Ser eterno

Diz a lenda que Merlim perguntou a Arthur:

– “Quem é você?”. E obteve como resposta:

– “Sei quem eu sou; sou seu antigo amigo e discípulo”.

Merlim rejeitou essa resposta e disse-lhe:

– “O vento me disse quem você era”.

Arthur interrogou-o:

– “O vento? Mas ele não diz nada.”

Merlim então respondeu:

– “Exatamente”.

O homem precisa aprender a ouvir o silêncio.

Ser intemporal pode ser uma perspectiva assustadora se você estiver fortemente identificado com os papéis que desempenha.

Existe uma consciência isenta, alerta e silenciosa que é você mesmo, sem representações do dia a dia. Este estado sereno, silencioso e inominável existente em nós é a realidade da essência da vida. “Ele não pode ser tocado pelo pensamento, pela fala ou pela ação”.

A energia não tem início nem fim. Enquanto acharmos que tivemos um início, não encontraremos a parte imortal, “que precisa nunca ter nascido para que possa não morrer nunca”.

A consciência sobrevive à morte das moléculas nas quais ela viaja.

A expectativa é poderosa. “Cada experiência se baseia na continuidade, que alimentamos ao nos lembrarmos de tudo como era no dia anterior, na hora anterior e no segundo anterior”. Nossas mentes geram as mesmas imagens dia após dia.

“Desapegue-se então um pouco, e lembre-se: tudo a que você se agarra já está morto, porque é passado. Morra a cada momento e você descobrirá a porta para a vida eterna”.

Autoria desconhecida.

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