Arquivo para dezembro, 2010

Presente de Natal

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , on 24/12/2010 by Joe

Se eu pudesse deixar algum presente a você, deixaria aceso o sentimento de amar a vida dos seres humanos.

A consciência de aprender tudo o que foi ensinado ao longo do tempo.

Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem.

A capacidade de escolher novos rumos.

Deixaria para você, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável: além do pão, o trabalho. Além do trabalho, a ação.

E, quando tudo mais faltasse, um segredo:

O de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída.

By Mahatma Gandhi.

Mistérios

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , on 23/12/2010 by Joe

Ficamos muitas vezes intrigados com fatos e acontecimentos na nossa vida. Estamos o tempo todo achando porquês e justificativas. Quebramos a cabeça, procuramos ajuda em outros planos e, com frequência, nosso consciente vem com aquela famosa pergunta:

– “Por que eu? Isto só acontece comigo mesmo…”

Em primeiro lugar, saiba que o universo é rico em mistérios e, para muitos deles, não estamos devidamente preparados para compreendê-los. Nestes casos será preciso alcançar um processo de evolução maior, ou seja, uma nova procura interior.

O famoso “isto só acontece comigo” é um julgamento antecipado dos seus pensamentos, como forma de justificar sua culpa por um erro incompreendido. Quando encontramos dificuldades na compreensão das coisas que nos cercam, a primeira medida a ser tomada é saber que para tudo há uma resposta, mesmo que naquele momento ela não seja tão evidente. Quando isto acontecer, viva a vida plenamente sem olhar para trás, pois mais cedo ou mais tarde tudo se resolverá.

Basta saber esperar!

Autoria desconhecida.

Ser eterno

Posted in Inspiração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on 22/12/2010 by Joe

Diz a lenda que Merlim perguntou a Arthur:

– “Quem é você?”. E obteve como resposta:

– “Sei quem eu sou; sou seu antigo amigo e discípulo”.

Merlim rejeitou essa resposta e disse-lhe:

– “O vento me disse quem você era”.

Arthur interrogou-o:

– “O vento? Mas ele não diz nada.”

Merlim então respondeu:

– “Exatamente”.

O homem precisa aprender a ouvir o silêncio.

Ser intemporal pode ser uma perspectiva assustadora se você estiver fortemente identificado com os papéis que desempenha.

Existe uma consciência isenta, alerta e silenciosa que é você mesmo, sem representações do dia a dia. Este estado sereno, silencioso e inominável existente em nós é a realidade da essência da vida. “Ele não pode ser tocado pelo pensamento, pela fala ou pela ação”.

A energia não tem início nem fim. Enquanto acharmos que tivemos um início, não encontraremos a parte imortal, “que precisa nunca ter nascido para que possa não morrer nunca”.

A consciência sobrevive à morte das moléculas nas quais ela viaja.

A expectativa é poderosa. “Cada experiência se baseia na continuidade, que alimentamos ao nos lembrarmos de tudo como era no dia anterior, na hora anterior e no segundo anterior”. Nossas mentes geram as mesmas imagens dia após dia.

“Desapegue-se então um pouco, e lembre-se: tudo a que você se agarra já está morto, porque é passado. Morra a cada momento e você descobrirá a porta para a vida eterna”.

Autoria desconhecida.

A prisão de cada um

Posted in Reflexão with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 21/12/2010 by Joe

O máximo de liberdade que o ser humano pode aspirar é escolher a prisão na qual quer viver. Pode-se aceitar esta verdade com pessimismo ou otimismo, mas é impossível refutá-la. A liberdade é uma abstração.

Liberdade não é uma calça velha, azul e desbotada, e sim, nudez total, nenhum comportamento para vestir. No entanto, a sociedade não nos deixa sair à rua sem um crachá de identificação pendurado no pescoço.

Diga-me qual é a sua tribo e eu lhe direi qual é a sua clausura!

São cativeiros bem mais agradáveis do que o Carandiru: podemos pegar sol, ler livros, receber amigos, comer bons pratos, ouvir música, ou seja, uma cadeia à moda Luis Estevão, só que temos que advogar em causa própria e hábeas corpus, nem pensar.

O casamento pode ser uma prisão. E a maternidade, a pena máxima. Um emprego que rende um gordo salário trancafia você, o impede de chutar o balde e arriscar novos vôos. O mesmo se pode dizer de um cargo de chefia. Tudo que lhe dá segurança ao mesmo tempo lhe escraviza.

Viver sem laços igualmente pode nos reter.

Uma vida mundana, sem dependentes para sustentar, o céu como limite: prisão também. Você se condena a passar o resto da vida sem experimentar a delícia de uma vida amorosa estável, o conforto de um endereço certo e a imortalidade alcançada através de um filho.

Nós é que decidimos quando seremos capturados e para onde seremos levados. É uma opção consciente. Não nos obrigaram a nada, não nos trancafiaram num sanatório ou num presídio real, entre quatro paredes.

Nosso crime é estar vivo e nossa sentença é branda, visto que outros, ao cometerem o mesmo crime que nós – nascer – foram trancafiados em lugares chamados miséria, analfabetismo e exclusão.

Brindemos: temos todos cela especial!

By Paulo Rebelato, psiquiatra, em entrevista para a revista gaúcha Red 32.

Torne-se oceano!

Posted in Inspiração with tags , , , , , on 20/12/2010 by Joe

Diz-se que, mesmo antes de um rio cair no oceano, ele treme de medo. Olha para trás, para toda a jornada: os cumes, as montanhas, o longo caminho sinuoso através das florestas, através dos povoados, e vê à sua frente um oceano tão vasto que entrar nele nada mais é do que desaparecer para sempre.

Mas não há outra maneira. O rio não pode voltar. Ninguém pode voltar. Voltar é impossível na existência. Você pode apenas ir em frente. O rio precisa se arriscar e entrar no oceano. E somente quando ele entra no oceano é que o medo desaparece, porque apenas o rio saberá que não se trata de desaparecer no oceano, mas tornar-se oceano!

Por um lado é desaparecimento e por outro lado é renascimento. Assim somos nós. Só podemos ir em frente e arriscar.

Então, que tenhamos coragem!

Avancemos firme para nos tornarmos o Oceano!!!

Autor desconhecido.

A dança no cinema

Posted in Videos with tags , , , , , , on 19/12/2010 by Joe

Não é de hoje que a dança e o cinema andam (ou bailam) juntos. Entre as décadas de 30 e 60, o cinema nos brindou com inúmeros musicais e outros gêneros. Depois, entre as décadas de 70 e 80, vários filmes que traziam a dança como personagem principal foram lançados e viraram clássicos, como Grease – Nos Tempos da Brilhantina (1978), Footloose – Ritmo Louco (1984) e Dirty Dancing – Ritmo Quente (1987).

Outros longas nem tinham a intenção de ser um musical, mas eternizaram algumas de suas cenas em que os personagens revelavam o gingado, como a clássica dança de John Travolta e Uma Thurman em Pulp Fiction (1994). Sem contar Perfume de Mulher, Dança Comigo, Vem Dançar, entre outros.

Para relembrar estes clássicos, a Media Solutions fez uma compilação de cenas marcantes de dança no cinema –  retiradas de cerca de quarenta filmes diferentes – que vão de Fred Astaire a Michael Jackson. A música de fundo é Footlosse, de Kenny Loggins.

Curtam!!!

By Joe.

Pimentões gratinados

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , on 18/12/2010 by Joe

Quando se fala de pimentão, a polêmica é certa. Alguns adoram seu sabor proeminente, que sempre se sobressai em um prato. Outros não podem nem sentir o cheiro.

O fato é que as variedades de pimentão são usadas e apreciadas em todo o mundo, por seu sabor semelhante ao das pimentas, mas sem a ardência delas.

A história dos pimentões se confunde, de fato, com a das pimentas, já que fazem parte do mesmo gênero, chamado capsicum. E a sua história também é polêmica: alguns dizem que eles se originaram na América do Sul, onde foram encontradas sementes da planta de 7 mil anos atrás. Outros dizem que ele veio do sul do México e da América Central.

Espanhóis e portugueses se incumbiram de levá-los para o continente europeu e em outras partes da América e, por ser um vegetal versátil e adaptável a diversos climas, o cultivo se expandiu rapidamente em todo o planeta.

O pimentão também se adaptou bem a diversas cozinhas: é bastante usado na culinária brasileira e portuguesa, na italiana e na mexicana. Na Europa, é seco para dar origem à páprica, um condimento muito usado em cozidos típicos do leste europeu, como o húngaro Goulash.

Os maiores produtores de pimentão são a China, Turquia, Romênia e México.

Polêmicas à parte, a receita de hoje é muito saborosa, por aliar o sabor marcante dos pimentões à carne bovina, com o toque do creme de leite e queijo parmesão para gratinar. Vale a pena experimentar!!!

Pimentões gratinados

Ingredientes

3 pimentões vermelhos
500 g de carne moída
2 colheres (sopa) de azeite
1 xícara de arroz cozido
½ cebola picada
2 tomates sem pele e sementes
2 colheres de salsa picada
1 cubo de caldo de carne
sal a gosto

Para gratinar

2 ovos
½ xícara de creme de leite
½ xícara de parmesão ralado

Modo de preparo

Lave bem e corte os pimentões ao meio, retirando suas semente e a parte branca. Em uma panela, refogue a cebola e a carne moída no azeite. Em seguida, adicione o arroz, o caldo de carne dissolvido em um pouco de água, a salsa e o tomate. Refogue bem. Recheie os pimentões.

Em um refratário, bata os ovos e acrescente o creme de leite. Com o auxílio de uma colher grande, cubra a carne moída e espalhe o queijo parmesão ralado por cima. Leve ao forno, em fogo alto, para gratinar.

Sirva com arroz branco e salada verde.

Sugestão: utilize, na receita, um pimentão verde, um vermelho e um amarelo.

By Joe.

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