Para o resto de nossas vidas

Existem coisas pequenas e grandes coisas que levaremos para o resto de nossas vidas. Talvez sejam poucas, quem sabe sejam muitas. Depende de cada um, depende da vida que cada um de nós levou. Levaremos lembranças, coisas que sempre serão inesquecíveis para nós, coisas que nos marcarão, que mexerão com a nossa existência.

Provavelmente iremos pela vida afora colecionando essas coisas, colocando em ordem de grandeza cada detalhe que nos foi importante, cada momento que interferiu nos nossos dias e que deixou marcas.

Marcas … umas serão mais profundas, outras superficiais, porém todas com algum significado. Serão detalhes que guardaremos dentro de nós e que se contarmos para outros talvez não tenha a menor importância, pois só nós saberemos o quanto foi incrível vivê-los.

Poderá ser uma música, quem sabe um livro, talvez uma poesia, uma carta, um Natal, uma viagem, uma frase que alguém tenha nos dito num momento certo. Quem sabe uma amizade incomparável, um sol que foi alcançado após muita luta, algo que deixou de existir por puro fracasso.

Pode ser simplesmente um instante, um olhar, um sorriso, um perfume, um beijo. Para o resto de nossas vidas levaremos pessoas guardadas dentro de nós. Umas porque nos dedicaram um carinho enorme, outras porque foram o objetivo do nosso amor. Outras ainda por terem nos magoado profundamente.

Lá na frente é que poderemos realmente saber a qualidade de vida que tivemos. Bem lá na frente é que poderemos avaliar do que exatamente foi feita a nossa vida, se de amor ou de rancor, se de alegrias ou tristezas, se de vitórias ou derrotas, se de ilusões ou realidades.

Pense sempre que hoje é só o começo de tudo isso. Que se houver algo errado, ainda está em tempo de ser mudado, e que o resto de nossas vidas, de certa forma, ainda está em nossas mãos.

Texto atribuído a Linartt Vieira.

2 Respostas to “Para o resto de nossas vidas”

  1. betty Says:

    simplesmente maravilhoso , real e até comovente uma lição, aproveite se quizer!!!!!

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  2. Não somos conscientes da nossa vida, dos nossos atos, dos nossos impulsos. Creio que a utopia do autoconhecimento, semeia uma esperança que nem sempre nos dará o fruto prometido. Vivemos a emoção das palavras, do seu encantamento, da sua magia, como, por exemplo, o texto “Para o resto de nossas vidas”. Raríssimas pessoas podem sentir o fluir da sua vida, e escolher as veredas por onde caminhar. Somos cegos guiando cegos, como disse o Mestre, e não carregamos a cesta do arrependimento, porque somos inconscientes.

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