Arquivo para maio, 2011

Mude e Marque

Posted in Ciência with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 24/05/2011 by Joe

O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos. Se alguém colocar você dentro de uma sala branca, vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio, você começará a perder a noção do tempo.

Por alguns dias sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea. Isso acontece porque nossa a noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o por do sol.

Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar: nosso cérebro é extremamente otimizado. Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho. Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia. Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar, conscientemente, tal quantidade.

Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e, portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo. É quando você se sente mais vivo. Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e “apagando” as experiências duplicadas.

Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais depressa.

Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo. Então, um dia, dirigimos trocando as marchas, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo. Como isso acontece? Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, registrada na mente); o cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa, no lugar de repetir realmente a experiência).

Em outras palavras: você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa, etc. são apagados de sua noção de passagem do tempo. Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida. Quanto mais velhos ficamos, mais as coisas começam a se repetir – as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações, enfim, as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo. Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.

Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a rotina! Não me entenda mal. A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os dias, todos os meses, todos os anos.

Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo: M&M (Mude e Marque). Mude, fazendo algo diferente; e Marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos. Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente num ano, e frio no outro) e marque com fotos, cartões postais e cartas. Tenha filhos (eles  destroem  a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles e para você (marcando o evento e diferenciando o dia).

Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais. Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no Natal, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.

Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente. Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes. Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes. Seja diferente. Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos.

Em outras palavras, VIVA! Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo. E se tiver a sorte de estar casado(a) com alguém disposto(a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais vivo do que a maioria dos livros da vida que existem por aí. Cerque-se de amigos. Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostem de comidas diferentes.

Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é? Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção, rituais e vida!

By Airton Luiz Mendonça.

O corpo fala quando a gente se cala

Posted in Saúde with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 23/05/2011 by Joe

Para a maioria das pessoas dizer o que sente, o que quer, o que deseja é tarefa quase impossível. Elas são incapazes de “enfrentar” o medo, o complexo, a angústia e a timidez.

Não reclamam, não exigem. Aceitam as exigências dos outros, aguentam humilhações, tornam-se submissas.

Conformam-se, aparentemente, com a vida que têm: com a falta de amor, de compreensão, de carinho, com exigências exorbitantes, com o papel insignificante que exercem, com o lugar mesquinho que ocupam no coração dos outros.

Já que elas não conseguem falar, o seu corpo fala por elas, através das doenças. Só que a fala do corpo não é como a linguagem, direta e clara. A fala do corpo é indireta e obscura. Ela só consegue dizer que muita coisa está ruim. Ela só consegue dizer: eu existo e estou sofrendo.

Mas na maior parte das vezes, a família e os amigos só conseguem enxergar a doença. Aconselham a pessoa a procurar o médico, fazer tratamentos necessários, sem perceber que aquela doença é apenas um grito de outro sofrimento. E esse sofrimento os médicos e os remédios nem sempre curam.

Muitas vezes a pessoa entra num processo de doenças que se sucedem. Melhora uma coisa, aparece outra. Isso porque ela está usando o próprio corpo para falar daquele outro sofrimento mais íntimo, mais nebuloso, mais persistente e doloroso que é o sofrimento do desprezo, da solidão, de não ser amado.

É preciso aprender a ter coragem de dizer do que se gosta e do que não se gosta; do que se admite e do que não se admite que façam consigo; de como quer ser tratada e respeitada, porque somente essa coragem será o antídoto contra os males físicos, que poderão se arrastar por toda a sua vida.

“Perceber sua postura perante a vida é olhar o que se passa dentro de si mesmo, assumir seus próprios sentimentos – medo, tristeza, insegurança. Isso exige bastante coragem. A coragem é um desafio contra a estagnação, é um estresse positivo que eleva a sua confiança, a sua auto-estima.”

Um modo de vida com pensamentos positivos é essencial para uma boa saúde física e mental.

Aprenda a ser feliz!

By Bernadete Moreira Lambertucci.

Rick Wakeman

Posted in Videos with tags , , , , , , , , , , , , , , on 22/05/2011 by Joe

Richard “Rick” Christopher Wakeman (Londres, 18 de maio de 1949) é um tecladista de rock progressivo britânico. Ele é um pianista clássico treinado, e tornou-se bastante famoso por sua virtuosidade. Nos primeiros anos de sua carreira ele foi um pioneiro no uso de teclados eletrônicos e seu nome tornou-se sinônimo de tecladista cercado por uma vasta gama de equipamentos.

Wakeman alcançou a fama em 1970 tocando com a banda The Strawbs, juntando-se ao Yes o ano seguinte. Ele entrou e saiu da banda pelo menos quatro vezes, reflexo de um relacionamento turbulento com o grupo. Em 2002 ele voltou ao Yes pela quinta vez.

Wakeman tem uma carreira solo extremamente longa. Ele também tocou como músico convidado para artistas como Elton John, Brian May, Alice Cooper, Lou Reed, David Bowie, Ozzy Osbourne e Black Sabbath.

Rick Wakeman é considerado um dos pais do Rock Progressivo e do Rock Sinfônico. Tecladista brilhante, é considerado por muitos como as mãos mais ágeis dentre todos os tecladistas. Utiliza pianos acústicos, elétricos e eletrônicos, sintetizadores, Minimoog, Mellotron, órgãos, órgão Hammond; clavicórdios, todos os tipos de teclados e tudo que tenha teclas.

Wakeman produziu centenas de álbuns com os mais variados temas. Desde lendas míticas da antiga Inglaterra até o espaço sideral, passando por reis, rainhas, temas astrológicos, trilhas sonoras para filmes, dentre outros. Produziu tantos álbuns em sua brilhante carreira musical que nem mesmo o próprio tem certeza absoluta de quantos álbuns produziu ou participou ao todo.

Dois de seus filhos, Adam Wakeman e Oliver Wakeman, também estão seguindo a carreira de tecladistas, sendo que o filho Oliver é o que mais se aproxima do estilo do pai. Adam Wakeman é o atual tecladista da banda de heavy metal Black Sabbath e toca muito com o pai aparecendo em diversos álbuns e shows.

Recentemente, no final de 2008, Wakeman foi convidado formalmente pela realeza britânica para celebrar os 500 anos da ascensão de Henrique VIII ao trono inglês com um de seus espetáculos, o que deu origem ao show “The Six Wives of Henry VIII Live at Hampton Court Palace” lançado em CD, DVD e Blu-Ray. O show foi realizado em um dos castelos construídos por Henrique VIII, o Hampton Court Palace e reuniu uma orquestra com 70 integrantes, um coral de 40 vozes, um quinteto de rock e diversos convidados especiais.

Rick Wakeman apesar da meia idade continua em atividade como um tecladista fantástico e fenomenal. Seu disco mais recente é Always With You (2010) recém lançado.

Seus trabalhos mais brilhantes e conhecidos por aqui foram “The Six Wives of Henry VIII”, “Journey to the Centre of the Earth” e “The Myths and Legends of King Arthur and the Knights of the Round Table”, talvez pelo fato de Wakeman ter passado pelo nosso país no começo da década de 70.

Fonte: Wikipedia.

No vídeo a seguir uma mostra de um desses maravilhosos trabalhos: “Viagem ao Centro da Terra”, com cenas do filme “Viagem ao Centro da Terra” de 1959.

By Joemir Rosa.

Chocolate quente cremoso

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , on 21/05/2011 by Joe

Parece que as noites frias estão chegando pra valer! Esta semana tivemos dias e noites bem frias em boa parte do país. Além das roupas mais pesadas, uma boa pedida são as comidas e bebidas quentes!!

Existe uma quantidade muito grande de bebidas quentes, algumas variando apenas alguns ingredientes ou o modo de preparar.

A receita de hoje é uma das mais gostosas e mais pedidas em barzinhos, hotéis e restaurantes, principalmente nas cidades mais geladas do mundo: o chocolate quente!

Entre as várias formas de preparo, optei por uma receita com um toque diferente dado por algumas especiarias misturadas. Muito fácil de preparar, deliciosíssima de saborear!

Espero que curtam o sabor, o aroma e, claro …… a companhia!! É bebida pra se ser curtida acompanhado!!!

Chocolate quente cremoso

Ingredientes

1 barra (180 g) de chocolate meio amargo (ou ao leite)
4 colheres (sopa) de chocolate em pó solível
4 colheres (sopa) de leite em pó
1 lata de leite condensado
1 colher (sopa) de amido de milho
1 litro de leite desnatado
150 ml de creme de leite fresco
1 xícara (chá) de água
1 pitada de sal
creme chantilly (para finalizar)
canela em pau (para decorar)

Especiarias

1 colher (café) de canela em pó
1/2 colher (café) de noz moscada
1 colher (café) de cravo em pó

Modo de preparo

Em um pequeno recipiente, misture bem a canela em pó, a noz moscada e o cravo em pó. Para ficar bem fino, sugiro que passe a mistura por uma peneira bem fina.

Corte a barra de chocolate ao meio e raspe uma das metades com uma faca (ou rale grossamente) e reserve.

Em um refratário maior, misture o chocolate ao leite em pó, acrescente o amido de milho, e as especiarias peneiradas. Uma vez bem misturadas (aqui, se quiser, passe pela peneira também para que fique bem homogênea a mistura), adicione a água e mexa tudo muito bem até que obtenha um creme. Reserve.

Leve uma panela ao fogo com o leite, acrescente o leite condensado, uma pitada de sal e a metade da barra em pedaço de chocolate para derreter. Vá mexendo para derreter o chocolate até começar a ferver. Em seguida comece a despejar lentamente o creme reservado e continue mexendo para misturar bem. Quando começar a ferver novamente acrescente o creme de leite fresco e misture apenas o tempo suficiente para que o creme de leite dissolva.

Pegue uma leiteira ou bule onde irá servir o chocolate quente e coloque três colheres de sopa de chocolate raspado. Em seguida despeje o chocolate quente na vasilha e está pronto!

Na hora de servir, use canecas ou copos largos e decore com creme chantilly e canela em pau (ou em pó, caso prefira).

É uma ótima pedida para as noites frias que se aproximam!

By Joemir Rosa.

Paz de espírito

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 20/05/2011 by Joe

Determinação, coragem e autoconfiança são fatores decisivos para o sucesso. Não importa quais sejam os obstáculos e as dificuldades. Se estamos possuídos de uma inabalável determinação, conseguiremos superá-los. Independente das circunstâncias, devemos ser sempre humildes, recatados e despidos de orgulho.

O que mais nos incomoda é ver nossos sonhos frustrados. Mas permanecer no desânimo não ajuda em nada para a concretização desses sonhos. Se ficamos assim, nem vamos em busca dos nossos sonhos, nem recuperamos o bom humor! Este estado de confusão, propício ao crescimento da ira, é muito perigoso.

Temos de nos esforçar e não permitir que a nossa serenidade seja perturbada.

Quer estejamos vivenciando um grande sofrimento, ou já o tenhamos experimentado, não há razão para alimentarmos o sentimento de infelicidade.

A felicidade é um estado de espírito. Se a sua mente ainda estiver num estado de confusão e agitação, os bens materiais não lhe vão proporcionar felicidade.

Felicidade significa paz de espírito.

By Dalai Lama.

Você não é casca

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 19/05/2011 by Joe

“Eu estive em todos os lugares e só me encontrei em mim mesmo” – disse o ex-roqueiro John Lennon.

Se você ainda não se encontrou em lugar algum, isso não causa nenhum espanto. Acontece com a maioria das pessoas. Tem gente que se sente tão distante de si mesma, que se pergunta com extrema preocupação: “Para um pouco, cara, e me diga: onde você está?!”

Conheci uma pessoa muito complicada, metida em tamanha confusão mental que, depois de muito examinar-se, indagou a si mesma: “Ei, tem alguém aí dentro?”

Perguntinha: que acontecerá quando você se encontrar consigo mesmo? Terá agradável surpresa ou tremenda decepção? Vai gostar de se ver no seu espelho interno ou tentará quebrar o espelho?

Há pessoas que têm o mau hábito de avaliar-se pelos pequenos erros e fracassos cotidianos. Uma contrariedade daqui, um imprevisto dali e o indivíduo acaba somando tudo e achando que a vida está pior que briga de foice. Agir assim é o mesmo que dizer que o oceano são aquelas gotas que se perdem nas areias da praia a cada movimento da maré. Esses viventes não olham a dimensão majestosa e incomensurável do oceano, mas a insignificância da espuma que morre na praia.

Medir-se pela casca, e não pelo cerne, é a causa de tantos desgostos e desânimos, porque a casca, por ser exterior, pode ser machucada, cortada, sujada, pichada. Pode. Mas o que importa é o cerne. Não é a casca que faz a árvore, mas o cerne. A casca tem contato com o mundo exterior e está sujeita a ele; o cerne não!

Se você vive a vida apenas da casca, sofrerá os efeitos dos embates exteriores. Se centrar sua vida no cerne, como deve ser, nada abaterá sua verdadeira vitalidade, pois ele é a essência. E a essência é a divindade imanente (que existe sempre num dado objeto e é inseparável dele). O cerne é sua realidade intrínseca. O oceano é a sua dimensão interior. Sua vida não é a roupa que você veste.

Quando ocorrem situações desagradáveis, lembre que, por enquanto, foi atingida apenas a casca, a roupa, o exterior. O cerne começa a ser corroído no momento em que você interioriza essas situações, transformando-as em focos emocionais negativos.

Você pode não ser a causa primeira das situações, mas sempre será a causa primeira da interiorização. Somente afeta a sua vida o que for interiorizado e da maneira como for interiorizado, tanto as coisas negativas quanto as positivas.

A interiorização negativa gera sofrimentos, tristeza, raivas, depressão, enfermidades. A interiorização positiva fortalece a vida, produz energias benéficas, causa bem-estar, levanta o astral e revigora a auto-estima.

Cuide do seu mundo interior e ele cuidará do seu mundo exterior.

By Lauro Trevisan.

Se você acredita, parece verdade

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on 18/05/2011 by Joe

Quantas vezes já dissemos: “Eu sou assim mesmo” ou “É … as coisas são assim”. Essas frases na realidade estão dizendo que isso é o que acreditamos como verdade para nós, e geralmente aquilo em que acreditamos não passa da opinião de outra pessoa que incorporamos ao nosso sistema de crenças. Sem dúvida, ele se ajusta a todas as outras coisas em que cremos.

Você é uma dessas pessoas que acordam numa certa manhã, vêem que está chovendo e dizem: “Que dia horrível?” Não é um dia horrível. É apenas um dia molhado. Se usarmos as roupas apropriadas e mudarmos nossa atitude, podemos nos divertir bastante num dia chuvoso. Agora, se nossa crença for a de que dias de chuva são horríveis, sempre receberemos a chuva de mau humor. Lutaremos contra o dia em vez de acompanharmos o fluxo do que está  acontecendo no momento.

Não existe “bom” ou “mau” tempo, existe somente o clima e nossas reações individuais a ele.

Se quisermos uma vida alegre, precisamos ter pensamentos alegres. Se quisermos uma vida próspera, precisamos ter pensamentos de prosperidade. Se quisermos uma vida com amor, precisamos ter pensamentos de amor. Tudo o que enviamos para o exterior, mental ou verbalmente, voltará a nós numa forma igual.

By Louise L. Hay, do livro “Você Pode Curar Sua Vida”.

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