Dicas: 8 erros na cozinha

Postado em Saúde com as tags , , , , , , , , , , , em 27/11/2009 por Joe

Como é a sua cozinha? Limpinha? Um brinco?? Será mesmo?

Veja abaixo os 8 erros mais comuns que cometemos, no nosso dia a dia, no aposento que normalmente temos certeza que é o mais limpo de casa!

1° erro:

Lavar as carnes debaixo da torneira.
Primeiro: você perde nutrientes, a carne fica esbranquiçada.
Segundo: a contaminação que existe vai aumentar, porque aumenta a quantidade de água e as bactérias vão penetrar mais ainda.
A única carne que se lava é o peixe e só para tirar escamas e a barrigada.

2° erro:

Colocar detergente direto na esponja, o que leva ao exagero.
O detergente nunca deve ser colocado direto na esponja. Vai ser muito difícil enxaguar todo esse detergente.
O resto de detergente que fica junto com os alimentos pode, no futuro, dar um problema para a sua saúde.
Para limpar sem exagero você precisa apenas de oito gotas de detergente em um litro de água.

3° erro:

Usar tábua de carne de madeira.
Na tábua de madeira as bactérias ficam te aplaudindo! Tábua tem que ser de plástico.

4° erro:

Não guardar comida quente na geladeira.
Este é um dos mitos mais difundidos entre as donas de casa. Não há erro algum em guardar comida quente na geladeira.
O único problema é que vai aumentar um pouco o consumo de energia, mas não vai estragar a geladeira de modo algum.

5° erro:

Guardar comida quente na geladeira com o recipiente tampado.
O ar frio vai bater na tampa. Vai demorar muito para resfriar e as bactérias vão adorar! Então, coloque tudo destampado.
Depois de duas horas você pode fechar.

6° erro:

Furar a lata de leite condensado e utilizá-la várias vezes.
As pessoas pegam a lata de leite condensado e fazem dois buraquinhos, um de cada lado.
Sai leite condensado por um lado e pelo outro entra uma chuva de bactérias.
Abram a lata inteira e passem o leite condensado para um recipiente de plástico ou de vidro.
Sirva sempre com uma colher, depois tampe e guarde na geladeira.

7° erro:

Ignorar as formigas.
Quando se fala em doce, a gente não pode esquecer as formigas.
Você provavelmente não se importaria se encontrasse uma formiguinha em cima do seu bolo, não é?
E se fosse uma barata?
Aí você não comeria, certo?
E se a gente pegar uma barata, matar essa barata e deixar no meio da cozinha. No dia seguinte, cadê a barata?
Sumiu, né? E quem a levou?
As formigas, naturalmente …
As mesmas que estavam em cima do bolo, né?
Pois é … as formigas são consideradas até maiores agentes transmissores de bactérias do que a própria barata.
Doce com formiga só pode ter um destino: a lata de lixo.

8° erro:

Soprar velinhas do bolo de aniversário.
Este é um péssimo mau hábito. Testes comprovam que o bolo fica contaminado por bactérias da saliva.
Esta bactéria produz uma toxina que pode ocasionar aquelas intoxicações com 24 horas de vômito e mal-estar.
Evite, também,  deixar o bolo fora da geladeira.

By Roberto Figueiredo, biomédico que personifica o Dr. Bactéria.

As quatro loucuras da sociedade

Postado em Reflexão com as tags , , , , , , em 26/11/2009 por Joe

Certa vez, ao ser entrevistado, Roberto Shinyashiki foi perguntado se muitas pessoas buscam sonhos que não são seus. Ele respondeu que, normalmente, a sociedade quer definir o que é certo. E é aí que ela comete quatro loucuras:

“A primeira loucura é instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse significados individuais.

A segunda loucura é: você tem de estar feliz todos os dias.

A terceira é: você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumismo absurdo.

Por fim, a quarta loucura: você tem de fazer as coisas do jeito certo. Jeito certo não existe.

Não há um caminho único para se fazer as coisas. As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade. Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito.

Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento.

Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema.

Quando eu era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte. A maior parte pega o médico pela camisa e diz:

- ‘Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz’.

Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas. Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.

By Roberto Shinyashiki, em entrevista a Camilo Vannuchi, da Revista IstoÉ.

Felicidade realística

Postado em Reflexão com as tags , , , , , , , , em 25/11/2009 por Joe

A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.

Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.

E quanto ao amor? Ah, o amor … não basta termos alguém  com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo.

Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito…

É o que dá ver tanta televisão …

Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.

Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.

Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável.  Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno.

Olhe para o relógio: é hora de acordar!

É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio.

Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se.  Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz.

Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.

By Martha Medeiros.

Tome as rédeas da sua vida

Postado em Reflexão com as tags , , , , , , , , , , , , , , em 24/11/2009 por Joe

Transforme os seus sonhos em realidade, mexa-se!
Encare a vida de frente, tenha coragem de se assumir, faça acontecer!
Existe alguma receita de bolo? Uma fórmula secreta? Como saber qual o caminho da felicidade?

Em primeiro lugar, você precisa se descobrir, saber quais são as suas potencialidades, preferências, onde o sapato aperta, o que realmente quer da vida, o que faz o seu coração bater mais forte, buscar a essência da sua alma, o prazer de viver!

Abra os olhos para este mundo tão colorido à sua volta.
Observe a beleza da natureza.
Escute o canto dos pássaros saudando a sua passagem.
Cheire as flores após a chuva.
Sinta a textura das folhas; tome um chá de erva cidreira.
Converse com o seu vizinho; pratique amor incondicional.

Com as emoções à flor da pele, aproveite a carícia do vento, encontre as respostas dentro da sua alma!
Aos poucos, com carinho, aumente a sua auto-estima, acredite em você!
Desperte os seus sentidos, chega de procrastinação!
Perceba os seus desejos mais íntimos, a verdadeira transformação é interior, resolva a sua vida!

Cada dia tem o seu segredo…
Não fuja da raia porque, meu amigo, você é o único responsável pela sua vida!
Não adianta culpar o marido, a mãe, os filhos ou a sociedade porque você deixou de aproveitar as oportunidades.

Vá buscar as respostas, saia da poltrona, não chore sobre o leite derramado.
Perdoe as pessoas; chute o balde!
A verdadeira riqueza está dentro de você.
Como diz Rita Lee: “amor sem sexo é amizade”.

Amor tem que valer a pena.
É imprescindível paixão, regar todos os dias, sair do lugar-comum.
A atração não se explica! É questão de pele, olhos no olhos.

Viva no momento presente.
Curta o dia de hoje. Não pense mais no passado, ele já se foi…
O futuro é fruto de seus pensamentos, emoções e ações que você está construindo hoje.

Pense positivo!
A sementinha depende do que você plantar no momento presente.
Faça a diferença, seja você mesmo!
A verdadeira felicidade está dentro de nós.
Você é a pessoa mais importante da sua vida.
Durante uma breve eternidade, sinta a essência de sua alma!
Como tudo que é feito com o coração aberto.
Ame muito e para sempre!

Autor desconhecido.

Os Estatutos do Homem

Postado em Inspiração com as tags , , , , , , , , , , , , , , , , em 23/11/2009 por Joe

Os Estatutos do Homem

(Ato Institucional Permanente)

A Carlos Heitor Cony

Artigo I

Fica decretado que agora vale a verdade, agora vale a vida e, de mãos dadas, marcharemos todos pela vida verdadeira.
 
Artigo II

Fica decretado que todos os dias da semana, inclusive as terças-feiras mais cinzentas, têm direito a converter-se em manhãs de domingo.

Artigo III

Fica decretado que, a partir deste instante, haverá girassóis em todas as janelas; que girassóis terão direito a abrir-se dentro da sombra; e que as janelas devem permanecer, o dia inteiro, abertas para o verde onde cresce a esperança.

Artigo IV
  
Fica decretado que o homem não precisará nunca mais duvidar do homem.
Que o homem confiará no homem como a palmeira confia no vento, como o vento confia no ar, como o ar confia no campo azul do céu.

        Parágrafo único:

       O homem, confiará no homem como um menino confia em outro menino.

Artigo V
 
Fica decretado que os homens estão livres do jugo da mentira.
Nunca mais será preciso usar a couraça do silêncio nem a armadura de palavras.
O homem se sentará à mesa com seu olhar limpo porque a verdade passará a ser servida antes da sobremesa.

Artigo VI

Fica estabelecida, durante dez séculos, a prática sonhada pelo profeta Isaías, e o lobo e o cordeiro pastarão juntos e a comida de ambos terá o mesmo gosto de aurora.

Artigo VII
 
Por decreto irrevogável fica estabelecido o reinado permanente da justiça e da claridade, e a alegria será uma bandeira generosa para sempre desfraldada na alma do povo.

Artigo VIII
 
Fica decretado que a maior dor sempre foi e será sempre não poder dar-se amor a quem se ama e saber que é a água que dá à planta o milagre da flor.

Artigo IX
 
Fica permitido que o pão de cada dia tenha no homem o sinal de seu suor.  
Mas que, sobretudo, tenha sempre o quente sabor da ternura.

Artigo X
 
Fica permitido a qualquer  pessoa, a qualquer hora da vida, o uso do traje branco.

Artigo XI
  
Fica decretado, por definição, que o homem é um animal que ama e que por isso é belo, muito mais belo que a estrela da manhã.

Artigo XII
 
Decreta-se que nada será obrigado nem proibido, tudo será permitido, inclusive brincar com os rinocerontes e caminhar pelas tardes com uma imensa begônia na lapela.

        Parágrafo único:
 
        Só uma coisa fica proibida: amar sem amor.

Artigo XIII
  
Fica decretado que o dinheiro não poderá nunca mais comprar o sol das manhãs vindouras.
Expulso do grande baú do medo, o dinheiro se transformará em uma espada fraternal para defender o direito de cantar e a festa do dia que chegou.

Artigo Final 

Fica proibido o uso da palavra liberdade,  a qual será suprimida dos dicionários e do pântano enganoso das bocas.
A partir deste instante a liberdade será algo vivo e transparente como um fogo ou um rio, e a sua morada será sempre o coração do homem.

By Thiago de Mello.

O real valor das coisas

Postado em Música com as tags , , , , , , , , , , , , em 22/11/2009 por Joe

Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer. Eis que o sujeito desce na estação do metrô: vestindo jeans, camiseta e boné, encosta-se próximo à entrada, tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal.

Mesmo assim, durante os 45 minutos que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes.  Ninguém  sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo,  executando peças musicais consagradas num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.

Alguns dias antes Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custam a bagatela de 1.000 dólares. A experiência, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá  balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino. A iniciativa realizada pelo  jornal “The Washington Post” era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte.

A conclusão: estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão num contexto. Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife. Esse é  um exemplo daquelas tantas situações que acontecem em nossas vidas que são únicas, singulares, e a que não damos a menor bola porque não vêm com a etiqueta de seu preço.

O que tem valor real para nós, independentemente de marcas, preços e grifes? É o que  o mercado diz que você deve ter, sentir, vestir ou ser?

Essa experiência mostra como na sociedade em que vivemos os nossos sentimentos e a  nossa apreciação de beleza são manipulados pelo mercado, pela mídia, e pelas instituições que detém o poder financeiro. Mostra-nos como estamos condicionados a nos mover quando estamos no meio do rebanho.

Nota do Blog:

Devido à baixa qualidade do video, preferi postar um outro, onde Joshua Bell executa Ave Maria, com suavidade e emoção. Quem quiser ver o video citado no texto acima, acesse:

http://www.youtube.com/watch?v=myq8upzJDJc

Boeuf Bourguignon

Postado em Receitas com as tags , , , , , , , , , em 21/11/2009 por Joe

Em 2009 comemoramos o Ano da França no Brasil, uma iniciativa do governo dos dois países, com o objetivo de aprofundar as relações bilaterais no âmbito cultural, acadêmico e econômico. Para isso, foram realizados centenas de eventos em todo o país, como exposições, shows, concertos, ciclos de cinema, seminários e festivais, que deram ao público brasileiro a oportunidade de acompanhar manifestações artísticas da França contemporânea e conhecer mais a fundo a cultura daquele país.

Em 2005, ocorreu o Ano do Brasil na França, que mobilizou mais de dois milhões de franceses e obteve um grande retorno da mídia, atingindo os principais veículos de comunicação do país durante quase todo o ano. Como resultado, houve um aumento de 27% de turistas franceses no Brasil e mais de 450 milhões de dólares em produtos brasileiros exportados para França.

As comemorações se encerraram agora em Novembro e vai deixar saudades! Principalmente no capítulo gastronomia. Assim, decidi postar uma receita que é um marco na culinária francesa. Um prato típico da Borgonha, basicamente trata-se de carne de vaca cozida em vinho tinto e ervas.

Apesar da grande quantidade de ingredientes, todos são muito fáceis de encontrar (na maioria, ervas). E muito fácil de preparar também!

Vamos à receita:

Boeuf Bourguignon

Ingredientes

1 kg. de músculo ou coxão mole
1 cebola
1 cenoura
2 folhas de alho-poró
1 galho de tomilho
2 galhos de salsinha
2 pontas do maço de salsão
2 folhas louro
2 cravos da índia
2 dentes de alho
30 ml. de óleo para fritar
1/4 de xícara de farinha de trigo
1 colher de massa de tomate
1 colherinha de açúcar
1 litro de caldo de carne
1 garrafa vinho tinto
sal
pimenta do reino moída
150 g bacon
200 g. de champignon
150 g. cebolas bolinha em conserva

Modo de preparo

Corte o músculo em cubos, tirando apenas a primeira capa de gordura. Prepare o buquê de ervas: faça um envelope com a folha do alho-poró e ponha dentro o tomilho, a salsinha, o salsão e o louro e amarre com um barbante.

Coloque a carne picada numa vasilha com a cenoura e a cebola fatiadas, o cravo da índia e o buquê. Cubra com o vinho. Deixe a vasilha tampada na geladeira durante 12 horas ou mais.

Depois, retire todos os pedaços de carne e frite numa panela grande. Junte a farinha de trigo até dourar. Passe o vinho da marinada numa peneira e despeje na panela da carne. Acrescente o buquê amarrado. Tempere com sal e pimenta moída.

Depois cozinhar em fogo baixo, por uma hora, coloque o caldo de carne, o extrato de tomate, o açúcar e o alho picado. Cozinhe por mais uma hora, pelo menos, sempre em fogo baixo. Na hora de servir, retire o buquê e prove para ver se está bom de sal e pimenta.

Para a guarnição típica da Borgonha, frite o bacon numa frigideira sem outra gordura. Quando estiver bem frito, coloque as cebolas e o champginon em conserva (cozidos com vinagre e sal). Se quiser, pode colocar também ervilhas e cenoura cozidas, para enfeitar.

Sirva com um bom e cremoso purê de batatas. Ou, se preferir, com batatas douradas ao forno!

Bon appetit!!!

By Joe.

Pequenas coisas

Postado em Relacionamentos com as tags , , , , , , , , , , em 20/11/2009 por Joe

Um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal: estes quatro elementos fazem parte de uma das melhores histórias sobre atendimento que conhecemos!

Um homem estava dirigindo há horas e, cansado da estrada, resolveu procurar um hotel ou uma pousada para descansar. Em poucos minutos, avistou um letreiro luminoso com o nome: Hotel Venetia. Quando chegou à recepção, o hall do hotel estava iluminado com luz suave. Atrás do balcão, uma moça de rosto alegre o saudou amavelmente:

- “Bem-vindo ao Venetia!”.

Três minutos após essa saudação o hóspede já se encontrava confortavelmente instalado no seu quarto e impressionado com os procedimentos: tudo muito rápido e prático.

No quarto, uma discreta opulência: uma cama impecavelmente limpa, uma lareira, um fósforo apropriado em posição perfeitamente alinhada sobre a lareira para ser riscado. Era demais! Aquele homem, que queria um quarto apenas para passar a noite, começou a pensar que estava com sorte.

Mudou de roupa para o jantar (a moça da recepção fizera o pedido no momento do registro). A refeição foi tão deliciosa como tudo o que tinha experimentado naquele local, até então. Assinou a conta e retornou para o quarto.

Fazia frio e ele estava ansioso pelo fogo da lareira. Qual não foi a sua surpresa! Alguém havia se antecipado a ele, pois havia um lindo fogo crepitante na lareira. A cama estava preparada, os travesseiros arrumados e uma bala de menta sobre cada um. Que noite agradável aquela!

Na manhã seguinte, o hóspede acordou com um estranho borbulhar vindo da salinha. Saiu da cama para investigar. Simplesmente uma cafeteira ligada por um timer automático, estava preparando o seu café e, junto, um cartão que dizia: “Sua marca predileta de café. Bom apetite!”. Era mesmo! Como eles podiam saber desse detalhe? De repente, lembrou-se: no jantar perguntaram qual a sua marca preferida de café.

Em seguida, ele ouve um leve toque na porta. Ao abrir, havia um jornal. “Mas, como pode?! É o meu jornal preferido! Como eles adivinharam?” Mais uma vez lembrou-se de quando se registrou: a recepcionista havia perguntado qual jornal ele preferia.

O cliente deixou o hotel encantando. Feliz pela sorte de ter ficado num lugar tão acolhedor. Mas, o que esse hotel fizera mesmo de especial? Apenas ofereceram um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal.

Nunca se falou tanto na relação empresa-cliente como nos dias de hoje. Milhões são gastos em planos mirabolantes de marketing e, no entanto, o cliente está cada vez mais insatisfeito, mais desconfiado. Mudamos o layout das lojas, pintamos as prateleiras, trocamos as embalagens, mas esquecemo-nos das pessoas. O valor das pequenas coisas conta, e muito. A valorização do relacionamento com o cliente. Fazer com que ele perceba que é um parceiro importante!

Isto vale também para nossas relações pessoais (namoro, amizade, família, casamento) … enfim, pensar no outro como ser humano é sempre uma satisfação para quem doa e para quem recebe. Seremos muito mais felizes, pois a verdadeira felicidade está nos gestos mais simples de nosso dia-a-dia e que, na maioria das vezes, passam despercebidos.

Desconheço a autoria.

Bis!

Postado em Reflexão com as tags , , , , , , , , , , , , , , , , , em 19/11/2009 por Joe

Havia um cantor americano que fazia muito sucesso em seu país. Um dia ele pediu a seu empresário que lhe providenciasse uma apresentação no famoso Scala de Milão.

E assim aconteceu.

Noite de estréia, casa lotada e o artista cantou a primeira música. Ao final, a platéia, emocionada, gritava:

- Bis! Repete! De novo!

O cantor não entendeu a situação. Primeira música e a platéia pedindo bis. Ele resolveu satisfazer o público. Fez um sinal o maestro e repetiu o número. Ao final, o público repetiu:

- Bis! Repete! De novo!

E assim aconteceu mais algumas vezes. E o público gritando:

- Bis! Repete! De novo!

Enfim, exausto, ele perguntou à platéia:

- Até quando vocês querem que eu repita esta peça?

E uma velhinha na primeira fila respondeu:

- Até cantar direito!!!

Até aprender a cantar certo, a vida vai lhe apresentar os mesmos problemas. Quando as dificuldades se repetem, é a vida nos gritando:

“- Bis! Repete! De novo!”

E assim a vida diz para: a mulher que sempre namora um homem complicado; o sujeito que se sente sempre traído; o profissional que sempre é preterido; o eterno problema de falta de dinheiro.

A neura aparece quando nos sentimos pegos na mesma armadilha. Dessa vez parece que tudo vai ser diferente, mas, de repente, as coisas se transformam e, vapt, você caiu na mesma cilada.

É fundamental perceber que o final do filme só vai ser diferente se Chapeuzinho Vermelho não conversar com o Lobo Mau. Se ela não resistir à tentação, o final do filme será previsível.

Você já percebeu que todo filme fica interessante quando alguém faz uma trapalhada qualquer e joga por terra tudo o que estava organizado para o final feliz? O protagonista nos conquista nesse momento, quando consegue arrumar a bobagem que fez.

Na vida real, o melhor é evitar cair em tentação, pois consertar a bobabem dá muito mais trabalho. Até que você faça algo diferente, o final é previsível. Procure um curso, contrate uma consultoria, leia um livro, converse com um amigo de confiança, debata o assunto com seus assessores diretos, faça um estágio em outra organização, mude sua postura.

Mas, principalmente, inicie o processo de mudança começando por você. Essa é a maior de todas as revoluções possíveis.

Como disse Mahatma Gandhi: “Os únicos demônios deste mundo são aqueles que estão em nossos próprios corações, e é aí que todas as nossas batalhas devem ser travadas”.

Sua vida muda quando você muda!

By Roberto Shinyashiki.

Soltando as amarras

Postado em Reflexão com as tags , , , , , , , em 18/11/2009 por Joe

Acordo. Queria dormir mais. Se seis horas não foram suficientes, porque acredito que 15 minutos vão resolver o  meu problema? É puro apego à cama quentinha, à escuridão do quarto, ao aconchego do marido e da filha, que se enfiou debaixo das cobertas pouco antes do despertador tocar… Não quero abrir mão de nada disso. Mesmo sabendo que é inevitável, mesmo lembrando que hoje mesmo eu vou estar de volta à minha cama quentinha,  sofro para dizer “adeus”.

Este é só o primeiro apego do dia. Tenho dificuldade para tirar a roupa no banheiro gelado. Depois, preciso de coragem para sair do chuveiro, que estava tão gostoso. Levantar da mesa do café é outro esforço: um pedaço mais de pão com manteiga, outra lasquinha de bolo de cenoura. O jornal do dia tem artigos, fotos, notícias e quadrinhos que eu vou querer guardar – reservo para recortar mais tarde. Finalmente, com certa preguiça, me despeço da família (seria tão bom ficar mais um pouquinho em casa) e vou trabalhar.

Nas horas seguintes, resistirei a várias outras separações, grandes e pequenas: é uma pena desligar o radio do carro bem na hora em que está tocando uma música legal; colegas se despedem e deixam saudades; as flores que eram tão bonitas, não tem mais viço e precisam ir para o lixo. São muitas as amarras que me prendem às coisas. E o que é pior: nem tudo a que me agarro é agradável … Pensamentos, por exemplo: não consigo deixar de me torturar com um erro cometido, de repetir pra mim mesma uma crítica injusta, de remoer uma mágoa qualquer.

Apego é um dos maiores motivos de sofrimento, mas só agora percebo isso. Eu achava que não. Curtia meu apego e até me orgulhava dele. Fazia questão de cultivar a dor das separações: voltava de férias e passava dias perdida, com a cabeça longe. Ficava revendo os momentos mágicos e morrendo de saudades. Toda música, toda cena, toda frase me lembrava os dias vividos. O presente era uma tortura a evocar o passado. E eu pensava que era assim que tinha que ser.

É muito fácil perceber que o apego é inútil. Nada, nada mesmo, é nosso para sempre. Tudo nos escorre pelos dedos. A infância, as férias, os brinquedos favoritos, livros novos, amigos, namorados, pais, filhos, animais de estimação. E todas as sensações e pensamentos – o calor aconchegante, o friozinho revigorante, o sabor de uma sobremesa, a paixão pelo novo namorado – todos mudarão, passarão.

Melhorei em relação ao meu apego. Já não fico desesperada no ultimo dia de férias – ao contrário: ele é tão feliz quanto o primeiro. Não me incomodo tanto quando algum objeto de estimação se quebra: não era eterno mesmo. Não sinto um aperto no peito quando penso nas filhas crescendo, quando me despeço de um amigo ou quando saio de um lugar sabendo que posso nunca mais voltar.

É bom, muito bom ser feliz no momento; é um alívio deixar que tudo siga seu rumo. Eu ainda tenho algumas dificuldades com a cama quentinha, o chuveiro gostoso e os recortes de jornal, mas, apesar desses barbantinhos, já experimentei a deliciosa liberdade de outras amarras partidas. E recomendo.

By Soninha Francine, artigo publicado na revista “Vida Simples”.