Arquivo para setembro, 2011

Bis!!!

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 23/09/2011 by Joe

Havia um cantor americano que fazia muito sucesso em seu país. Um dia ele pediu a seu empresário que lhe providenciasse uma apresentação no famoso teatro Scala de Milão.

E assim aconteceu.

Noite de estréia, casa lotada e o artista cantou a primeira música. Ao final dela, a platéia, emocionada, gritava:

– Bis! Repete! De novo!

O cantor não entendeu a situação. Primeira música e a platéia pedindo bis! Ele resolveu satisfazer o público. Fez um sinal ao maestro e repetiu o número. Ao final, o público repetiu:

– Bis! Repete! De novo!

E assim aconteceu mais algumas vezes. E o público gritando:

– Bis! Repete! De novo!

Enfim, exausto, ele perguntou à plateia:

– Até quando vocês querem que eu repita esta peça?

E uma velhinha na primeira fila respondeu:

– Até cantar direito!!!

Até aprender a “cantar” certo a vida vai lhe apresentar os mesmos problemas. Quando as dificuldades se repetem é a vida nos gritando:

– Bis! Repete! De novo!

E assim a vida diz para a mulher que sempre namora um homem complicado; para o sujeito que se sente sempre traído; para o profissional que sempre é preterido; para o eterno problema de falta de dinheiro.

A neura aparece quando nos sentimos pegos na mesma armadilha. Dessa vez parece que tudo vai ser diferente, mas, de repente, as coisas se transformam e – vapt! – você caiu na mesma cilada!

É fundamental perceber que o final do filme só vai ser diferente se Chapeuzinho Vermelho não conversar com o Lobo Mau. Se ela não resistir à tentação, o final do filme será previsível.

Você já percebeu que todo filme fica interessante quando alguém faz uma trapalhada qualquer e joga por terra tudo o que estava organizado para o final feliz? O protagonista nos conquista nesse momento, quando consegue arrumar a bobagem que fez.

Na vida real, o melhor é evitar cair em tentação, pois consertar a bobabem dá muito mais trabalho. Até que você faça algo diferente, o final é previsível. Procure um curso, contrate uma consultoria, leia um livro, converse com um amigo de confiança, debata o assunto com seus assessores diretos, faça um estágio em outra organização, mude sua postura.

Mas, principalmente, inicie o processo de mudança começando por você. Essa é a maior de todas as revoluções possíveis.

Como disse Mahatma Gandhi:

– “Os únicos demônios deste mundo são aqueles que estão em nossos próprios corações, e é aí que todas as nossas batalhas devem ser travadas!”

Sua vida muda quando você muda!

By Roberto Shinyashiki.

Felicidade realista

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 22/09/2011 by Joe

A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.

Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.

E quanto ao amor? Ah, o amor … não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo!

Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito!

É o que dá ver tanta televisão…

Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante pode, ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.

Dinheiro é uma benção. Quem tem precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.

Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno.

Olhe para o relógio: é hora de acordar!

É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio.

Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se.  Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz.

Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.

By Martha Medeiros.

Aceitação

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 21/09/2011 by Joe

A primeira impressão que temos quando ouvimos ou pensamos em aceitar, seja uma pessoa, um fato ou uma circunstância é de que estaremos nos submetendo ou nos subjugando, desistindo de lutar, sendo fracos.

De verdade, se quisermos modificar qualquer aspecto da nossa vida e de nós mesmos, devemos começar aceitando. A aceitação é detentora de um poder transformador que só quem já experimentou pode avaliar.

É difícil aceitar uma perda material ou afetiva, uma dificuldade financeira, uma doença, uma humilhação, uma traição. As pessoas são como são, dificilmente mudam.

Não podemos contar com isso. A única pessoa que podemos mudar somos nós mesmos; portanto, se não houver aceitação, o que estaremos fazendo é insensato, é insano.

A aceitação é uma força que desconhecemos porque somos condicionados a lutar, a esbravejar, a brigar. Aceitar não é desistir, nem tão pouco resignar-se. Aceitar é estar lúcido do momento presente e, se assim a vida se apresenta, assim deve ser.

Tudo está coordenado pela Lei da Ação e Reação. No instante em que aceitamos, desmaterializamos situações que foram criadas por nós, soluções surgem naturalmente através da intuição ou fatos trazem as respostas e as saídas para o problema.

Tudo é movimento. Nada é permanente. A nossa tendência “natural” é resistir, não aceitar, combater tudo o que nos contraria e o que nos gera sofrimento. Dessa forma prolongamos a situação.

Resistir só nos mantém presos dentro da situação desconfortável, muitas vezes perpetuando e tornando tudo mais complicado e pesado.

Quando não aceitamos nos tornamos amargos, revoltados, frustrados, insatisfeitos, cheios de rancor e tristeza, e esses padrões mentais e emocionais criam mais dificuldades, nunca trazem solução.

Aceitar é expandir a consciência e encontrar respostas, soluções, alívio. Aceitar é o que nos leva à fé. É fundamental entender que aceitar não significa desistir, mas sim, seguir adiante com otimismo.

Ter muitos propósitos a serem atingidos é nossa atitude saudável diante da vida. Aceitar se refere ao momento presente, ao agora. No instante que você aceita, você se entrega ao que a vida quer lhe oferecer. Novas ideias surgem para prosseguir na direção desejada, saindo do sofrimento.

By Ana Cristina Pereira, terapeuta transpessoal.

A porta do lado

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , on 20/09/2011 by Joe

Em entrevista dada pelo médico Dráuzio Varella, disse ele que a gente tem um nível de exigência absurdo em relação à vida; que queremos que absolutamente tudo dê certo e que, às vezes, por aborrecimentos mínimos, somos capazes de passar um dia inteiro de cara amarrada. E aí ele deu um exemplo trivial, que acontece todo dia na vida da gente.

É quando um vizinho estaciona o carro muito encostado ao seu na garagem (ou pode ser na vaga do estacionamento do shopping). Em vez de, simplesmente entrar pela outra porta, sair com o carro e tratar da sua vida, você bufa, pragueja, esperneia e estraga o que resta do seu dia.

Eu acho que esta história de dois carros alinhados, impedindo a abertura da porta do motorista, é um bom exemplo do que torna a vida de algumas pessoas melhor, e de outras, pior. Tem gente que tem a vida muito parecida com a de seus amigos, mas não entende por que eles parecem ser tão mais felizes. Será que nada dá errado pra eles? Dá aos montes! Só que, para eles, entrar pela porta do lado, uma vez ou outra, não faz a menor diferença.

O que não falta neste mundo é gente que se acha o último biscoito do pacote. Que “audácia” contrariá-los! São aqueles que nunca ouviram falar em saídas de emergência: fincam o pé, compram briga e não deixam barato.

Alguém aí falou em complexo de perseguição? Justamente. O mundo versus eles. Eu entro muito pela outra porta e, às vezes, saio por ela também. É incômodo, tem um freio de mão no meio do caminho, mas é um problema solúvel.

E como esse, a maioria dos nossos problemões podem ser resolvidos assim, rapidinho. Basta um telefonema, um e-mail, um pedido de desculpas, um deixar barato. Eu ando deixando de graça…

Pra ser sincero, vinte e quatro horas têm sido pouco prá tudo o que eu tenho que fazer, então não vou perder ainda mais tempo ficando mal-humorado. Se eu procurar vou encontrar dezenas de situações irritantes e gente idem; pilhas de pessoas que vão atrasar meu dia.

Então eu uso a “porta do lado” e vou tratar do que é importante de fato. Eis a chave do mistério, a fórmula da felicidade, o elixir do bom humor, a razão porque parece que tão pouca coisa na vida dos outros dá errado.

Quando os desacertos da vida ameaçarem o seu bom humor, não estrague o seu dia. Use a porta do lado e mantenha a sua harmonia. Lembre-se, o humor é contagiante – para o bem e para o mal – portanto, sorria e contagie todos ao seu redor com a sua alegria.

A “porta do lado” pode ser uma boa entrada ou uma boa saída…

Experimente!!!

By Drauzio Varella.

Amor virtual

Posted in Relacionamentos with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on 19/09/2011 by Joe

Acredito em amor virtual. Não adianta se valer do ceticismo da carne e dizer que a distância engana, que as pessoas não se conhecem, que pode haver desfeita e desilusão.

Acredito em amor virtual. Pois nada é mais expansivo e verdadeiro do que se conhecer pela linguagem. Nada é mais íntimo e pessoal do que se doar pela linguagem.

Não serei convencido da frieza do relacionamento na web, da articulação de fachadas e pseudônimos, da ironia e dos subterfúgios denunciados nos chats. O que acontece na internet reproduz a vida com seus defeitos e virtudes, não se pode exagerar na desconfiança. O amor virtual é tão real quanto o sangue. Não preciso enxergar o sangue para verificar se ele corre. O amor virtual trabalha com a expectativa e a ansiedade. Como um teatro que se faz de improviso, com a ardência de ser aceito aos poucos, sem o temor e os avisos em falso do rosto.

Na correspondência há a esperança de ser amado e de entreter as dores. A esperança aceita tudo, transforma todo troco em investimento. Um gesto de redobrada atenção, uma resposta alentada, uma frase diferente, um cuidado excessivo, a cordialidade do eco … e o amor se instala!

Não há o julgamento pelas aparências (que se assemelha a uma execução sumária), mas o julgamento em função do que se imagina ser, do que se deseja, do que se acredita. São raros os momentos em que se pode fechar os olhos para adivinhar. Adivinhar é delicioso – é se dedicar com intensidade às impressões mais do que aos fatos.

Alguns dirão que é alienação permanecer horas e horas teclando ou conversando diante de uma câmera e do computador. Mas é envolvimento, amizade, compromisso. É pressentir o cheiro, formigar os ouvidos, seduzir devagar. Não conheço paixão que não ofereça mais do que foi pedido.

Quem reclamava da ausência de preliminares deve comemorar o amor virtual? Nunca se teve tanta preliminar nas relações, rodeios, educação. Fica-se excitado por falar. Devolve-se à fala seu poder encantatório de persuadir. Afora o espaço democrático: um conversa e o outro responde. Findou o temporal de um perguntar para outro fingir que está ouvindo.

No amor virtual, a linguagem é o corpo. Dar a linguagem é entregar o que se tem de mais valioso. É esquecer as roupas na corda para escutar a chuva. É recordar de memórias imprevistas como do tempo em que se ajudava à mãe a contornar com o garfo a massa do capeletti. Conversa-se da infância, dos fundos do pátio, do que ainda não se tinha noção, sem ficar ridículo ou catártico. Abre-se a guarda para olhares demorados nos próprios hábitos. A autocrítica se converte em humor; a compreensão, em cumplicidade. É uma distração para concentrar. Uma distração para dentro. Vive-se com mais clareza para contar e se narrar.

Amor virtual é conhecer primeiro a letra, para depois conhecer a voz. A letra é o quarto da voz.

By Fabrício Carpinejar, jornalista e escritor.

Celtic Woman

Posted in Música with tags , , , , , , on 18/09/2011 by Joe

Celtic Woman é um grupo musical feminino formado originalmente por quatro vocalistas irlandesas e uma violinista. As quatro vocalistas eram Chloë Agnew, Lisa Kelly, Méav e Orla Fallon e a violinista Máiréad Nesbitt. Estas cinco fantásticas cantoras/musicistas irlandesas interpretam canções tradicionais celtas, canções contemporâneas e clássicas, com suas vozes suaves e angelicais nos transportando a uma atmosfera mágica e mística. O som etéreo de Celtic Woman é único.

Até agora o grupo lançou cinco álbuns: Celtic Woman, Celtic Woman: A Christmas Celebration, Celtic Woman: A New Journey e The Greatest Journey: Essential Collection, e Celtic Woman – Songs From the Heart, além de álbuns solos.

A popularidade da música celta fora da Irlanda e da Europa já tinha sido consolidada por artistas como Enya, Loreena McKennitt e por espetáculos como Riverdance e Lord of the Dance. Celtic Woman já foi inclusive chamada de “Riverdance de Vozes”.

Vários videos do grupo podem ser vistos no YouTube, onde as meninas mostram, além de suas habilidades musicais com instrumentos, suas vozes angelicais. Neste video, apenas uma mostra dessa atmosfera mística e mágica.

By Joemir Rosa.

Alcachofras recheadas

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , on 17/09/2011 by Joe

A alcachofra se originou no sul da Europa, próximo ao Mediterrâneo por volta do século XII. Alguns séculos após, ela começou a ser cultivada também em Nápoles, na Itália e foi introduzida na França alguns anos depois por Catherine de Medici, rainha da França, esposa do rei Henry II. Os alemães introduziram a planta na Inglaterra e ela era encontrada no jardim do rei Henry VIII, na época era rei da Inglaterra, tendo também recebido o título de Lorde da Irlanda e mais tarde rei da Irlanda.

Séculos depois foi parar nos Estados Unidos pelas mãos de imigrantes franceses e espanhóis. Os europeus também foram os responsáveis pela vinda da alcachofra ao Brasil quase na mesma época.

A alcachofra (Cynara scolymus) ajuda na digestão e a ciarina presente na planta ajuda a melhorar as funções do fígado. É uma ótima escolha para pessoas que possuem problemas hepáticos, diabéticos, problema de reumatismo, ácido úrico e a arteriosclerose pois, além de diminuir o teor de gordura e glicose no sangue, ela ainda possui vários nutrientes de extrema importância para nosso organismo. Sem contar que ingerir alcachofra ajuda a eliminar gordura pois é diurética, desintoxicante, depurativa e promove a digestão não permitindo que elas se acumulem no organismo, ajudando a emagrecer.

Existem várias formas de se preparar a alcachofra, de acordo com a região, gostos e tradições. Escolhi uma receita muito fácil, mas não menos saborosa!

Alcachofras recheadas

Ingredientes

6 alcachofras

Recheio

2 xícaras de migalhas de pão
1/4 de xícara de azeitonas pretas picadas
1/2 colher (sopa) de alcaparras
3 colheres (sopa) de salsinha picada
1/3 de xícara de queijo parmesão ralado
1/3 de xícara de azeite
presunto crú (de preferência presunto parma) ou aliche.

Modo de preparo

Em uma tigela junte todos os ingredientes do recheio e misture bem até formar uma farofa úmida.

À parte, limpe as alcachofras e corte o fundo para que elas possam ser apoiadas ao serem recehadas (veja a foto). Em uma panela grande, com três ou quatro centímetros de água, coloque as alcachofras inteiras e cozinhe com a panela tampada, até as pétalas ficarem macias (al dente).

Retire-as da panela, tire o miolo e os espinhos. Recheie as alcachofras com a farofa e coloque de volta na panela. Cozinhe com a panela tampada por mais 10 minutos, até o recheio ficar cozido. Sirva morno.

Você pode optar por outros recheios: aliche, no lugar do presunto; carne moída e linguiça toscana também combinam muito bem.

By Joemir Rosa.

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