Liberdade

Postado em Reflexão com as tags , , , , , , em 09/02/2010 por Joe

O coração tem que ser livre, para que nele pulse o sangue do imaginário e da fantasia.

O coração tem que ser livre, para que nele difundam-se as cores e as delícias da paixão descontrolada.

O coração tem que ser livre, porque, senão, estrangula-se o Amor, estraçalha-se a Beleza, e morre o Espontâneo. E desaparece então qualquer possibilidade de Prazer.

O coração tem que ser livre – simplesmente.

By Edson Marques.

A sabedoria do silêncio interno

Postado em Reflexão com as tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , em 08/02/2010 por Joe

O palavreado constante de nossa mente e de nossa boca esgota o Chi e nos debilita consideravelmente.

Fale simplesmente quando for necessário. Pense no que vai dizer antes de abrir a boca. Seja breve e preciso, já que cada vez que deixa sair a palavra pela boca, deixa sair, ao mesmo tempo, parte da sua vitalidade.

Desenvolva a arte de falar sem perder a energia.

Nunca faça promessas que não possa cumprir. Não se queixe e não utilize em seu vocabulário palavras que projetem imagens negativas, porque isto produzirá ao teu redor tudo o que criou com suas palavras carregadas de Chi (energia criadora).

Se não tem nada de bom, verdadeiro e útil a dizer, é melhor se calar e não dizer nada.

Aprenda a ser como um espelho; observe e reflita a energia.

O próprio Universo é o melhor exemplo de um espelho que a natureza nos deu, porque ele aceita, sem condições, nossos pensamentos, nossas emoções, nossas palavras, nossas ações, e nos envia o reflexo de nossa própria energia através das diferentes circunstâncias que se apresentam em nossas vidas.

Se você se identifica com o fracasso, terá fracasso. Se você se identifica com o êxito, terá êxito. Assim podemos observar que as circunstâncias que vivemos são, simplesmente, manifestações externas do conteúdo de nossa conversa interna.

Aprende a ser como o Universo, escutando e refletindo a energia sem emoções densas e sem prejuizos. Porque sendo como um espelho sem emoções, aprendemos a falar de outra maneira.

Com o poder mental tranquilo e em silêncio, sem lhe dar oportunidade de se impor com suas opiniões pessoais e evitando que tenha reações emocionais excessivas, simplesmente permite uma comunicação sincera e fluida.

Não se dê muita importância. Seja humilde, porque quanto mais se mostrar superior, inteligente e prepotente, mais se tornará prisioneiro de sua própria imagem, e viverá num mundo de tensões e ilusões.

Seja discreto, preserve a sua vida íntima. Desta maneira você se libera da opinião dos outros e terá uma vida tranquila e benevolente.

Não entre em competição com os demais; torne-se como a terra que nos nutre, que nos dá o necessário.

Ajude os outros perceberem suas qualidades, suas virtudes e a brilhar.
O espírito competitivo faz com que o ego cresça, nos separa e cria conflitos, inevitavelmente.

Tenha confiança em si mesmo, preserve sua paz interna evitando entrar em provocações e nas trapaças dos outros.

Não se comprometa facilmente. Se agir de maneira precipitada, sem ter consciência profunda da situação, vai acabar criando complicações.

As pessoas não têm confiança naqueles que dizem “sim” muito facilmente porque sabem que esse famoso “sim” não é sólido e lhe falta valor.

Tome um momento de silêncio interno para considerar tudo que se apresenta a ti, e só então tome uma decisão.

Assim desenvolverás a confiança em ti mesmo e a sabedoria.

Se realmente há algo que não sabe, ou não tenha a resposta a uma pergunta que tenham feito, aceite o fato.

O fato de não saber é muito incômodo para o ego porque ele gosta de saber tudo, sempre ter razão e sempre dar sua opinião muito pessoal.

Na realidade, o ego nada sabe simplesmente faz acreditar que sabe.

Evite o hábito de julgar e criticar as pessoas. Cada vez que você julga alguém, a única coisa que faz é expressar sua opinião pessoal, e isso é uma perda de energia, é puro barulho.

Julgar, é uma maneira de esconder suas próprias fraquezas.

O sábio a tudo tolera, sem dizer uma palavra.

Recorde que tudo que te incomoda nos outros é uma projeção de tudo que não venceu em si mesmo.

Deixe que cada um resolva seus problemas e concentre sua energia em sua própria vida.

Ocupe-se de si mesmo, não se defenda. Quando você tenta se defender, na realidade está dando demasiada importância às palavras dos outros, dando mais força à agressão deles.

Se aceitar não se defender estará mostrando que as opiniões dos demais não te afetam, que são simplesmente opiniões, e que não necessita convencer aos outros para ser feliz.

Teu silêncio interno o torna impassível. Faça uso regular do silêncio para educar teu ego que tem o mal costume de falar o tempo todo.

Pratique a arte do não falar. Tome um dia da semana para abster-se de falar. Ou, pelo menos, algumas horas no dia, segundo permitir a sua organização pessoal.

Progressivamente, irá desenvolver a arte de falar sem falar, e sua verdadeira natureza interna substituirá sua personalidade artificial, deixando aparecer a luz do seu coração e o poder da sabedoria do silêncio.

Graças a esssa força, atrairá para si tudo que necessita para sua própria realização e completa liberação.

Porém, tem que ter cuidado para que o ego não se infiltre. O poder permanece quando o ego se mantém tranquilo e em silêncio.

Se teu ego se impõe e abusa desse poder, o mesmo poder se converterá em um veneno, e todo seu ser se envenenará rapidamente.

Fique em silêncio, cultive seu próprio poder interno. Assim pois, silencie.

Respeite a vida dos demais e de tudo que existe no mundo.

Não force, manipule ou controle o próximo.

Converta-se em seu próprio Mestre e deixe os demais serem o que são, ou o que têm a capacidade de ser.

Dizendo em outras palavras, viva seguindo a vida sagrada do TAO.

Texto Taoísta.

Tango

Postado em Música com as tags , , , , , , , , , , , , , , em 07/02/2010 por Joe

O tango é a dança da carne, do desejo, dos corpos entrelaçados. É um diálogo novo, a sedução feita movimento, o ir e vir, encontro de dois mundos. É um baile exibicionista, esteticamente belo, e ronda sem temores o universo do lúdico. O casal de baile roça seus sapatos entre sensuais carícias enquanto o atônito espectador ocasional, eterno voyeur, se fascina e deslumbra com o ardor do tácito romance entre os dançarinos.

Originariamente, o tango nasce no final do século XIX de uma mistura de vários ritmos provenientes dos subúrbios de Buenos Aires. Esteve associado desde o princípio com bordéis e cabarés, âmbito de contenção da população imigrante massivamente masculina. Devido a que só as prostitutas aceitariam esse baile, em seus começos era comum que o tango fosse dançado por um casal de homens.

Mas o tango como dança não se limitou às zonas baixas ou a seus ambientes próximos. Estendeu-se também aos bairros proletários e passou a ser aceito “nas melhores famílias”, principalmente depois que a dança fez sucesso na Europa.

A melodia provinha de flauta, violino e violão, sendo que a flauta foi posteriormente substituída pelo “bandoneón” (espécie de sanfona) por volta de 1900, vindo nas maletas de imigrantes alemães. Os imigrantes acrescentaram ainda todo o seu ar nostálgico e melancólico e desse modo o tango foi se desenvolvendo e adquirindo um sabor único. Dizem que “o tango é um pensamento triste que se pode dançar”.

Carlos Gardel foi o inventor do tango-canção. Falecido em 1935, aos 45 anos, de um acidente aéreo, ele foi o grande divulgador do tango no exterior. Nos anos 60, porém, o gênero foi ignorado fora da Argentina. Ressurgiu renovado por Astor Piazzolla, quem lhe deu uma nova perspectiva, rompendo com os esquemas do tango clássico.

Há diferentes tendências em seu estilo: o tango-canção, tango canyengue, o tango milonga, tango romanzae o tango jazz. Hoje em dia é possível até encontrar estilos como tango rock e o eletrotango (tango eletrônico). Este último  pode ser conferido nos trabalhos dos grupos Bajofondo e Gotan Project.

No cinema o tango foi trilha sonora em vários filmes, destacadamente em “Perfume de Mulher”, “Dança comigo” e “Vem dançar”. Nos vídeos abaixo, dois momentos que eu considero inesquecíveis:

“Vem dançar”, com Antonio Banderas no papel de Pierre Dulaine, um dançarino de salão profissional, que se torna voluntário para dar aulas de dança em uma escola pública de Nova York. Pierre tenta apresentar seus métodos clássicos, mas logo enfrenta resistência dos alunos, mais interessados em hip hop. É quando deste confronto nasce um novo estilo de dança, mesclando os dois lados e tendo Pirre como mentor.

“Perfume de Mulher”, com Al Pacino no papel de Frank Slade, um tenente-coronel cego que viaja para Nova York com Charlie Simms (Chris O’Donnell), um jovem acompanhante, com quem resolve ter um final de semana inesquecível antes de morrer. Porém, na viagem ele começa a se interessar pelos problemas do jovem, esquecendo um pouco sua amarga infelicidade.

Hoje em dia o tango vive, não como o fenômeno de massas que o engendrou, mas sem nenhuma dúvida como elemento identificatório da alma portenha e em permanentes evocações espalhadas por todo Buenos Aires.

By Joe.

Medalhões de filé ao molho Madeira

Postado em Receitas com as tags , , , , , , em 06/02/2010 por Joe

Carne é um tipo de alimento que pode ser servido de diversas maneiras. Desde o popular churrasco até sob a forma de pratos sofisticados e saborosos. Qualquer que seja a forma de preparo sempre fica muito gostosa e nutritiva.

Uma das formas que eu aprecio muito é a combinação carne e molho Madeira.

O molho recebe esse nome devido a um ingrediente em especial, o vinho Madeira, tinto e de sabor forte, produzido nas encostas e adegas da Ilha da Madeira, em Portugal. Ao contrário do molho branco, ele é um molho de base escura e é bastante utilizado na gastronomia mundial acompanhando muito bem carnes vermelhas em geral.

Hoje eu sugiro uma receita de medalhões de filé mignon ao molho Madeira muito saborosa. A receita inclui também um preparo rápido do molho. E, para os que preferirem outro corte de carne, experimentem preparar com filés de maminha, uma carne saborosa e que também combina muito bem com este molho.

Bom apetite!!!

Medalhões de filé mignon ao molho Madeira

Ingredientes

Para o molho Madeira rápido

2 colheres (sopa) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de manteiga
2 copos (500 ml) de água fervente
2 tabletes de caldo de carne dissolvidos
1/2 copo de vinho madeira

Para os filés

8 medalhões de filé mignon de 2 cm de espessura
8 fatias de bacon cortados na mesma largura dos filés (2 cm)
50 g de manteiga
azeite
300 g de champignons fatiados
2 dentes de alho triturados
Sal e pimenta do reino a gosto
3 colheres de sopa de salsinha picadas

Modo de preparo

Prepare o molho Madeira colocando, em uma panela, a manteiga e deixando derreter em fogo baixo. Em seguida junte a farinha de trigo aos pouco e vá mexendo até que ela fique dourada. Depois adicione o caldo de carne dissolvido na água fervente, mexendo sempre. Adicione o vinho e mexa até engrossar. Reserve.

Tempere os medalhões com sal e pimenta do reino. Depois, envolva cada um com uma fatia de bacon em toda sua volta. Para que o bacon fique bem grudado, molhe cada fatia com água usando os dedos, e envolva os medalhões.

Numa frigideira grande derreta a manteiga com um fio de azeite (para não queimar a manteiga) e grelhe os medalhões de um lado e depois de outro, deixando no ponto que preferir. Minha sugestão é que fiquem de médio ao ponto, pois eles terminararão seu cozimento no molho. Reserve.

Retire-os e, na mesma frigideira (não troque de frigideira, pois aquela borra que fica é que dá o sabor ao prato), de uma rápida refogada nos cogumelos junto com o alho triturado e uma colher do caldo que vem na conserva dos cogumelos.

Despeje o molho Madeira reservado, misture bem e coloque os medalhões grelhados, deixando cozinhar até o molho reduzir a um ponto do seu gosto. Sirva os medalhões polvilhando a salsinha por cima, acompanhados de arroz branco, risoto al funghi secchi ou outro de sua preferência, batatas soutè ou fritas.

By Joe.

No limite

Postado em Reflexão com as tags , , , , , , em 05/02/2010 por Joe

‘Para mim é realmente muito simples: a vida devia ser vivida no seu limite. Temos de nos rebelar. Recusar sujeitarmo-nos à regras. Recusar o nosso próprio sucesso. Recusar repetirmo-nos.

Ver cada dia, cada ano, cada ideia, como um verdadeiro desafio … e então vivermos a nossa vida no arame.’

By Philippe Petit no filme “Man on Wire” (O Equilibrista, 2008).

Uma pedra no caminho

Postado em Reflexão com as tags , , , , , , em 04/02/2010 por Joe

Em tempos bem antigos, um rei colocou uma pedra enorme no meio de uma estrada. Então, ele se escondeu e ficou observando para ver se alguém tiraria a imensa rocha do caminho.

Alguns mercadores e homens muito ricos do reino passaram por ali e, simplesmente, deram a volta pela pedra. Alguns até esbravejaram contra o rei dizendo que ele não mantinha as estradas limpas, mas nenhum deles tentou sequer mover a pedra dali.

De repente, passa um camponês com uma boa carga de vegetais. Ao se aproximar da imensa rocha, ele pôs de lado a sua carga e tentou remover a rocha dali. Após muita força e suor, ele finalmente conseguiu mover a pedra para o lado da estrada. Ele, então, voltou a pegar a sua carga de vegetais, mas, antes de continuar seu caminho, notou que havia uma bolsa no local onde estava a pedra.

A bolsa continha muitas moedas de ouro e uma nota escrita pelo próprio rei que dizia que o ouro era para a pessoa que tivesse removido a pedra do caminho. O camponês aprendeu o que muitos de nós nunca entendeu:

“Todo obstáculo contêm uma oportunidade para melhorarmos nossa condição”.

Autoria desconhecida.

Ainda dá tempo …

Postado em Meio ambiente com as tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , em 03/02/2010 por Joe

Estamos no ano 2070. Acabo de completar 50 anos, mas a minha aparência é de alguém de 85.

Tenho sérios problemas renais porque bebo pouca água. Creio que me resta pouco tempo. Hoje sou uma das pessoas mais idosas nesta sociedade.

Recordo quando tinha 5 anos. Tudo era muito diferente. Havia muitas árvores nos parques, as casas tinham bonitos jardins e eu podia desfrutar de um banho de chuveiro por cerca de uma hora.

Agora usamos toalhas em azeite mineral para limpar a pele. Antes todas as mulheres mostravam as suas formosas cabeleiras. Agora devemos raspar a cabeça para mantê-la limpa sem água.

Antes, meu pai lavava o carro com água que saía de uma mangueira. Hoje os meninos não acreditam que a água era utilizada dessa forma. Recordo que havia muitos anúncios que diziam para CUIDAR DA ÁGUA … só que ninguém ligava, pensávamos que a água jamais iria terminar.

Agora, todos os rios, barragens, lagoas e mantos aqüíferos estão irreversivelmente contaminados ou esgotados. Antes a quantidade de água indicada como ideal para beber era oito copos por dia por pessoa adulta. Hoje só posso beber meio copo.

A roupa é descartável, o que aumenta grandemente a quantidade de lixo; tivemos que voltar a usar os poços sépticos (fossas) como no século passado porque as redes de esgotos não podem mais ser usadas por falta de água.

A aparência da população é horrorosa; corpos desfalecidos, enrugados pela desidratação, cheios de chagas na pele pelos raios ultravioletas que já não têm a camada de ozônio que os filtrava na atmosfera. Com o ressecamento da pele, uma jovem de 20 anos está como se tivesse 40.

Antes a quantidade de água indicada como ideal para beber era oito copos por dia por pessoa adulta. Hoje só posso beber meio copo. As infecções gastrointestinais, enfermidades da pele e das vias urinárias são as principais causas de morte.

A indústria está paralisada e o desemprego é dramático. As fábricas dessalinizadoras são a principal fonte de empregos e pagam os funcionários com água potável em vez de salário. Os assaltos por um litro de água são comuns nas ruas desertas. A comida é 80% sintética.

Os cientistas investigam, mas não encontram uma solução possível. Não se pode fabricar água, o oxigênio também está degradado por falta de árvores, o que diminuiu o coeficiente intelectual das novas gerações.

Alterou-se a morfologia dos espermatozóides de muitos indivíduos e, como conseqüência, há muitas crianças com insuficiências, mutações e deformações.

O governo até nos cobra pelo ar que respiramos: 137 m³ por dia por habitante adulto. Quem não pode pagar é retirado das “zonas ventiladas”, que estão dotadas de gigantescos pulmões mecânicos que funcionam com energia solar. Não são de boa qualidade, mas pode-se respirar um pouco, pelo menos. A idade média é de 35 anos.

Em alguns países restam manchas de vegetação com o seu respectivo rio. Tudo  é fortemente vigiado pelo exército, pois a água agora tornou-se um tesouro muito cobiçado, mais do que o ouro ou os diamantes.

Aqui agora já não há árvores porque quase nunca chove e quando chega a registrar-se uma precipitação é de chuva ácida; as estações do ano foram severamente transformadas pelas provas atômicas e da indústria contaminante do século XX. Advertiam que tínhamos que cuidar do meio ambiente e ninguém fez caso.

Quando a minha filha me pede que lhe fale de quando eu era jovem, descrevo como eram bonitos os bosques, a chuva, as flores, como era agradável tomar banho e poder pescar nos rios e barragens, beber toda a água que quisesse, e como eram saudáveis  as pessoas. E quando ela me pergunta…

- “Papai …  porque acabou a água?”

Então, eu sinto um nó na garganta; não posso deixar de sentir-me culpado porque pertenço à geração que terminou destruindo o meio ambiente ou simplesmente não levou em consideração tantos avisos. Agora os nossos filhos pagam um preço alto e, sinceramente, creio que a vida na Terra já não será possível dentro de muito pouco tempo porque a destruição do meio ambiente chegou a um ponto irreversível.

Como gostaria de voltar atrás e fazer com que toda a humanidade compreendesse isto, quando ainda podíamos fazer alguma coisa para salvar o nosso planeta terra!

Extraído da revista biográfica “Crônicas de los Tiempos”.

Preguiça

Postado em Reflexão com as tags , , , em 02/02/2010 por Joe

Um visitante chegou à casa de um velho lavrador. Em frente à porta da sua casa encontrava-se sentado um dos seus cães. Era evidente que o cão não estava contente, que algo o incomodava e o irritava, já que ladrava e se queixava sem parar.

Depois de uns minutos vendo o evidente estado de incomodidade e dor que o animal exibia, o visitante perguntou ao lavrador o que poderia estar acontecendo ao pobre animal.

- “Não se preocupe e nem lhe preste atenção” – respondeu o lavrador – “Esse cão está há vários anos na mesma”.

- “Mas … nunca o levou a um veterinário para ver o que pode estar acontecendo? – perguntou o visitante.

- “Oh, não! Eu sei o que é que o incomoda. O que acontece é que é um cão muito preguiçoso”.

- “E o que tem isso que ver com as suas queixas?”

- “É que, justamente onde ele está encostado, encontra-se a ponta de um prego que sobressai do chão, que o pica e o incomoda cada vez que ele se senta, e é por isso que ladra e se queixa”.

- “Mas, então, porque ele não vai para outro lugar?”

- “Porque, com certeza, o prego o incomoda o suficiente para se queixar, mas não o suficiente para se mexer!”

Acho que o texto fala por si só … quantas pessoas nós conhecemos que fazem exatamente o mesmo que o cão do lavrador?

Autor desconhecido.

Preconceito

Postado em Reflexão com as tags , , , , em 01/02/2010 por Joe

Qualquer tipo de preconceito mostra que você está identificado com a mente pensante.

Mostra que você não está vendo o outro ser humano, está vendo apenas seu conceito sobre aquele ser humano.

Reduzir uma pessoa a um conceito já é uma forma de violência.

By Eckhart Tolle.

Amazônia – Uma Viagem Interior

Postado em Livros com as tags , , , , , , , , , , , , em 31/01/2010 por Joe

Livro: Amazônia – Uma Viagem Interior
By Fernando Leite
Editora: Livropronto

Cansado de viajar em férias para os mesmos lugares da Europa, Rodrigo, um grande empresário paulistano da década de 50, acata a sugestão de um amigo, para conhecer a misteriosa e fascinante Amazônia.

Vilma, sua esposa, não concorda em viajar com ele para um lugar tão inóspito. Resoluto, viaja sozinho em pequena aeronave. Aproximando-se do pouso, a aeronave, açoitada por terrível tempestade tropical, cai no meio da Floresta Amazônica.

Resgatado por uma estranha tribo indígena, Rodrigo é iniciado nos misteriosos conhecimentos deixados pelos ancestrais Maias, Incas, Toltecas e Mexícas, enquanto se recupera fisicamente do acidente. Novos horizontes vão sendo descortinados, generosamente, durante todo o processo do seu restabelecimento físico.

Enquanto isto, em São Paulo, Vilma, sua esposa, livre da presença do marido e com muitos recursos financeiros, resolve experimentar novas aventuras em solo europeu e envolve-se sofregamente em aventuras amorosas em Paris.

Restabelecido do acidente aéreo, Rodrigo retorna à São Paulo e envida todos os esforços para solucionar o misterioso desaparecimento de sua esposa, ao mesmo tempo em que, impulsionado pelos conhecimentos adquiridos no Amazonas, resolve patrocinar o projeto para as novas instalações do MASP – Museu de Arte de São Paulo.

Sentindo muita falta das pessoas que deixou no Amazonas, aliado à sede de conhecimentos iniciados naquela aldeia, Rodrigo resolve se aposentar e retorna à Ararêtama – a “Terra da Luz”. Quando chega, participa ativamente da expedição nas matas fechadas da floresta, coordenada por Mayara, líder espiritual da Aldeia, na tentativa de localizarem um sítio arqueológico de tempos imemoriais, com possíveis tesouros deixados por civilizações há muito desaparecidas.

Nesta expedição conhece sua alma gêmea, Ísis, arqueóloga reconhecida mundialmente. Juntos encontram, na floresta, várias lâminas em cristal translúcido, com estranhas inscrições gravadas. O que significariam aquelas inscrições?

O autor nos convida a participar desta viagem interior, rica em aventuras, romance, sabedoria e momentos de pura magia, mistérios e bom humor!

By Joe.