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Tarte Tatin

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 13/04/2013 by Joe

Tarte Tatin

A Tarte Tatin é uma torta de frutas típica francesa, que nasceu de um tremendo erro culinário cometido por duas irmãs, Stephanie e Caroline Tatin. Contam que, após da morte de seu pai, elas assumiram o negócio da família, o Hotel Tatin, na cidade de Lamotte-Beuvron a 173 km de Paris, no Vale do Loire.

O local já era famoso na região devido à sua perfeita torta de maçãs que se caracterizava por uma cobertura crocante, composta por maçãs macias e caramelizadas.

Um belo dia – lá pelos idos de 1889 – em que havia muito movimento, Stephanie, uma das irmãs, colocou as maçãs no forno, esquecendo-se de colocar a massa sobre elas. Quando percebeu o seu erro, tentou recuperar o prato cobrindo as maçãs com a massa. Quando tirou a torta do forno e viu o resultado … ficou satisfeita e serviu a torta ainda quente. Foi um sucesso imediato!

E foi assim que nasceu uma das mais importantes relíquias gastronômicas da França no que diz respeita à doceria.

A cidade de Lamotte-Beuvron leva tão a sério este legado gastronômico que tornou a torta famosa, que tornou-se a sede de uma confraria que defende a tradição, divulgando a receita e promovendo o consumo entre os amantes desta iguaria: La Confrerie des Lichonneux de Tarte Tatin.

O recheio original desta torta é composto por três ingredientes: maçã, manteiga e açúcar. Hoje em dia existem algumas variações da receita original, mas são todas igualmente deliciosas!

Atualmente a famosa torta é, normalmente, acompanhada por uma generosa bola de sorvete que ressalta ainda mais a sua deliciosa textura.

Tarte Tatin

Ingredientes

Massa

200 g de farinha de trigo
100 g de manteiga gelada
2 colheres (sopa) de açúcar
1 pitada de sal
1 a 3 colheres (sopa) de água gelada

Recheio

6 maçãs-verdes
½ limão
120 g de manteiga
32 g (chá) de açúcar
40 ml de licor Cointreau

Modo de preparo da massa

Corte a manteiga em cubinhos de cerca de 1 cm. Caso não for usar imediantamente, volte à geladeira. É importante que ela esteja gelada para que o resultado seja uma massa crocante.

Em uma tigela, coloque a farinha, o açúcar, o sal e misture bem com as mãos até obter uma farofa. Em seguida, junte os cubos de manteiga e misture rapidamente, sem desmanchar completamente a manteiga.

Vá adicionando uma colherada de água gelada por vez, conforme a necessidade, e misturando apenas até a massa ficar lisa e homogênea, porém, sem ficar grudenta. Evite trabalhar demais a massa, pois ela acaba ficando menos crocante. O segredo é deixar pontinhos de manteiga aparentes, sem serem incorporados à farinha. Faça uma bola, embrulhe em papel-filme e leve à geladeira por umas 2 horas. Caso prefira, prepare esta massa com um dia de antecedência, deixando que fique na geladeira por umas 24 horas.

Modo de preparo do recheio

Descasque as maçãs com uma faquinha bem afiada e retire as sementes. Corte as maçãs na vertical em 4 partes e regue com o suco de ½ limão. Em uma panela, coloque o açúcar e a manteiga e leve ao fogo médio até que a mistura escureça um pouco. Em seguida, baixe o fogo e coloque as maçãs. Adicione o licor e deixe cozinhar por uns 10 minutos ou até que as maçãs estejam macias. Desligue o fogo.

Preaqueça o forno a 180 ºC.

Montagem

Em uma forma redonda, coloque um pouco da calda formada na panela no fundo da forma e, em seguida, distribua as maçãs por toda a forma. Depois, coloque o restante da calda que ficou na panela por cima das maçãs.

Retire a massa da geladeira. Com o auxílio de um rolo abra a massa com uma espessura fina (cerca de 3 mm). Com cuidado, coloque a massa sobre as maçãs e corte os excessos com uma faquinha.

Com a ajuda de um garfo, force as bordas da massa para baixo, lembrando-se que a torta será virada depois de assada. Leve a torta ao forno preaquecido e deixe assar por 25 minutos, ou até que a massa fique dourada. Retire a torta do forno e deixe esfriar um pouco (não deixe esfriar muito, pois corre o risco dela grudar na forma)

Para desenformar a torta coloque um prato sobre a forma, segure bem e vire de uma vez. Sirva a seguir com sorvete de baunilha ou creme.

By Joemir Rosa.

Chilli

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 06/04/2013 by Joe

Chilli 3

A culinária mexicana, em termos de variedade de sabores e texturas, é uma das mais ricas do mundo, embora seja por vezes caracterizada por algumas pessoas como gordurosa e condimentada. É uma culinária rica em proteínas, vitaminas e minerais.

Quando os conquistadores espanhóis chegaram à antiga Cidade do México (Tenochtitlán), descobriram que o povo azteca tinha uma dieta específica: comia pratos baseados em milho (como a tortilla mexicana) com algumas ervas e, geralmente, com feijão. De acordo com algumas pesquisas, a mistura de feijões com milho origina um composto de aminoácidos que é muito bom para a dieta.

Mais tarde, os conquistadores adicionaram arroz, carne de vaca e vinho, entre outros ingredientes. Muitas outros produtos foram levadas para o México pelos conquistadores espanhóis: cavalos, porcos, gado bovino, galinhas, cabras e outros animais, além de especiarias como orégano, salsa, canela, pimenta e ainda vários vegetais e frutos.

Muita da culinária mexicana atual tem origem em várias misturas de tradições, ingredientes e criatividade. A maior parte tem base nativa americana, com misturas indígenas e um toque espanhol. Por exemplo, a famosa quesadilla é uma tortilla com base em milho e queijo e com carne de vaca, galinha e/ou porco.

A parte indígena disto – e de muitas outros pratos tradicionais – fica por conta do chilli, ou seja as pimentas e pimentões. A disposição deste tipo de pratos é muito decorativa e colorida. Isto acontece porque a culinária mexicana é rica em vegetais verdes, tais como brócolis, couve-flor e rabanete e em carnes variadas. Os alimentos indígenas do México pré-colombiano incluem chocolate, milho, tomate e baunilha.

A alimentação varia de acordo com a região, dependendo da população indígena original e das influências dos espanhóis e de outros povos a que essas regiões foram expostas. Por exemplo, o norte do México é conhecido pela sua produção de carne de vaca e pratos de carne, enquanto que o sudeste do México é conhecido pelos seus pratos condimentados baseados em vegetais e carne de galinha.

Posteriormente, a culinária mexicana combinou-se com a culinária do sudoeste dos Estados Unidos, formando a culinária tex-mex.

Além de ser carregada de sabores muito marcantes e de aromas que fazem com que você sinta seus alimentos sendo preparados à distância, a culinária mexicana tem sua identidade bem demarcada, o que acabou, mesmo com o passar dos anos, se popularizando em diversos locais do mundo. Hoje em dia é possível encontrar restaurantes mexicanos, tradicionais ou não, em diversas localidades de todo o planeta.

Se você quer conhecer os verdadeiros sabores do México fique atento a esta receita original de chilli. Tenho certeza que todos vão gostar muito!

Chilli

Ingredientes

350 g de bacon em cubinhos
1 colher (sopa) de óleo de soja
1 cebola cortada em cubinhos
4 dentes de alho picados
2 pimentas dedo-de-moça sem sementes picadas
coentro a gosto
300 g de carne moída
100 g de linguiça calabresa cortada em pequenos cubos e sem pele
500 g de feijão carioquinha ou rosinha cozido e escorrido
2 xícaras de molho de tomate
1 tomate maduro em cubos sem pele e sem sementes
sal a gosto
cominho a gosto
4 pedaços de queijo do tipo cheddar ou queijo parmesão ralado grosso
salsa e cebolinha picadas

Modo de preparo

Em uma panela com um pouco de óleo, corte o bacon em cubinhos e frite-os até que fiquem dourados. Cuidado para não fritar demais. Quando estiver no ponto, retire o bacon com ajuda de uma escumadeira, escorra bem e coloque em um prato sobre papel toalha. Reserve.

Na mesma panela, refogue o alho, a cebola e o coentro até que eles fiquem bem dourados. Em seguida, acrescente a carne moída e a linguiça. Vá misturando bem os ingredientes e deixe cozinhar até que fiquem bem cozidos.

Em seguida, adicione o feijão escorrido, o molho de tomate e o tomate cortado em cubinhos. Acerte o sal e coloque a pimenta dedo-de-moça. Misture bem e deixe cozinhar por mais 5 a 10 minutos, mexendo de vez em quando. Por fim, adicione cominho a gosto e misture bem.

A culinária mexicana é alegre e colorida. Então, sirva o chilli em uma travessa bonita, colorida e decore a mesa da mesma forma. Na hora de servir, adicione o queijo cheddar, que deve estar cortado em 4 pedaços (se preferir, use parmesão ralado grosso). Depois é só acrescentar o bacon aquecido, a salsa e a cebolinha. O chilli está pronto para ser servido e saboreado!

Outro detalhe que não pode faltar: você deve servir este prato acompanhado de nachos de milho e um bom vinho tinto!

By Joemir Rosa.

Pudim de chocolate com chantilly

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 30/03/2013 by Joe

Pudim de chocolate

Páscoa, entre outras coisas, nos traz as delícias e os prazeres da mesa!

E um dos símbolos mais tradicionais é o chocolate, em suas mais diversas formas de preparo e de embalagens.

A Páscoa é o período do ano em que as prateleiras dos supermercados ficam recheadas de chocolate, preferencialmente no formato de ovos dispostos em diversas marcas e tamanhos. A dúvida que fica é se essa iguaria não irá implicar na boa forma ou na saúde.

Sem exageros, o ovo de Páscoa escolhido pode ser saboreado com prazer, pois o chocolate é considerado saudável e nutritivo. O cacau, um de seus componentes, possui flavonoides que atuam como antioxidantes e mantém o coração saudável. Outra substância em sua composição é a cafeína, que aumenta a euforia e o raciocínio.

O chocolate passa a ser um perigo à saúde quando consumido em excesso, pois é rico em calorias, carboidratos, gorduras e uma pequena quantidade de proteínas, o que faz dele um dos alimentos que mais engorda. Portanto, observe, além da quantidade, que pode ser uma porção de 30 gr, o tipo de chocolate e o horário que for consumi-lo, de preferência no lanche da manhã ou da tarde.

Os chocolates brancos possuem mais gorduras por serem feitos de manteiga de cacau. O chocolate amargo ou meio amargo é mais benéfico em razão da grande quantidade de cacau. O chocolate ao leite, por receber leite em pó na massa, apresenta mais proteína e cálcio.

Ao saborear essa delícia, o que é muito nesta época, pois até quem não é muito fã de doces muitas vezes acaba cedendo à tentação, divida-o com amigos e familiares e guarde o que sobrou para ser consumido aos poucos, no decorrer da semana.

Outra dica é acompanhar o chocolate com uma boa fonte de fibra, como por exemplo, uma fruta. Mesmo assim é preciso moderar, para não exceder no carboidrato. Caso haja excessos, compense ingerindo líquidos não calóricos e isentos de glicose, como o chá verde, que é antioxidante.

A receita deste sábado é rápida, não tem nenhuma história ou origem, mas garanto que é deliciosa e vai agradar a todos no almoço de Páscoa deste domingo!

Pudim de chocolate com chantilly

Ingredientes

• 1 e 1/2 xícara (chá) de açúcar
• 600 ml de leite
• 200 g de chocolate meio amargo picado
• 3 ovos inteiros
• 2 gemas
• chantilly a gosto para decorar

Modo de preparo

Aqueça o forno a 180ºC. Com uma xícara de açúcar caramelize uma forma de pudim ou oito forminhas individuais. Em uma panela, ponha o leite com o chocolate e aqueça em fogo baixo até o chocolate derreter completamente. Bata bem os ovos, as gemas com o restante do açúcar. Adicione o leite com o chocolate e bata por mais dois minutos.

Despeje sobre a forma ou as formas caramelizadas e leve ao forno para assar em banho-maria durante 30 minutos ou até que estejam firmes. O ponto ideal é quando o creme deverá estar ainda mole quando a forma for levemente sacudida. Deixe esfriar e com a ponta de uma faca solte as bordas e desenforme. Leve para gelar e, na hora de servir, decore com o chantilly.

Dica: Para o banho-maria, ponha a forma sobre uma assadeira com 2 cm de água fervente.

By Joemir Rosa.

Bifum com frango e legumes

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 23/03/2013 by Joe

Bifum com frango e legumes

A culinária chinesa tem mais de 3 mil anos e é representada por quatro grupos, basicamente: Beijin (Beijing), que simboliza o Norte; Cantão (Guangdong), o Sul; Xangai (Shangai), o Leste; e Sichuan (Szenchwan), o Oeste.

A predominância dos pratos vem do Norte e do Sul. No Norte, os principais alimentos são o talharim, o pão no vapor e bolinhos de carne. Os pratos são mais oleosos, mas os paladares são mais suaves e é frequente o uso de vinagre e alho. Já a culinária do Sul possui pratos com acompanhamento de arroz e sabores mais adocicados.

A culinária chinesa precisa, necessariamente, seguir quatro mandamentos: cor, perfume, paladar e apresentação esmerada.

Temperos e condimentos diversos – como gengibre, curry, molho shoyu e óleo de gergelim, por exemplo – mas com bastante equilíbrio, garantindo, assim, o perfume e o paladar, e com bonita apresentação, de maneira que a refeição agrade o paladar, o olfato e a visão.

Composição dos pratos prima pelas cores – outra característica interessante é a composição dos pratos. A culinária chinesa baseia-se em preparar pratos, desde os mais comuns, consumidos diariamente, até os especiais, com um ingrediente principal – carne, verdura ou massa – e pelo menos dois ingredientes secundários, em cores contrastantes com o item principal.

A proporção e o equilíbrio fazem a diferença na composição dos pratos – outra peculiaridade da culinária chinesa é o equilíbrio entre os ingredientes utilizados. Para os chineses, a proporção adequada para um prato que tem como item principal a carne é complementá-lo com 1/3 de vegetais. Ao contrário, quando um prato tem como elemento principal os vegetais, ele deve ser composto também por 1/3 de carne. Esses pratos são acompanhados, de maneira geral, por arroz ou massa. Já as sopas levam 7/10 do volume da tigela de água. Os demais ingredientes – apenas 3/10 do prato – garantem, segundo a tradição chinesa, o valor nutricional adequado.

Não é comum servir pratos exóticos – engana-se quem teme chegar à China e se deparar com pratos à base de cachorro, gato, cobra e macaco. É o mesmo que dizer que quem vem ao Brasil só encontrará carne de jacaré, capivara e javali. O que ocorre é que tais pratos são exóticos – e todos os países têm os seus. Historicamente, esses costumes surgiram porque a China é um país de dimensões continentais e com a maior população do mundo. Desde os tempos antigos, muitas pessoas moram no deserto ou em regiões remotas, tendo de se adaptar ao que a natureza oferece para sobreviver. Daí vem o consumo de determinados animais.

A receita de hoje não tem nada de exótica e nem tem ingredientes estranhos em seu preparo. Vamos preparar um prato leve, saudável, com frango, legumes e um macarrão de arroz.

O bifum é um macarrão de origem chinesa, feito de arroz, bastante difundido em toda Ásia, sendo um ingrediente muito utilizado culinária oriental. É um produto leve e saudável que pode ser consumido diariamente.

Além de ser um alimento natural, ele é nuito simples e rápido de preparar, ideal para pessoas de todas as idades, pois é rico em vitaminas E e B.

Bifum com frango e legumes

Ingredientes

200 g de macarrão do tipo bifum
1,5 litro de água fervente
1 colher (sopa) de óleo
300 g de peito de frango cortado em tirinhas
sal a gosto
1 cenoura ralada fino
4 talos de salsão cortados em fatias finas
2 dentes de alho picados
1 colher (chá) de óleo de gergelim
4 ramos de cebolinha verde picados
1/2 colher (chá) de gergelim preto

Modo de preparo

Em uma tigela, hidrate o bifum com a água fervente, mexa com um garfo para separar os fios e deixe descansar por dois minutos. Escorra, passe em água corrente para esfriar, deixe escorrer novamente.

Em uma frigideira grande, aqueça bem a metade do óleo em fogo alto. Junte o frango e refogue por cinco minutos ou até ficar macio. Tempere com sal e reserve em uma tigela.

Na mesma frigideira, aqueça o óleo restante. Acrescente a cenoura, o salsão, o alho e refogue por três minutos ou até que fiquem al dente. Tempere com sal.

Junte o frango reservado, o bifum, misture e aqueça bem. Verifique o sal. Espalhe o óleo de gergelim e a cebolinha verde. Sirva polvilhado com o gergelim preto.

By Joemir Rosa, com texto sobre culinária chinesa retirado do site http://www.melhoramiga.com.br.

Pavê de Nutella® com morangos

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , on 16/03/2013 by Joe

Pavê de Nutella e morangos

Como já comentei em receitas anteriores (Pavê de leite em pó, Pavês deliciosos, Pavê de morangos), o pavê é um delicioso doce de origem francesa, montado em camadas, cujo nome vem de “piso” ou “pavimento”.

Desta forma, é uma sobremesa que pode ser montada com os mais diversos ingredientes, de diversas formas, e servido em refratários, taças ou fora de qualquer forma.

E a receita de hoje é uma dessas variações, preparada com aquele delicioso creme de avelãs e cacau, e morangos picados! Muito fácil e rápido de preparar!!

Pavê de Nutella com morangos

Ingredientes

1 pote (200 gr) de Nutella®
1 lata de creme de leite sem soro
2 caixas de morangos
1 pacote de biscoito Champanhe
1/2 xícara (chá) de leite

Modo de preparo

Em uma tigela, bata muito bem a Nutella® e o creme de leite até formar um creme. Reserve.

Lave bem, seque e pique os morangos. Reserve.

Umedeça os biscoitos no leite.

Em taças individuais, ou em um refratário, alterne camadas do creme batido, biscoitos umedecidos e morangos. Leve para gelar.

Como os morangos são frutas mais sensíveis, a sobremesa deve ser consumida no mesmo dia.

By Joemir Rosa.

Frango assado de padaria

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , on 09/03/2013 by Joe

Frango assado de padaria 3

Acho que não tem uma pessoa que não tenha ficado com a boca cheia de água ao se deparar com aqueles frangos de padaria, sendo assados lentamente, aquele aroma se espalhando pelo ar ….

Esse frango assado é consumido em praticamente todo o Brasil, preparado e vendido em padarias e rotisseries, principalmente nos finais de semana! Aqueles fornos em que os frangos ficam assando são conhecidos como “televisão de cachorro”, pois é muito comum vermos os animais parados em frente, olhando, “assistindo”!

Saborosíssimo, esse frango parecia ser impossível de ser feito em casa com o mesmo sabor e o mesmo aroma! Muitos acreditam que o segredo é o tempero, outros dizem que é por causa do forno, ou o tipo de frango, que não pode ser o congelado.

Depois de algumas tentativas, encontrei esta receita que não deixa nada a desejar àquela das padarias!!

Espero que gostem e deixem seus comentários!

Frango assado de padaria

Ingredientes

1 frango inteiro sem miúdos
½ kg de batatas-bolinhas com casca e aferventadas
1 cebola grande cortada em rodelas para forrar a forma

Tempero

1 copo (americano) de vinho branco seco
2 copos (americanos) de água
½ copo (americano) de óleo
¼ copo (americano) de vinagre branco
1 colher (sopa) de colorífico
1 colher (sopa) de sal
3 dentes de alho
1 cebola
½ pimentão verde
1 pedaço pequeno de cenoura
1 xícara (chá) de salsa

Modo de preparo

No liquidificador, bata todos os ingredientes por 2 minutos. Em seguida, espalhe bem o tempero batido por todo o frango, por dentro e por fora. Coloque o frango em um saco plástico, feche bem e deixe na geladeira de um dia para o outro.

No dia seguinte, retire o frango do saco plástico, coloque-o em uma assadeira sobre as cebolas cortadas em rodelas, espalhe as batatas ao redor, regue com o tempero da marinada, cubra com papel alumínio e leve ao forno quente (200ºC) por 40 minutos.

Depois desse tempo, tire o papel alumínio, reduza a temperatura para 160ºC e mantenha no forno até ficar bem dourado.

Sirva com arroz à grega, que é muito simples de preparar.

Arroz à grega

Arroz à gregaIngredientes

2 colheres (sopa) de manteiga
1 xícara (chá) de cenoura picada
1 xícara (chá) de vagem picada
1 xícara (chá) de pimentões coloridos picados
1 xícara (chá) de ervilhas
4 xícaras (chá) de arroz cozido
Sal e pimenta do reino a gosto

Modo de preparo

Em uma panela, derreta a manteiga e refogue os legumes pela ordem. Acerte os temperos, coloque o arroz, misture delicadamente e sirva. Se gostar, adicione uvas-passa na mistura.

By Joemir Rosa.

Batatinhas aperitivo

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 02/03/2013 by Joe

Batatinhas aperitivo

Dias de calor pedem bebidas geladas para amenizar as altas temperaturas! E, para acompanhar, nada melhor que um delicioso aperitivo, também conhecido como tira-gosto!

A origem do termo tira-gosto se perde no tempo. A criatividade e os ingredientes disponíveis é que iriam determinar a qualidade e o sabor desses “aceleradores” da fome!

Muitas receitas foram criadas, a maior parte delas dentro de casa e hoje, com a expansão dos barzinhos e de concursos anuais como o “Comida de Boteco”, é cada vez mais comum encontrarmos pratos mais elaborados, deliciosos!

Pena que os pratos mais clássicos acabam se perdendo no tempo, ou ficando restritos à bares e butecos nas periferias.

O que não podemos negar é que o tira-gosto é mesmo uma presença obrigatória como acompanhamento de uma cerveja bem gelada, por exemplo.

Já publicamos algumas receitas de pratos que funcionam bem como tira-gosto, como o bolinho de bacalhau, o falafel, a bloomin’ onion, só pra darmos alguns exemplos.

E hoje vamos nos ater a uma receita tradicional de tira-gosto, bem simples, mas muito saborosa!

Batatinhas aperitivo

Ingredientes

1 kg de batata bolinha
2 cebolas pequenas picadas
2 dentes de alho
½ xícara (chá) de azeite
sal a gosto
1 xícara (chá) de azeitonas pretas e verdes
2 colheres (sopa) de orégano
1 pimenta dedo-de-moça sem sementes, picadas

Modo de preparo

Lave bem as batatas e cozinhe-as com a casca em bastante água por 20 minutos ou até ficarem macias.

No liquidificador, bata a cebola, o alho, o azeite e uma pitada de sal, até obter uma pasta. Escorra a batata e, com ela ainda quente, adicione o tempero batido, as azeitonas, o orégano, a pimenta e sal. Mexa bem com cuidado para não quebrar as batatas.

Deixe esfriar, ponha em um recipiente bem fechado e armazene na geladeira até a hora de servir.

Podem ser servidas com salada verde ou como aperitivo.

By Joemir Rosa.

Maionese de bacalhau

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 23/02/2013 by Joe

Maionese de bacalhau

Findo o carnaval e já começamos a pensar na Páscoa que está logo aí! E, com ela, já vamos saboreando mentalmente as delícias culinárias dessa época, principalmente, da Sexta-feira Santa.

A primeira ideia que nos vem à cabeça é o bacalhau, já disponível em todos os supermercados e lojas de produtos culinários.

Em diversas oportunidades, postei receitas com o bacalhau como ingrediente principal: Salada de Bacalhau, Escondidinho de Bacalhau, Bolinhos de Bacalhau, Empadão de Bacalhau, Pastel de Bacalhau do Mercadão e o Bacalhau à Portuguesa.

Em todas elas eu contei um pouco da história do bacalhau, origem, bem como as receitas dessas iguarias.

Hoje eu trago mais uma receita simples que cai bem nesta época de verão de temperaturas altíssimas. Fácil de preparar e muito bonita na sua forma de apresentação.

Maionese de bacalhau

Ingredientes

300 gramas de bacalhau dessalgado e desfiado
1/2 cebola picada
2 ovos cozidos picados
300g de batata cozida cortada em cubos
1/2 xícara (chá) de azeitonas verdes picadas
200 gramas de maionese
azeite a gosto
salsinha picada a gosto

Cestinhas

fatias de pão de forma sem casca

Modo de preparo

Em uma tigela, misture o bacalhau, a cebola, os ovos, a batata, a azeitona, a maionese, o azeite e a salsa. Cubra com papel-filme e leve a geladeira por uns 30 minutos.

Enquanto isso, prepare as cestinhas. Utilizando um rolo de massa, afine as fatias de pão cuidando para não furá-las.

Molde-as em forminhas de alumínio grandes, untadas com um pouco de manteiga. Disponha as forminhas em uma assadeira e asse em forno pré-aquecido a 200ºC até dourarem. Deixe esfriar e desenforme.

Quando for servir, disponha a maionese nas cestinhas de pão.

By Joemir Rosa.

Falafel

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 16/02/2013 by Joe

Falafel

Sabe-se que o paladar, muitas vezes, é o último a perder a referência da cultura original. A comida tem o poder de aliar inimigos, diminuir tensões e desentendimentos.

Mas os conflitos também existem, por exemplo, quanto à propriedade da origem de alguns pratos ou bebidas. Como exemplo, temos turcos e gregos brigando pelo café.
Irlandeses católicos e protestantes discutem sobre o whisky. Judeus e árabes discutem a origem do falafel.

Há quem diga que Israel “roubou” o falafel dos árabes. Outros dizem que grupo algum tem o direito de ser proprietário de um bolinho de legumes frito. Dizem que o falafel é uma comida do Oriente Médio, originária do Egito e que se espalhou por Marrocos e Arábia Saudita.

Nessa guerra de milhares de anos, encontramos também o nosso falafel tupiniquim correndo por fora, de origem africana, chamado de akara, que significa “bola de fogo”, e que é também um ícone da nossa cozinha baiana: o acarajé!

O falafel, um prato tradicional e histórico, é um bolinho preparado com grão-de-bico ou feijão-fava. Os pedaços de falafel são geralmente servidos com salada, um molho quente e legumes em conserva. Em seguida, são regados com um pouco de molho à base de tahine para um dar um sabor extra.

Em função dos ingredientes em seu preparo, o falafel é um tipo saudável de alimento, fonte de proteína, aminoácidos, baixo teor de gordura saturada e elevado teor de
fibras.

Bom… depois de tantas informações sobre origem e benefícios desse bolinho, o que resta é darmos a receita e esperar que todos apreciem essa iguaria deliciosa!

Falafel

Ingredientes

Modelador de falafel

Modelador de falafel

Massa

1 kg de grão-de-bico seco
1 maço de salsinha picado
1 maço de coentro picado
2 dentes de alho picados
2 cebolas grandes picadas
2 colheres (sopa) de farinha
4 colheres de água morna
½ colher (chá) de bicarbonato de sódio

Temperos

1 colher (chá) de pimenta do reino
1 colher (chá) de canela
1 colher (chá) de cominho
1 colher (chá) de páprica doce
1 colher (chá) de coentro seco
sal a gosto

1 litro de óleo vegetal para fritar

Molho

1/2 xícara de iogurte natural
3 colheres (sopa) de molho tahine
1 dente de alho amassado
2 colheres (sopa) de suco de limão
1/4 de xícara de água fria
sal e pimenta do reino

Guarnição

pepino
cebola
tomates
salsinha

Modo de preparo

Lave bem os grãos-de-bico e coloque-os de molho por 12 horas em água fria. Escorra bem e coloque em um processador. Junte os demais ingredientes para a massa, exceto o bicarbonato. Dissolva o bicarbonato de sódio na água morna e acrescente aos demais ingredientes no processador. Processe bem até obter uma massa firme e homogênea.

Junte os temperos e misture bem com a mão, ou com a ajuda de uma colher, e deixe descansar por uns 30 minutos.

Unte as mãos com um pouco de óleo e faça bolinhas da massa um pouco menores do que uma bolinha de ping-pong. O ideal é usar o aparelho para modelar os disquinhos (encontrado em casas de especialidades árabes), mas se não tiver, faça pequenas almôndegas com as mãos, amassando-as para formar um disco espesso com a massa bem prensada.

Aqueça o óleo em uma panela funda. Frite os bolinhos aos poucos no óleo quente até que estejam dourados e crocantes. Escorra em papel absorvente e sirva quente.

Para o molho, basta misturar bem todos os ingredientes.

Prepare uma salada com pepinos, tomates e cebolas cortados em cubos de 1 centímetro, salpique a salsinha, coloque os falafel sobre a salada e regue com o molho.

By Joemir Rosa.

Sagu

Posted in Receitas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 09/02/2013 by Joe

Sagu de vinho

A receita deste sábado faz-nos lembrar das visitas à casa da vovó, onde, entre outras delícias, ela nos servia um doce cheio de bolinhas brancas gelatinizadas, coloridas pela adição de sucos de frutas ou vinho!

Um doce delicioso, muito conhecido e encontrado no cardápio de sobremesas de qualquer restaurante e na culinária Brasileira.

O Sagu é uma fécula extraída de várias espécies de palmeiras conhecidas como saguzeiros, e feito a partir do amido processado que há no interior do tronco dessas plantas.

Os navegadores portugueses que transitavam entre América e Ásia associaram a palavra sagu à goma (amido) que os índios brasileiros extraíam da mandioca, a qual chamam de tapioca. Como a palavra tapioca designa também uma iguaria específica, estabeleceu-se que a fécula da mandioca granulada em formato de pequenas pérolas seria chamada “sagu” no português do Brasil.

Nessas idas e vindas, os exploradores portugueses espalharam o plantio da mandioca na Ásia e Oceania, onde se consome o das palmeiras. No português de Portugal, a expressão sagu designa apenas a fécula das palmeiras.

O sagu que consumimos no Brasil é feito de amido de mandioca e, além de dar um bom mingau com leite, transforma-se em saborosas sobremesas, e também pode ser misturado em outras receitas com peixe. Ou até pode ser utilizado como aromatizantes de ambiente.

A receita deste doce que trazemos hoje é especial e muito deliciosa. Servido com um creme de baunilha, torna-se ainda mais saboroso.

Sagu de vinho

Ingredientes

2 litros de água fervente
3 canelas em pau
12 cravos da índia
2 xícaras de sagu
750 ml de vinho tinto suave
1½ xícara de suco de uva integral
½ xícara de açúcar
2 gemas
12 colheres de sopa de açúcar
2 colheres de chá de essência de baunilha
1 litro de leite
3 colheres de amido de milho

Modo de preparo

Coloque a água para ferver e acrescente a canela e o cravo. Quando estiver fervendo, adicione o sagu e cozinhe por 20 minutos em fogo médio.

Escorra bem o sagu utilizando um escorredor de arroz ou macarrão e lave bem com água fresca para tirar toda a goma.

Coloque, em uma panela, em fogo médio, o vinho, o suco de uva, a ½ xícara de açúcar e o sagu já lavado. Quando levantar fervura, cozinhe por 10 minutos. Vá mexendo sempre para não grudar no fundo.

Retire do fogo, deixe esfriar em temperatura ambiente por uns 30 minutos e leve à geladeira por 4 horas.

Equanto isso, prepare o creme. Bata os ovos com as 12 colheres de açúcar até ficar como uma gemada clara. Acrescente a essência de baunilha e bata mais um pouco.

Em uma panela grande, coloque uns 900 ml do leite e a gemada. À parte, junte o amido de milho aos 100 ml de leite restantes e misture bem. Despeje na panela com o leite e a gemada e mexa até encorpar. Quando estiver mais firme, retire do fogo, deixe esfriar um pouco e leve à geladeira por 3 horas.

Sirva o sagu com o creme de baunilha.

By Joemir Rosa.

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