixe apurar por 5 minutos no fogo médio. Reserve.

Modo de preparo do molho branco

Aqueça a manteiga em uma panela e refogue a cebola. Acrescente a farinha de trigo e doure-a. Despeje o leite lentamente e, sem parar de mexer, deixe apurar no fogo médio até que engrosse. Por fim, acrescente o sal, a pimenta-do-reino e misture.

Montagem da lasanha

Em um refratário, coloque uma camada de molho de tomate, uma de massa, o molho branco, polvilhe o presunto e o queijo ralados. Repita a sequência finalizando com molho branco. Salpique o queijo parmesão e leve ao forno pré-aquecido (220 ºC) por cerca de 15 minutos para gratinar.

Um vinho tinto encorpado é um ótimo acompanhamento!

Bom apetite!

By Joemir Rosa.

Aprendendo a pedir

Posted in Inspiração with tags , , , , , on 14/10/2011 by Joe

Rafi, um jovem discípulo atento e dedicado, resolveu isolar-se nas montanhas para trabalhar melhor o medo que ainda sentia das criações do seu próprio ego. Quando lá chegou, um Velho sorridente o recebeu:

– Sejas bem-vindo, Filho!

Rafi, surpreso com a presença de alguém naquele lugar, perguntou:

– Não esperava encontrar ninguém nesta montanha … o que fazes aqui?

E o Velho, calmamente, respondeu:

– Vim para realizar qualquer pedido que me faças. Mas sejas muito preciso, pois terás direito apenas a um pedido.

Rafi estranhou, mas aceitou a proposta do Velho e fez o seu pedido:

– Desejo nunca mais sentir medo de nada!

E o Velho disse:

– Que assim seja!

E quando Rafi percebeu, o velho havia sumido.

Anoiteceu e Rafi começou a sentir muito medo dos sons que vinham da mata. Por mais que tentasse manter-se relaxado e meditativo, não conseguia. O medo o tomava cada vez mais. Em todos os cantos da montanha ele percebia inúmeros perigos e começou a gritar por socorro. Sentia um medo enorme pairando em seu ser, a ponto de entrar em pânico.

– Socorro, socorro! Alguém me ajude!

E, de repente, o Velho reapareceu à sua frente.

Rafi gritou ainda mais com a aparição inesperada do Velho.

– Por que estás a gritar, Rafi?

– Ora, pedi que ficasse livre de todos os medos e o que eu mais sinto neste momento é exatamente o oposto.

– Não atendestes ao meu pedido! E agora estou em apuros!

Então o Velho lhe disse:

– Quando pedes alguma coisa ao Universo, deves saber que nada desaparece ou aparece por si mesmo. Para estar livre do medo deves trabalhar com o medo. Deves encará-lo de frente, conhecer sua natureza frágil e ilusória. Só assim, mostrando tua determinação em aprender, é que dissipas as maiores ilusões criadas por ti mesmo.

Quando sentires falta de alguma coisa que ainda não tens, não precisas entristecer-se. Se esta mesma coisa possuir valor para ti, recolha teu ser no mais absoluto silêncio e pede. Mas pede exatamente como queres! Pois, em muitos dos teus pedidos, ainda desconheces as consequências que acompanham cada um deles. Teus pedidos nunca vêm sozinhos.

Tens que estar ciente que, para receber o que pediste, deves estar preparado para também receber os meios pelos quais eles podem ser realizados.

E tu? Será que tu estás preparado para passar por estes meios?

Desconheço o autor.

Mudança de atitudes

Posted in Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on 13/10/2011 by Joe

Certo dia, uma senhora voltava para casa depois de uma das consultas médicas e disse aos familiares:

– “Pedi franqueza ao meu médico, pedi que não me poupasse de saber a verdade sobre meu estado de saúde. Eu sinto que me resta pouco tempo”.

Diante dos olhares ansiosos, ela continuou:

– “Eles me revelaram que sou portadora de uma moléstia incurável e que tenho poucos dias de vida”.

– “E a senhora nos conta isso com essa naturalidade?”, perguntou uma das filhas, em prantos.

Continuou a senhora, com muita serenidade:

– “Ora, eu tenho um bom tempo para fazer tudo que já devia ter feito há muito tempo atrás. Vou arrumar toda a minha casa, colocarei belas cortinas em todas as janelas, assim, elas me impedirão de ficar olhando a vida alheia. Todos os dias tirarei o pó da casa e durante esse trabalho pensarei: “Estou me livrando das sujeiras que guardei do passado.”

– “Vou deixar todos os meus armários organizados, guardarei o que realmente uso e o resto jogarei fora ou doarei a quem precisa. Evitarei assistir ou escutar más notícias. Vou alimentar o meu espírito com leituras saudáveis, conversas amigáveis, dispensarei fofocas e não criticarei mais ninguém. Pensarei naqueles que já me magoaram e, com sinceridade, os perdoarei”.

Fez uma pausa e continuou:

– “Todas as noites agradecerei a Deus por tudo que estarei conseguindo fazer nestes dias que me restam. Todas as manhãs, ao acordar, perguntarei a mim mesma: “O que posso fazer para tornar o dia de hoje um dia melhor?”

– “Farei de tudo para transmitir felicidade àqueles que de mim se aproximarem. E a cada dia que passar farei pelo menos uma boa ação. Assim, quando eu fechar os olhos para nunca mais abrí-los, eu terei feito inúmeras boas ações…”

Todos que a ouviam, pouco a pouco se retiraram dali, indo cada um para um canto, chorar sozinho.

A mulher ali ficou e nos seus olhos havia um brilho de alegria. Dizia ela a si mesma:

– “Não posso curar meu corpo, mas posso mudar a vida que me resta. A minha tarefa de casa é grande, porém vale a pena todo e qualquer esforço. Vou conseguir realizar. Quero transformar meu mundo interior. Vou me tornar uma pessoa totalmente diferente do que fui até ontem”.

O mais curioso e extraordinário dessa história foi o que aconteceu…

Ela conseguiu cumprir plenamente todos os compromissos que tinha assumido consigo mesma. Dos poucos dias de vida que restava a ela, viveu por mais longos e saborosos 23 anos. Ela curou a sua própria alma. A sua moléstia desapareceu. Ela morreu de velhice…

Desconheço a autoria, mas dizem que esta história é verídica. E fico pensando por que, em pleno século XXI, não repensamos nossos conceitos e valores, por que não mudamos nossos mapas emocionais …

Limpar emoções negativas que ainda causam depressões, tristezas e más lembranças … elas só nos causam doenças físicas!

Quem sabe seja a hora de começarmos a colocar metas em nossas vidas; metas desafiadoras, mas que sejam possíveis de atingir!

Tudo é muito simples … mas, na maioria das vezes, somos nós mesmos que complicamos as coisas.

By Joemir Rosa.

Dia das Crianças. O que há para comemorar?

Posted in Atualidade with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 12/10/2011 by Joe

A Declaração Universal dos Direitos da Criança é um tratado adotado pela Assembleia das Nações Unidas, assinado em 20 de Novembro de 1959 e ratificado pelo Brasil, que definiu as bases para proteção e integridade das crianças em todo o mundo.

Essa data é também a data oficial, reconhecida pela ONU, como o Dia Mundial da Criança. Porém, cada país acabou adotando uma data diferente para comemorar o dia das crianças, geralmente associando com algum outro fato comemorativo, comercial ou religioso.

No Brasil, na década de 1920, o deputado federal Galdino do Valle Filho teve a ideia de “criar” o dia das crianças. Os deputados aprovaram e o dia 12 de outubro foi oficializado como Dia da Criança pelo presidente Arthur Bernardes, por meio do decreto nº 4867, de 5 de novembro de 1924.

Mas somente em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela fez uma promoção conjunta com a Johnson & Johnson para lançar a “Semana do Bebê Robusto” e aumentar suas vendas, é que a data passou a ser comemorada. A estratégia deu certo, pois desde então o Dia das Crianças é comemorado com muitos presentes.

Porém, o que é preciso destacar aqui é o fato de que, apesar de haver uma Declaração Universal dos Direitos da Criança, e a nossa constituição, em seu capítulo VII – Da família, da criança, do adolescente e do idoso, determinar que:

Artigo 227
“É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.”

o que vemos, na prática, é um total descaso com as nossas crianças, isso para não nos alongarmos em outras áreas (idosos, deficientes físicos, etc).

A imprensa tem noticiado e mostrado, regularmente, o estado precário de atendimento à saúde pública, desde as maternidades até pronto socorros públicos. Faltam médicos, faltam leitos, temos hospitais lotados e mal aparelhados.

As escolas ainda são as mesmas de séculos atrás, com as mesmas estruturas físicas (ou a falta delas), recebendo parcos recursos para aparelhamento tecnológico, com professores mal pagos, despreparados e, mesmo assim ainda são verdadeiros heróis sem reconhecimento que fazem milagres para alfabetizar e dar alguma esperança para as nossas crianças. E estou falando aqui das escolas em uma grande cidade como São Paulo. Se sairmos para o interior e outros estados mais pobres do nordeste, a coisa é muito mais sofrível. São escolas sem acabamento, muitas delas sem cadeiras suficientes para todos, alunos sentados no chão, com banheiros interditados, sem merenda escolar, muitas delas a quilômetros de distância para que todos tenham acesso, sem transporte público seguro e decente, etc.

Até aí é fácil entender o porquê do não interesse em investir na educação das nossas crianças: povo educado é povo que pensa e povo que pensa é perigoso para o sistema!

Faço uma reflexão aqui, muito preocupante: o nível escolar vem caindo ano após ano, apesar de algumas pesquisas mascaradas mostrarem que os nossos alunos estão cada vez melhores. Hoje o aluno vai até a quinta série, mesmo que não tenha sido alfabetizado. As redações nos vestibulares mostram cada vez mais o quanto nossos jovens não sabem escrever e não conseguem concatenar ideias e desenvolver um tema!

A pergunta que fica é: como serão nossos futuros engenheiros, médicos, advogados, pensadores, filósofos (se é que os teremos!)?

A Declaração Universal dos Direitos da Criança ainda reza que “toda criança tem direito à saúde, alimentação, habitação, recreação e assistência médica adequadas e à mãe devem ser proporcionados cuidados e proteção especiais, incluindo cuidados médicos antes e depois do parto”. Há necessidade de se comentar alguma coisa mais neste ítem? Quem le jornal ou asssite alguns jornais televisivos pode concluir o quanto a realidade passa longe desses princípios!

Em um outro ítem, a Declaração Universal diz que “toda criança gozará proteção contra quaisquer formas de negligência, abandono, crueldade e exploração. Não deve trabalhar quando isto atrapalhar a sua educação, o seu desenvolvimento e a sua saúde mental ou moral”.

Neste princípio, a realidade é mais chocante ainda! Basta uma saída pelos grandes centros para vermos crianças abandonadas, pedindo esmolas, lavando parabrisas e tentando fazer alguma coisa nos cruzamentos de grandes avenidas, muitas delas drogadas!

Reportagens têm, constantemente, denunciado a exploração de trabalho infantil, mostrando crianças trabalhando em fornos para queima de carvão, em trabalhos agrícolas e outras atividades perigosas para a saúde física e mental delas!

Se continuarmos escrevendo, este post se tornaria imenso, mostrando o quanto nossas crianças estão jogadas à própria sorte, sem proteção da família e o estado. Apesar de algumas medidas governamentais no sentido de tentar proporcionar saúde, alimentação, educação e segurança, é muito pouco o que se tem feito em nosso país. E isso vem de longa data, não é de governos recentes apenas.

Assim, neste Dia da Criança, deixo aqui esta reflexão e preocupação em relação às nossas crianças. Pouco tem sido feito para garantirmos o futuro desta nação, com um povo cada vez mais alienado, sem consciência política, sem atitude para promover mudanças ….

Assim, o que há para se comemorar? Enquanto todas as nossas crianças não forem atendidas em todas as necessidades promovidas pela Declaração Universal dos Direitos da Criança, não vejo muita razão em comemorar. A não ser pelo lado comercial da data, que deve ser muito boa para fabricantes e comerciantes de brinquedos.

Até quando, Brasil?

Para quem tiver curiosidade em conhecer a íntegra da Declaração Universal dos Direitos da Criança, acesse este link:

http://www.redeandibrasil.org.br/eca/biblioteca/legislacao/declaracao-universal-dos-direitos-da-crianca/

By Joemir Rosa.

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